História Colégio Fairy Tail - Capítulo 9


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Nalu
Visualizações 282
Palavras 1.808
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Rapariga=menina

Capítulo 9 - Notícia


Fanfic / Fanfiction Colégio Fairy Tail - Capítulo 9 - Notícia

POV Lucy

Já faz 1 mês que fui falar com o meu pai e ele não fez  nada ou disse nada vou levar isso como uma boa coisa. Talvez ele finalmente se tenha esquecido que tenha uma filha. Não me interpretem mal eu não odeio mesmo que o tenha mostrado. Como já referi antes o meu pai só ficou assim depois da morte da minha mãe, eu ainda tinha esperanças que ele voltasse a ser ele mesmo outra vez, mas após a história do casamento eu perdi a esperança. Mas o que ele era antes é a parte que eu amo e me quero lembrar, não esta fase dele.

Falando de coisas felizes, faz hoje também 1 mês que a Juvia e o Gajeel entraram na Fairy tail e consequentemente no nosso grupo. A Juvia ainda me insiste em chamar rival no amor, mas eu já não ligo muito. Ao fim de 1 semana Juvia já não escondia o que sentia pelo Gray, o que já não era um mistério para ninguém no nosso grupo. Sempre que ela olhava para ele, parecia que haviam corações nos olhos dela. Mas não há muito que dizer sobre a Juvia, ela passa 24 horas a tentar descobrir coisas novas sobre Gray e a afastar as raparigas da beira dele. O Gajeel já não é tão brutamontes como quis passar, ele deu-se muito bem com a Levy, agora quem lhes faz companhia na biblioteca é o Gajeel. A melhor parte disto tudo é que eu posso responder as provocações que ela faz de mim e do Natsu.

Natsu…. Ele eu ainda estou a tentar entender, pensava que já sabia tudo sobre ele, mas desde o que aconteceu no hotel eu tento perceber melhor como a cabeça dele funciona. Ele não têm feito mais nada desde aquele dia. E não sei porquê fiquei dececionada com isso, será que eu estou a gostar do Natsu? Eu nunca me apaixonei por ninguém não sei o que deveria estar a sentir, mas eu sei que com o Natsu é diferente, eu sinto-me diferente perto dele.

 

Ouço barulhos vindos da cozinha, hora de acordar, saiu da cama com muito esforço e vou em direção à cozinha

-Bom dia Natsu- Falo esfregando os olhos

-Oh bom dia Lucy-Falou parando de comer e olhando para mim

-Tu ainda tens de me explicar porque sempre comes em minha casa, não tens comida na tua?- Perguntei buscando um copo de agua e bebendo.

-Tenho, mas eu saiu sempre atrasado e como eu tenho o trabalho de te acordar aproveito e como alguma coisa- Sorriu e voltou a comer. Eu não sei como isso aconteceu, mas desde do 2 dia que conheço o Natsu ele é quem me acorda, portanto meio que acho que já não consigo acordar de outra maneira. Dependente? Um pouquinho

-Vou tomar banho, já volto- Sai e fui para o banheiro, vesti a roupa que eu aprendi a levar para a casa de banho. Quando acabei de tomar banho e de estar vestida sai e vi o Natsu há minha espera deitado na minha cama.

-Vamos Natsu- Chamei-o- Natsu- Chamei outra vez quando ele não me respondeu, aproximei-me- Boa está a dormir- aproximo a minha mão para abanar o corpo dele, quando sou puxada e fico com as duas pernas de cada lado do corpo de Natsu, e sentada em cima do seu abdómen- Que pensas que estas a fazer Natsu?- Falo corada pela posição em que estamos.

-Tu acordaste me sabias?-Perguntou enquanto me prendia com os braços em volta da minha cintura, fazendo com que eu não conseguisse sair, ele senta-se na cama comigo ainda em seu colo.

-Natsu nós temos que ir para as aulas, deixa-te de brincadeiras - tentei soltar-me, mas parei quando senti um volume a baixo de mim.

-Temos tempo Luce….- Sussurrou no meu ouvido, provocando um arrepio no meu corpo inteiro

-Natsu…-Chamei-o mas saiu num tom de voz rouco, algo que nunca tinha acontecido.

Eu a esta altura já devia estar mais vermelha do que alguma vez já estive. Natsu se aproximou do meu pescoço e começou a distribuir beijos e pequenas mordidas, subia para o meu pescoço e descia pelo meu ombro. Eu afastava a minha cabeça para trás para dar mais espaço para o que ele queria fazer. Foi quando ele deu uma mordida forte que eu soltei um gemido alto e senti alguma coisa a baixo de mim ganhar vida.

-Natsu…-Gemi seu nome quando ele lambeu onde tinha mordido. A esta altura os meus braços já estavam a volta do seu pescoço, alternando entre puxar seu cabelo e empurra-lo para mais perto do meu pescoço. Remexi me e ouviu soltar um leve grunhido. Tentei repetir e quando dei conta rebolava em cima daquilo que me vinha cutucando faz algum tempo. O Natsu apenas respondeu deixando um chupão forte no meu pescoço. De repente ouço o meu telemóvel tocar, saiu de cima de Natsu rapidamente, voltando a mim e me aperceber do que tínhamos acabado de fazer. Atendi o telemóvel e vi que era Levy-chan atendi.

