História Colégio Interno Órion, só para garotos - Capítulo 79


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol; HunHan; Kaisoo; Sulay; Taoris; Xiuchen, Opções
Visualizações 123
Palavras 6.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite pessoal, demorei mas eu cheguei. Vou arrumar minha agenda pra evitar atrasos, o problema é que tem coisas novas acontecendo por aqui por isso tá difícil e ainda passei por um bloqueio criativo muito freud que nem conto. Não sabem como é difícil juntar o Marco e o XiuMin num período curto, mas acho que deu certo... Espero.

Acho que por enquanto é só isso que eu tenho pra falar e pedir desculpas pelo atraso. Gente pequenas frases o capitulo ficou bem grandinho... Orgulho gente. Vamos ler...

Capítulo 79 - A solidão não é pra nós (Parte II)


 

Capítulo setenta e nove: A solidão não é pra nós (parte II)

RECOMEÇO

E aquela ausência me doeu por um bom tempo.
Até eu descobrir que embora
as pessoas sejam insubstituíveis,
os sentimentos não.
Viver é saber que tudo
pode ter um recomeço.
É aproveitar cada oportunidade
que a vida nos permite,
de conhecer novos caminhos,
novos sentimentos.

- Patty Vicensotti

 

Havia um sol tímido naquele inverno. Não era pra esquentar, mas para trazer uma sensação nostálgica vinda não se sabe de onde... Bem, pode ser que viesse de uma saudade latente e que ele preferia manter esquecida como se não tivesse importância. Mas foi justamente aquela sensação foi a causadora de Isak ter acordado disposto a tocar violino. Um obra que fazia tempo que não tocava porque lembrava muito Marco e conforme ele ia tocando a melodia doce e primaveril em pleno inverno sentia o coração falhar e se apertar fazendo com o que os olhos se inundassem de lágrimas que resistiam a queda a princípio e depois apenas uma ousou descer de seu rosto pálido indo se esconder ao canto da boca rosada. Ele parou de tocar , pousou o violino na mesa e ficou pensativo por longos minutos se recuperando da pequena fraqueza de momentos atrás. Quando sentiu-se recuperado levou o dorso da mão ao rosto para limpar todos os vestígios que a lágrima pudesse ter deixado e assim despistar evidências do que houve.

Resolveu tocar outra melodia, a que apresentaria no teste de bolsas, essa era sua melhor opção porque fazia tempo que não ensaiavam e Thomas já havia pegado no pé dele algumas vezes por não praticar. A verdade é que desde que terminou com Marco relaxou seus estudos e todo mundo percebeu alguma mudança na forma dele tocar evidenciando a negligência com os ensaios diários, deve ter sido por isso que Thomas nunca mais voltou a falar sobre ensaios com ele, embora ambos tivessem ido juntos fazer a inscrição para a escola de Budapeste.

Enquanto ensaiava recebeu uma chamada de vídeo de Thomas, parou o que fazia e foi atende-lo. Thomas estava sentado na escrivaninha do quarto de costas para a cama e os cabelos loiros que Isak sempre achou bonito caindo em caracóis diante do rosto.

" Te atrapalhei? – Thomas perguntou preocupado.

- Não, estava ensaiando um pouco. – Respondeu Isak mostrando o violino para Webcam. – E como estão as coisas por aí?

- Normal. Eu estava ensaiando também e achei que devia ligar. Se sente preparado para a audição? – Perguntou animado. – Já é depois de amanhã.

- Na verdade acho que não... Nem sei mais se quero isso mesmo. – Disse um pouco desanimado. – Faz muito tempo que não toco.

- Você não pode desanimar, você toca muito bem. Eu até concordo que você relaxou um pouco nos ensaios, mas ainda sim acho que dá pra recuperar até a primeiraaudição. Você toca muito bem. – Thomas disse mexendo em algumas coisas no computador dele. – Falando nisso faz tempo que a gente não conversa, acho que isso vai animar um pouco.

- Acho que sim. – Isak suspirou se animando.

Nesse momento Ethan se conectou também após ter sido chamado pelo Thomas. Ele sorriu ao ver os dois amigos.

- E aí cara, como está? – Ethan perguntou para Isak.

- Tô bem. – Isak sorriu sem graça.

- Thomas já te contou que ele está com a Felicity? – Ethan falou empolgado.

- Sério? – Isak sorriu animado. Não conhecia muito da Felicity, foram raras as vezes que a viu, mesmo assim considerava ela como uma pessoa legal. – Isso é legal. Torço por vocês.

- Obrigado. – Thomas ficou tímido. – Mas a gente só tá ficando mesmo.

- Oi... Gente. – Marco entrou na conversa, mas parou de falar por ter ficado intimidado com a presença do Isak na sala de conversa. – Tudo bem com você? - Perguntou sério encarando Isak pelo vídeo como se só houvesse ele ali.

