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História Collide - 2 Temporada - Capítulo 12


Escrita por: holymills

Notas do Autor


Olá, pessoal!! Cheguei com o último capítulo para vocês!!!!

Muito obrigada por terem me acompanhado até aqui e decidi não demorar muito para postar porque 1: ele já estava praticamente pronto, só faltava revisar e 2: pretendo postar mais fanfics então eu precisava finalizar essa antes.

Gente, aprendam a ter paciência com a história porque em fanfics você nunca sabe o que pode acontecer no próximo capítulo! 😙

Boa leitura e obrigada por terem me aguentado ate aqui!!! Beijinhos.

Capítulo 12 - Capítulo 12 - Final


Fanfic / Fanfiction Collide - 2 Temporada - Capítulo 12 - Capítulo 12 - Final

Zelena estava bufando de raiva. Ela nunca havia sentido tanta raiva assim em toda sua vida, nem mesmo quando Regina era sua inimiga declarada. Ela sentia uma vontade absurda de cortar Yzma em pedacinhos, de explodir ela, de atear fogo e tudo o que fosse cruel. Ela queria que a mulher sofresse como nunca sofreu na vida.

– Aparece sua ratazana. – Zelena gritou ao entrar na boate. Não havia ninguém ali, mas a música estava tocando baixo. – Aparece para eu matar você com as minhas próprias mãos.

– Tsk, tsk, tsk. – Yzma apareceu de repente, no topo da escada com um sorrisinho irônico. Zelena se sentiu uma presa frágil de frente à um predador. – A ovelhinha veio direto para a boca do lobo.

– Eu faço isso toda noite. – rebateu a ruiva. – Você não é um lobo, é no máximo um cachorrinho sarnento.

– Oh, Zelena. Você era tão boa. – ela murmurou como se tivesse pena da mulher que Zel havia se tornado. A ruiva estava começando a achar que aquilo havia sido uma péssima ideia. – Mas esse lado dos heróis te deixou tão... – Yzma fingiu pensar, mas logo abriu um sorriso largo – tão burra.

De repente, Yzma que estava em cima da escada, desapareceu como se fosse fumaça e Zelena sentiu uma presença muito forte atrás dela. Assim que virou, a feiticeira soprou algo em seu rosto. Um pó, que ela não fazia ideia do que poderia ser, mas antes que pudesse pensar em algo, sua visão escureceu e ela caiu desmaiada no chão.

– Fraca. – resmungou passando por cima do corpo desacordado de Zelena. – Khan? – chamou desligando a música. – Shere Khan!?

– O que é, Yzma? – ele apareceu, mancando e todo coberto de machucados. Ela não oode deixar de sorrir.

– Vejo que cumpriu sua parte. – ela comentou satisfeita e o homem revirou os olhos.

– Se quer dizer quase ser morto por aquele inutil do Akira, sim, eu cumpri. – Khan se sentou no sofá de couro, gemendo de dor. – Só me resta saber se você cumpriu a sua parte.

– Não se preocupe. – Yzma andou até a janela, observando os cidadãos de Storybrooke, que antes estavam se atacando, agora estavam todos desmaiados no chão. – Eles estão tendo lindos sonhos.

[...]

Regina estava deitada na cama daquele hospital, pensativa. Não sabia explicar, mas sentia que algo estava errado, só não sabia dizer o que exatamente. E isso que lhe assustava.

Mary e David já haviam se retirado com Henry, Cecília e Natalie, mas Ruby e Zelena decidiram ficar no quarto ao lado de Emma enquanto aguardavam Whale trazer os papéis da alta da morena.

– Que cara é essa, Regina? – Zelena questionou a irmã enquanto passava as páginas de uma revista de moda que havia ali. Ruby estava largada na poltrona, jogando no celular com Emma. – Está preocupada com algo?

– David disse que você bateu na Yzma. – ela disse um pouco confusa. – Mas você não tem hematomas nas mãos.

Zelena olhou para as próprias mãos e franziu o cenho. Elas nem sequer doíam, mas ela se lembrava muito bem dos socos que deu em Yzma quando a velha estava caída no chão.

– Isso é... estranho – a ruiva concordou com a irmã. Emma e Ruby olharam para cima imediatamente, ouvindo as palavras de Zelena.

– O que é estranho? – Ruby questionou a esposa, mas a bruxa ainda estava ocupada observando suas mãos.

– E... o meu braço. – Regina comentou de repente olhando para o próprio braço. Ali, havia apenas alguns arranhões. Emma a olhou muito confusa, tanto ela quanto a loba não entendiam o que estava se passando com as duas irmãs. – Eu... me lembro de quebrar ele.

– Quebrar? – Swan se levantou rapidamente e parou ao lado da esposa, examinando seu braço – Meu amor, Whale disse que não havia nada nos seus raios-x. Estava tudo normal.

Regina continuou olhando para o próprio braço, ainda confusa, mas se conformou com a resposta da esposa enquanto Zelena deixava de lado suas mãos. Talvez elas estivessem apenas em choque e isso tenha afetado sua memória. Já enquanto à ruiva... talvez sua pele fosse forte.

