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História Coletânea de hots - mobictor - Capítulo 1


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Notas do Autor


O conteúdo a seguir é para maiores de dezoito anos, se não gosta não leia!

Capítulo 1 - Dodói ;


Fanfic / Fanfiction Coletânea de hots - mobictor - Capítulo 1 - Dodói ;

Onde Mob cuida de coringa após uma queda de skate, e a aproximação dos namorados acaba levando a coisas muito mais quentes.

Coringa: 20 anos e loiro.

Mob: 18 anos e moreno.


𔓘 ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯  início ⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯⎯


— Para Mob, vai doer se você colocar tudo de uma vez.

Victor exclamou, talvez pela centésima vez enquanto encarava a raladura no joelho, prometendo para si mesmo que nunca mais subiria em um skate para tirar uma foto pro Instagram. E Marcos por sua vez suspirou, fechando a garrafinha de álcool e passando o algodão molhado com o líquido mais uma vez no joelho de seu garoto, ouvindo mais um ou dois protestos de dor acompanhados de um biquinho fofo.

— Pronto, já tá limpo bebê, agora não vai mais doer.

Marcos sorriu, deslizando o polegar calmamente pela bochecha gordinha e rosada, limpando a lágrima presente ali. Por um minuto ele quis fotografar aquele momento e guardar apenas para si a forma manhosa e as vezes infantil que seu namorado agia, mesmo que Victor fosse o mais velho da relação as escondidas deles.

Coringa realmente o tirava do sério, era perfeito em todos os aspectos, porém de forma particular Marcos achava que Victor conseguia ficar três vezes mais bonito embaixo de seu corpo, sem roupas e gemendo por mais enquanto era fodido do jeitinho gostoso que merecia.

— Você não fez direitinho amor, faltou o beijinho para sarar. – Victor ditou dengoso, atraindo a atenção de Mob.

— Então o meu bebê precisa de um beijinho para sarar?

Um sorriso esboçou mais uma vez o rosto do moreno, porém dessa vez ele carregava também malícia diante dos pensamentos nada puros que surgiam sua cabeça envolvendo o loirinho bonito.  Marcos acabou se lembrando de algumas das vezes que os dois se pegaram as escondidas, e riu imaginando a reação de Tainá - namorada de Victor - se soubesse que o loiro só era dela enquanto ele deixasse, que bastava uma ligação ou uma expressão de reprovação sua para que o loirinho deixasse a namorada morena plantada e viesse correndo buscar amorzinho em seus braços.

— Por que 'tá me olhando desse jeito, Mob? Não vai me dar o beijinho para sarar meu machucado?

Coringa perguntou, recebendo um "claro que vou" e um beijinho carinhoso nos lábios como resposta. Após se afastar daquele rostinho bonito, Marcos deslizou a mão calmamente sobre a coxa alheia, fazendo questão de deixar o pescoço de Victor cheio de marcas que mostravam que ele tinha um dono muito ciumento.

— Se você não estivesse dodói, eu ia te foder 'pra caralho agora, bebê. – Marcos sussurrou no ouvido de Coringa, ouvindo um gemidinho como resposta.

E porra, aquilo mandou o restante de sanidade que o moreno ainda tinha para o espaço, deixando ali apenas a vontade de fazer seu garotinho chorar de tanto prazer. Victor por sua vez puxou o moreno pela nuca e iniciou um beijo lento, suas línguas se tocaram e entraram em uma dança calma, enquanto, do lado de fora de suas bocas, Mob brincava de apertar e acariciar cada parte sensível do corpo bonito de Coringa. Quando os dois pararam o beijo, Victor suspirou baixo, sentindo o namorado se afastar um pouco de seu corpo.

— Mob, você não precisa se controlar, eu também estou com vontade. – O loiro sussurrou.

E Marcos mais uma vez deixou um selar demorado nos lábios avermelhados de Victor, sorrindo malicioso quando o loiro o puxou para mais perto, pressionando ambas as ereções já formadas.

— Por que eu não consigo te dar um "não"?

Marcos questionou num sussurro, vendo um sorrisinho sapeca tomar aqueles lábios que ele tanto adorava morder e beijar. Sem mais delongas o moreno passou a retirar as roupas de Victor, deixando beijos molhados e pequenos chupões em cada parte da pele cheirosa do namorado, aproveitando o fato de já estarem juntos no quarto de Victor e sobre sua cama para expor o corpo que tanto idolatrava.