Isak se sentiu tenso com a presença do Marco na conversa, fazia tanto tempo que não conversava com ele e vendo-o assim com os cabelos molhados do pós banho ele percebeu uma faixa no braço dele. Queria perguntar o que tinha acontecido, mas por mais que pensasse em agir naturalmente havia uma trava entre ele.

- O que foi isso no braço Marco? – Perguntou Ethan ao reparar no curativo.

- Ah... – Marco se retraiu e pareceu tímido. – Não foi nada, foi só um acidente... Nada grave.

- Foi quando? – Isak o surpreendeu dirigindo-lhe a palavra que Marco imaginava que não iria acontecer. – Parece ter sido algo grave.

- Não foi muito grave não. – Respondeu Marco levando a mão ao local como se quisesse esconder. – Apesar de ser recente já está sarando.

- Força aí meu irmão. – Desejou Thomas. – A gente bem que podia se encontrar de novo como nos velhos tempos, a gente podia marcar um final de semana.

- Seria legal, mas esse final de semana não dá porque o BaekHyun estará aqui e logo vai voltar pra Coréia. – Esclareceu Ethan.

- Também não posso me ausentar por muito tempo aqui, tenho um novo hóspede e não posso deixar ele sozinho. – Esclareceu Marco. – Falando nisso ele é seu amigo Ethan, MinSeok.

- MinSeok... Jura que ele tá aí? - Ethan falou empolgado. – Mas que coisa...

- É e eu falei pra ele encher seu saco porque acabei contando pra ele sobre você cantando The centre of my heart. – Riu Marco.

- Não... Cara você desenterrou essa história pro seu hóspede. – Thomas riu.

- Foi uma longa história. – Marco tentou se justificar.

- Realmente espero que ele esqueça. – Resmungou Ethan brincando.

- Não dê as costas para o seu passado, meu caro. – Marco deu de ombros.

- Você também não está numa situação melhor que a minha. – Ethan se defendeu. – Isso me lembra que devo matar o Thomas caso isso aconteça.

- Nem vem, eu sou um santo. – Se defendeu Thomas.

- Você está em maus lençóis Thomas. – Riu Isak pela primeira vez não estava tão tenso nessa conversa e Marco passou a observá-lo discretamente.

- Vocês são fogo, mas tá bom. – Thomas se deu por vencido. – Mudando de assunto, chamei vocês aqui pra que me ouvisse e me dissessem se está perfeito. – Mostrou o violino. – Preciso da opinião de vocês, minha audição é depois de amanhã e do Isak também.

- Audição de quê? – Perguntou Marco sem entender.

- Eu e o Isak vamos tentar uma bolsa para uma escola de música em Budapeste na Hungria, a Branslist. – Thomas disse todo orgulhosos.

- Thomas é meu orgulho. – Brincou Ethan. – Meu pequeno charmoso está crescendo.

- Quer me acompanhar com Bach Isak? – Perguntou Thomas.

Isak apenas concordou com a cabeça e posicionou o violino no ombro. Tocaram apenas o começo de um Opus, cerca de dois minutos, ambos bem afinados e sem perder nenhuma nota. Isak sempre foi melhor que Thomas, mesmo este se esforçando bastante e sendo um bom violinista, mas apesar do tempo em que Isak se dispersou dos estudos seu jeito com o violino não se desconfigurou de maneira alguma. Ele até se sentia um pouco inseguro, mas um ouvido treinado era capaz de saber que se tratava de um vionlinista promissor.

Quando terminaram tanto Marco quanto Ethan ficaram admirados com o tom da obra. Bateram palmas delicadas e elogiaram bastante.

- Nossa isso foi lindo. – Disse Ethan.

- Foi mesmo, vocês estão de parabéns. – Disse Marco.

Música clássica não era o estilo de Marco, mas pelo Isak aprendeu a ouvir e gostar. Antes de se separarem e se desgastarem Marco sempre o ajudou e o acompanhou nos estudos e ensaios. Aprendeu muita coisa nesse período e também não era tão leigo nesses assuntos, afinal quando criança chegou a ter aulas de piano, mas o estilo clássico erudito não era bem do seu feitio, ele era mais agitado na infância e sempre preferiu músicas mais agitadas como rock ou pop, coisas que fugiam do que os pais queriam que ele aprendesse. Mas vendo as coisas agora, com mais maturidade dava pra entender que aprender tudo aquilo foi importante pra vida dele e mesmo não tendo seguido por esse caminho reconhecia que valeu a pena.

- Você continua tocando muito bem, mesmo deixando de estudar como antes. – Comentou Thomas.

- Obrigado! – Disse Isak ficando corado. Nunca tinha aprendido a lidar com elogios. – Você também está tocando muito bem.

