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História Colégio Interno Fawe. - Capítulo 3


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Capítulo 3 - A que tudo vê.


Aqui temos dois tipos de aula, com os professores humanos que dão aula normal e com os professores sobrenaturais que nos ensina como lidar com a magia.

Ja estava entendendo um pouco sobre os grupos, eram basicamente como gangs.

Estava no jardim e uma das novatas que estavam comigo no primeiro dia se aproximou.

— Você também é... Bruxa? - disse ela

— Sou. - dei de ombros - Estranho isso né? Um dia eu era como qualquer uma garota com problemas em casa e no outro minha raiva explodiu tudo, literalmente.

— Pois é. Por que te chamaram na secretaria?

— So queriam saber meu nível de estresse no cotidiano. Por conta do ocorrido. Como se chama? 

— Alyssa.

— Amélia. Ta afim de comer alguma coisa?

— Pode ser.

Fomos até o refeitório e dividimos um sanduíche. Uma alcateia chegou fazendo bagunça tirando a concentração da nossa conversa.

— Olha aí, chegaram bruxinhas novas. - eles falaram zombando da gente. 

— Temos nome. - falei os olhando

— Ui, a bruxinha é nervosa. O que foi, não tomou sua poção de calmante hoje?

— Você não cansa de ser idiota não?

— Deixa eles pra la, Amélia - disse Alyssa.

— É, bruxinha. É melhor ouvir sua amiga.

— Se não o que? Vai mostrar suas garrinhas pra mim? - me levanto ficando frente a frente com ele.

— Eu vou te virar do avesso. - seus olhos brilharam e suas garras e caninos saíram.

— Rideo! - falo lançando um feitiço de dor que o faz ficar de joelhos pressionando a cabeça.

— O que está acontecendo aqui? - ouço a voz da diretora e paro o feitiço

— Ele que começou. Ficou nos irritando.

— Não quero saber quem começou. Não quero que use magia sem minha permissão, não quero que dê um passo a mais do meu comando.

— Entendi.

— Agora vá, vamos ter uma sessão de concentração e autocontrole na minha sala.

Me dirigi até a sala da diretora que continuava serena. 

— Você quer acabar com tudo?

— Não, diretora.

— Você quer perder o cargo na nação?

— Não, diretora.

— Você quer continuar viva e ser uma bruxa poderosa?

— Sim, diretora.

— Então pare de agir como uma adolescente e cresça. Você agora é uma mulher com responsabilidades, o mundo depende de você agora.

— Falando assim parece que eu sou responsável por tudo de ruim que acontecer.

— Se suas ações forem ruins, será!

— Entendi. Posso me retirar?

— Sim.

— So uma pergunta, diretora. 

— O que é?

— Quando teremos uma missão, ou algo do tipo?

— Em breve. Ainda hoje.

— Ok. Com licença.

Me retirei da sala dela e comecei a andar pelo colégio. Não tinha muito o que fazer quando se é novato lá, algumas pessoas ficavam na sala de jogos, na piscina, no jardim, mas era tudo muito separado. Mesmo tido passado por uma desavença com alguem de outra raça, não entendia tanta rivalidade, estávamos ali por um mesmo motivo, aprendendo as mesmas coisas, tentando ser alguem melhor!

Parei numa janela que dava visão pra a rua, fora do colégio, dava para ver as pessoas passando, casais tomando sorvete, crianças brincando.

— Sente falta de lá? - levo um breve susto com a voz que apareceu do nada de um garoto

— Você me assustou. - o olho - Talvez. 

— Sinto muito. Eu também. 

— Não deveria conversar comigo, é um vampiro.

— Como sabe?

— Eu vejo. 

— Hm, bruxa. - disse ele como se estivesse me analisando - E por que não gosta de estar aqui? 

— Até que gosto. - dou de ombros 

— Está mentindo.

— E como sabe?

— Eu vejo. - disse ele repetindo minha fala anterior. - Sou o Jack. - ele estende a mão para um cumprimento

— É, eu sei.

— E como sabe? Ah, ja sei, você também viu? 

— Na verdade ouvi, na primeira aula, a chamada. 

— E não vai me cumprimentar? 

— Prefiro ficar sem contatos físicos com um vampiro.

— Está com medo? Ah, eu não mordo!

— Bom, minhas pesquisas dizem o contrário.

— Amélia? - disse Alyssa

— Oi, vem cá, ele já está de saída.

— Então a cachinhos dorados é amiga da que tudo vê?

— Do que estam falando? - pergunta Alyssa confusa e ele sorri de canto. 

— Até breve, meninas. - ele vai embora.

— Ficou louca? Ele é um vampiro!

— E um babaca. Ele achou o que, que ia me conquistar com aquele joguinho de sedução barato? - cruzei os braços. 

— E conseguiu? 

— Claro que não! Você mesmo disse, ele é um vampiro! Não estou louca. - franzi a testa.

Eu e Alyssa nos tornamos colegas, eu acho. Bom, ela é legal, temos gostos parecidos e nos entendemos bem, pelo menos espero que um dia nos tornemos amigas. 




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