– Regina, seus papéis – Whale disse entrando no quarto. Ele sorriu ao ver Regina já vestida com suas roupas cotidianas enquanto Emma e Ruby ajeitavam a cama em que ela estava deitada. – Você está liberada.

– Obrigada, Victor. – a morena sorriu e o médico se retirou.

As quatro mulheres saíram do quarto, mas Regina parou no meio do corredor. Não havia ninguém no hospital. Nenhuma enfermeira, nenhum funcionário. Nenhuma alma naquele ambiente. Ela olhou para trás e percebeu que até mesmo Whale havia sumido.

– O que foi? – Emma questionou a esposa, colocando a mão em seu cotovelo.

– Onde está todo mundo? – ela perguntou confusa.

– Como assim? – Ruby indagou voltando para o lado da cunhada.

– O hospital estava cheio. – Regina respondeu e a única que concordou foi Zelena. Ela também estava achando tudo muito estranho – Não tem ninguém aqui.

– Talvez foram embora. – Emma comentou dando de ombros. – Nós deveríamos ir também.

– Haviam pessoas feridas, Emma. – a prefeita rebateu ficando irritada. – Eles não iriam simplesmente ir embora.

Regina se desvencilhou das mãos da esposa e começou a andar na direção contrária da saída do hospital. Zelena não pensou duas vezes e seguiu a irmã querendo saber o que ela estava pensando em fazer. Ruby e Emma não estavam entendendo absolutamente nada, mas não tinham muitas opções a não ser segui-las.

Ninguém conseguia tirar algo da cabeça de uma Mills. Eram teimosas feito mulas.

– Podem pelo menos nos dizer onde estamos indo? – Emma questionou respirando fundo.

Elas não responderam, mas Regina rapidamente abriu uma porta que elas sabiam que dava na ala psiquiátrica do hospital. As escadas estavam escuras, não havia luz ali o que era muito estranho e suspeito e também a mesa da recepção estava vazia. A enfermeira que deeria fiicar de plantão também não se encontrava.

Regina correu de uma vez pelo corredor escuro, parando em frente à uma das portas que nãp tinha identificação. Por alguma razão, ela sabia que Yzma deveria estar ali.

– A porta está destrancada. – Ruby disse apontando. E realmente estava e aquilo era proíbido. Todas as portas deveriam permanecer trancadas.

– Todas estão. – Zelena comentou olhando ao redor. A morena empurrou a porta com bastante força, com o coração batendo rápido.

O quarto estava vazio, Yzma não estava onde ela deveria estar e Regina tinha a impressão de que ela nunca nem esteve ali. Emma arregalou os olhos ao ver que a feiticeira não estava presa e imediatamente puxou o rádio de seu cinto para falar com seu pai.

– Pai! Onde vocês estão? – Emma questionou já subindo as escadas com a esposa e as cunhadas logo atrás.

Querida, estamos comendo aqui no Granny’s.- David respondeu tranquilamente. – Estamos esperando vocês. Maggie está perguntando pelas mães e Cecília também.

– Como assim esperando pela gente? – A loira já estava extremamente nervosa. – Yzma desapareceu! Ela não está na ala psiquiátrica!

Emma, querida, de quem você está falando? – era a voz de Mary Margaret, soando confusa. – Quem é Yzma?

Mary Margaret, eu sei que você é um pouco tonta, mas não sabia que tinha Alzheimer também! – Regina rebateu puxando o rádio da mão da loira, mas ao invés de deixar que a princesa respondesse, a morena jogou o objeto na parede fazendo com que ele se estraçalhasse no chão.

– REGINA? – Emma gritou assustada. – Qual é o seu problema?

– Cale-se. Tem algo muito errado aqui e eu vou descobrir o que é!

A morena não esperou que ninguém respondesse, simplesmente desapareceu em sua fumaça roxa sem nem ao menos dizer para onde ia. Emma odiava quando ela fazia aquilo pois geralmente não tinha como segui-la. A ruiva tinha suas desconfianças para onde a irmã havia ido e por isso resolveu ir atrás com sua fumaça verde.

– Argg!!!! Por que elas fazem isso? – Ruby reclamou estressada, puxando a melhor amiga pelo braço para fora do hospital – Vamos, vamos achar essas duas loucas.

[...]

Regina apareceu em seu porão, pois ali ela sabia que estavam algumas coisas de seu cofre. Não tudo, mas algumas das coisas importante que se acaso ela precisasse um dia, não precisaria ir até o Mausoléu.

A morena começou a revirar seus baús, procurando por livros algo que pudesse lhe dizer o que estava acontecendo ali. Ela leu e releu várias páginas de vários livros de feitiços, mas nada lhe ajudou, não encontrava nada parecido com o que estava acontecendo.

– Difícil de te achar – Zelena falou saindo de sua fumaça verde para se sentar ao lado da irmã – Trouxe alguns livros do cofre. São da mamãe, eu acho.