- Vocês estão ótimos, tem grandes chances de ganharem a bolsa. – Incentivou Marco encarando Isak.

- Obrigado! – Isak disse sem graça e um pouco tenso por perceber o jeito que Marco o encarava.

Isak não pôde dizer muita coisa porque logo a porta do seu quarto abriu e uma garoto entrou. Marco a reconheceu como a menina da noite do "acidente".

- Isak, meu amor sua mãe disse que estava estudando. – Disse ela sem notar o computador.

Isak a olhou totalmente constrangido por ela ter entrado no quarto e mais que isso, se sentia nervoso porque Marco viu a cena e viu quando sem aviso ela se aproximou e deixou um selinho na boca dele.

- Ah amor, porque não disse que estava conversando com seus amigos? – Ela disse ao reparar na conversa. – E aí pessoal? – Deu um tchau pra eles e olhou para Isak como se esperasse que ele a apresentasse como namorada, mas Isak apenas ficou tenso de cabeça baixa.

- Gente preciso ir agora, desculpa aí. – Disse Isak mexendo no mause. – A gente se fala depois. – E desligou"

Acho que Isak ainda gosta do Marco, ou pelo menos tem um sentimento mais intenso por ele do que por ela. Quando estava junto da namorada era como se precisasse fingir, uma coisa artificial que o incomodava, não era como namorar ou conversar com Marco. Talvez o Victorio tenha a razão quando tem a sensação de que o assunto de Isak com aquela garota era meramente ilustrativo por conveniência. Ela até aparentava gostar dele, mas não era uma grande paixão.

- Amor, porque não me apresentou aos seus amigos? – Ela reclamou manhosa.

E de repente o dia de Isak foi ganhando um aspecto tenso. Aquela sensação de nostalgia que o deixava ansioso por algo bom deu lugar a um pesar. Deve ser porque Marco viu ou porque conversou com ele, mesmo quenão tivessem trocado palavras diretamente, mas estavam na mesma conversa e isso era o que importava. Foi assim que ele viu que havia algo errado nessa relação, era como se tivesse recebido tapas por ignorar desde sempre o quanto as coisas estavam erradas.

Mesmo que a avó pegasse no pé e parecesse partir pra cima dele a qualquer momento, Marco ignorou os apelos para que ficasse em casa e saiu levando MinSeok pro curso. Desde aquela utima conversa estavam se dando muito bem como se fossem amigos de longa data e MinSeok acabou revelando sobre a tal da correntinha dada por JongDae e que sua mãe penhorou. Não disse que parte do dinheiro da penhora foi usada para essa viagem a Itália, mas numa conversa franca e descontraída disse de alguns problemas financeiros sem que entrasse realmente no assunto e a verdade é que ele não estava tão a par dos problemas de sua família.

Marco não disse nada sobre isso porque sabia como era. Ele mesmo teve uma experiência ruim quando o pai o expulsou de casa. Era filho do dono da pizzaria mais famosa de Firenze, tinha uma vida relativamente boa onde nada faltava, mas quando o pai soube de seu relacionamento com Isak o jurou de morte se o visse novamente e o expulsou de casa com a roupa do corpo. Nervoso e vendo as portas se fecharem ele se viu de repente a caminho da casa da avó, ela o recebeu sem imaginar que o neto tinha sido expulso, só sabia que havia algo errado e ofereceu sua casa pra ele passar a noite. Foi somente no outro dia que ela soube da história e apesar de deixar bem claro que não queria flagrar Marco aos beijos com o namorado em sua casa ela lhe deu um teto e não falaram mais nisso. Dona Gina foi até a casa do filho Ernesto para tirar satisfações e pegar as coisas do neto. Disse que o filho era um desalmado e que tinha vergonha dele ter tido tal atitude, no fim jurou que se dependesse dela Marco nunca ficaria sem teto.

A vida na casa de dona Gina era diferente da vida que Marco tinha, ela era uma senhora aposentada e sozinha, seus gastos e salário eram suficientes para uma pessoa. Não faltava comida e nem nada, mas também não tinha o mesmo conforto que a casa do dono da pizzaria. Marco sentiu essa mudança sem reclamar, poucos dias depois de ir morar com a avó procurou um emprego e depois de muito penar a escola de idiomas o aceitou como jovem aprendiz, já que ele era menor de idade e seguindo uma dica de uma amiga do trabalho convenceu dona Gina a cadastrar a casa no programa de intercâmbio da escola, assim teriam uma renda extra pra cobrir o que faltava. Hoje Marco não tem tudo o que quer, mas consegue juntar uma poupança a cada mês. Ele sabe como é difícil perder um padrão de vida, por isso não disse muita coisa quando MinSeok relatou o que sabia sobre seus problemas financeiros.

