História Com amor, Alice - Capítulo 24


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars, Eric Hernandez, Kameron Whalum, Personagens Originais, Philip Lawrence
Tags Adolescente, Amizade, Amor, Brunomars, Colégio, Encontro, Faculdade, Hooligans, Losangeles, Romance, Viagem
Visualizações 33
Palavras 1.838
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - CAPÍTULO 24


Fanfic / Fanfiction Com amor, Alice - Capítulo 24 - CAPÍTULO 24

                                    Alice

Acordei sentindo alguém me balançar, assim que abrir os olhos vi o Athur na minha frente.
— O que é que você quer, inferno? — Falei irritada.
— Hora de levantar, minha filha.
— Me poupe, Arthur. Hoje é sábado. — Falei e virei pro outro lado.
— Iremos sair.
— Eu não quero sair.
— Você não tem querer, bora, levanta.
Fingi que não estava ouvindo.
— Bora, cão, levanta logo. — Bateu em mim com o travesseiro.
— Que caralho, viu?! — Falei irritada e levantei.
— Misericórdia. — Falou Miguel que estava sentado na cama do Arthur mexendo no notebook.
— Ah, vai merda você também. — Falei e segui para o banheiro morrendo de raiva.
Escovei os dentes, lavei o rosto e retornei para o quarto.
— Vamos pra onde? — Perguntei procurando um pente dentro da gaveta do guarda-roupa.
— Na casa da tia Margaret. — Respondeu Arthur mexendo no celular.
— Fazer o que lá?
— Vê-la. A mamãe ligou mandado a gente ir lá, pois a tia Margaret entrou em contato com ela dizendo que estava com saudade da gente.
— E eu com isso? Se ela tivesse realmente com saudade ela vinhesse aqui nos ver. — Falei enquanto penteava meu cabelo.
— Tá maluca? Se ela visse a galera que mora aqui com a gente, a mesma ia correndo contar pra mamãe e pro papai e ainda ia inventar história fofoqueira do jeito que ela é.
— Poblema seu, você não contou logo que os meninos moram aqui porque não quis.
— Você é insuportável quando acorda.
— Não, eu sou insuportável quando alguém me acorda, diferente de você que é insuportável sempre.
Fiz um coque, guardei o pente novamente na gaveta e saí do quarto deixando a peste do Arthur sozinho, pois o Miguel também já havia saído do quarto.
Ao chegar na cozinha, encontrei o Bruno de costas lavando os pratos.
Ele estava sem camisa, usava apenas uma bermuda tactel estampada.
Ele colocou a última louça no escorredor, secou as mãos no pano de prato e virou -se dando de cara comigo, mas não falou nada, nem ao menos me deu bom dia, apenas caminhou em direção à porta e saiu.
Na moral, não entendo esse garoto.
Ontem levantou do nada com a cara fechada e disse que ia dormir, hoje passa por mim e me ignora completamente.
Ah, que se lasque.
Me sentei na mesa que ainda estava posta e iniciei meu desjejum.
Comi até não aguentar mais, depois fui escovar os dentes e tomar banho.
Saí do banho enrolada na toalha, voltei para o quarto e caminhei até o guarda-roupa.
Peguei uma calcinha branca de renda, um cropped preto e um short jeans cintura alta.
Me vesti, fiz uma make básica, passei desodorante, perfume, penteei o cabelo deixando o mesmo solto, troquei o piercing do umbigo, calcei um Vans preto, peguei meu celular, coloquei no bolso e saí do quarto.
Ao chegar na sala, encontrei o Kam deitado no sofá assistindo televisão.
— Assim meu coração não aguenta. — Falou me analisando.
— Besta... — Sorri. — Você viu o Arthur?
— Ele tá no quarto do Eric.
— Valeu.
Caminhei até o quarto que o Eric divide com o Phil, o mesmo estava com a porta encostada.
— Arthur? — Gritei da porta.
— Oi? — Respondeu no mesmo tom.
— Já tô pronta, vamos.
— Tô indo.
— Ok, estou te esperando na sala.
— Valeu.
Caminhei de volta pra sala, sentei no sofá e fiquei conversando com o Kam enquanto esperava o Arthur.
O Kameron é um ser humano incrível e muito divertido, gosto bastante dele. Único defeito dele é ele não ser meu... brincadeira.
Depois de mais ou menos dez minutos de espera, o Arthur apareceu.
Ele usava uma bermuda jeans creme, uma camisa branca da Gucci e um chinelo slide preto também da Gucci.
Seu cabelo estava penteado para trás e sua barba mal feita, seus olhos cintilavam o azul mais claro.
Na moral, meu irmão é um homão da porra.
— Vamos.
— Até que enfim... — Revirei os olhos e levantei.
— Tchau, Kam.
— Tchau, maninha.
— Vou ali, viado. — O Arthur bateu na mão do Kam.
— Vai lá, viado.
Seguimos em direção a porta, saímos e fechamos a mesma em seguida.