– Deixe-me ver. – Regina pediu-os e os folheou rapidamente – Este aqui são feitiços de cura, não irão nos ajudar. Agora estes... – ela separou sete livros e deu três para Zelena olhar. De repente, sentiu uma dor absurda no braço, como se ele estivesse sendo arrancado.

A morena soltou grito alto e sua visão ficou nublada. Por um momento, Regina se sentiu deitada em um chão duro, gelado e muito molhado, como se fosse grama e o pouco que conseguiu enxergar, viu árvores, mas logo essa visão sumiu e a cabeleira vermelha de sua irmã apareceu em sua frente.

– Regina, o que foi isso? – ela perguntou extremamente preocupada. – Você gritou e caiu no chão.

– Meu braço está doendo. – a prefeita respondeu, mas percebeu que a dor havia sumido sem explicações. – Zelena me passe aquele livro de feitiço de cura. – ela pediu sem explicar o que estava acontecendo e a ruiva apenas obedeceu.

– O que está procurando? – Zel questionou ao entregar o livro.

– Quando estava tendo aulas com Rumple, usei este livro algumas vezes. – falou calmamente passando as páginas – E me lembro de um feitiço em especial.

– Qual?

– Uma vez, eu estava cavalgando com Rocinante e ele prendeu a perna em um galho e nós caímos. – disse – Ele quebrou a perna e estava sentindo muita dor. Ele estava muito agitado e eu precisava de concentração para curá-lo. Rumple havia me ensinado um feitiço dos sonhos, que é muito simples de ser feito e as curandeiras faziam.

– Não me lembro de nenhum feitiço como esse.

– Aqui! – ela apontou – Dulcis somnium. São poucos ingredientes e ele faz a pessoa entrar um transe, como se estivesse sonhando, mas são sonhos reais. Reais como...

– Se você morrer no sonho...

– Morre na vida real.

– E você acha que estamos enfeitiçados? – Zelena questionou.

– Sim, só não sei como ela conseguiu enfeitiçar todos ao mesmo tempo – A mente da morena estava a mil por hora tentando pensar em todas as possibilidades possíveis para o que possa ter acontecido, mas nada lhe parecia plausível. – Espere! – ela disse lendo novamente o parágrafo com o cenho franzido – Aqui diz que para funcionar ele pode ser ingerido ou inalado.

– E como fazemos para quebrá-lo?

– Aqui não diz. – falou frustrada, fechando o livro de uma vez – Está em branco! Merda.

– E o que vamos fazer? – Zel questionou – Não temos como saber o que ela está fazendo enquanto estamos nessa ilusão! Ela pode nos matar!

– Eu sei, Zelena, eu sei, mas precisamos pensar em algo. Um contra-feitiço, sei lá. – Regina começou a andar de um lado para o outro – Não podemos ficar muito tempo. Este feitiço te afasta da realidade, por isso Mary e David não sabiam quem é a Yzma. Quanto mais longe eles estiverem, mais difícil será reverter o processo.

[...]

– Você não acha que exagerou nesse seu plano? – Khan a questionou – Porque não faz sentido você ser uma rainha, mas não ter um reino. – ele apontou para as pessoas caídas pela rua do lado de fora e também para o corpo de Zelena no chão. – Não há súditos.

– Eles são meus, Khan. – Yzma falou amargurada. – Eu era tudo. Tinha dinheiro, beleza e era cobiçada por todos e por isso o Rei foi até minha casa pedir minha mão aos meus pais. Este sempre foi o sonho do meu pai: que eu me tornasse rica, poderosa e se tornar uma rainha era tudo o que ele sempre quis.

– Hum. – Shere Khan estava escutando metade do que ela estava dizendo, pois, honestamente ele não se importava com o passado triste de uma feiticeira de quinta categoria. Tudo o que ele queria era sua forma de tigre de volta para voltar para sua terra e ocupar o  lugar de Akira.

– Então ela apareceu. – a mulher falou com nojo na voz e isso chamou a atenção do tigre – Com sua estúpida complexidade de heroína. Salvou a princesa de um cavalo descontrolado e chamou a atenção do rei que era MEU noivo. Eu seria rainha se aquela pirralha não tivesse aparecido. – Yzma disse com ódio, se lembrando do dia em que o Rei Leopold lhe contou que o casamento entre eles não aconteceria mais. – Eu passei conhecida como a mulher rejeitada pelo rei. Ninguém nunca mais olhou em minha direção. Virei a decepção da minha família e me meu pai me expulsou de casa.

– Tecnicamente, ela foi forçado à se casar – Khan disse dando de ombros e isso causou mais raiva ainda na velha – Então a culpa não foi exatamente dela.

– Foi sim! Ela teve tudo que era para ser meu! E agora eu terei tudo o que é dela.

Khan achava a mulher uma lunática, mas sabia que ela tinha poder o suficiente para realizar o seu desejo e estava ali apenas para ver a parte do trato dela ser cumprida. Após isso, desapareceria e Yzma que se virasse sozinha com o resto. Ele não se importava.

– Você deveria ter simplesmente matado-a. Era bem simples.

