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História Colors , jikook version - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 05


                 _________  🌿 _________

O tempo tinha amanhecido frio e bastante chuvoso, bom o suficiente para que eu me mantivesse em casa enrolado nas cobertas assistindo algum desenho animado. No entanto, isso é apenas um sonho distante e eu tinha que ir trabalhar, caso ao contrário Jungkook comeria meu fígado.

Um acontecimento raro vinha acontecendo, depois que ele - na segunda-feira - foi gentil comigo nosso relacionamento melhorou, a convivência não é mais tão desgastante e isso é um passo grande para que meu acúmulo de estresse diminuísse gradativamente.

Tentei não ficar muito pilhado com isso ou eu acabaria surtando tentando entender e achar os motivos para ele começar a agir como um chefe normal, e não um filho da puta que só fode com a minha vida me fazendo ficar dependente de calmantes.

Nunca precisei de remédios para dormir, mas eu vinha os tomando com frequência já que eu passei a ter a infeliz campainha da insônia e ela não me deixava dormir por nada, portanto eu apelava para os remédios.

Apesar de toda a parte merda da minha vida eu posso me considerar alguém forte, porque eu já passei por muita coisa e ainda estou de pé, seguindo firme com a minha vidinha que mesmo aos trancos e barrancos ainda é minha e eu não a mudaria por nada, porque ela tem todo o meu jeitinho.

O jeito bagunçado de Park Jimin ser.

Hoseok convidou nós dois para irmos na festa que vai ter na empresa que ele trabalha. ─ Mordi minha torrada ao passo em que enchia minha caneca da Pucca com café e olhava para meu amigo. Precisamos comprar roupas!

Qual o nome da empresa mesmo?

Chanel seu lerdo. - Parei de mastigar o olhando surpreso. Eu tinha escutado direito?

Chanel? Hoseok trabalha na Chanel!? - Gritei quando a caneca transbordou derramando café em cima de mim, molhando minha calça. Merda!

Levantei de súbito pegando um pano tentado inutilmente limpar minha calça, eu vinha percebendo que as vezes que eu sujei minha roupa com café eram muitas, eu sou um destrambelhado isso sim!

Minha mãe costumava dizer que quando eu era pequeno vivia com curativo nas pernas ou com gesso em alguma parte do corpo pois eu vivia caindo mais que uma criança normal, eu era o único dos meus primos que tinha uma coleção de machucadinho pelo corpo.

Ainda tenho a marca da cirurgia que fiz quando caí da casinha da árvore e quebrei uma costela, meu dente da frente é meio torto pois uma vez eu estava andando de skate com Haneul e acabei me desequilibrado indo de cara com o chão, e por último e talvez o mais grave que tenha mexido com a minha mãe foi quando eu tinha três anos e escorrei no banheiro batendo a cabeça no vaso, ela me disse que me achou em uma grande poça de sangue e entrou em puro pânico.

E bem, esse meu lado destrambelhado não sumiu por completo porque o Park Jimin adulto ainda fazia muita besteira.

Como sempre derrubar café na própria roupa ou esbarrar nas pessoas.

Hey cuidado! - Riu mordendo seu pão de queijo. Mas respondendo sua pergunta, ele trabalha sim, é o "braço direito" do CEO, por quê?

Paradise tem pareceria com ela e todo mundo foi convidado, eu irei se você for. - Joguei o pano na mesa vendo a mancha ficar menos evidente. Não tinha tempo para ir trocar, eu deveria estar mais que atrasado.

É mais que óbvio que eu vou, temos que ir na Time Square comprar roupas novas, quando seu pagamento saí?

Acho que sexta-feira, mas posso pedir ao senhor Jeon um aditamento...- Verifiquei as horas em meu relógio de pulso arregalando os olhos e enfiando o último pedaço de torrada na boca. Uh tenho que ir, te amo!

Fechei a porta correndo para o elevador antes que o mesmo se feche, por sorte o homem, que também era meu vizinho estava lá dentro e segura uma das portas.

Oh meu herói!

Obrigado. - Eu disse sorrindo todo bobinho.

Byun Baekhyun era o tipo de vizinho que eu amava ter, além de ser super educado, prestativo e dono de um gatinho gorducho ele é incrivelmente gostoso. Eu não vou mentir, há um tempo atrás - na época em que eu era um tarado - dei em cima do mesmo, e por motivos muitos óbvios Baekhyun correspondeu, o que resultou em nós dois aos beijos e uma foda deliciosa.

