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História Com Amor ... Sasuke - Capítulo 17


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Notas do Autor


Mais um cap. Galeraaaa

Gente.. estamo na reta final fa fic ❤🌈
Vai ter o próximo cap. Hot q eu sei q todo mundo adoraa 🤣❤👌😌
Depois vai ter um extra do Itachi e Sasuke quando ele era criança... e depois mais 1 ou dois cap. Apenas q será o final...

Bora la neh?!
Boa leitura ❤❤😌

Capítulo 17 - Destino ...


Fanfic / Fanfiction Com Amor ... Sasuke - Capítulo 17 - Destino ...

SASUKE


As luzes focavam o centro do palco, e de lá não consegui ver a plateia, apenas ouvia  seu gritos animados quando o apresentador proclamava os nomes de quem lutaria naquela noite. Meu sangue fervia com a animação que aquelas pessoas tinham com algo tão errado. Em outra época talvez eu não tivesse dado importância para aquilo, ou talvez tivesse participado apenas para me divertir e testar minhas habilidade como ninja,

Lembro de estar perdido, e de seguir muitas vezes naquele caminho por simplesmente não conseguir me livrar daquele ódio. As coisas acabaram não sendo por minha família ou pelos Uchiha depois de um tempo, eu apenas estava cego pela minha própria prisão, não querendo estar errado, ou fazer de todo o meu caminho ao poder, uma coisa vã e sem sentido. 

Lembro de estar perdido, de quase ter matado Sakura, na ponte, quando ela foi atras de mim, atras de alguém que n]ao merecia. Eu via apenas a mentira na qual fui obrigado a viver, com raiva de todos que podiam me deixar fraco, como meu irmão me deixava, pelo simples fato de eu o amar.

Minha história era manchada de sangue e peados irreparáveis, mas eu podia fazer a diferença ali, podia fazer com que aquelas pessoas não precisassem seguir o mesmo caminho  escuro no qual me vi por muitos anos. 

- Senhoras e senhores, façam suas apostas, porque hoje iremos começar com uma raridade. - depois de anuncia todos os nomes, sabia que era a hora de dar o ultimo passo para os holofotes. Minhas mãos soavam, prontas para libertar o Chidori, junto da emoção de cólera em meu peito. Eu sabia que não teria problemas em vencer todas as lutas, mas não sabia se aguentaria tanta dor sem aqueles dois para me ajudar. - Por favor, vamos receber o ultimo Uchiha.

Assim que subi o ultimo degrau, a plateia se calou, provavelmente surpresa de alguém como eu estar ali, e pronto para brigar. Meu adversário logo se aproximou. Ele usava uma bandana da aldeia do som e tinha a aparência jovem, mas suas feridas mostravam  quando tinha lutado, deixando aquele corpo debilitado. Seu primeiro golpe pareceu-me tímido e com um certo medo, mas eu tinha que acabar com aquilo o mais rápido possível. Cheguei perto dele, que não conseguiu nem mesmo ver minha aproximação, e antes de dar o primeiro e ultimo golpe, fechei os olhos para pensar em um lugar melhor que aquele.

- Porque você é meu amigo ... - fora o que Naruto me disse um dia, e eu acreditaria naquela amizade até o fim. Era um dos meus mantras, pra saber que eu tinha alguém para me levar de volta, assim como ela.

Estava enfrentando pessoas de todos os tipos,altas , baixas, fracas e fortes. A plateia já se fazia irritada, gritando coisas sujas e mandando que me tirassem dali, mas infelizmente (para eles) ninguém tinha o direito de fazer isso, pois as regras eram claras, quem ganhasse continuaria lutando até cair e teria para si todos os prisioneiros que venceu. O ultimo que enfrentei era um homem grande, de ombros largos e o sem um olho, e apesar dele ter sido o mais difícil até aquele momento, assim que coloquei a espada em sua garganta, ele ergueu as mãos e se rendeu.

Eu estava no meio de corpos jogados no chão, se contorcendo de dor e medo. Aquilo não me parecia mais certo, a pessoa que fazia aquilo com as outras estava no meu passado,e eu não podia ser aquele Sasuke de novo. Guardei a katana enquanto o locutor anunciava incrédulo a minha vitória, dizendo que agora eu era o dono de todas aquelas pessoas. 

Assim que as pessoas começaram a gritar de suas cadeiras, o grande portão se quebrou fazendo um barulho estrondante ecoar pelo lugar. Ninjas apareceram em todos os cantos, segurando as saídas para impedir que os ricos corressem para fora e escapassem. Eles traziam consigo a bandana do país do trovão, e tinha até mesmo alguns rostos conhecidos da guerra, como os alunos de Bee, o oito caudas.

Olhei para baixo, sentindo alguém puxar minha capa.Era o menino de cabelo verde que eu enfrentara primeiro. Sua expressão de dor e medo me causou uma ânsia que não sabia bem de onde vinha.

- O que acontecerá conosco agora ? 

- Vocês estão livres. Todos vocês ... - lágrimas rolaram pelo seu rosto marcado, com uma leveza de liberdade que eu, de certa forma, conseguia entender. - O país do Trovão tomará conta de vocês.

- Obrigado ... - foi a única coisa que disse antes de se ajoelhar e voltar a chorar.

Se parece para pensar, havia muitas coisas pelas quais eu deveria ser grato,mas acabava por esquecer de apreciar tudo aquilo. Eu estava melhor, tinha um amigo e talvez até um amor, e mesmo aquilo me tornando vulnerável, ela me fazia mais forte.