– Da mesma forma que você fez com Akira quando ele ainda era um filhote? – Yzma indagou sarcástica, com um sorriso torto e isso fez com que Khan se falasse. Ela se sentiu vitoriosa. – Me leve até Regina.

[...]

– Onde você acha que você está? – Emma questionou a esposa após ouvir tudo o que as duas irmãs descobriam.

– Na floresta, provavelmente. – respondeu a morena franzindo o cenho preocupada – E eu acho que meu braço está quebrado.

– Nós precisamos quebrar isso então e parar aquela maluca de uma vez por todas – Swan disse e todas concordaram. Zelena se levantou de uma vez com um dos livros em mãos e o virou para a irmã com um sorriso no rosto.

– Isso pode funcionar. – contou. – Mas só duas de nós poderão voltar.

– Eu volto. – Regina se pronunciou.

– Você está com o braço quebrado, Regina. – Ruby rebateu. – Emma e Zelena deveriam voltar. Elas são a nossa melhor chance.

A prefeita precisou concordar, ela sabia que não ajudaria em nada caso voltasse e realmente estivesse impossibilitada de se mover ou se defender. Seria apenas um estorvo para Emma ou quem quer que fosse junto.

Zelena e ela correram para preparar o contra-feitiço que estava escrito no livro em que a ruiva encontrou e logo estavam se preparando para voltar. As mulheres se reuniram no quintal da mansão e se organizaram em um círculo, conforme as instruções diziam.

– Este feitiço vai usar muito da nossa energia – Zel explicou – Então, vocês duas aqui irão se sentir drenadas e Emma e eu iremos acordar um pouco cansadas. Não se preocupem.

– E o que vai acontecer conosco aqui? – Emma perguntou se sentindo nervosa. Ela não sabia onde iria acordar e nem em que situação estava.

– Iremos desaparecer, então não se assustem. – alertou a esposa e a irmã, que assentiram. – Pronta? Tome esse líquido e deem as mãos. – elas fizeram – Emma, me encontre exatamente aqui. Não saia para me procurar.

[...]

Zelena tentou se manter imóvel o máximo de tempo que conseguiu, pois não tinha certeza onde estava e nem o que estava acontecendo. Quando ela abriu os olhos, percebeu que estava na Empress, mas Yzma não estava em lugar nenhum que ela pudesse ver.

– Vadia imunda. – a ruiva levantou resmungando tentando ajeitar suas roupas. Ela começou a lembrar da conversa com a feiticeira e também quando a mulher lhe derrubou com o feitiço. – Se eu te pegar...

A bruxa saiu da boate e se surpreendeu ao ver as pessoas em sono profundo caídas no chão, mas ela sabia que nada poderia fazer por eles a não ser achar Yzma primeiro. Ela correu em direção à mansão, mas pelas ruas mais afastadas, não sabia onde a mulher estava e por isso não queria correr riscos.

Enquanto isso, Emma estava lutando contra a dor de cabeça que sentia ao tentar abrir os olhos. A loira percebeu que estava na delegacia, caída no chão e seu pai estava há poucos metros dela. Nat estava um pouco mais longe com Archie e até mesmo os anões estava ali. Swan respirou fundo e se levantou com bastante dificuldade e tomou um tempinho para checar cada um. Ela se sentiu aliviada ao ver que todos estavam bem e logo estava correndo em direção à sua própria casa.

– Achei que tivesse morrido – Zelena resmungou ao ver a cunhada aparecer no quintal – Vamos, precisamos encontrar a Regina.

– Porque?

– É onde a Yzma vai estar.

– E o que nós vamos fazer?

– Nós vamos acordar todo mundo. – Zel respondeu grudando na mão da cunhada. – Peguei esses ingredientes enquanto esperava você levar sete anos para chegar aqui. Vai ser mais fácil porque estamos acordada e isso não vai nos causar problemas. – ela deu de ombros – Não muito pelo menos.

Emma a olhou apreensiva, mas se concentrou em sua magia e deixou que Zelena fizesse todo o trabalho. Swan, por ser a salvadora, tinha um poder dentro dela que era praticamente inesgotável, mas que ela ainda não o dominava muito bem. Então a usavam como um carregador.

De repente, uma onde muito forte de energia foi emanada das duas mulheres e ambas caíram feito frutas podres no chão. Emma queria esganar Zelena.

– Eu vou... te matar... Zelena Mills. – ela prometeu sem fôlego tentando se levantar. – Maldita.

– Segura... sua calcinha, Swan. – a ruiva riu se levantando também. – Venha... Jesus, que tontura.

As duas, cambaleando, correram para onde Emma se lembrava da floresta. Ela sabia que Regina estaria lá e provavelmente estaria acordando também. Emma estava um pouco desesperada para encontrar a esposa, por isso elas correram o mais rápido que conseguiram.

O celular da sheriff tocou enquanto elas iam para floresta e Emma atendeu assim que viu o nome do filho na tela.

Mãe! Onde vocês estão? – ele perguntou extremamente preocupado. – Nós estamos no hospital e tem muita gente desmaiada no chão.

