História Colegas de Quarto em Crise - Castiel - Capítulo 11


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Categorias Amor Doce, Ela é o Cara
Personagens Agatha, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Ciumes, Comedia
Visualizações 101
Palavras 1.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não me matem, dei que demorei, mas dem desculpas, apenas SORRY!

Capítulo 11 - CASTIEL: O principal


Fanfic / Fanfiction Colegas de Quarto em Crise - Castiel - Capítulo 11 - CASTIEL: O principal

Hoje eu tive eu dia cansativo, de estudos e stress, não vi nenhum amigo ou Alice, não que eu não considere amiga, mas, eu não preciso me explicar.

Decidi ir treinar um pouco, porque essa gostosura não fica assim sem fazer nada, era de noite e ninguém ficava na academia, o que era melhor pra mim, até eu ouvir a voz da Alice.

— O que faz aqui? Com o Lys? — Eu pergunto enciumado assim que eu vejo os dois.

— Malhando, o que as pessoas normalmente fazem na academia. — Ela diz com uma expressão debichada e eu forço um sorriso.

— Não pensaram em me convidar? — Indago sentando no equipamento mais afastado deles.

— Sim, nós mandamos uma mensagem, que não foi nem visualizada. — O Lysandre responde se aproximando e medindo os pesos pra mim.

—  Hm. — Ignoro a presensa deles e começo a levantar o peso, mas eu ainda podia ouvir as suas vozes.

Coisa chata do caralho, eles não entenderam que eu tenho que ser o principal? O melhor amigo do Lysandre e o sonho de consumo da Alice? Que falta de consideração!

— Hey, Vocês está com fome? Vou buscar alguma coisa. — O Lysandre sai sem ao menos esperar por uma resposta e nos deixa sozinhos.

— Pode falar Cass. — Ela diz com os braços cruzados e eu levanto encarando a mesma.

— Pergunta pro Lysandre. — Encaro os ela nos olhos com uma expressão irritada.

— Você tá com ciúmes do Lys? Isso é muito sem noção! — Ela fala soltando uma gargalhada alta.

— Sem noção? Me diz alguma coisa então, você já ficou tocando na tatuagem dele? — Pergunto com uma sobrancelha arqueada, ela abre a boca pra responder, mas logo fecha, me deixando incrédulo.

— Nada a ver, eu faria isso com todo mundo, é legal! — Ela tenta se defender.

— Se você quer ficar com ele é só falar, não é como se tivéssemos algo. — Respondo e logo me arrependo vendo os olhos delas lacrimejando.

— Ainda bem Castiel, não é como se nunca tivesse pensado nisso. — Ela responde ainda me encarando.

— Todo mundo sabe que nós seriamos um casal melhor. — Levanto ficando de frente a ela.

— Eu não sou todo mundo. — Ela diz se virando e saindo da academia.

Depois de alguns minutos, Lysandre chega com alguns salgadinhos.

— O que houve? — Ela pergunta como se não soubesse de nada.

— Nada, só o meu melhor amigo querendo furar o meu olho. — Eu provoco e ele me olha seriamente.

— Não, é apenas você sendo covarde e tendo medo de perder a garota que gosta. — Ele fala e eu me retiro, como eu odeio quando ele tá certo.

Assim que chego no quarto, me deito na cama e logo Alice aparece tirando a peruca e passando reto por mim.

— Foi mal. — Eu digo encarando o teto.

— É foi. — Ela responde e deita na sua cama, me levanto e deito ao seu lado.

— Eu só não gosto de dividir. — Eu digo apoiando a minha cabeça nela.

Seu corpo balança com uma risada exalada e eu solto um sorriso.

— As vezes você é uma criança mimada, e as vezes, um homem tarado. Isso me confunde. — Ela diz e me emcara de um jeito bobo.

— As vezes você é como uma criança boba, e as vezes, uma mulher muito infantil. — Eu falo rindo e ela me olha indignada.

— Isso não teve nada reconfortante! — Ela fala com um sorriso no rosto, tentando fingir estar brava.

— Você tá brava? — Faço um bico debochando dela.

— Não, é que a sua cara de pau me deixa cada vez mais pasma. — Ela responde jogando o cabelo e me olhando com superioridade.

— O que vem de baixo não me atinge. — Eu digo e ela sorri maliciosa, me abraça e gira, nos fazendo cair no chão com a mesma sobre mim.

Arfo surpreso e ela começa e rir de mim, reviro os olhos não conseguindo evitar um sorriso.

— Sabe qual é a parte boa de ficar por baixo? — Indago me sentando com uma expressão sapeca.

— Não, qual é? — Ela pergunta desconfiada e a puxo pro meu colo.

— É que você pode cavalgar em mim. — Falo malicioso e ela abre a boca surpresa, exibindo uma expressão constrangida e olhos arregalados.

— Mas eu que controlo o ritmo. — Ela responde segurando os meus ombros e eu sorrio malicioso.

Logo eu beijo ela, encaixando suas pernas ao meu redor e ela logo faz movimentos insinuantes.

— Baby, você é uma safada! — Eu digo me fazendo de supreso e ela ri.

Alguém bate na porta e nos olhamos alertas, ela fica embaixo da cama e eu vou atenderem a porta.

— Dake? — Pegunto surpreso assim que abro a porta e vejo o loiro.

— Cara, semana que vem vai ser meu aniversário, vai rolar um luau na praia daqui, você e o Élise estão convidados. — Ela fala olhando para dentro do quarto.

— Valeu, vou aparecer, quem vai? — Eu pergunto me pondo na frente dele.

— Os caras daqui, uma gatas da praia, e uns parentes, ninguém que estrague a noite. — Ela fala malicioso e eu sofdio interessado.

— Acho que nunca conheci ninguém da sua família. Tem alguma prima gata? — Pergunto em tom alto e ela ri assentindo positivamente com a cabeça.

— Sim, uma não tá no país, mas eu vou convidar mesmo assim, vou apresentaram algumas pra ti. —Ele diz e saí em seguida, fecho a porta e a Alice sai de baixo da cama me encarando.

— Você tá pensando bosta? — Ela peegunta e eu sorrio inocentemente.

— Não, nunca! Você vai como você né? — Pergunto esperançoso e ela revira os olhos.

— Não seria uma boa idéia Cass. — Ela diz toda sensata e eu a encaro com um sorriso debochado.

— E desde quando você deixa de fazer algo mesmo sendo uma má idéia? — Eu pergunto e ela para um pouco para pensar e logo dá de ombros.

— É, você tem razão, mas não se empolgue muito. — Ela diz e eu comemoro baixinho.

— Será que a tal prima gata que tá viajando vai vir? — Pergunto com um sorriso malicioso e ela me joga um travesseiro.

— Você é muito abusado! — Ela ri e contínua a me jogar os outros travesseiros.



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