História Colors - Capítulo 1


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Fluffy, LGBT, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Voltei, e com mais uma do otp mais cute do mundo!!!
O ROLOCHI E O NOSSO AMÁVEL LUBA! <3
LUBOCHI REINA AQ! Tá, parey, rs.
Bem, eu apenas espero que gostem da história. E caso não aprovarem, vo invoca o espírito do pau de selfie pra puxar o teu pé de madrugada.

Bom, é só isto mesmo. Perdoe os equívocos, erros gramaticais e blá-blá-blá. Tenham uma boa leitura e beijins! :3

Capítulo 1 - "You touched me and suddenly I was a lilac sky."




"Você era uma visão maravilhosa de manhã quando a luz veio. Eu sei que eu só senti religião quando me deitei com você..." 



Ora cinza, ora branco.

As vezes, até mesmo a tonalidade altamente noctâmbula também não ousava em ausentar-se. Três variantes tons. A única matiz de cores presente na deplorável percepção concreta de Lucas Feuerschütte.

Não se trata de Daltonismo, Acromatopsia, ou qualquer outra deficiência ocular. Na verdade, Lucas apenas obtinha capacidade de enxergar a cambiante lúgubre de sua amarga lamentação.

Sua tristeza lhe limitava de retornar à olhar as cores outra vez, e para ele, não passava de um mero fato comum.

Arfou pesadamente, conduzindo o conteúdo áureo aos seus lábios.

É óbvio que almejava retornar à analisar o harmônico tom vivo de sua realidade. Todavía, em sua consciência nunca lhe passou a probabilidade de novamente herdar tal fato.

— Lucas!

Saiu de seus pensamentos em uma ação repentina. Por um instante, havia se esquecido completamente de sua verdadeira compreensão sobre o mundo.

Sua mente lhe dominou por alguns minutos, o fazendo não notar o cenário noturno da boate em que se situava naquele àtimo.

— Ah, oi... — respondeu, desprezando a presença da hermética figura masculina fixada ao seu lado.

As batidas frenéticas do som regressaram a ecoar por toda sua mente atordoada, bailando juntamente em uma aliança exorbitante com os aromas penetrantes do álcool e do cigarro.

— Que bom te ver novamente! – relatou o homem, acomodando-se imediatamente no enorme divã em que o rapaz se posicionava. — Ainda mais agora, que está bem mais bonito...

Agarrou-se em um de seus braços, aproximando-se da nuca do mais alto. Lucas não conseguia identificá-lo de maneira alguma, mas não se deixou entregar por deduções pascácias. Sem nenhum pudor, soltou-se rudemente de seus punhos, levantando-se do local celeremente.

O rapaz ficou ali, completamente estático. Não conseguiu entender o caso, mas não hesitou em desvendar mais motivos parvos. Simplesmente deu de ombros e saiu dali.


Lucas caminhava até a saída do lugar, suspirando de forma árdua até o seu destino.

"Cavaleiros, chegou o momento que muitos aguardavam, com vocês, o nosso galã do pau de selfie que mais contém mel na face da Terra, o inigualável Tio Orochi!" 

Uma luz forte passou a iluminar a região por completo.

Outra música logo se principiou. Gritos e assobios bradavam pelo grande salão. Orochi sorriu maliciosamente. O rapaz começou com movimentos suaves, enquanto ia para a frente, rebolando sensualmente.

Os ruídos lhe chamaram a atenção, e Lucas parou sua trilha até a porta. Virou-se para o palco, onde se transmitia o show naquele instante.

Há um tempo atrás, a chance de esquecer os seus problemas em uma boate não lhe vieram à tona. Ele já havia se questionado sobre qual foi o motivo insignificante que o fez ter ido até uma casa noturna – mesmo distinguindo isto.

Contudo, aquela era a sua resposta para tal inquirição.

Seus olhos acompanhavam com cautela cada passo realizado pelo dançarino. Estava embasbacado.

Como pode ter se interessado por uma simples encenação?

Indagações buscavam romper as barreiras de sua imaginação, mas ele recorreu se levar pelo ritmo da coreografia do rapaz.

Subindo ou descendo pela ampla barra de ferro posicionada no centro, o homem prosseguia com mestria o elevado som que era exibido pela boate.

Era lindo. Seu rosto aparentava ter sido esculpido pelos mais talentosos artistas medievais. Seu cabelo era de tom notívago, assim como seus olhos profundos, os quais eram cobertos sob uma fina máscara negra, talvez para esconder sua imagem verídica da sociedade. Sem dúvidas, estava em frente à uma das mais deslumbrantes paisagens naquele segundo.

Hipnotizado, Lucas andava paulatinamente em direção ao palco, sem desviar sua atenção do torso do recôndito homem em sua frente. 

Lucas dissuadiu seus braços contra seu tórax, fitando o moreno com desejo.

Continuou em pé, sem retirar o copo de seu mão. Em uma oportunidade, Lucas sentiu o olhar melânico e intenso de Orochi adentrar sob seu olhar. Desviar do contato visual não era possível naquela altura.

Sentia-se estranho, mas não ousava em quebrar aquela eterna troca de olhares. Era singular, surreal.

Mesmo estando em uma distância mediana, o homem não deixou de notar um breve sorriso capcioso crescer nos lábios carnudos e encantadores do moreno antes mesmo de se pôr de costas para o público, logo descendo da barra e ficar em pé, a fim de atritar as nádegas no metal gélido, proporcionando uma visão fascinante, e logo se deslocando até o chão. Isso foi o suficiente para desordenar Lucas por completo.

De supetão, o vermelho havia feito presença no cenário da casa noturna. A cor de seu júbilo se manifestava em simetria por toda a localidade. Era a tonalidade escarlate do imenso prazer, do mais reetrante amor.

Mas... Como isso era possível? Será amor à primeira vista?

Bom, Lucas não queria ter sua autenticidade furtada por ínfimas deduções néscias. Ele buscava aproveitar o tempo em que a cor mais lancinante de todas marcava em seu olhar.

Afinal, a noite havia acabado de começar...



Notas Finais


Eu sei... Me perdoem kkkk


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