– Não da tempo de explicar, quero que você reúna o máximo de pessoas que conseguir que estiverem acordadas na cidade e levem todos para o hospital, carreguem os desacordados e os mantenham protegidos. – disse ela. – Nat e seu avô estão na delegacia.

Emma não esperou a resposta do filho, sabia que ele iria seguir suas instruções e com isso não precisaria se preocupar. A loira tentou não pensar muito em Cecília, pois sabia que ela estaria segura ao lado do irmão e ficar se preocupando apenas a atrapalharia naquele momento.

A floresta estava escura, afinal já estava anoitecendo e as duas mulheres se baseavam apenas em instintos para se localizarem. De repente, um lobo branco enorme apareceu ao lado delas e Zelena soube que era Ruby.

– Graças a Deus! – murmurou passando a mão atrás da orelha da esposa. – Agora, Ruby, para onde vamos?

Ruby cheirou o ar e rosnou. Ninguém conseguia se comunicar com ela naquela forma, mas um rosnado nunca significava coisa boa, então as duas mulheres ficaram em posição de alerta enquanto seguiam a loba.

Elas andaram alguns minutos quando de repente Ruby parou de andar e fixou seu olhar em um dos arbustos, mas seu corpo relaxou ao ver outro lobo, um bem maior que ela, sair de trás dos matos. Era Akira.

Os quatro seguiram juntos, com a loba na frente e o alfa atrás das duas mulheres. Akira estava alerta, ele sabia que Khan estava bem perto, só não sabia onde exatamente.

– Onde estamos? – Zelena questionou quando elas saíram em uma parte mais aberta da floresta, mas se calou ao ouvir o rosnado de um tigre. – Merda.

– Não sejam tímidas, meninas. – elas ouviram a voz de Yzma vindo de algum lugar, mas que parecia vir de todo lugar ao mesmo tempo – Estamos entre amigos aqui.

A bruxa surgiu do nada, como se literalmente tivesse se materializado ali, com Regina aos seus pés. A prefeita parecia estar desacordada, mas Emma podia ver que seus olhos estavam abertos e ela estava sentindo bastante dor. Seu braço estava roxo e em um ângulo completamente estranho.

– Não se preocupem, ela está bem. – Yzma disse dando de ombros como se ela não significasse nada. – Pelo menos por enquanto.

– Entregue ela. – Swan ordenou enquanto todos os seus instintos gritavam para colocar o bem estar de sua esposa acima de qualquer coisa. – Entregue ela e talvez eu não mate você.

– Não posso dizer o mesmo que ela. – Zelena resmungou fechando sua mão com força.

Um barulho chamou a atenção das mulheres e elas olharam para o lado. Khan e Akira haviam iniciado uma briga corporal violenta e rolavam de um lado para o outro. Ruby, ignorando os gritos de protesto de sua mulher, se meteu no meio para ajudar o lobo e logo os três, grudados por unhas e dentes, sumiram floresta à dentro.

– RUBY! – Zelena gritou tentando ir atrás da morena, mas foi segurada pela cintura pela esposa. Elas precisavam lidar com Yzma primeiro e tirar Regina dali. – Se alguma coisa acontecer com a minha esposa, eu mato você e transformo aquele tigre em um tapete para a minha sala.

– Oh, Zeleninha, você ainda acha que pode me intimidar? – a feiticeira riu e empurrou Regina com o pé a fazendo rolar para o lado. – Nem essa daqui consegue. Vocês duas são patéticas.

Emma tentou pensar em alguma estratégia, mas nada lhe vinha à mente. Estava em branco de tanto nervosismo. Ela olhou para Zelena, tentando pedir ajuda à ruiva, mas sua cunhada estava com o olhar fixado na mulher em frente delas provavelmente imaginando incontáveis formas de torturá-la.

– Zelena. – Emma chamou e a mulher a olhou de canto de olho, bem rapidamente. – Precisamos tirá-la de perto da Regina.

– Podemos arrancar as pernas dela. – Zelena murmurou de volta. – Eu adoraria fazer isso.

– Estou falando sério.

– E eu também. – ela não estava de brincadeira. – Vá pela direita. Eu irei pela esquerda. Ela é inteligente, mas não é mais poderosa que nós duas juntas. Quando eu falar, você pega a Regina e tira ela daqui.

Emma não sabia qual era o plano da ruiva, mas estava disposta a tentar qualquer coisa. Não importava o que acontecesse, ela tiraria Regina dali direto para o hospital ou ela morreria tentando.

– Vocês não vão conseg... – antes que ela conseguisse terminar a frase, foi atingida por Zelena como um raio de energia. Isso fez com que ela voasse para longe e atingisse a árvore mais próxima, mas não foi mais do que segundos, ela estava se levantando.

– Tire-a daqui. – a ruiva gritou e foi atingida por Yzma. Um poder tão forte quanto o dela. – Você não tem... poderes. – ela disse cuspindo sangue.

