História Colorful Love - Capítulo 2


Escrita por: e Lise_Ren

Postado
Categorias Du, Dudu e Edu
Tags Ed Edd And Eddy, Irmãs Kanker, Kevedd, Keveed, Romace Yaoi, Yaoi
Visualizações 196
Palavras 1.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura.
Bjos Berry.

Capítulo 2 - Feelings - parte 2


Fanfic / Fanfiction Colorful Love - Capítulo 2 - Feelings - parte 2

O brilho do luar adentrava pela janela, pousando num corpo na cama. O lençol que o cobria caia abaixo da cintura, mostrando sua pele branca cheia de hematomas, roxos, vermelho e ate cinza, era como uma pintura viva, uma pintura triste. Sua cabeça estava enfaixada, cobrindo parte de sue cabelo negro, sua respiração calma era o único indício que aquele corpo ainda estava vivo.

No andar de baixo da casa ouvia-se uma movimentação, o rapaz andava impaciente pela sala onde se encontrava. Sua expressão é de pura preocupação e raiva, se fosse possível ele abriria um buraco no chão de tanto anda de pra cá pra lá.

- Se ele não acordar terei que leva-lo para o hospital._ pensei ainda preocupado.

Como aqueles panacas ousam toca naquele anj... Que dizer ser amigável. COMO?

Sei que tínhamos uma rixa na infância, mas isso ficou no passado. Tenho plena consciência de que nunca chegaria a esse ponto com ele ou com qualquer outro do beco, nem guardo mágoas daquela época. Mas o que me preocupa mesmo é a demora dele acorda! Será só exaustão ou ele tá com algo mais sério? Não consigo me livrar desses pensamentos, o que me deixa aflito.

Enquanto isso no andar de cima, um moreno se remexia na cama acordando lentamente. No seu rosto havia uma expressão de dor e estranheza, aquela com certeza não era sua casa ou de conhecidos. Mesmo com muita dor consegui sentar-se tentando reconhecer o lugar que se situava, mas sem sucesso.

Logo ouvindo sons no andar de baixo, mas pareciam se aproximar do quarto, com o barulho mais alto deitou-se novamente fingindo está adormecido ainda. Não sabia onde estava e não queria arriscar se depara com alguém agora. A porta foi aberta, ouvi os passos pararem ao lado da cama, logo sentindo colchão no seu lado direito ceder. Assim se seguiu um silêncio profundo, o deixando nervoso.

Imagens e sons ainda vêm embaralhados em minha mente, mas só uma coisa ecoa com nitidez, era sua voz, uma lembrança doce e amarga à me perturbar, não sei se foi real.

- Eddy..._ escuto o sussurrando perto do meu rosto._ Eddy... Eddy... Eddy..._ continuo a sussurrar, notava-se sua preocupação.

Fiquei bastante surpreso com sua preocupação, nunca o tinha visto demonstrar esse tipo de sentimento, era estranho e doloroso. Cada vez que sua boca proferia meu nome era como espinhos perfurassem meu coração, o machucando.

Estremeço ao senti sua mão acariciar minha bochecha, ainda suplicando para que acordasse. A delicadeza imposta na carícia trazia conforto, logo sinto seus dedos passarem por meus lábios machucados, parecia querer decora-los. A ansiedade crescia, não sei se consigo fica fingindo por muito tempo.

Entrando no quarto encontro o moreno ainda adormecido, uma sensação me possui ao vê sua pele com vários machucados, com certeza sentirá muita dor quando acordar. Chego mais perto sentando na cama para vê seu rosto melhor, tão sereno que parece uma criança dormindo, nada se parece com a feição de mais cedo onde sangue se misturava com suas lágrimas.

A alguns indícios de inchaço no seu rosto junto com cortes em seus lábios, mesmo assim parece dormir sem nenhum problema. Sem controle aproximei minha mão do seu rosto, passando pelas bochechas cheinhas e gordas, parece febril, sem controle algum as direcionei para seu lábios que são carnudos e pequenos, quase sem cor agora. Os machucados causavam uma aparência dolorosa, me perdi ali imaginando o sabor que deveria ter ou como seria o seu toque.

Só saio do transe quando escuto meu celular toca ainda em negativa pelo o que fiz saio do quarto atordoado em busca de acabar aquele som irritante.

.

.

.