-Onde estás Lu-chan? Estás atrasada- Falou rapidamente

-Estou a sair de casa Levy-chan, até já- Falei desligando o telemóvel- Natsu estamos atrasados vêm

-Estou a tua espera lá em baixo- e saltou pela janela

-USA A PORTA BAKA- Gritei dando um sorriso a seguir

Corremos até a escola e felizmente chegamos a tempo, entramos na escola com a campainha a tocar. Nenhum dos dois comentou o que aconteceu em minha casa e não sei até que ponto isso é bom, afinal com a semi-descoberta que posso vir estar a sentir algo pelo Natsu…

Fui tirada dos meus pensamentos a ouvir a porta da sala bater e entrar o vovô

-Bom dia vovô- Dissemos

-Bom dia meninos, peço desculpa por interromper a aula Wakaba-professor de português- Menina Lucy me acompanhe por favor- me levantei e o segui, será que o meu pai voltou a ligar? Será que ele fez alguma coisa? Será que ele está aqui? Gelei só com a hipótese de ele me ter vindo buscar pessoalmente- Tem alguém que te quer ver Lucy- entrei na sala e não podia acreditar quem estava lá dentro- Deixarei vocês aqui, voltarei daqui a pouco- e saiu

-Michelle- corri e a abracei, Michelle era uma prima minha, nós erámos amigas e brincávamos muito antes da minha mãe morrer, eu quase me esquecia que ela existia.- Que fazes aqui?- Falei olhando para ela sorrindo

-Lucy eu não venho contar boas notícias, é melhor te sentares- Falou e apontou para uma cadeira me dando um sorriso triste

-O que se passa Michelle o que aconteceu?- Falei ficando preocupada. Ela sentou-se a minha frente.

-Lucy é melhor começar pelo início já que eu seu que saíste de casa faz algum tempo-começou- O teu pai estava com problemas nos negócios, ele estava a falir e não estava a encontrar forma de salvar os seus negócios- Como assim o meu pai estava a perder o dinheiro?- A última coisa que ele se lembrou foi juntar famílias, portanto ele deu a tua mão para a família Jurener, para assim conseguir manter a fortuna. Foi uma ideia estúpida já que ele já devia saber que não irias aceitar. Quando tu te recusaste casar, não demorou muito até que ele perdesse todo o seu dinheiro e ficasse sem casa- abaixou a cabeça

-Onde queres chegar com isto Michelle?- Falei com a voz um pouco falha

-O tio Jude se suicidou Lucy- Falou olhando para os meus olhos.

Choque é o que me definia agora. O meu pai está morto? É isso que ela me está a dizer? Eu podia não o amar mas ainda assim era meu pai.

-Como é que sabes disso tudo?-Falei alguns segundos depois de receber a notícia.

-Tio Jude me ligou há 1 mês me explicou a situação, eu fui ter com ele, e ajudei-o a tratar dos papeis para mudar a sepultura da tua mãe- me entregou um papel que presumo ser onde se encontra agora a minha mãe- Eu enterrei o teu pai ao lado da tua mãe, ele me disse que não queria funeral

-Tu já sabias que ele se ia suicidar?- Perguntei surpresa

-Não tinha certeza, mas tinha um pressentimento, peço desculpa por ser eu a te dar esta notícia- Me levantei para sair- Lucy eu sei da tua relação com o teu pai, nos últimos dias que estive com ele, ele me contou quão arrependido estava e como estava orgulhoso de ti, mesmo que não o mostrasse- Assenti com a cabeça e saí da sala.

Mesmo que eu odiasse o meu pai, não consigo evitar sentir um vazio ao me lembrar que ele morreu, afinal ele é uma parte de mim. Encontrei o Natsu no caminho.

-Está tudo bem Lucy?- Olhei preocupado para mim

-Eu…meu pai- tentava falar- ele está morto- E foi quando eu percebi mesmo a situação onde me encontrava quando disse em voz alta eu percebi meu pai tinha morrido. E quando dei por mim estava chorando como uma criança. Foi quando me senti ser abraçado por Natsu e deixei todas as minhas lágrimas caírem no seu peito enquanto ele me apertava cada vez mais forte. Me senti ser levantada e pegada ao colo para fora da escola. Felizmente estávamos em aulas e ninguém da escola me viu. Sinto que fui pousada numa cama e fui abraçada pela cintura.

-Vai ficar tudo bem, eu não te vou deixar-sussurrou no meu ouvido. E eu me senti demasiado bem em pensar que eu estaria com Natsu o resto da minha vida e foi com este pensamento que adormeci.

 

POV Natsu

 

Assim que o vovô chamou a Lucy para a sua sala, eu me lembrei que da ultima vez que isso aconteceu o seu pai ligou para a escola, só espero que não seja igual.

 

____10 MINUTOS DEPOIS_____

 

Já não aguento mais esperar.

-Professor posso ir a casa de banho?-Pedi levantando o braço

-Sim, mas despache-se- Assim que ele disse isso sai porta fora.

Fui em direção a sala do diretor e encontrei a Lucy no caminho ela não estava com a melhor cara, quando ela me disse que seu pai tinha morrido eu vi como ela ficou assim que o disse e quando ela começou a chorar descontroladamente, partiu o meu coração vê-la assim, o primeiro instinto foi abraça-la e mostrar que ela não estava sozinha.

Quando reparei que os alunos iriam sair daqui a pouco tempo, peguei nela ao colo e a levei para sua casa, onde ela rapidamente adormeceu.

É eu realmente estou apaixonado por ela. Sorri quando constatei o que estava a sentir.

 

POV AUTORA

 

-O Natsu ainda não voltou- perguntou o professor olhando em volta na sala a procura do Dragneel.

-Não senhor professor- Respondeu um aluno

-Já devia de estar a espera- Diz o professor com uma gota na cabeça.


Notas Finais


Menina=Rapariga


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