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História Colisão Inevitável - Shikatema - Capítulo 1


Escrita por: _eg

Notas do Autor


Ohayo Ohayo!!!
Tudo bom com vcs??

Para quem não me conhece, prazer Estela!
E você que ja sabe quem sou... SIM! trouxe mais um surto KKKKK

e minha primeira one, então peço que relevem os erros ou me avisem plss

boa leitura!! ;) não esqueçam de favoritar!!

Capítulo 1 - Capitulo Único.


Fanfic / Fanfiction Colisão Inevitável - Shikatema - Capítulo 1 - Capitulo Único.

"Caro Nara.

Irei pular quaisquer tipos de saudações, já que você é tão preguiço, a ponto de não se dar ao trabalho de ler minhas palavras. Pois bem, irei direto ao assunto.

Desde nosso último encontro, percebi o quanto você tem me evitado, e sinceramente? Não ligo. Entretanto, a sua infantilidade afeta diretamente no meu trabalho quando vou para Konoha. Você não saber separar os acontecimentos pessoais, com responsabilidades profissionais, não é problema meu, porém, me atinge. Então, estou te comunicando desde já, que irei para Folha daqui duas semanas, já que tenho a infelicidade, de ter que preparar o próximo Exame Chunnin com você. E durante minha estádia aí, não espero nada menos que o mínimo, de educação.

Já que se você faltar com a mesma, serei obrigada a tomar medidas drásticas.

Temari"


— Tsc. – revirei os olhos ao terminar de ler a carta um tanto quanto, exagerada.

Kakashi me olhava com certa curiosidade para saber o conteúdo que continha na carta. O mesmo sabia que o remetente era de Suna, e provavelmente já desconfiava que o escritor, ou melhor, escritora, era Temari.

 O olhei de esguelha e pude sentir uma gota de suor escorrer pela lateral do meu rosto. Kakashi mantinha sua mão sustentando sua cabeça, enquanto continha em sua face um perceptível deboche.

Cocei a nuca cansado.

— Quantas vezes ainda irá reler essa carta? – perguntou com humor.

Era verdade que conseguia criar estratégias rápidas em segundos, máximo minutos. Mas se desvencilhar do Hokage naquele momento, era algo quase que impossível. Explicar pra ele com palavras, não faria sentido, já que Kakashi entendia muito bem tudo que acontecia ao seu redor, e por mais furtivo que eu era, nada passava por ele.

Entreguei a carta pra ele e pude ver seu olhar de satisfação assim que pegou o papel, me fazendo dar uma leve revirada de olhos. Após abrir o papel novamente e passar seus olhos de forma rápida, lendo o pequeno trecho de palavras diretas, escuto sua risada anasalada sair.

— É, você está fudido. – disse o óbvio rindo.

— Não sei por que sempre sou eu que tenho que acompanhá-la. – resmunguei em forma de indireta.

Kakashi soltou um pequeno riso e folheou os papéis na sua mesa.

— Você é o único Nara aqui, se ela surtar, você é único que pode usar o seu jutsu para conte-la. – disse ele e eu não pude deixar de me estressar com sua resposta. – Fora que sei o quanto você aproveita bem a estadia dela aqui. – O sorriso de canto era perceptível.

Era esperado, mas não pude deixar de olha-lo surpreso.

— Todos já perceberam os sumiços de vocês. – me olhou com diversão.

— Você já deve estar ficando caduco. Não estou louco a ponto de ficar com a Temari. – disse sincero enquanto coçava a nuca. – Tenho amor a vida.

O platinado ao meu lado então suspirou cansado e continuou carimbando os papéis em sua mesa.

— Ela é bonita e inteligente, apesar de ficar com você. – disse novamente com seu humor ácido e eu o ignorei revirando os olhos. – Essas crianças... – disse rindo.

.

O sol já estava se pondo quando eu me encontrava no portão da vila fumando. Fitava diretamente as nuvens alaranjadas pelo crepúsculo, imaginando como era tranquila a vida daquelas coisas fofinhas no céu, enquanto esperava a residente de Suna que provavelmente chegaria mais ou menos naquele horário. Mantinha minhas mãos no bolso e as pernas cruzadas encostado em uma árvore a poucos metros do portão.