A pele aonde ele tocou está formigando, ainda sinto sua presença aqui como se nunca tivesse saído. Solto a respiração que nem tinha notado que estava prendida, não acredito no que acabou de acontecer, cada gesto e palavras. Parece irreal! Cada momento se passa lentamente na mente, me trazendo incertezas e medo. Será que bati minha cabeça mais forte do que imaginado, é agora estou preso em uma ilusão contínua? Bom... Não seria tão ruim, pelo menos teria um pouco de felicidade.

Uma tontura avassaladora chega, fecho os olhos para amenizar, mas não adianta. Não estou recupe...

O moreno desmaia novamente, sendo velado novamente pela luz do luar, sua única companhia no momento.

Impacientemente um ruivo tentava explicar o que foi dito na mensagem do início da noite, não tendo muito sucesso. Levando à uma pequena discussão cômica e estranha.

- Não! Eu não sequestrei o Edd._ exclamei exaltado._ EU O SALVEI DE UMA SURRA._ gritei frustrado.

As vezes me pergunto porque ainda somos amigos, sendo que toda vez que o assunto é sobre o Edd ele fica de brincadeira.

- Bom... Qual parte é verídico Kevin?_ Rolf questionou com desconfiança.

Não estou com paciência para discussões fúteis.

- Será que pode para de brincadeira, isso é sério!_ exclamei frustrado.

Rolf é o único que considero um amigo, só não queria que fosse assim. Desde criança ele foi capaz de lidar com minha personalidade instável, sendo assim o único que se mantem por perto. Tenho total confiança nele, pois guarda o meu segredo mais profundo, no qual foi ele que me abriu para o tal. Mesmo assim ainda sinto um leve arrependimento por ter confirmado tal verdade, pois ele tira sarro toda vez que o assunto é referente ao moreno.

O silêncio ainda perpétuo, talvez ele tenha entendido a gravidade da situação.

- Ele está muito ferido?_ perguntou preocupado, com seu sotaque mais evidente.

- Sim._ desgosto proferi._ Mais o que me preocupa é ele ainda não te acordado._ proferi com aflição.

- Já levou ao hospital?_ perguntou.

- Não._ sussurrei.

- Você tem que leva-lo._ argumentou sinceramente.

- Eu sei!_ sussurrei._ Estou com medo!_ exclamei murmurando.

- Estou a caminho._ falou decidido.

- Não, está muito tarde._ tentei persuadi-lo.

- Tem certeza?_ perguntou incerto.

- Absoluta._ proferi._ Pode aparecer ao amanhecer._ continuei.

- Ok._ confirmou contrariado.

Notei sua preocupação, mas será melhor assim. Ele não esta preparado pra vê-lo ainda, nem eu estava. Antes de encerrar a ligação ouço suas últimas palavras.

- Edd é forte mais do que imaginamos._ sussurrou._ Aguente firme!_ exclamou num fio de voz.

Assim se encerrou a ligação, onde desejava que essas suas últimas palavras se tornassem verdade.

Kevin não aguentando despencou no sofá, nem notará que ainda estava em pé. Suas pernas tremulavam em conjunto com as mãos, percebia gotículas no canto dos olhos, levando a grossas lágrimas. Pela primeira vez naquela noite podia deixar seus sentimentos fluírem.

8:30 AM – Sábado.

O amanhecer batia à porta, entrando sem ser convidado. Seus raios iam adentrando com sutileza na casa da última casa daquela rua, repousando em um corpo largado no sofá. No chão um celular esquecido vibrava repetidamente, mostrando várias mensagens não lidas e ligações perdidas.

Kevin acordou com seu celular tocando, não muito satisfeito com a luz no rosto. Tateando o chão pegou o celular, desligando em seguida aquela música irritante, o toque pertencia a uma pessoa e não estava com paciência para lidar com ela agora.

Se rastejando se pós a ir ao andar de cima, tendo plena consciência que precisava vê o moreno. Com certa dificuldade subiu as escadas, dormir no sofá não lhe fez bem para as costas. Ansiosamente abriu a porta do seu quarto o adentrando, se surpreendendo.

Um par de olhos pretos o observava atentamente curioso. Não sabia o que fazer, não estava preparado para encontra o moreno acordado, o olhando profundamente.

- Quer sair comigo?_ Kevin sussurrou.


 

 

 


Notas Finais


Dei uma revisada e umas melhorias, tomara que gostem. :3
Bjos Berry.


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