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História Colors - Capítulo 1


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Notas do Autor


bom, não me matem. eu sei, demorou, mas o importante é que eu cheguei, certo? rsrsrs
Eu não estou muuuuito satisfeita com o primeiro capítulo, mas problema dar o meu melhor ao longo dos capítulos.

Em primeiro >> eu queria dizer que este capítulo é apenas uma prévia, o que quer dizer que é uma prévia do primeiro capítulo, pois este ainda está em andamento. A prévia será curtinha, é mais pra vocês terem noção do que se tratará a história.
Em segundo >> eu ainda não sei quantos capítulos serão, mas por ora estou pensando em uma longfic (só espero que dê certo).
Em terceiro >> a playlist está em andamento ainda.
Em quarto >> a história ainda se passa no ensino médio, a escola citada existe de verdade na Coréia e vou fazer o possível pra pegar coisas existentes na cidade natal do Dean.
Em quinto >> Dean tem sérios problemas com drogas e bebidas. Eu sei que na Coréia é permitido bebidas apenas para maiores de 21, mas aqui ele terá dezenove.
Em sexto >> Eu queria agradecer pela capa a @starsggukie (muito obrigada, amor <3)
Em sétimo >> Música sugestão: Colors — Halsey.

Capítulo 1 - Colors;


Fanfic / Fanfiction Colors - Capítulo 1 - Colors;

COLORS;

Hongeun-dong, Seul, Coreia do Sul.

Myongji University.

      Era audível ao ele andar por cada fileira da sala com seus passos lentos e com curta distância. Sua respiração era tão calma que chegava a irritar, e por certo momento que estive por ali eu tive inveja da calmaria que sua mente e corpo se encontravam a cada dia. Eu me perguntava como ele poderia ser tão calmo em meio a tanto caos, tanta agitação de diária e gritaria repentina do corredor ao lado. Por um longo período, eu quis ser como Lee Changwoo. Quis ser meu professor de artes.

— Existem vários tipos de cores e tons em uma paleta. Mas, diferente de outras pessoas, há artistas que procuram, mais do que o tom perfeito, o significado de cada cor — Seu peito subiu e desceu suavemente, permitindo-lhe dar uma breve pausa na fala. — Se pararmos para pensar, quando queremos expressar o sentimento de alegria, nós sempre usamos o amarelo. Enquanto, para expressarmos o sentimento de tristeza, sempre usamos o azul ou preto. — Não sentindo completa a sua explicação, ele acrescentou: — Carregando o sentimento de tristeza, imaginamos um papel. Esse papel está sendo coberto pela cor azul, logo vemos um dia chuvoso, pois chuva é considerada um elemento para uma pessoa triste. E então essa pessoa continua a desenhar coisas tristes, como uma pessoa a prantos. Mas quando carregamos o sentimento alegre, imaginamos um papel. O papel está sendo coberto pelas mais cores alegres, como o amarelo, então estamos visualizando uma paisagem alegre. Um dia de céu azulado com poucas nuvens e o sol está lindo. Vocês estão me entendendo?

A sala foi cheia por murmúrios de afirmação, e o professor ficou a sorrir, satisfeito.

— Tendo essa explicação, alguém quer comentar algo sobre a matéria? — Ninguém pareceu interessado em comentar algo. — Ninguém quer tentar? — A falto do ato fez Lee suspirar com as mãos pousadas na cintura. Seu olhar tornou-se cansado, de repente.

Insegura, levantei minha mão e esperei que ele percebesse. E quando levantou a cabeça, fitando-me com os olhos brilhantes, percebi que sorria.

— Sim, senhorita Simmons?

Guardei minhas mãos no meu colo e as entrelacei quando percebi que todos me olhavam.

— Ainda não entendo o motivo de se preocuparem tanto no significado de cada cor numa paleta. Afinal, no que diferenciaria na pintura?

— Os pintores não querem apenas “marcar” mais um quadro para evidenciar que são de suas respectivas autorias, eles também querem particularmente compartilhar o que estão pensando às pessoas que vêem suas obras de arte.

Nas últimas carteiras da sala, Park Yi Kyung; com seus braços cruzados e com postura totalmente diferente de uma aluna na Myongji University; respondeu-me. E quando percebeu que estava sendo vigiada, Park sorriu sem mostrar os dentes.

— Obrigada, senhorita Park, por nos mostrar que realmente está se entregando á matéria — O professor salientou, propositalmente, “realmente”. Agora todos estavam atentos aos movimentos do professor, que se moveu para outro lugar da sala. — Os famosos pintores estão mais preocupados com o significado de cada cor, porque querem destacar o que realmente estão querendo expressar em cada obra.

E logo o sinal bateu, anunciando que era intervalo.

