História Coletânea de Poemas e Poesias - Capítulo 10


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Amizade, Amor, Aventura, Chorar, Destino, Drama, Felicidade, Ficção, Poemas, Poesias, Romance, Sentimentos, Solidão, Sonhos, Suícidio, Tristeza, Vida
Visualizações 6
Palavras 440
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi! O texto é complicado... Notas finais eu explico, mas tirem suas conclusões.


Boa leitura! vvvv

Capítulo 10 - A Caixinha de música, a Valsa das llusões


Fanfic / Fanfiction Coletânea de Poemas e Poesias - Capítulo 10 - A Caixinha de música, a Valsa das llusões

“Caixinha de música, a Valsa das ilusões”

 

Valsa radiante

Um lindo mundo, uma linda visão

Uma criança contente

Outra boa criação

Jamais pensou que seria afetado

Esse mundo sem decoro

 

Sem paciência, destruidor

Música deslumbrante

Melodia viciante

Caixinhas de música

Bailarinas contentes sorrindo

Mulheres e parceiros às  guiando


 

Hipnotizador…

Enxerga olhos azuis onde são castanho-avermelhados

E lindos sorrisos

Contudo em máscaras de porcelana;

E vestidos magníficos,

Porém pagos por dinheiro sujo;


 

E vê luz nas velhas estrelas

Admirando da sacada do salão de baile

Sem imaginar que esses astros já morreram

Tristes astros luminosos!

Mas brilham para que ainda sejam admirados

Por crianças como ela.

 

Pobres coitados são!

Aqueles que enxergam branco no preto!

Aqueles que são protegidos por sua própria mente

Incredibilidade nas desgraças do mundo por culpa de sua criação protegida

Rodopie, rodopie bailarina!
Contudo, não mostre os teus rígidos pés machucados

Esparadrapos…

 

Fontes de águas claras

Perfeitas, puras

Mas eram apenas lágrimas de pessoas infelizes

Não destrua a inocência

Não se perca entre os dançarinos

O único rosto puro entre os repletos de cicatrizes

 

Dançam… Dançam os condes e condessas

Para fora do baile

Só se encontra maldição

Não tropecem e caiam ao chão!

As belas máscaras se quebrarão

O que a criança irá fazer?

 

Mantenham os belos vestidos

Salões gigantes feitos de frágil vidro

Olhos reluzentes sem felicidade

Veneno com sabor de licor

Risadas à toa,

No entanto irônicas e falsas….

 

Foge, pequena....

Corre para longe do salão

Dançam… Dançam as bailarinas!

Acorda desta ilusão! Fecha a caixa de música!

Porque a valsa que enfeitiça a distrai do mundo

Rapidamente, doce e melodiosa…

 

Porém se a melodia acabar por si só sem dar corda na caixa,

As bailarinas cairão ao chão de dor nos pés

Os esparadrapos se mostrariam

O belíssimo e elegante salão de vidro irá desmoronar

A fonte da água pura mostraria as suas lágrimas

E exalaria tristeza

 

Os olhos azul céu

Que te lembram do perfeito paraíso

Ganharão sua cor verdadeira

E os belos vitrais com desenhos de histórias mal contadas

Irão explodir, e te cortar

O álcool dos embebedados queimaria nas tuas cicatrizes

 

Criança, quando crescer será um dos membros da destruída nobreza

Ou cairá da sacada junta às mortas estrelas

E os novos astros radiantes que representam mais caos e morte

Caírão em cima do seu corpo durante à noite.

Feche! Feche a caixinha de música

 

Esqueça do baile, acorde do sonho.

Ou irá se machucar.

No entanto, se der corda nas mentiras da sua mente

Irá afastar-se do mundo

E sempre virá assim

Uma ilusão que é tão doce

Amarre-se no seu próprio disfarce infantil.


 

“A Valsa das ilusões”

 

09-08-2018

 


Notas Finais


Vou explicar...

A criança é uma pessoa que quer se privar do ódio do mundo, viver numa ilusão colorida, onde tudo que é corrompido vira algo belo aos seus olhos. A caixinha de música tem uma valsa envolvente, que priva essa mesma pessoa dessas maldades e tudo mais. Toda vez que a menina dá corda, ela abre asas para ilusão e por conta da valsa, visualiza uma criança inocente em um belíssimo baile, onde tudo que é ruim vira algo bom. No entanto, se ela não der corda e a música hipnotizante parar, a ilusão terminará e tudo se mostrará como realmente é. (O vidro do salão representa a fragilidade dessas ilusões).

Para ter novamente as suas doces ilusões, basta dar corda nelas...

Espero que tenham entendido agora! Beijooosss da vy!


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