A essa altura Marco já sabia dos planos de MinSeok procurar um emprego para poder recuperar a tal da correntinha antes que o tal do JongDae soubesse. Claro que não era algo fácil porque MinSeok tinha apenas um visto de estudante, mas Marco tinha um plano para ajuda-lo. Deixou passar dois dias para se recuperar da ferida e pra dona Gina não despejar o mundo na cabeça dele. Durante esse tempo não disse nada para o amigo só pra deixa-lo ansioso.

Mas quando chegou o dia, enquanto dirigia a caminho da escola resolveu conversar sobre seu plano.

-Você sabe que trabalhar formalmente vai ser algo impossível pra você que é menor de idade e só tem um visto de estudante. – Começou Marco levemente cauteloso. MinSeok o encarou o incentivando que continuasse. – Mas eu acho que tenho um amigo que talvez possa ajudar. – Encarou o menino.

- Sério? – MinSeok ficou surpreso. – Quem é ele?

- Bem, acho que não combina muito com você, mas que você pode ganhar um dinheiro bom você pode. – Marco falou encabulado.

- Ehhh, mas que coisa é essa? – Perguntou MinSeok desconfiado. – Olha lá onde você vai me enfiar, Marco. Aposto que isso não é boa coisa, ainda mais vindo de você. – Cruzou os braços e fez bico como se estivesse irritado.

- Nossa, olha o juízo que você tem de mim. – Marco se mostou ofendido. – Por um acaso te dei algum motivo pra desconfiar de mim?

MinSeok o encarou lembrando do dia do aeroporto a qual pensou que estava abandonado num lugar estranho aí viu um maloqueiro que falava ao celular e não tava nem aí pra vida, esse sem noção era Marco, então o que se esperar de uma pessoa tão peculiar feito ele? Não queria falar dessas coisas porque vai que Marco se sinta fragilizado e tal, ou decidisse aflorar seu lado dona Gina e sabe que ele tem mania de gesticular vai que erra e dá um soco nele sem querer. Eram coisas pra se pensar...

- Não sei... – Disse cauteloso batendo os dedinhos das mãos um no outro.

- MinSeok, o que pensa que eu sou? – Marco exclamou alto. MinSeok apenas se encolheu tímido, tentando disfarçar e olhar pras pessoas na rua como se a expressão de Marco não tivesse nada a ver com ele. – Malvado! – Continuou dirigindo ofendido prestando atenção na estrada.

Ficou cinco minutos dando um gelo no menino até MinSeok resolver bajulá-lo um pouquinho. Se virou pra ele com toda a paciência do mundo e disse:

- Marco... – Disse sonoramente. – Não vai me dizer qual o seu plano.

- Tô pensando se eu devo dizer agora ou devo fazer surpresa até eu te levar pra lá. – Marco riu.

- Ah não, para com isso. Me conta logo. – Bateu no braço dele.

- Tá eu vou contar. – Marco o encarou rapidamente. – Não é a melhor coisa do mundo e confesso que você vai ficar bem cansado, mas com dois dias você pode ganhar uma boa grana pra cobrir o que você precisa, ou facilitar muita coisa. – Viu de ralance os olhos de MinSeok brilharem de empolgação. – Tenho um amigo aí que tem uma boate muito frequentada e de vez em quando ele precisa de um pessoal pra trabalhar...

- Que tipo de trabalho? – Perguntou MinSeok espantado imaginando mil e uma possibilidades.

- Calma. – Marco pediu e riu dele. – Relaxa, o que eu tô falando é que você pode ser um garçon por algumas noites. Não todas porque senão você não vai aguentar na escola, mas algumas. Ele paga bem pela noite e você ainda pode aproveitar as gorjetas e depois eu vou estar lá com você a noite inteira pra me certificar de que tudo estará bem.

- Como assim se certificar de que tudo estará bem? – Perguntou desconfiado cerrando os olhos. – Que tipo de boate é essa.

- Não é nada do que você está pensando. Mas sua cara tá muito ilária. – Gargalhou. – Fica frio e relaxa. Hoje quando você sair da escola eu vou te levar lá pra você ver e conversar com o Miguel, se não quiser não precisa ficar.

MinSeok não disse nada. Ficou pensando na proposta até chegarem na escola que já estava bem perto. Assim que Marco estacionou na calçada olhou para MinSeok como se esperasse mais uma troca de palavras.

- Pode ser, mas eu vou lá sem compromisso. – Disse MinSeok emburrado. – Agora eu preciso ir. – Abriu a porta do carro pra sair.

- Ânimo MinSeok, você não vai se arrepender quando ver os resultados. – Disse animado.

- Aha. – MinSeok forçou uma risadinha e saiu. – Até mais tarde, se cuida viu.

Marco apenas balançou a cabeça e saiu para estacionar o carro no estacionamento da escola nos fundos com acesso em outra rua.