Claro que, para minha infelicidade aquele "rolo" não durou mais que um dia, pois pouco tempo depois ele viajou e eu entrei para Paradise. Mas ainda é bom relembrar os velhos tempos em que eu provava daquela boquinha e tinha aquelas mãos brutas sobre mim.

Como vai o trabalho? Clarc comentou que você anda bastante cansado, é verdade?

Clarc era um fofoqueiro!

Vai bem, apesar de sugar muito a minha energia eu gosto do que faço, só vamos relevar o fato de que meu chefe é um tirano.

Byun ri baixinho se encostando na parede ao meu lado passando a cruzar os braços. Acabei por suspirar com a visão de seus braços fortes, nossa eu pegava muito e ainda dava replay.

Se controle Jimin!

É mesmo? Ele explora muito você?

Até demais, meus pensamentos diários são em como arranjar um jeito de lhe agredir sem ser demitido.

O moreno sorri oblíquo, o elevador para no vigésimo quinto andar mas o mesmo não saí, então suponho que ele também irá para o térreo. Pelo canto do olho sinto seus olhos em mim, e por puro insistindo começo a me abanar com as mãos suspirando alto. Ficou calor não?

Olho ao redor procurando algo que me distraía mas sou pego de surpresa quando tenho meu corpo pressionado contra a parede gélida e mãos firmes em minha cintura, a apertando.

Levo meus lumes para o rosto a minha frente acabando por suspirar em completo deleite. Fechando os olhos por breve momento eu sinto os lábios de Baekhyun contra os meus me beijando afoito enquanto eu lhe agarrava o pescoço abrindo a boca para que o mesmo me invadisse com sua língua atrevida.

Havia me esquecido de como ele beijava bem.

De repente o elevador pareceu descer mais rápido e quando me dei conta estava com as pernas ao redor da cintura de meu vizinho tendo a cabeça jogada para trás enquanto ele fazia um belo e prazeroso trabalho em meu pescoço, me arrancando arfares baixos.

Por fim, chegamos ao primeiro andar.

Baekhyun mordeu meu lábio com força antes de me soltar no chão na mesma hora em que as portas se abriram e três pessoas entraram, nos olhando como se soubessem tudo que havíamos feito ali.

Eu tenho que ir. - Me apressei em sair daquele lugar ajeitando minha roupa amassada e meu cabelo que estava em uma completa bagunça de cachos.

Faço um gesto com as mãos para o síndico andando desconcertado até meu carro.

Caramba eu tô muito atrasado! - E saio em disparada pelas ruas de Nova York.

                                                                                (...)

PARK! - Ouço a voz de meu chefe soar raivosa por entre os corredores me assustando e fazendo com que eu acabasse derrubando o café mais uma vez, só que na minha blusa. Justo a que eu mais gostava!

Larguei o copo descartável na mesa e corri para sua sala, tendo tempo apenas de pegar um guardanapo e tentar diminuir o estrago na blusa. Se eu fosse contar das vezes em que me sujei com café passaria de dez, eu tinha certeza.

Não poderia culpar a bebida, eu amava cafeína, talvez eu fosse até mesmo um viciado, nos tempos em que eu estava na Universidade tomar café para não desmaiar de sono em alguma aula importante era a minha válvula de escape, a minha droga viciante que hoje em dia eu não sabia viver sem.

Além do mais café é vida!

Adentrei a sala sem bater, eu não sabia o que tinha acontecido para Jungkook me gritar feito um louco, parecia até que tinha alguém em sua sala apontando um arma para si.

Foi desesperador para mim, um mero funcionário que andava na corda bamba com medo de que um deslize - o mínimo que fosse - virasse a causa da minha demissão. Confesso ter pensado em todas as coisas que fiz e se alguma foi de tão grave, se fosse pelo cochilos que eu tirava na sala de conferência seria uma causa injusta.

Eu ainda não estava pronto para ver Taewoo, o diretor ro RH. Então somente abri a porta deixando os modos de lado caçando com os olhos alguma ameaça, mas travei por completo quando deixo meus olhos caírem sobre a superfície da mesa.

Oh não...

Senhor como isso aconteceu....- Procuro alguma solução para aquilo.

Na mesa estava o projeto da Angel destruído, ou melhor em pedaços em sua mesa. Senti um grande peso cair sobre meus ombros, eu tinha dado tudo de mim para isto e então, de repente meu esforço é jogado no chão e pisado como se fosse um inseto qualquer? Eu estava sim de orgulho ferido.