— Nara. – a loira chamou já ao meu lado de forma seca.

Eu estranhei que ela não me bateu ou não me xingou logo assim que chegou, apesar de usar seu tom de sempre, me fazendo franzir as sombrancelhas quase que automaticamente. Tirei o cigarro da boca e joguei fora para testa-la novamente, e como imaginei, o olhar de repreensão que sempre recebia quando fazia isso, não veio dessa vez.

Eu sabia que ter a ignorado naquele dia, não ter falado nada a ela assim que a vi, ou simplesmente não tê-la nem a olhado, tenha a deixado confusa, provavelmente frustrada, mas o que eu iria fazer? Falar: "oi Temari, a sua transa foi ótima, quero repetir", apesar de ser um fato, de ter sido ótima e eu querer novamente, pra mim não tem o que falar, ou eu simplesmente não sei o que falar.

Tsc. Me dá dor de cabeça só de pensar.

 Como foi a viagem? – olhei a ela e perguntei tentando puxar qualquer tipo de assunto.

— Ótima. – falou ainda sim sem me olhar.

— Você veio rápido dessa vez. – disse olhando o céu já escuro, reparando que era pra ela ter chegado mais tarde ainda.

— O vento estava ao meu favor. – falou olhando reto ainda. Irônica.

O mínimo de educação hein?

— Eu estou tentando. – disse parando e depois de dois passos ela tbm parou.

— Você chama isso de "tentar" Nara? Faça-me o favor. – disse virando as costas para mim novamente.

Eu apenas olhei para o céu e pensei em como Kami queria me castigar de todas as maneiras, já que estava me fazendo passar por aquilo.

— Por Kami mulher, da um tempo! – falei a ela a puxando pelo braço e pude ver a surpresa em seus olhos quando percebeu que a prendia contra o meu corpo.

Apesar de estar escuro, era nítida a sua face rubra por conta do meu ato, e um sorriso de canto indicando minha vitória me tomou ali mesmo. Ela se soltou dos meus braços de forma desajeitada e não pude deixar de rir.

— As coisas não se resolvem assim Nara. – disse estressada.

Soltei o ar nos meus pulmões. Por que mulheres são tão complicadas?

— O que você quer que eu faça? – perguntei colocando novamente as mãos nos bolsos. 

— O que eu quero que você faça?! – perguntou de maneira explosiva então riu meneando a cabeça. – Não tem nada ver comigo, é com você. Pra você não significou nada Shikamaru?

Shikamaru...

Ficamos nos encarando por um tempo, era óbvio que significou, mas por que eu falaria em voz alta? Por que isso importava tanto pra ela? No fim, eu acabei a deixando sem resposta e ela novamente saiu em passos duros, seja lá pra onde que ela foi, me deixando estático ali.

Acendi um cigarro e fui a seguindo, era cedo e eu sabia exatamente para onde ela iria antes de ir para o hotel, assim como seu temperamento de um dragão, o seu estômago também era, e provavelmente a loira estava morrendo de fome. Após virar duas esquinas não pude deixar de dar um pequeno sorriso de satisfação ao ver a cabeleira loira amarrada em cada lado da cabeça, no vidro da janela do estabelecimento. Apaguei o cigarro e então entrei, me sentando logo ao seu lado.

— Infelizmente, eu sou o seu guia desde sempre. – falei com a mesma preguiça de sempre. – Então eu tenho que te acompa ---

— Desculpinha meia boca. – resmungou dando um gole em seu saquê e arqueei uma sombrancelha. – Faz anos que frequento Konoha, não preciso mais de guia.

Eu era um total inútil pra ela.

— Mas infelizmente tenho que continuar a te acompanhar da mesma maneira. – suspirei.

— Por que você simplesmente não confessa que você me segue pra tudo qualquer lado por que quer? Por que caralhos você é tão machista a ponto de não dizer o que sente? – bateu os punhos com tudo na mesa assustando os outros clientes.

Aqui não é lugar Temari... – disse um pouco com medo já que era possível ver o ódio corroer sua alma através de seus olhos.