A manhã podia ter passado bem rápido se não fosse a ansiedade que XiuMin sentia e que fazia o tempo se dilatar em longas e pesadas horas. Foi mais um dia em que ele não conseguiu prestar atenção na aula só por imaginar o que Marco tinha em mente para ele. Engraçado que justo aquele dia ele teve aula prática e dinâmica onde aprendeu a preparar uma pizza desde a massa até assá-la com o recheio e todos comerem pouco antes do fim do horário. Foi divertido e até ajudou a driblar um pouco da ansiedade. Ao final Marco estava esperando ele na saída.

- E aí guardou um pedaço de pizza pra mim? – Foi a primeira coisa que Marco disse quando MinSeok se aproximou.

-Nossa, é assim que você me recebe? – MinSeok se indignou. – Nem perguntou como foi a aula e tal.

- Vocês fizeram pizza e você não guardou nada pra mim. – Marco disse sentido. – Queria tanto um pedacinho.

- Deixa de ser chato e vem aqui. – MinSeok o puxo pra dentro da escola apesar dos olhares de algumas pessoas e dos pequenos protestos do Marco feitos sem vontade porque acho que no fundo ele sabia o que estava por vir.

Entraram na sala de gastronomia onde tinham feito a pequena aula sobre culinária. Não fizeram a melhor pizza do mundo, mas ficou gostoso. MinSeok fez Marco se sentar em uma banqueta no balcão e foi até um dos fornos onde guardaram um pedaço razoável de pizza que havia sobrado. Serviu um pedaço para Marco e pegou mais um para si e se sentou ao lado dele.

Mesmo deixando a animação transparecer Marco quis fazer um suspense e comeu sem dizer uma palavra. Estranhamente MinSeok sentiu-se ansioso pra ouvir ele dizer que estava muito bom e fazer algum elogio, mesmo sabendo que ele não fez aquilo sozinho e mais precisou de ajuda dos amigos por não prestar tanta atenção nas instruções.

- E então? – Disse nervoso com o silêncio dele.

- Não está mal. – Disse Marco o olhando de soslaio.

- Nossa Marco, jura que não tinha nada melhor pra dizer? – MinSeok disse indignado.

- Fazer o quê, sou filho do dono da mais famosa pizzaria desse lugar. – Deu de ombros e riu quando MinSeok bufou e fechou a cara pra ele. – Nossa, como você é sensível. Tá bom sim pra uma primeira vez.

- Não está tão mal assim. – MinSeok exclamou.

- É tem razão, não está. – Concordou Marco rindo dele. – Está gostoso.

- Você é mal Marco fazendo esse suspense todo. – MinSeok deu um tapinha amigável nas costas dele.

- Oxe, eu heim. – Marco se levantou. – Mas vamos indo porque senão fica tarde e a gente tem um lugar pra ir.

- Tá, perai. – Disse XiuMin se levantando também pra guardar o pedaço de pizza que restou e arrumar as coisas.

Em pouco temo já estavam fora dali dirigindo pra casa e ouvindo Imagine dragons. Quando chegaram em casa a mãe do Marco estava lá e apesar dela saber que MinSeok era apenas um hóspede intercambista ela ainda o olhava desconfiada como se suspeitasse que a relação deles não se restringia a apenas isso, mas não chegou a dizer nada sobre o assunto. Mas MinSeok sabia que ela o olhaa estranho e se sentia incomodado com isso.

Independente do que ela achava uma coisa era mais que certa e escancarada para todos, ela estava mimando o filho e de certa forma queria mantê-lo preso aquela casa por medo do que poderia acontecer com ele na rua, mas dona Gina esbravejava com seus modos brutos que só eles entendiam e dizia que era besteira prender o menino por causa da insensatez de seu filho. E foi assim que com muito sufoco Marco conseguiu almoçar e sair de casa no final da tarde para levar MinSeok a boate de seu amigo.

O lugar não era muito longe dali, era no centro e ainda estava fechado quando eles chegaram. Entraram por uma porta na lateral, lá dentro havia alguns funcionários preparando o lugar para receber o público, entre eles estava um jovem alto bem vestido com as mangas da camisa dobradas para o trabalho, ele falava com um jovem e assim que termiaram ele voltou a limpar o galpão. Marco se aproximou o cumprimentando e ele Miguel parou o que fazia e os encarou de modo simpático parando o que fazia e chamando um garçon pra continuar.

- E aí como vai? – Disse se aproximando e cumprimentando Marco como velhos amigos. – Então esse é o MinSeok?

- Sim. – Marco sorriu e olhou para MinSeok que estava um tanto constrangido com a situação. – MinSeok esse é o Miguel, o cara que te falei.

- Prazer... – MinSeok o cumprimentou de maneira muito formal que tirou risos dos dois.

- Não precisa disso aqui não. – Esclareceu Marco.

- Ah, desculpa. – MinSeok se encolheu.