A sheriff não pensou duas vezes, correu até a esposa e se ajoelhou ao lado dela. Regina já estava desacordada e seu pulso estava bem fraco, quase imperceptível.

– Vou tirar você daqui, meu amor. – murmurou tentando levantar a esposa, mas tinha medo de machucá-la ainda mais. Emma olhou na direção da cunhada e percebeu que ela estava apanhando mais do que batendo. –  Acho que você irá sozinha.

Swan se concentrou no hospital, em um quarto vazio e em Whale também e depois de alguns segundos, sentiu sua esposa e o médico serem transportado para o mesmo quarto. Ela rezou, enquanto se levantava para ajudar Zelena, para que Victor pudesse ajudar sua esposa.

– Tire suas mãos imundas da minha cunhada. – Emma disse chutando a cara de Yzma, que estava ajoelhada em cima da ruiva. A feiticeira, ao cair, segurou em um amuleto preso ao seu pescoço com força e isso fez com que ela se levantasse mais rápido.

Esse movimento não passou despercebido por Zelena Mills e ela teve a ideia de arrancar aquele colar à força, pois era ali que, possivelmente, se encontrava a fonte de poder de Yzma.

– Bate nela! – Zelena gritou e Swan a olhou incrédula.

– Imbecil. Não podem me toc... – sua frase foi interrompida mais uma vez, porém dessa vez com um soco da sheriff. Zelena aproveitou esses segundos que teve para puxar o colar, mas Yzma foi mais rápida e usou a vulnerabilidade das duas para jogá-las longe com seu mais novo poder. – Jamais conseguirão me derrotar.

– É o amuleto. – Zelena contou ajudando a loira a se levantar. – O amuleto é a fonte de poder dela. Precisamos tirá-lo.

– Fácil falar. – murmurou tentando recuperar o fôlego. – Deus, como ela é forte.

Yzma não deixou que elas se recuperassem, as jogou para longe novamente. Emma bateu as costas em uma árvore larga, já Zelena caiu direto no chão, quase quebrando a perna ao bater em uma pedra. As duas não aguentariam muito tempo nesse ritmo.

– Filha da pu... – Emma tentou dizer, mas a feiticeira já estava a puxando pelo colarinho da blusa. Swan tentou se segurar em algo, mas em sua mão ficou apenas a terra.

– Eu vou matar você aqui. – sussurrou – E depois vou atrás da sua prole. Irei tirar tudo o que Regina tem, começando pela esposa dela.

– Você não vai tocar em ninguém. – Swan sussurrou de volta e usou a terra em sua mão para cegar Yzma momentaneamente. Sua mão livre se prendeu em volta do amuleto no pescoço da mulher e quando ela se afastou, tentando limpar os olhos, o colar se partiu e ficou na palma da loira.

– Sua maldita! Eu vou matar você! – Yzma ficou irada, com os olhos inchados, e correu na direção da sheriff com ódio.

– Não vai não! – foi Zelena quem disse segundos antes de acertá-la com um pedaço de pau na parte de trás da cabeça.

A feiticeira caiu dura no chão e a ruiva chegou a se perguntar se havia matado-a, mas se desapontou ao ouvir a mulher resmungar no chão.

– Me ajude aqui. – Emma pediu. – Achei que ela ia me matar.

– Eu também.

As duas olharam para trás de uma vez, ao ouvirem rosnados e ambas sorriram ao ver Ruby e Akira saindo do meio das árvores em suas formas humanas, carregando Shere Khan, provavelmente morto, também em sua forma humana.

– Que tal um hamburguer? – Emma sugeriu, mas não deixou de notar a cara de nojo que Zelena fez.

[...]

A primeira parada das mulheres foi o hospital. As três estavam sujas, arranhadas, machucadas e extremamente cansadas, mas não deixaram de correr em direção à família e abraçá-los com força.

Emma levantou Cecília em seus braços e abraçou Henry junto. Seus pais os envolveram em outro abraço e logo aquilo virou um enorme abraço em grupo, um grudado no outro, agradecendo por estarem todos vivos e bem.

– Onde está Regina? – foi a primeira coisa que perguntou quando todos se soltaram. Zelena os olhos com atenção enquanto ajeitava sua filha no colo.

– Whale a levou para cirurgia. – Mary respondeu a filha. – Ele disse que se estivessem demorado um pouco mais ela poderia perder o braço.

– Mas ela vai ficar bem? – Ruby questionou abraçando a cintura da esposa.

– Temos que esperar para ver. – David disse pegando Neal, que já não era tão pequeno, no colo também. – Mas Whale disse que não iria demorar muito.

Mas demorou. Demorou mais de três horas para que Victor desse as caras na sala de espera para dar notícias à família.

– Regina está bem e está descansando. – Victor disse abrindo um sorriso para os familiares da prefeita que se abraçaram felizes e com os olhos marejados pelo tempo de espera e preocupação. – Podem ir vê-la.

Emma, Cecília, Henry e Nat foram os primeiros a entrar no quarto para ver a rainha. Regina estava de olhos fechados, mas estava acordada e sorriu ao abrir os olhos e ver sua família ali.