Lhe olho deixando claro a minha surpresa, céus o que tinha acontecido? Havia de ter alguma resposta plausível para isso, eu não podia acreditar que minhas exatas cinco noites em claro irem por água abaixo. Não mesmo!

É o que eu estou tentando descobrir! - Vociferou passando a destra pelos fios escuros em um gasto de pura frustação e raiva. Alguém entrou na minha sala antes de mim?

Não. - Me aproximo, tocando com os dedos os papeis picados e vendo ainda a minha letra ali, junto da assinatura.

De repente eu queria chorar, porque se tinha algo que me deixava fraco e vulnerável era quando desprezavam meu esforço e dedicação, aquilo para mim era inaceitável.

Encarando todo aquele planejamento feito com pura concentração que fui pensando em quem poderia ter feito aquilo, mas ninguém em que eu pensava teria a coragem ou motivo, os meus amigos mais próximos que trabalhavam aqui tinham até mesmo me ajudado então eles estavam fora de cogitação.  Exceto por um, que passava longe de ser meu amigo, isso sim.

Ele seria tão mau caráter ao ponto de estragar o trabalho do próprio namorado? Se bem que daquele ali eu espero qualquer coisa, qualquer coisa mesmo.

O que vamos fazer? Isso era para ser apresentado amanhã aos acionistas da Chanel e não vamos conseguir terminar à tempo! - Minha voz carregava tristeza e um misto de revolta, queria tanto ver esse projeto ser lançado, não só na folha de papel.

O moreno soltou o ar com força antes de se aproximar e segurar meu queixo com firmeza me fazendo lhe olhar, Jungkook tinha um olhar firme e profundo, ele carregava algum tipo de aborrecimento em específico, tinha a língua presa contra os lábios e as sobrancelhas juntas, quase como se tivesse pensando em algo.

Eu podia até mesmo ver as engrenagens de sua mente trabalhando a todo vapor.

Até que ele finalmente diz: Escute, desmarque qualquer compromisso marcado para o fim do dia, hoje no fim do expediente você vai para minha casa e iremos refazer tudo. Nem que para isso tenhamos que passar a noite em claro, está bem?

A idéia de ir até sua casa me pareceu tentadora, e como um raio minha cabeça me lançou várias dúvidas que de repente queriam serem sanadas. Será que ele morava em uma mansão? O que aconteceria com nós dois sozinhos fora do ambiente de trabalho? Eu precisava urgentemente parar de dar ouvidos à Yoongi, ele estava me transformando em um louco obcecado por sexo.

S-sim...Por mim tudo bem. - Respondi, depois de ficar em silêncio reformulando aquela frase por segundos. Mas o senhor suspeita de alguém?

Seria louco eu dizer que meu namorado é meu primeiro suspeito?

Ofego deixando que um sorriso pequeno aparecesse. Meu corpo parecia soltar fogos de artifício e eu não entendia nada, parecia um bebê que tentava inutilmente encaixar um triângulo na forma de um quadrado, e aquilo era agonizante!

Não mesmo, até porque eu pensei justamente nele. - Jeon sorri balançando a cabeça e afasta sua mão de meu rosto. Ah eu estava adorando essa nossa relação amigável de chefe e secretário pessoal. ─ Mas Jungkook...Você tem certeza? E se não for o suficiente?

Parecendo notar o meu desespero interno meu chefe abre um sorrisinho tombando a cabeça para o lado, em uma careta fofa.

Hey Park, nós iremos conseguir okay? Confio no seu potencial então sem receios. Concordei sorrindo fraco. Pode voltar para sua mesa, no vemos mais tarde.

Nos vemos mais tarde!

Eu o veria mais tarde e ainda por cima na sua casa! Eu queria gritar, porque de alguma forma nós estávamos nos aproximando e o Jimin interior dava pulinhos por todos os cantos sorrindo de orelha a orelha. Aquilo era um grande passo, e quem eu queria enganar? Eu estava sim, imensamente feliz de ir conhecer a casa de Jungkook, embora fosse somente para refazer um trabalho.

Que se dane! Você vai na casa dele idiota! Minha deusa interior grita, acertando um tapa mental em minha nuca, me fazendo lembrar de Yoongi.