— Antes de saírem, quero que façam uma pesquisa sobre o significado de no mínimo duas cores e um texto com sua opinião sobre elas. Darei um prazo de vinte e dias, portanto não haverá como ter justificativas de que não houve tempo, certo?

Em uníssono, todos concordam.

***

No caminho da escola para minha casa, eu fiquei pensativa. Quando eu perguntara ao professor sobre minhas dúvidas, rapidamente passei a entender e a enxergar de outra forma, contudo, eu ainda me via confusa sobre uma parte das palavras do professor.

Por que eles se importavam tanto no significado das cores?

E aquela resposta que ganhei em troca não me era suficiente para minha dúvida simplesmente dizer adeus. Eu tinha perguntas e queria aprender não para estudar, mas para poder levar pela minha vida inteira.

Minha mãe dizia que eu era peculiar, pois a maioria dos alunos que estudavam comigo a anos atrás viam os ensinos como perda de tempo e não queriam aprender. Eu acho que fui a única da minha sala que nunca colou na vida inteira. Certa vez, minha mãe havia me contado que minha falecida avó era igualzinha a mim; gostava de tudo que aprendia e tinha vontade de aprender. Aquela foi a primeira e única vez que minha mãe comentou algo relacionado à minha avó, não sei muito sobre ela, uma parte de mim, porém, sentia-se aliviada por isso, pois sempre odiei lembrar ou falar sobre pessoas que não estavam mais a nossa volta.

Continuei aérea por todo o percurso, foi quando cheguei em casa, no entanto, que fui obrigada a despertar, pois minha mãe e minha tia estavam a brigar novamente.

— Eu não quero que você continue naquele grupinho, entendeu?

Minha mãe vociferou enquanto seguia Sienna por toda a casa.

Sienna tinha seus doze anos, enquanto minha mãe tinha trinta e três e eu tinha sete anos, quando minha avó faleceu com parada cardíaca. Foram os piores últimos dias para toda a família, pois as duas estavam brigando. Sienna é irmã de sangue da minha mãe apenas por parte de mãe, ela nasceu de uma traição da minha avó que aconteceu meses antes de meus avós enfim se divorciarem.

A verdade é que meus avós nunca foram apaixonados um pelo outro, e se algum dia eles chegarem a se gostar, foram por apenas dias — palavras de Sienna. Eles foram obrigados a se casarem por ordens do pai da minha avó, mas não adiantou muito coisa, pois ambos traiam um ao outro com quem realmente amavam.

Observei Sienna revirar os olhos. Ela usava um short jeans curto e uma regata, seus cabelos estavam soltos e ela estava com uma maquiagem que realçava sua pele parda.

— E qual é o problema com eles, senhora Josephine?

— Eles não são pessoas boas para você.

Continuei parada entre a porta entreaberta.

— Eles são os meus amigos! — Retrucou Sienna.

Fechei a porta silenciosamente e andei lentamente até a sala na qual as duas estavam.

— Eles não são bons "amigos". Amigos de verdade te levam para cima e não para baixo, literalmente. Não quero você do lado Sul, 'me entendeu?

Dizia antes de realmente perceber a minha presença. Mas quando girou os calcanhares, finalmente me avistou.

— Ah, que bom que você chegou, Natalie! — Exclamou minha mãe. Pegou-me pelo braço e me colocou na frente de Sienna. — Diga a sua tia para ela parar de andar com aquelas pessoas.

— Que pessoas? — Indaguei mesmo sabendo de quem se tratavam. Minha mãe bufou irritada e massageou as têmporas. — Deixe-a curtir o fim da juventude. Não é isso que você sempre diz para mim?

— Obrigada, sobrinha — Deu batidinhas leves no meu ombro. — Viu? Você devia começar a ouvi-la mais vezes ao invés de ficar se preocupando com a minha pessoa — Tomou sua mochila pequena e andou até a porta. — Bom, eu seguirei a sugestão — curtir o fim da minha juventude — Chego antes das duas.

— Eu espero que esteja falando duas da tarde do dia de hoje — Disse minha mãe.

— Não, eu estou falando duas da manhã do dia de amanhã — Sorriu, mostrando todos os dentes. — Beijos.

E saiu, obrigando-me a ouvir as reclamações da minha mãe.

A verdade é que eu nunca entendi o motivo de tanta briga entre as duas, sempre foi um mistério na família Simmons — porque ninguém realmente sabia. Minha tia nunca respondia as perguntas relacionadas a ela e minha mãe, igualmente com minha mãe. As duas poderiam se odiar, mas se apoiavam quando o assunto era permanecer calada.

 

Naquela mesma noite, enquanto eu fazia o dever de casa, Sienna apareceu no meu quarto. A maquiagem estava borrada e ela parecia bêbada o bastante para dizer coisas sem sentido.