Ela então se sentou novamente e se recompôs voltando a comer e a beber seu saquê. Assim que terminou de comer, ela apenas se levantou e saindo, querendo dizer  que eu que deveria pagar pela sua refeição e sua bebida.

Tsc, além de me levar a loucura, essa mulher ainda vai me levar a falência.

Assim que paguei e sai do restaurante, ela estava parada, provavelmente me esperando. Era difícil de compreende-la, mas agora entendia exatamente o que ela queria. Peguei na sua mão e fui caminhando em silêncio com ela até seu hotel, ela não brigou, ou soltou, o que indicava que as coisas estavam caminhando do jeito certo. Quando chegamos na frente do seu quarto já reservado, eu soltei sua mão e parei na sua frente coçando a nuca.

— Entregue. – disse sem jeito virando as costas.

Senti ela segurar meu colete, quando a olhei por cima do ombro percebi seus dentes trincarem e reconheci de imediato aquela cena. Não me surpreendi dela querer o mesmo que eu, e internamente, agradeci por ela ceder. Me virei pra ela com um leve sorriso no rosto e então ela levantou a cabeça para me fitar. Ela não aparentava ter tanto ódio mais, parecia a mesma Temari da última vez que no vimos, sem suas armaduras e brutalidades. Cocei a nuca e então ela colocou a mão na boca para rir.

— Mas que saco hein. – falei rindo e então entrando.

— Você é um mole Nara. – ela falou meneando a cabeça. – Não serve nem pra falar a porra do que tá sentindo

— Você nem deixa eu falar Temari. – retruquei.

— Você que tem preguiça de falar e pra piorar é tão machista que... – interrompi ela assim que ela fechou a porta.

— Cala boca mulher, pelo amor de Kami. – falei pronto pra beija-la.

Ela pareceu vacilar nos meus braços e percebi o quanto ela ficou ofegante com a aproximação repentina. Quando ela pareceu voltar a si por alguns instantes, deu algumas piscadas e então juntou as sombrancelhas, eu sabia que aquilo não era bom sinal, então a soltei.

— Não me mande calar a boca Shikamaru seu maldito! – falou abrindo seu leque e a prendi com o meu jutsu. – Não me prenda nesse caralho de jutsu de novo Shikamaru!

Eu não sabia se a soltava, ou se a mantinha ali. Se a soltasse, eu apanharia, se a mantesse por mais tempo ali, mais irritada ela ficaria e então quando eu cansasse, a soltaria e sairia voando pelos ares. 

Bela ideia Kakashi-sensei. 

A soltei e não deu outra, bati com tudo na parede, ficando tonto. Quando recobrei a consciência, vi ela tirando suas armas ninjas das roupas e perdi completamente a sanidade quando a vi desamarrar a faixa da perna nua. 

Eu tinha absoluta certeza que ela fazia isso apenas para me provocar.

Me levantei cambaleando e me espreguicei. Tirei o colete e a blusa preta com o símbolo da amizade, dessamarrei a bandana do braço e fiquei livre do resto das armas ninjas. Os olhos dela cravaram em mim e então cheguei perto dela, acariciando suas bochechas. Novamente ela me olhou com aquela carinha de quem não sabia o que fazer, deixando aquela Temari bruta, completamente de lado. A puxei para um beijo leve e lento, sabia que ela sempre começava tímida, assim que nossos corpos ficaram mais perto, uma sensação boa percorreu minha espinha.

Desci meu beijo para seu pescoço e abri devagar sua blusa enquanto apalpava seus seios. Livre da peça, agora ficando apenas de saia e sutiã percebi o seu rosto cotar, voltei a beijar sua boca novamente agora com o batom rosa claro todo borrado, deixando-a avermelhada. Seu gosto doce, assim como seu cheiro, me deixava louco e me sentia latejar só com aquela simples pegação.

Desci o zíper da sua saia e enquanto ela deslizava por seu quadril, a deitei na cama. Distribui beijos pela sua barriga a fazendo rir, e então abri seu sutiã com a boca, dando de cara com os seios que a dias sonhava em vê-los de novo. Coloquei um na boca, rodeando com a língua o seu bico e dando mordidas de leve, escorreguei minha mão para sua calcinha, e comecei a acariciar sua intimidade por cima da peça, quanto mais esfregava, mais sentia o tecido ficar molhado.