Pensando em conta-lo sobre meu progresso eu saio dali em um misto de euforia e ansiedade, afinal eu vou na casa de Jungkook e nunca, que em toda a minha vida iria cogitar essa idéia.

É Jimin, estamos progredindo!

                                                                                    (...)

O ranger rover preto parou de se movimentar estacionando em frente a uma casa que se vendida pagaria quase todos os condomínios incluindo o meu.

Desci do carro eufórico encarando aquela mansão diante dos meus olhos, meu deus eu sempre soube que ele era podre de rico! Fiquei ao seu lado enquanto o mesmo digitava um código fazendo os portões de metal branco se abrirem - okay eu realmente sou pobre - me dando a visão de um extenso caminho de pedras e de um jardim muito bem cuidado abrigando flores belíssimas.

Se eu estivesse sozinho com certeza estaria filmando tudo e postando nos Stories do Instagram, #InvadindoAcasaDomeuChefe ficaria nos trends eu tinha certeza! Ele abriu a porta principal me incentivando a entrar primeiro, tirei meus tênis deixando no canto da porta por costume varrendo meus olhos os deixando capturar cada canto daquela casa - se é que podemos chamar assim - que conseguia ser ainda mais bonita e chique por dentro.

Uma mulher com trajes de empregada doméstica apareceu no centro da sala ficando surpresa ao me ver ao lado de Jungkook.

Presumi que, talvez ver alguém que não seja Kwan-soo com seu chefe fosse literalmente uma surpresa, a casa dele era uma puta casa se assim posso dizer. Queria tirar foto de tudo de fazer um album, porque ficar guardado na minha memória não seria o suficiente, mas é óbvio que me contive.

A escada de mármore branco se destacava mais que tudo depois do grande lustre, o grande e charmoso sofá de couro escuro dava a volta em forma de "L" se encaixando perfeitamente com a grande televisão e os restantes dos móveis que dariam para pagar os cinco anos de aluguel que paguei antes de comprar meu apartamento.

Jeon Jungkook exalava riqueza.

Certo, irei buscar as coisas para já irmos adiantando. Fique á vontade. - Cumprimentou a mulher de meia idade antes de correr escada à cima e desaparecer por um corredor.

Aproveitei para analisar detalhadamente alguns itens que meus olhinhos podiam enxergar na ausência dos óculos que eu havia esquecido ao sair de casa. Notei que não tinha quadro algum, em uma estante ao lado da televisão tinha exatos três porta-retratos e forçando um pouco as vistas eu identifiquei a primeiro Jungkook, ele estava um pouco diferente e tinha os cabelos castanhos um pouco maiores, eu diria que abaixo das orelhas. Mas não foi o fato dele estar de cabelo grande que prendeu a minha atenção, e sim a criança em seu colo sorrindo banguelinha na direção da câmera.

E ele era idêntico à Jungkook.

Deveria ser algum sobrinho já que Jiwio uma vez me disse que senhor Jeon tem uma única irmã, mas que ela nunca apareceu na empresa depois de algo que a mesma tinha esquecido.

Confesso que na hora fiquei super curioso, mas deixei 'pra lá quando vi que tinha coisas mais importantes do que me preocupar com a vida particular do meu patrão.

Amigo ou ficante? - Tomei um susto quando a empregada aparece do meu lado como um fastama.

O que ela tinha perguntado?

Perdão?

O senhor é amigo ou ficante dele? - Franzi rosto lhe entregando minha bolsa quando a mesma pediu. Que tipo de empregada faz uma pergunta dessas?

Olha eu diria que....Amigo? Acho que soa bem. - Notei sua expressão murchar e ela parecer...Desapontada? Mas o que?

Pisquei algumas vezes tentando entender o que aquela expressão queria dizer. Ela estava sendo irônica?

Ah que pena, você é muito mais bonito e me parece ser mais simpático que o outrozinho.

Parei por um segundo processando aquelas informações. Então quer dizer que ela não gostava de Lee Kwan-soo? Uh isso seria interessante, muito.

Não gosta do namorado de Jungkook? - Ela assentiu. Então estamos no mesmo time.

A mulher cujo o nome eu desconhecia sorriu singela, se aproximou perto de mim colocando a mão rente a boca como se fosse contar algum segredo. E eu não me segurei, fiz a mesma coisa.

Aquele homem é o diabo! Eu não sei como o Jungkook lhe aguenta, já tive vontade de jogar água quente naquele rosto cheio de plástica. - Sussurrou, concordando com o que tinha dito e fazendo uma careta.