Deitou-se na minha cama e bufou alto.

— Posso ficar aqui? Não quero dar o gostinho de vitória para sua mãe.

Eu concordei, sendo a última coisa que falamos na noite de terça-feira.

DIA SEGUINTE.

Acordei bem cedo para não presenciar mais uma briga entre as duas. Sequer tive tempo de escolher uma roupa decente e fazer alguma coisa nas minhas tranças. Sienna ainda dormia na minha cama quando eu saí do quarto. Tive que dormir no colchão de baixo, pois seria impossível dormir com minha tia estando bêbada — eu sabia, porque na última vez que tentei dormir, acabei acordando no chão.

Minha mãe já estava de pé na cozinha, fazendo o café da manhã. Embora eu saiba que não fora por um motivo ruim, a primeira coisa que ela me perguntou foi se Sienna havia dormido no meu quarto na noite anterior e não querendo mentir, eu apenas respondi que ela havia chegado bem tarde e resolveu dormir por lá mesma, o que em partes é verdade. Logo depois ela me perguntou se eu queria tomar café, eu, porém, neguei — embora eu estivesse morrendo de fome.

Como todas as manhãs, eu fui a pé ao colégio o qual era poucos minutos. A rua ainda se encontrava deserta por serem seis horas da manhã. Nos dias em que eu saía de casa ás seis e quarenta outros alunos do mesmo colégio também estavam indo para a aula. Afinal, por que acordar mais cedo se há tempo para se aprontar?

Quando cheguei à escola, o relógio marcava seis e quinze e os portões começavam a serem abertas para os alunos e professores. Fui uma das primeiras a entrar e logo me hospedei na biblioteca. Cumprimentei a bibliotecária como de costume e andei até as mesas do fundo. Após me sentar e pôr meu livro em cima da mesa, conectei meu fone ao celular e pus minha playlist no Spotify para tocar.

Eu estava prestes a mudar de página quando um grupo de alunos passou pela porta, levando todo o silêncio e a paz da biblioteca. A senhora Han — bibliotecária — rapidamente repreenderam-nos no momento em que entraram na biblioteca a gritos, no entanto não ajudou por muito tempo. O grupo se hospedou em uma das mesas pouco longe da que eu estava e continuou fazer barulho.

Embora eu estivesse com o fone de ouvido e com a música no volume máximo, os risos do grupo continuavam a me incomodar. Encarei o relógio de parede, vendo que eram apenas seis e quarenta, enquanto a aula começava ás sete e quinze. E por mais que eu quisesse muito continuar na biblioteca, sentada em uma das mesas, o grupo parecia ter ganhado. Juntei minhas coisas e as coloquei dentro da minha mochila ao mesmo tempo em que falava mal mentalmente de cada um daquela roda. Levantei-me da mesa, pendurei minha mochila no ombro enquanto segurava meu celular na mão e andei para o lado mais “agitado” da biblioteca. Mas, para o meu azar, acabei trombando com um dos membros daquele grupo. A culpa foi minha, admito. Afinal, eu sequer estava prestando atenção no que estava acontecendo à minha frente.

E quando estava prestes a pedir desculpas, o garoto antecipou-se e, de um modo grosseiro, disse para prestar mais atenção por onde eu andava. Por pouco não retruquei como resposta, no final, no entanto, apenas revirei os olhos e continuei andando. Não me dei ao trabalho de olhá-lo quando ele, de repente, resolveu ser grosseiro comigo.

***

As palavras de uma língua, caro senhor Gorelli,

São uma paleta de cores,

Que tanto podem fazer o quadro feio, como podem fazê-lo belo,

Segundo a mestria do pintor.

As palavras fluíram rapidamente ao mesmo tempo em que Chaewoo andava de um lado para o outro na sala de aula. Sua voz ecoava no ambiente quase silencioso, exceto a sua voz. Qualquer um poderia sentir sua voz, sentir o que todas aquelas palavras significavam. Eu senti e posso afirmar que fora a melhor coisa que senti naquele dia chuvoso.

E as aulas continuaram fluindo ao passar das horas. Tivemos duas aulas de artes, meu professor, porém, não tocou no assunto do dia anterior, o que havia me deixado frustrada, pois eu tinha perguntas, tinha dúvidas que queria tirar, mas não me atrevi a perguntar quando percebi que o professor Changwoo não estava no seu melhor dia.