– Mamãe! – Ceci tento pular do colo da loira para a cama, mas Emma a segurou.

– Mamãe está dodói, querida. – Emma argumentou e a menina se aquietou. – Bem devagar, meu amor.

– Tá bom, mami. – a pequena subiu devagar na cama e foi recebida por Regina com um abraço de um braço só já que o outro estava imobilizado. – Você está bem, mamãe?

– Estou, minha princesa. Preciso descansar apenas. – respondeu a prefeita. Henry aproveitou o tempo para beijar a testa da mãe e Nat fez o mesmo com a sogra. – Como vocês estão?

– Estamos bem. – ele respondeu. – Meu avô e a Malévola conseguiram manter todos seguros no hospital por um tempo e depois que acordamos, mamãe nos disse para procurar aqueles que não tinham acordado ainda. Tivemos que carregar todos para cá, mas todo mundo ajudou.

– Rumple acordou todo mundo logo depois e ficamos aqui esperando vocês aparecerem. – Nat terminou de explicar. – Quando você apareceu aqui, Whale te levou direto para a cirurgia e o resto vocês já sabem.

– Bom, Khan está morto. – Emma contou ao ver que seus pais haviam entrado no quarto junto com Zelena, Ruby, Neal e Maggie. Os dois ficaram surpresos, mas não comentaram nada. – E Yzma já foi levada para a ala psiquiátrica, dessa vez de verdade. O amuleto dela está aqui. – a loira entregou à Regina, que o examinou calmamente.

– É um amuleto qualquer. – ela respondeu – Ele foi encantado com vários tipos de feitiços combinados, por isso ela estava tão forte e poderosa.

– E o que faremos com ele? – Ruby questionou.

– A melhor opção é destruir. – disse o entregando à irmã – Você decide, sis.

– Vamos destruí-lo. – falou convicta. – Eu mesma destruo.

[...]

– Por quanto tempo você acha que teremos paz novamente? – Emma questionou a esposa, quase dois meses depois de tudo ter acabado. Elas estavam deitadas no sofá da mansão, com Henry e Nat dormindo em um colchão no chão e Cecília desmaiada entre elas.

– Não faço ideia, querida. – Regina sorriu se levantando com a menina nos braços. – Mas sei o que podemos fazer para aproveitar essa paz por enquanto. – Swan a olhou sem entender ao ver que Regina estava colocando a menina no colchão ao lado do irmão.

– O que?

– Venha comigo e descubra. – ela sorriu misteriosa e não demorou mais do que dois segundos para Emma entender o que ela estava querendo dizer.

As duas subiram as escadas rindo baixinho, morrendo de medo de acordar os três dorminhocos na sala e acabarem estragando seus planos. Regina já estava abaixando a alça fina de seu babydoll preto quando Emma se irritou a levantou em seus braços. A morena precisou se controlar para não soltar um gritinho agudo com o susto.

– Você ficou louca? – sussurrou quando a esposa bateu a porta do quarto.

– Louca por você.

Emma a jogou na cama e, com um movimento da mão, o quarto se tornou à prova de som. Regina sorriu satisfeita, sabendo que nenhuma delas precisariam se controlar e nem se preocupar se os filhos ouviriam no andar debaixo.

– Agora eu posso te fazer gritar. – Emma disse no ouvido da morena apertando sua cintura com força e isso a fez gemer alto. – Exatamente assim.

– Cale a boca.

– Com muito prazer.

Swan a puxou pelos calcanhares fazendo com que ela ficasse completamente a sua mercê. Emma amava aquela vista, mas amava mais ainda quando não havia nenhum pedaço de roupa lhe atrapalhando, por isso não pensou duas vezes antes de arrancar a calcinha de renda da esposa. A calcinha ficou em pedaços.

– Você vai pagar outra.

– Sh. – ela falou séria e abriu ainda mais as pernas de Regina. Um dos joelhos da morena foi parar no ombro da sheriff. – Gostosa.

Regina estava tão molhada que até mesmo a parte interior de suas coxas brilhavam. A loira usou seu dedo indicador, passando-o lentamente pela intimidade de sua mulher, apenas testando-a, fazendo-a pedir mais. A enlouquecendo.

– Emma...

– Shi. Não deixei você falar ainda. – murmurou acelerando seus movimentos, mas os diminuindo logo em seguida.

Ela continuou naquela velocidade até que Regina estivesse completamente encharcada, molhando os lençóis e se contorcendo na cama. Swan se sentiu satisfeita com a cena e lambeu o dedo indicador, provando o gosto da mulher que era, de longe, o melhor que ela já havia provado em toda sua vida.

– Você vai gritar. – não era uma pergunta, era uma afirmação e Regina sabia que seria verdade, pois não conseguiu se conter ao sentir os três dedos de Emma dentro de si.

Os movimentos eram rápidos, fortes, sem jamais diminuir sua intensidade. Regina gemia alto, implorava por mais nem mesmo sabendo direito o que ela queria, só queria que não parasse. Não queria que Emma parasse nunca e se ela morresse daquela forma, morreria com um sorriso no rosto.