Gargalhei alto levando minhas mãos até a boca, então eu não era o único a não ir com a cara do Lee? Aquilo era uma novidade, a empregada de Jungkook não gostava de Kwan-soo e isso era uma notícia maravilhosa!

Acontecia que, eu nunca tive motivos claros para lhe odiar, mas sabe quando seu santo não bate com o de outra pessoa? Então, era exatamente isso que acontecia entre mim e aquele lá, seu jeito falso e esnobe de tratar as pessoas me causavam ânsia, e irei admitir que sim, já senti vontade de lhe socar o rosto.

Mas foi passageiro.

É muito bom saber disso, a propósito qual o seu nome?

Oh me desculpe, me chamo Hana e o senhor? - Sorriu simpática. Gostei dela!

Park Jimin, mas me chame apenas de Jimin.

Tempo depois a figura de Jungkook apareceu descendo as escadas vestindo uma calça moletom e uma blusa cinza usando meias do...Iron Man nos pés? A cada dia esse homem me surpreende mais ainda.

Pelo visto vocês duas já se deram bem não é? - Colocou uma pasta na mesa junto de um tablet me chamando com os dedos para que eu me aproximasse.

É que, ao contrário daquele lá, o Jimin é muito educado. Com licença. - Ele lhe olhou risonho a vendo sumir de nossas visões.

As vezes eu me pergunto aonde arranjo funcionários tão abusados, mas aí é só olhar para você que tenho a reposta.

Cruzo os braços indignado, ele estava me acusando!?

Eu não sou abusado coisa nenhuma! E ela é bem simpática.

Jeon ri baixo erguendo as mãos em sinal de rendição, formei um biquinho emburrado. Eu não era abusado coisa nenhuma!

Agora vamos ao que importa, o projeto recuperação Angel. - Se sentou de forma preguiçosa no sofá e eu o acompanhei.

Logo não demorou para que eu já me sentisse mais confortável, e juntos trabalhávamos a todo vapor querendo que aquele projeto ficasse melhor que o último. O que seria meio difícil e bastante trabalhoso, mas assim como no antigo eu daria tudo de mim.

Durante esse tempo eu tive a oportunidade de descobri traços de sua personalidade e posso dizer que ela é apaixonante, e que a casca de chefe mandão é apenas uma mascará para que as pessoas não o vissem vulnerável. Demos uma pausa pois Jungkook não parava de reclamar sobre estar com fome e pediu para que Hana nos trouxesse um lanche.

Homem de ferro? Isso é sério? - Questionei depois um tempo o analisando.

Ele parecia uma criança daquele jeito, super fofo! Jungkook bebe seu suco de laranja me olhando sobre o copo com uma sobrancelha grossa sendo arqueada de modo intimidante.

O que foi? É um dos melhores super heróis que a Marvel já fez.

Não acredito que ouvi esse absurdo! É claro que é o Capitão América, ah o Chris Evans, que homem meus amigos. - Lhe encarei encontrando seu rosto com uma feição indecifrável e meio desafiadora.

Pois então fique aí com seu heróizinho de merda.

Gargalhei alto lhe acertando um tapa no ombro, aquilo era uma pequeno ataque de ciúmes? Não creio!

Continuei a rir, e mesmo que ele tentasse ficar sério depois de um tempo se juntou a mim, sua risada era gostosa de se ouvir e quando Hana apareceu perguntando sobre o porquê de estarmos rindo feito hienas apenas neguei com as mãos vendo a mulher nos chamar de loucos e voltar para seus afazeres.

Certo Park....- Recuperou o fôlego abandonando o copo no chão se arrastando para mais perto de mim. Chega de risos, vamos continuar. - Eu concordei rindo fraquinho e ganhando um beliscão no quadril me pegando desprevenido com aquele toque íntimo. ─ Eu disse sem risinhos.

Tudo bem já entendi!

E voltamos a trabalhar, mas é claro que eu ainda o olhava de soslaio. Sorrindo contido tendo uma conversa mental com o Jimin interior, e ele estava radiante, idêntico ao sol de meio dia.

Ele estava criando laços com Jungkook, e mesmo que eu quisesse me afastar porque afinal era perigoso eu não iria conseguir.

Porque estávamos embaraçados demais, e nenhum escoteiro conseguiria desfazer aquele nó.

O nó de meu coração.



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