- Se quer mesmo ficar aqui vai ter que se soltar e relaxa. – Miguel acrescentou. – Mas vem cá, Marco disse que ainda está estudando italiano, acha que pode dar conta dos florentinos e turistas?

- Acho que sim... – Disse MinSeok encolhido.

- Tá. – Miguel pensou um pouco. – Você fala inglês, certo? E está estudando italiano, vamos ao meu escritório conversar um pouco, preciso saber mais sobre você e ver se vai dar conta do idioma. Preciso de alguém ágil suficiente para lidar com os clientes.

Eles saíram para o escritório e Marco ficou conversando com um dos funcionários do bar. Miguel e MinSeok demoraram cerca de 30 minutos para voltarem e quando voltaram vieram conversando e rindo como amigos.

- Até que enfim achei que tinham morrido lá dentro. – Marco disse estressado.

- Calma aí estressadinho e depois não foi tão mal pra você, eu seu que andou bebendo no meu bar de graça. – Disse Miguel casualmente.

- Bebi mesmo. – Marco confessou. – Mas e aí, como foi?

Miguel olhou para MinSeok de forma enigmática e consentiu que ele mesmo desse a notícia.

- Bem... Eu consegui. – Disse MinSeok abrindo um sorriso. – Começo hoje e fico pelo menos umas três noites com uma ajuda de custo e as gorjetas que me derem.

- Sabia que ia conseguir. – Marco o parabenizou e o puxou para um abraço, o que deixou MinSeok envergonhado. – E saiba que eu vou ficar aqui com você a noite inteira pra te ajudar.

- Hei, não vem não que eu não vou pagar nada pra você. – Miguel interrompeu.

- Miguel é chato não liga pra ele. – Marco ignorou. – Vou ficar aqui com você como um cliente.

- Depois me dá a conta dele. – Miguel disse pra MinSeok e depois se virou pra Marco. – Pra eu cobrar um dia. Agora MinSeok vá com o Domenico até os armários, acho que temos um uniforme extra, vamos abrir em meia hora.

Até que não estava sendo muito difícil atender clientes, mas era corrido e passava por alguns infortúnios de de repente ouvir umas cantadas e passar por investidas de algumas pessoas, homens ou mulheres. Mas tudo não passou disso e mesmo assim as gorjetas vieram bastante generoas. Marco ajudou um pouco conversando e bebendo de vez em quando, mas chegou uma hora que ele simplesmente desapareceu e foi dançar se envolvendo com outras pessoas pra não ficar sozinho.

Podia ser uma noite agradável pra ele se ele não tivesse notado uma presença que o deixou desanimado e um pouco depressivo. Isak estava a poucos metros dele, mesmo com pessoas o tempo todo passando na frente e Isak as vezes se inclinando para beijar a namorada, Marco pôde reconhece-lo. Aquilo deixou Marco mau, sentindo um reviramento nervoso no estômago.

Ele ficou observando Isak alheio a sua presença. Estava tão diferente de antes, ele sempre foi mais fechado e naquela noite apesar de sortir de vez em quando havia algo diferente. Não era mais o mesmo Isak, estava um pouco mais sério e incomodado? Ou era isso que Marco queria ver? O fato é que Isak se distraia com a namorada. Ria de algum comentário uma vez ou outra, dava atenção a namorada e as vezes parecia distante daquele ambiente e isso causava um pesar em Marco.

Mil coisas passaram pela mente dele, lembranças ecoavam de forma tão nítidas. Isak não era do tipo que iria pra uma balada sem antes passar por muita insistência e agora estava ali como se fosse outra pessoa... Tão diferente e tão igual... Sentiu -se tonto e decidiu parar de encarar e se dirigir ao bar pra tomar algo que o ajudasse a melhorar. Pediu um drink e outro mais até ser surpreendido por algo que talvez não estivesse preparado e que talvez fosse o ponto final de toda essa história ou quem sabe pudesse ser um pequeno e simples começo. Isak se sentou num banco que vagou ao lado dele. Acho que Isak não tinha percebido isso, mas quando sentiu que alguém o observava tão perto se virou para encarar e encontrou Marco sem uma palavra para dizer. Parecia não haver nada para falar, mas havia um vazio silenciosos que preenchia todos os cantos do ser que eles eram. Uma mistura de remordimentos e aceitação dos fatos.

- Nunca pensei te encontrar aqui. - Marco quebrou o silêncio.

- É... Acho que eu precisava me distrair. - Isak respondeu meio sem graça desviando o olhar.

- Você não era de frequentar lugares assim... - Disse Marco com ressentimentos.

- Está errado... Eu vinha sim. Não todo dia, mas eu até gostava de vir de vez em quando. - Isak respondeu um pouco apressado parecendo arrogante, mas era somente o nervoso e a sensação estranha de estar novamente tão perto dele.