– Emma, eu vou... – ela estava tão perto, mas Emma parou.

– Não vai. – disse firme. – Vire-se.

– O qu...

– Vire. Agora, Regina. – Swan não esperou a esposa sair do transe que estava, apenas segurou em sua cintura e a virou de bruços com força. Como Regina amava toda aquela brutalidade. – Empina pra mim.

– Me obrigue. – rebateu e isso fez com que Emma cerrasse os dentes. Ela sabia que Regina gostava de provocar e ficava respondona nesses momentos, mas isso apenas a excitava ainda mais.

Emma apertou, novamente, a cintura da mulher forte o suficiente para deixar marcas, mas ela não se importava. Regina gemeu quando sentiu Swan levantando seu quadril de uma vez só a deixando exposta, vulnerável.

– Vai aprender a não me testar. – disse a loira lhe dando um tapa com força. – Vai aprender a fazer as coisas quando eu mandar. – mais um tapa. – Porque eu mando. – mais um. – E você só obedece.

A sheriff se ajoelhou na cama e puxou a prefeita para o seu colo, fazendo-a se sentar sobre suas pernas. Regina sorriu e rebolou levemente, escutando logo em seguida o gemido da esposa.

– Rebola. – ela pediu sussurrando em seu ouvido, arrepiando-a da cabeça aos pés. – Rebola para mim. – Emma ajeitou a mão direita atrás da bunda de Regina, com dois dedos para cima. – Rebola nos meus dedos do jeitinho que você sabe que eu gosto.

Regina levantou o quadril e percebeu que em momento algum Emma tirou a mão de sua cintura, uma forma de manter o controle. Ela deixou que a esposa introduzisse os dois dedos lentamente antes de começar rebolar.

– Isso, meu amor. – murmurou hipnotizada. – Tira essa roupa. – Regina obedeceu, como sempre e tirou a camisola preta, ficando completamente nua. – Continua. Continua. Deus, como você é deliciosa.

A cintura da morena estava cheia de marcas de dedos, mas ela não queria saber disso, só aumentava a velocidade de seu quadril. O prazer era inimaginável, ela via estrelas e mal escutava o que a esposa estava dizendo, seu cérebro focava apenas nos dedos da loira entrando e saindo repetidamente.

Emma estava louca assistindo Regina rebolar daquela maneira em seu colo, sentindo como ela era apertada e ouvindo seus gemidos roucos e arrastados. Mas aquilo não era suficiente e ela precisava de mais.

Swan, com a mão livre, empurrou Regina até que ela ficasse completamente de quatro sem retirar os dedos. Assim que a morena ficou na posição que ela queria, Emma aumentou suas estocadas e adicionou mais um dedo. O som da pele batendo em pele era tudo o que elas ouviam além dos gemidos ensurdecedores da rainha.

– Eu vou... Emma, vou... go-zarr... – Regina começou a murmurar e isso só aumentou o fogo da loira.

– Então vem, meu amor – disse no ouvido da esposa logo antes de puxar seu cabelo. Regina gemeu alto, gritou praticamente, sentindo todos os seus músculos contraírem e suas pernas tremerem. Seus braços não aguentaram seu peso e isso fez com que a morena caísse de barriga no colchão. – Tudo bem aí?

– Tudo certo. – sussurrou sem forças nem para respirar direito.

– Que bom. – Emma sorriu de lado e deixou que sua mão entrasse no meio das pernas da esposa de novo, que ainda estava deitada de bruços. – Porque você vai gozar mais uma vez.

Regina não teve voz para protestar, pois Emma não lhe deu tempo. Os dedos da loira a massageavam primeiro de maneira lenta, mas o ritmo foi aumentando e logo a morena já estava gemendo alto e implorando para ser aliviada.

– Vai, amor, goza pra mim de novo e geme meu nome. – falou. – Fala bem alto o nome de quem te faz gozar loucamente.

– Em... EMM... Eu v-vou... EMMA! – ela gritou apertando o lençol com tanta força que seus dedos ficaram brancos.

– Boa garota. – sussurrou Emma quando o corpo de Regina amoleceu. – Recupere o fôlego, minha rainha. Temos uma noite inteira pela frente.

– Emma. – a prefeita a chamou, olhando-a apaixonada. – Eu amo você.

– Eu também te amo, meu amor. – Swan a beijou carinhosamente. – Mais do que palavras poderiam descrever.

– Eu sei, querida. – os olhos de Regina estavam marejados e isso preocupou Swan.

– O que foi, meu anjo? Por que está assim?

– Você vai ser mamãe de novo. – disse – Estou grávida.

FIM


Notas Finais


Esse capítulo foi mais longo que os anteriores, mas espero que vocês tenham gostado.

Comentem aí o que acharam e também me digam: que tipo de história vocês gostariam que eu escrevesse e postasse, me deem uma ideia e se quiserem criar um grupinho no wpp eu apoio também, to procurando um grupo de fics sq já tem um tempinho. Se souberem de alguma me da um grito aí.


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