Algo que eu percebi durante os três meses em que estivesse ali foi que o país em si é muito rigoroso quanto ao ensino, principalmente no ensino médio. Não que nos Estados Unidos seja ruim, porém a Coréia se destaca sempre. Os pais sempre esperando o melhor do filho em uma boa colocação, com ótimas notas para o histórico escolar e essas coisas. Uma vez, quando eu estava saindo do colégio, observei uma mãe brigar com o filho usando palavras absurdas e dizendo que o filho era inútil comparado ao irmão. Dizendo que o segundo lugar era para os perdedores. E após presenciar tudo aqui, perguntei-me se minha avó havia sido assim com a minha mãe para ela ser tão disciplinada e tão organizada em todas as coisas. Perguntei-me se minha mãe alguma vez seria capaz de dizer aquelas coisas para mim quando visse que eu não estava indo bem na escola.

Eu nunca fui uma garota inteligente comparada aos meus outros colegas de classe no meu país natal, mas eu tentava. E embora minha mãe não deixasse claro que não estava contente com as minhas notas, eu sabia que ela estava chateada. Ela tentava a todo custo me ajudar no que podia, até mesmo começou a estudar para me ensinar coisas que eu não estava entendendo, e eu a agradeço muito por ter feito tal coisa. E eu podia ser horrível na escola na questão do ensino, mas eu nunca cheguei a me envolver em brigas, nunca fui suspensa ou chamaram a minha mãe por motivos de brigas, bagunça ou qualquer coisa do tipo. Eu era considerada tão quieta que chegaram a se perguntar se eu realmente não era tinha problemas com a fala. Mas diferente de mim, Sienna sempre se envolvia em confusão; ela não ia bem nas provas e trabalhos, sempre brigava com alguém por motivos fúteis e era difícil não ver a minha mãe na escola por causa dela. Bom, acho que tudo que eu não era, Sienna conseguia ser o dobro, talvez por nós duas, e se me perguntassem o que eu achasse sobre isso, eu diria que não a culpo. Sienna, afinal, havia passado por tantas coisas, presenciou tantas coisas com tão poucos anos, portanto eu não a culpo.

Com um tempo eu comecei a me achar nisso tudo. Comecei a encontrar o meu lugar. E descobri que eu era muito boa em várias matérias. Claro que eu não chegava aos pés daqueles que estavam no topo, contudo, eu sempre dava o meu melhor em tudo. Certo momento, eu recebi elogios dos diretores e professores enquanto a maioria recebia bronca e mais bronca por sequer estarem se esforçando nas provas e testes. Mas, eu acho, a maior parte era apenas riquinho tentando a todo o custo chamar atenção dos pais ocupados.

Enquanto andava a passos lentos para fora do colégio com minha mochila pendurada no ombro, com um capuz na cabeça, escondendo minhas longas tranças, e com as mãos escondidas no bolso do casaco, pude ver o mesmo grupo da biblioteca um pouco longe dos portões. Aquele lugar era como um esconderijo. Casais querendo um pouco de privacidade, grupos de brigas, “reuniões” de outros grupos, entre outras coisas piores. O lugar era perto de um muro enorme e bem comprido o qual havia lixeiras. Amarelo, azul, verde, vermelho.

Havia cerca de sete pessoas, apenas garotos, quatro estavam em pé de costas para mim e três estavam sentados de frente para mim. Percebi que, mesmo estando um pouco longe, estavam sérios — pelo menos os que eu pude ver — e que não pareciam felizes com que o outro estava falando. Devo ter permanecido parada na frente do portão, enquanto pessoas que entravam ou saiam tentavam se desviar do meu corpo, por muito tempo, porém, foi quando um deles desviou o olhar para mim e me olhou de longe como se quisesse descobrir o que eu estava pensando, que tive certeza de fiquei muito tempo ali, como uma idiota.

Em um movimento rápido desviei meu olhar do seu, abaixando minha cabeça. Agradeci mentalmente por estar de capuz, embora soubesse que não mudava muita coisa. Meus ombros se encolheram quando ainda senti que ele me olhava, dessa vez, entanto, eu não me virei para fitá-lo. Ainda a encarar meu par de tênis preto e branco, comecei a andar a passos largos até a saída e embora eu não estivesse o fitando, algo me dizia que ele continuava a me olhar. Mas foi ao ter a certeza de que estava longe o suficiente para não ser vista que observei aqueles sete garotos, mas principalmente o que me olhava. Agora ele parecia procurar por algo — ou por alguém — e ao seu amigo perceber tal ato, empurrou-o pelo ombro, fazendo-o “despertar” e voltar a prestar atenção no que o outro falava.

Ao caminho de casa, novamente vi-me aérea e pensativa. Perguntei-me o motivo de aquele garoto ter me olhado daquele jeito. Eu sabia que estava encrencada por prestar atenção em algo que eu sequer deveria ter olhado, sei disso, contudo... Por que ele me olhara daquele jeito? Não havia resquícios de raiva. Seu olhar era como um imã quando estavam colados com os meus. Totalmente diferente das outras vezes.

 


Notas Finais


amo vocês, mano <3


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