                                    ***

Passamos o dia na casa da tia Margaret.
Ele apesar de ser fofoqueira, é uma ótima pessoa e sempre foi uma tia coruja pra mim e pro Arthur.
A mesma havia preparado um delicioso almoço para nos receber, onde havia bastante sobremesas.
Foi bom e divertido passar a tarde com ela.
Chegamos em casa por volta das dezenove horas, assim que chegamos, o Arthur foi tomar banho e depois saiu com os meninos, eles haviam marcado de ir para a balada hoje à noite, exceto o Bruno, que está no quarto que eu divido com o Arthur, ele disse que não daria pra sair hoje porque tinha que resolver algumas coisas da empresa que ele trabalha.
Daí, ficou só eu e ele em casa.
Eu estava louca pra tomar um banho e dormir, mas como o Bruno está ocupado não posso ir pro quarto agora.
Continuei assistindo minha série e depois de mais um episódio de quase cinquenta minutos, resolvi levantar e ir até o quarto de um dos meninos para tomar banho.
Fui para o quarto que o Phil divide com o Eric, abri o guarda-roupa que aparentemente era do Phil, o estilo de roupa denunciava isso, peguei uma toalha e segui para o banheiro.
Me despi, entrei no box, ajustei a água para morna, liguei o chuveiro e fui para debaixo do mesmo.
Após tomar um banho demorado, me enrolei na toalha, saí do box, peguei minha roupa que estava no chão do banheiro, saí do mesmo, fui até a área de serviço e coloquei minha roupa no cesto de roupa suja.
De qualquer forma terei que ir lá no quarto que divido com o Arthur, pois preciso pegar algo para vestir.
Caminhei até o quarto, abri a porta com cautela para não atrapalhar o Bruno, ao entrar, encontrei ele sentada na cama do Athur, como os olhos vidrados na tela do notebook que estava em seu colo e com alguns papéis a sua volta.
Ele percebeu minha presença, porém, sequer me olhou.
Também não fiz questão de falar com ele, caminhei até o guarda-roupa, abri o mesmo e comecei a procurar algo para vestir.
Peguei uma calcinha azul e um baby doll rosa, fechei o guarda-roupa e fui saindo do quarto.
— Alice... — O Bruno me chamou fazendo com que eu parasse. — Queria falar com você um instante. — Completou.
— Fale ué.
Ele tirou o notebook do colo, levantou e veio até a mim.
— Qual é a sua? Fica dando mole pro Kameron na minha frente.
— Tá louco, é? Quando foi que você me viu dando mole pro Kameron? — Me irritei logo.
— Ontem na hora que ela estava te dando mole na cara dura... — O interrompi.
— Você falou certo, querido. ELE estava me dando mole.
— E você estava gostando tanto que chega tava dando sorrisinho pra ele.
— Sabe de uma? Eu tava gostando mesmo, dei sorrisinho mesmo e se ele quiser dou até outra coisa.
Falei e virei as costas pra sair, mas ele segurou em meu braço me impedindo.
— Você tá tirando onda com a minha cara, né?
— Entenda como quiser. — Respondi.
— Te odeio, Alice. — Falou isso e me beijou.
Quando eu falo que ele é bipolar ninguém acredita...
O Bruno me beijava com volúpia e intensidade, Era um beijo quente e carregado de desejo. Nossas línguas exploravam a boca um do outro de maneira prazerosa.