— Eu amo tanto você. – Marcos ditou baixo, admirando cada parte nua do corpo de Coringa, se questionando como haviam se tornado tão íntimos e sorrindo por saber que conhecia aquele corpo melhor que o próprio dono.

Coringa puxou o namorado para deitar sobre seu corpo e o encheu de beijos, sussurrando manhosinho o quanto estava com saudades de foder com ele. Mob apertou a cintura alheia, sentindo o pau completamente necessitado pulsar com as falas do loiro. Porra, Victor tinha sorte por sempre ser tratado como um neném, se não teria grandes dificuldades para andar depois.

Já sem paciência e com as frases de Victor mexendo com seu psicológico, Mob retirou a calça junto com a cueca, usando boa parte do lubrificante guardado na gaveta no pênis rígido, na intenção de fazer a penetração doer menos, - por mais que Victor até gostasse da dorzinha no início, e dos beijos que recebia enquanto se acostumava com aquilo.

Se colocando entre as pernas do namorado, o moreno o penetrou lentamente, ouvindo um choramingo gratificante ao estar completamente dentro do mesmo. Marcos então iniciou uma série de beijos molhados e mordidas fracas pelo pescoço alheio, movendo os quadris devagarzinho apenas para sentir as unhas curtas de Coringa deslizarem sem pena por suas costas embaixo da camisa.

Mob aos poucos se deixou vencer pelo desejo, movendo os quadris com mais vontade e sentindo os dedinhos de Victor descontarem o prazer em suas costas. Seus corpos se tornavam cada vez mais quentes, e os gemidos - a grande maioria de Victor - preenchiam o quarto de forma maravilhosa, deixando tudo ainda mais excitante.

— Me diz o que você quer... – Marcos perguntou, dando uma estocada forte e precisa que roubou por alguns segundos o ar dos pulmões do garoto abaixo de si. — Fala 'pra mim que você quer mais forte e eu vou te foder do jeitinho que você gosta amor.

Coringa mordeu o lábio inferior, sentindo as estocadas ainda lentas lhe acertarem fundo, precisamente no lugarzinho sensível que o levava ao limite. O loiro abriu a boca para dizer o quanto o namorado era cruel por ser assim, mas desistiu de fazer assim que recebeu outra estocada, o fazendo desistir de reclamar e querer pedir por mais.

— Por favor Mob, me fode com força, do jeitinho que só você sabe.

Victor pediu com a voz falha, sentindo os movimento voltarem mais rápidos, tornando seus gemidos serem quase impossíveis de conter.  

Enquanto apertava o quadril e metia com força Marcos se dedicou a dizer também frases repletas de luxúria no ouvido do loiro, comentando sobre como amava todos os cantinhos do corpo do namorado, e expondo sem receios sua vontade de beijar, chupar e morder cada centímetro suave daquela pele cheirosa que tanto o enlouquecia.

Os dedos de Coringa apertaram o lençol enquanto seus gemidos eram prontamente abafados por pequenos beijos que o deixavam com ainda mais tesão.

Não demorou muito mais para que Mob encontrasse a próstata do loiro, e então ele levou a mão até o membro necessitado de Victor, começando uma masturbação na mesma intensidade e rapidez de suas estocadas, levando o namorado sensível ao ápice.

Foram necessárias apenas mais três ou quatro estocadas e o moreno também gozou, se retirando do interior apertado de seu garotinho e deitando ao seu lado na cama, tentando recuperar o fôlego.

— Eu te amo tanto bebê, me diz, seu machucado ainda dói? – Marcos perguntou com um sorrisinho nós lábios, fazendo Coringa corar mais do que já estava e o abraçar para esconder o rosto.

— Eu estou bem Mob, você cuidou muito bem de mim. – o loiro ditou, recebendo um beijo no topo da cabeça.


continua? 


Notas Finais


Me perdoem pelo hot merda.
Sim, eu sou fã de Victor passivo manhosinho, tenho essa idéia desde que ele disse "você está demitido, por favorzinho".
Respeitem a quarentena, cortem as unhas,
comam abacaxi e bebam bastante água.

Beijos ~ Myuki 𔓘 ᵎᵎ


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