Marco sentiu uma pontada no coração e se calou. Até Isak sentiu que não devia falar daquele jeito e se calou também procurando o garçom do bar com sua bebida, por sorte ele logo foi servido.

- Ela é sua namorada? – Disse Marco num tom amargo que ele tentou disfarçar, mas ambos sabiam do gosto amargo das coisas. – Ela é muito bonita... Parece que as coisas estão bem pra você

- Obrigado... Estou seguindo a vida. – Respondeu sem jeito e deu um gole em sua bebida. – E como vão as coisas pra você? – Fez uma pausa e o encarou.

- Estou andando do jeito que dá. – Disse reisgnado. – Mas as coisas não são como deveriam ser. – Bebeu um pouco da bebida que estava em sua mão.

- Cada um deve seguir seu caminho... Inclusive a gente. – Suspirou Isak, mas apesar da música alta Marco conseguiu ouvir devido a proximidade e a facilidade que tinham de se entender mesmo em lugares como aquele.

- Está feliz com isso?... Com ela? – Marco perguntou magoado.

- É a minha escolha e eu não quero voltar atrás... – Isak ficou nervoso e demostrou um pouco mais de ressentimento. – Nós tivemos o nosso tempo e é natural que as coisas se acabem... – Sentiu um aperto no peito e um nó desafiando a garganta em um esforço de fazê-lo despejar a mágoa que anda cravada no coração.

- Não foi a gente que errou. – Marco o interrompeu com o mesmo nó na garganta. - ... Ainda dá tempo...

Ficaram se olhando um se afundando no olhar do outro procurando vestígio de um passado que não vai voltar, mesmo que esteja sempre forçando a barreira do tempo e se mantendo vivo no presente, nas horas em que o coração fica mais vulnerável.

- Eu não te desejo mau... Te desejo sorte e tudo de bom. – Confessou Marco. – Nosso caso passou e você precisa andar também.

- É ... – Concordou Marco com pesar. – Não há nada que a gente possa fazer...

- Te envio sorte, Marco. – Disse Isak com pesar.

Então Isak estava colocando um ponto final na história? Porque tinha que haver um ponto final? Marco não podia aceitar isso e sentia o coração sangrar como se estivesse em carne viva, mas o orgulho dele era mais forte e o impedia de tentar reverter essa situação de forma desesperada como o coração queria.

- Então é assim... Esse é o ponto final?... – Disse com uma lágrima presa.

- É assim que vai tratar? – Isak o encarou. – Eu quero que você siga em frete e seja muito felizporque você merece... Te daria um abraço agora, mas acho que isso vai te fazer mal então é melhor deixar como está... Segue sua vida Marco.

Marco não respondeu abaixou a cabeça e bebeu mais um pouco de sua bebida a fim de disfarçar suas frustrações. Isak mordeu os lábios pensando em algo melhor para dizer, mas não havia e nunca haveria algo bom para se dizer em conversas como essa... De palavras que ficam por dizer mesmo que ambos saibam que elas estão presentes. E também um ambiente como aquele não era o lugar apropriado, mas apesar disso aquilo precisava ser feito porque tanto um quanto o outro andavam por aí sem a certeza do ponto final que tanto precisavam para levar a vida adiante. Marco precisava mais que Isak.

É verdade que palavras ficaram por dizer, que um gesto amável fez falta, que o coração clamava por outra coisa. Eles mereciam outro fim, mas a verdade da vida é que as coisas tem um fim, mesmo que não queremos que ele chegue. E um ponto final poderia ser um grande divisor de águas nessa história. Poderia ser uma ponte para o futuro...

De certo modo, mesmo que Marco não consiga ver agora, ele precisava disso pra sair desse estado de estagnação em que se encontrava quando se tratava das coisas do coração. Desde o trágico rompimento deles não houve ninguém mais na vida dele enquanto do outro lado Isak refazia a vida, dava um jeito nas mágoas e seguia em frente a maneira que escolheu... Era o ponto final definitivo que faltava na vida dele... Já não havia amarras que o impedissem de dar uma nova chance, porque não havia mais a trágica ilusão de que as coisas voltassem a ser como antes. A pequena esperança de que talvez Isak voltasse a qualquer momento se conformou de que não restava mais nada que fazer agora. Talvez um dia o tempo se encarregue de aproximá-los novamente, mas pra isso é preciso que ambos continuem caminhando nessa vida até que quem sabe se encontrem em uma travessa, esquina, rua ou avenida mais adiante. Pode ser que tudo entre eles tenha acontecido no momento errado e do jeito errado.

- Fique bem Marco. – Ouviu Isak dizer e mesmo sem querer encará-lo sentiu ele partir e se perder no meio daquelas pessoas que não faziam ideia do drama que se desenrolou ali.