Larguei o bico de seu peito e ousei olha-la nos olhos, ela tinha tinha sua face completamente vermelha, tanto pela vergonha, tanto pelo tesão. Ter a visão dela naquele estado com os seus seios grandes de fora, era uma delícia de se ver. Ainda acariciando sua buceta pela calcinha, desci meu olhar por seu corpo coberto apenas pela minúscula peça preta rendada.

Era a complicação mais deliciosa que já havia visto.

Abocanhei o outro peito e rasguei o tecido no mesmo momento, coloquei o dedo da mesma maneira de antes, mas agora sentindo por completo toda sua buceta molhada, enfiei um dedo e vi ela resmungar baixinho, enfiei dois e novamente um resmungo saiu da sua garganta.

— Não me tortura assim Nara... – falou entre gemidos.

Dei um sorriso de canto, e desci mordendo sua barriga até as coxas, eu precisava recompensa-la de alguma forma, então enfiei minha cara no meio de suas pernas e a chupei com vontade, lambendo toda aquela maravilha completamente molhada e rosada. Temari se contorcia, e gemia mais alto e aquilo era música para os meus ouvidos, porém o meu membro doía dentro da minha calça com aquela beldade em minhas mãos. Sai do meio de suas pernas grossas para respirar e e aproveitei para trocar de posição para preneta-lo.

— Fica de quatro pra mim mulher. – disse dando um pequeno tapa na sua bunda e recebi um olhar de repreensão por cima do ombro quando a mesma me viu rindo.

Tenho certeza que se ela não gostasse tanto, me mandaria pelos ares agora mesmo.

Baixei minha calça e minha cueca juntas, e posicionei o meu membro em sua entrada, ele já doía demais para ficar a provocando pincelando ele nela, e para poupar tanto trabalho, eu enfiei ele direto. Um gemido estridente invadiu meus ouvidos e aquilo aumentou ainda mais o meu tesão. Ouvi-la gemer daquele jeito, ter aquela visão do caralho na minha frente com sua bunda empinada e seu cuzinho aberto pra mim, com meu membro indo e voltando inteiro de dentro daquela delícia quentinha e molhadinha, não tinha nada melhor que aquilo.

— Caralho Temari, que delícia. – escapou e ela riu lá na frente.

Me olhou por cima do ombro, e então me lançou um olhar desafiador. Me ajeitei melhor entre suas pernas e ela empinou ainda mais sua bunda, mais do que eu imaginava ser capaz. Comecei a socar ainda mais fundo, agarrando a bunda dela e apertando para não perder o ritmo. Eu não conseguia pensar em nada, só em como eu queria que aquele momento nunca acabasse.

Ela era o único esforço que valia a pena.

Shi... Shika... ma... maru... – falou gemendo alto e aquilo foi o estopim para gozar nela inteira.

Deitamos exaustos, eu estava com saudade daquilo. Não só do sexo, do cheiro dela, da visão dela, por incrível que pareça, do temperamento dela. Olhei para o lado, e a mesma se encontrava ofegante de olhos fechados, quando ela viu que eu a encarava, puxou o lençol para si, cobrindo seu corpo nu e corando.

Era uma visão linda, e uma hora ou outra eu iria ceder a essa colisão inevitável.

— Esqueceu a camisinha de novo Nara. – falou fechando a carranca.

— Não esqueci nada mulher, apenas fiquei com preguiça de colocar. – respondi me sentando irritado e acendendo um cigarro.

— Maldito vício. – reclamou atrás de mim.

— Já percebi que seu problema não é falta de rola. – falei de saco cheio e a olhei por cima do ombro e pude ver um sorriso nos seus lábios. – Sua problemática.



Notas Finais


KAKAKAKAKAKAKKAKAKA DESCULPA MAS EU AMO ESSES DOIS!

bjs bjs bjs, não esqueçam de favoritar!!!

comam frutas, bebam água e usem álcool em gel!!
sayonara! ;)


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