Ele me segurava firme, me puxando mais pra ele, segurei sua nuca e fui deixando rolar.
Ele foi descendo beijos pelo meu pescoço e enquanto beija aquele região me deixando completamente arrepiada, suas mãos ágeis abriu minha toalha fazendo a mesma cair sobre o chão.
— Aaah... — De olhos fechados, gemi baixinho com a boca entreaberta ao sentir sua língua úmida e a áspera passando vagarosamente no bico do meu seio esquerdo.
O Bruno envolveu o mesmo com seus lábios macios e começou a chupá-lo.
De olhos fechados, arquiei minha cabeça para trás sentindo sua boca.
O Bruno sabe exatamente como me fazer entrar em transe.
Depois de chupar bastante meus seios me deixando molhada o suficiente para o receber, ele voltou a beijar os meus lábios, e sem dizer sequer uma palavra fomos cambaleando alguns passos até a minha cama, onde ele me deitou cuidadosamente e levantou-se para despi-se.
De pernas abertas, eu o observava tirar a bermuda e a cueca.
Após despi-se, ele caminhou novamente até a cama com seu membro ereto, se encaixou entre minhas pernas, posicionou seu membro na minha entrada, abaixou a cabeça encostando seus lábios nos meus dando início a um beijo carinhoso.
Em meio ao beijo, fechei os olhos e apertei o seu braço ao sentir seu membro me inovando lentamente.
O abdome do Bruno ia se contraindo conforme ele ia me penetrando mais fundo.
Após está completamente dentro de mim, ele começou um vai-e-vem lento, metendo e tirando bem devagar enquanto me beijava.
— Para de me torturar... v-vai mais rápido. — Sussurei com lábios próximo aos dele.
Ele assentiu e aumentou a velocidade dos movimentos.
Com olhos fechados, eu gemia perto do seu ouvido ouvindo ele também soltar alguns gemidos roucos enquanto sentíamos um ao outro.
É deliciosa sensação de ter o membro grosso, quente e duro do Bruno entrando e saindo de dentro de mim.
Após longos minutos sentindo o membro dele em atrito com minha vagina, minhas pernas começaram a formigar, meu coração acelerou, contrair a vagina e gozei em seu membro que estava dentro de mim.
Suando, ele apertou fortemente minha coxa e tirou seu membro da minha vagina.
— Aaaa... — Gemeu rouco chegando ao se clímax.
Após terminar de gozar, ele limpou o gozo da minha barriga com a ponta do lençol e jogou-se ao meu lado exausto e ofegante.
Ficamos deitados ali encarando o teto enquanto nossa respiração se normalizava.
— Você é tão gostosa, tão apertada.
— O Kam acha a mesma coisa.
— Que porra de Kam, rapaz. Tá pensando nele? Quer falar dele? Vá lá dar pra ele então. — Falou irritado e foi se levantado.
— Tô brincando, retardado. — Puxei ele de volta.
O mesmo deitou novamente ao meu lado e fechou cara.
— Vai ficar com essa cara, é.
— E você quer que eu fique como? Sorrindo? A gente acaba de transar, você tá aqui do meu lado e vem falar de outro cara que ainda por cima é meu amigo.
— Estava brincando, demente.
— Não importa.
O Bruno tem hora que é insuportável, na moral.
Segurei seu rosto com as duas mãos e o beijei.
Gosto do sabor dos lábios dele...



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