Depois do improvável encontro marco se sentiu mais ansioso e conforme essa sensação estranha crescia em seu corpo ele bebia na tentativa de esquecer e fazer aquele aperto de confirmação passar. Não queria mais pensar e nem cultivar essa pequena esperança que cultivou, mesmo que no fundo... Quando o efeito da bebida e daquela conversa passasse esse querer voltasse a subexistir pobre de esperança como sempre. Não chegou a ficar completamente bêbado, mas bebeu o suficiente pra abrir caminhos para outras pessoas entrarem em sua vida.

Quando MinSeok terminou o trabalho, Marco ainda estava no balcão, não bebia mais estava apenas esperando, um pouco abatido apesar da bebida o fazer parecer mais disposto.

- Tudo bem Marco? – MinSeok perguntou ao se aproximar pra chamá-lo pra irem embora.

- O que achou dessa noite? – Marco perguntou com a voz um pouco alterada por causa da bebida.

- O trabalho não é tão ruim, mas é corrido. – Respondeu MinSeok se sentando no banco ao lado onde outrora estava Isak. – Eu vi você conversando com Isak. – Comentou adquirindo uma fisionomia mais séria e preocupada. – Tudo bem com você?

Marco hesitou um pouco para falar, mas acabou balançando a cabeça concordando.

- Conversamos um pouco.- Revelou. – Não foi o lugar mais propício do mundo, mas acho que eu precisava disso pra perceber que eu não devo deixar o tempo passar.

- Isso é bom ou ruim? – MinSeok não entendeu.

- Não sei. – Marco se levantou. Sentiu-se um pouco tonto pela bebida, mas disfarçou para não preocupar MinSeok. – Mas vamos indo, já está tarde.

MinSeok concordou e o seguiu até o estacionamento. Estava um pouco inseguro com Marco no volante, mesmo assim o seguiu e não questiou o fato de que Marco ainda ia dirigir mesmo ciente da imprudência. O melhor seria pegar um taxi e Marco podia ser doido, mas não é louco e ainda tinha sua sobriedade... Um pouco abalada, mas ainda estava com juízo.

Enquanto MinSeok tinha suas inseguranças, Marco pensava naquela conversa com Isak e chegava a concordar com ele de que deveria seguir a vida. Se Isak não iria voltar, então só restava continuar vivendo e quem sabe dar chances para outras pessoas. Precisava se envolver mais assim como Isak se envolveu com outra pessoa. Foi assim que se pegou observando MinSeok. Apesar de se conhecerem a pouco tempo achava seu hóspede interessante, nem se lembrou do relacionamento complicado do novo amigo, apenas se deixou levar pelos pensamentos e a pequena confusão que a bebida causou. Quem sabe seu amor estivesse bem ao lado? Ou quem sabe era só ele que queria acreditar que a solução dessa mágoa estava a seu lado? Eu não sei, mas alguma coisa aconteceu e fez aflorar uma pequena queda pelo MinSeok. Não era somente o efeito da bebida, mas uma necessidade de encontrar um novo rumo, um novo ar para respirar e dar um jeito nas coisas.

Pode ser que MinSeok também precisasse se livrar de amarras e perceber que sua relação com JongDae não é saudável, ou melhor, não é o modelo certo de relacionamento que ele precisa. Uma coisa é gostar, mas não dá pra gostar pela metade. Ambos precisavam de um sentimento íntegro e completo. Não se ama só por um lado ou sem compromisso de manter a relação saudável, mas também não estamos exigindo que as coisas sejam completamente perfeitas, não é assim, mas quando somente uma pessoa se esforça para manter vivo um sentimento complexo como o amor é certo de que isso não pode duarar muito tempo. As pessoas se cansam de dar murro em ponta de faca, isso dói... Machuca. Algumas pessoas acordam a tempo de se resgatarem, mas outras acabam se perdendo quando não se dão conta da diferença das forças que baseiam a relação.

Antes de chegarem ao carro Marco puxou Minseok para si. Se encararam esperando as palavras e na ausência delas os lábios se aproximaram se ansiando e se beijram lentamente como se estivessem em uma cena de filme, no começo MinSeok ficou reteso, mas se envolveu. Havia alguma coisa ali que os impediam de se afastarem. Não havia uma grande paixão tampouco havia necessidade de parerem. Era algo estranho que eles quiseram aproveitar sem medo algum... Talvez um começo...


Notas Finais


Isak teve participação especial, gostaram? Ele não é uma pessoa má, o que acontece é que o caso Isak e Marco passou , é preciso superar e quem sabe eles precisem disso pra se acertarem depois?
Gente desculpe as minhas falhas tanto de escrita, demora e enredo tá bom. Ficamos combinados de na próxima semana, no meio dela eu postar um novo capítulo e dessa vez eu prometo nem que ele venha pequeno, tá bom?
Obrigada pela compreensão de vocês.
Mereço comentários? DIZ QUE SIM....


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