História Colegas de Quarto em Crise - Castiel - Capítulo 12


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Categorias Amor Doce, Ela é o Cara
Personagens Agatha, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Viktor Chavalier
Tags Amor, Amor Doce, Castiel, Ciumes, Comedia
Visualizações 222
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O link p essa música muito fofa, vejam, vcs não vão se arrepender ⬇

Capítulo 12 - CASTIEL: Hula Hula


Fanfic / Fanfiction Colegas de Quarto em Crise - Castiel - Capítulo 12 - CASTIEL: Hula Hula


Hoje era o dia da festa do Dakota, todo mundo só falava disso, Alice deu um jeito de "voltar para o país" e ir pelo convite do primo.

Quem iria nos levar seria a irmão do Lysandre, que tinha pego uma van que usava para a sua loja.

— O Élise não vai? — O irmão do Lys pergunta a notar a ausência "dele".

— Ele anda passando mal. — Respondo rapidamente e ele me olha de relance.

— Por que ela não vai? — O Lys pergunta pra mim, baixo o suficiente para apenas eu ouvir.

— Vai, mas sendo ela mesma. — Eu respondo, nossa! Como falar isso em voz alta soa estranho.

Todo o caminho foi tranquilo, chegamos às dez e assim que comprimentos e parabenizamos o aniversáriante, todo mundo estava usando uma "saia de palha" ou algo assim e estavam distribuindo acessórios, eu e o Lys não pegamos nada, fomos até as comidas.

As comidas eram típicas do Havaí, eu não sabia exatamente o que eram, mas estava comendo de boas.

— Eu sabia que ia encontrar vocês aqui. — Ouço aquela voz, me viro dando de cara com a Alice em uma roupa bem estereótipo da Havaí.

— Hey, se não é a Moana?! — Brinco analisando ela que ri.

— Referência horrível Cass! — Ela tira de si mesma um colar de flores e põe em mim.

— Olha, o líquido do côco é rosado, nunca imaginei. — O Lysandre comentou muito focado no seu cocô.

— Vocês não vão dançar Hula? — Ela indaga e logo olha para umas pessoas que tentavam dançar.

— Não, vai você,vou avaliar de loge e eu dou a nota. — Pisco pra ela que me mostra o dedo do meio e vai junto com outras meninas.

— Esse cocô tem gosto estranho. — O Lysandre comenta fazendo uma cara feia.

— Deixa eu provar! — Pego o cocô dele e dou um gole.

— O que achou? — Ele pergunta se apoiando na mesa.

— Cara, tem álcool aqui! É uma festa do Dake, o que você esperava? — Digo e rio da cara dele, tomando mais um gole.

Atrás da fogueira, Alice, Dake e mais um outro cara, aparecem e começaram a dançar a Hula.

Rio fazendo graça, eles dançavam bem, confesso, mas ela chamava mais atenção.

No final da dança, chegam uns homens fazendo malabarismo com fogos, fazendo todos olharem pra eles, menos eu, que via a Alice e o outro cara que dançava com ela, cheios de risadas e contato físico.

Eu me aproximo deles, lentamente tentando ouvir a conversa.

— Você está mais linda do que eu me lembro! — Ele diz abraçando ela e eu abro a boca e olho pra eles incrédulo.

— E você certamente mais forte, bonitão! — Ela diz e eles riem cúmplices.

— Baby, quem é esse? — Eu pergunto me pondo entre eles, com uma grande carranca.

— Meu primo, o Kentin. Kentin, esse é o Castiel. — Ela nos apresenta e ele estende a mão para me comprimentar.

Aperto a mão dele sem quebrar o contato visual.

— Hm, primo? Os únicos que eu fiquei sabendo foram o Dake e aquele desmiolado da foto. — Digo desconfiado e os dois riem histéricos.

— Cass, ele é o desmiolado da foto. — Ela fala pondo a mão na boca e eu desvio o olhar me sentindo um pouco sem graça.

— Eu fui pra uma escola militar, me fez muito bem. — Ele responde com um pequeno sorriso no rosto e eu dou de ombros.

— Gostou da dança Hula? — Ela pergunta pra mim.

— Nada mal, mas eu adorei esses cocô no seu peito, ficaram tentadores. — Eu digo piscando pra ela e a mesma me dá um tapa na cabeça.

— Eu não quero ser intrometido, mas o que vocês são? — O tal primo pergunta estranhando a nossa relação.

— Namorados, até já apresentei esse mel para os meus pais. — Respondo antes dela, e passo os meus braços pelo ombro da mesma.

— E eu não fiquei sabendo? Nem pude testar o cara? — Ele pergunta a ela e cruza os braços me avaliando.

— Pode testar agora! — A Alice diz e sorri debochada pra mim.

— Que teste? — Indago desconfiado e recebo um tapinha nas costas.

— Um que ela fez com uma namorada minha, agora é a sua vez, topa? — Ele pergunta desafiador e eu assinto positivamente.

— Vou deixar vocês por aí, vou avaliar e eu dou a nota. — Ela sorri irônica e me da um selinho, logo se afasta, mas ainda sinto o seu olhar em mim.

— Vem, põe as roupas havaianas, você vai se apresentar, prepara algo enquanto eu faço a sua inscrição. — Ele diz e logo se retira, olho pra Alice mortalmente, isso é uma piada, só pode!

— Então? — Ela vem até mim com uma expressão inocente.

— Nós vamos nos apresentar juntos. — Eu digo sorrindo presunçoso e ela arregala os olhos com um sorriso amarelo.

Concordamos a apresentação, seria uma música de uma mini animação que ambos já vimos, Lava.

Subimos no mini palco e começamos a cantar.

Já faz um bom tempão, havia um vulcão

Que vivia só, na imensidão do mar

Lá de cima com a visão, dos casais em união

Queria ter seu alguém também

Da sua lava veio esta canção de esperança

Que por muito tempo ele cantou

Eu digo que meu sonho é ter

Você junto a mim, eu junto a você Alguém ao meu lado feliz eu ficava

E o nosso amor cinti-lava

Estar sozinho sem querer fez sua lava endurecer

Até que se viu à beira da extinção

Mas sem ele notar bem lá no fundo desse mar

Havia mais alguém ouvindo a sua canção

Ela sempre escutou, sua lava aumentou

Porque a canção tocou seu coração Quando ela viu chegar o dia de encontrar

Quem cantava sua canção era a ultima vez

Eu digo que meu sonho é ter Você junto a mim, eu junto a você

Alguém ao meu lado feliz eu ficava E o nosso amor cinti-lava

Lá do fundo se elevou, tão formosa se mostrou

Em volta ela olhou mas seu cantor não viu

De novo ele tentou cantar pra ela ouvir e o notar

Mas só que sem lava não tinha canção Com lágrimas o mar encheu e o sonho dele se perdeu

Ela se lembrou de tudo que antes sentiu

Eu digo que meu sonho é ter Você junto a mim, eu junto a você

Com alguém ao meu lado feliz eu ficava E o nosso amor cinti-lav

a A emoção foi total por se encontrarem afinal A partir daí sua lava só cresceu

Agora não tem solidão com aloha como refrão

Se você os visitar vai ouvir assim

Eu digo que meu sonho é ver, nós dois juntos aqui assim a envelhecer Graças à terra, ao mar e ao céu azul

I lava you, I lava you, I lava you.


Notas Finais




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