Sai de lá com a cabeça baixa, pronto para partir sem olhar para trás. Precisava voltar para junto dos outros e concluir a missão, mas não consegui conter a surpresa de ver Naruto, Shikamaru, Sakura e os Hyuuga ajudando alguns "escravos" do lado de fora da arena.

Ao me ver, ela saiu correndo em minha direção, deixando no para trás. Não precisávamos dizer nada, mesmo que eu ainda me mantivesse com o mesmo olhar frio de sempre, ela me conhecia bem o suficiente pra saber que eu precisava da nossa bolha onde ninguém podia nos atingir ou me levar pra longe dela.

Ve-la parada brincando com os dedos, nervosa e quase chorando me fez ter vontade de abraça-la ali mesmo, mas nem tudo podia ser como queríamos, e eu não pretendia deixar que soubessem o meu ponto fraco. 

Ela podia ser uma das mulheres mais fortes desse mundo, mas ainda não conseguia ser outra Sakura comigo, sempre tão aberta e tímida, ou carente de carinho com aquele jeito manhoso de quando eramos mais jovens. No fundo, nós sabíamos como o outro era, e não precisávamos esconder, mas ali era diferente.

Ela estava pronta para dizer alguma coisa, quando uma brisa leve bagunça seu cabelo e vem ao meu encontro, mas antes que aquele punho me jogasse longe, abro a mão para para-loe encarar aqueles olhos brancos e cheios de raiva.

- Acho melhor dar o fora Nukenin. - o Hyuuga não parecia estar com medo em seu tom arrogante e prepotente. O Byakugan esta ativado, mas não me dei ao trabalho de usar o Sharingan, não queria começar um briga ali, mas se ele desce mais um passo eu quebraria toda a nossa falsa cordialidade, pois ja estava querendo isso desde que ele tentara tirar Sakura de meus braços dias antes.

- O que está fazendo idiota ? - Sakura estava pronta para se meter quando viro minha expressão vazia dele, para ela, que para no mesmo momento.

- Eu não faria isso de novo Hyuuga. - eu sabia que aquela frieza o tiraria do serio, e estava contando com isso, pois queria que ele tentasse me atacar novamente para poder revidar.

- E vai fazer o que? Ir embora como você sempre faz ? - apesar da frieza obscura que eu mantinha, aquilo conseguiu me acertar, pois no fundo eu sabia do que ele estava falando, e não brigaria por isso, pois havia um jeito melhor de ganhar aquela luta, e seria mostrando a Sakura aue eu posso ser alguém digno.

Soltei seu punho e segui meu caminho, sem olha-lo ou me preocupar com qualquer coisa que ele pudesse fazer.

- Eu ja imaginava ... - enquanto ele continuava falando, apenas olhei Sakura quando passei por ela, que me encarava aliviada e agradecida por não ter respondido as provocações de Neji.

- Vejo você depois ... - o leve toque escondido de seus dedos nos meus, por debaixo da capa, como se fosse algo proibido e secreto, me fez sorrir de canto, pois era ela que mantinha de pé apenas com um toque.


_____________


A ilha estava sendo tomada e os presos levados a responder por seus crimes, mesmo que com seus status sociais fosse acabar sendo um julgamento demorado.

Nosso time estava em uma das pensões e iriamos passar a noite antes de retornar direto à Konoha. Eu estava ansioso para ver o Distrito Uchiha mais uma vez, talvez eu o concertasse e pudesse abrir as portas para outras pessoas, mas ainda sim, isso parecia um sonho distante.

O time estava reunido para comer no andar da cozinha, mas decidira não me juntar a eles. Queria ficar sentado na janela e olhar o céu que brilhava com as estrelas e uma lua minguante no alto. 

Quando sai do banho, estava pronto para me deitar quando sua silhueta sentada na cadeira  perto da janela, me chama a atenção. Era um quarto pequeno demais para tentar ignora-la ou me afastar o suficiente para não deixar que meu tesão falasse mais alto.

Ela estava linda com a calça branca e a blusa vermelha de alça fina, o cabelo solto e longo cobrindo as curvas dos seios. 

- Trouxe pão e algumas frutas pra você ... queria ver se tinha ido embora de novo ... 

- Está com raiva? - encostei na parede ao seu lado para olha-la de frente e talvez entender o que se passava.

- Não.

- Eu acho que está. - sua voz firme e doce estava sendo substituída por um leve choro que ela tentou engolir, mas quando ergueu a cabeça para me encarar, seus olhos estavam marejados e o nariz vermelho.

- Por Kami você podia estar morto agora ... - então o choro veio e ela se ajoelhou no chão em meio aos soluços, eu a segurei nos braços para que sentisse meu calor e soubesse que eu estava bem, que estava ali por ela. Eu tinha construído tantas barreiras, tinha me distanciado de tudo, mas com ela não tinha como me  manter de pé. Era como entrar desarmado pra um guerra.

- Eu estou aqui ... - ela encostou a cabeça no meu peito e ficamos ali até que parasse de chorar, e quando me encarou com o rosto inchado de vermelho, parecia uma criança manhosa que precisava de um doce. Mesmo não querendo que ela chorasse por causa dos meus erros,parecia que nunca consegui fazer a ciosa certa, e ela voltava a se magoar por minha causa.

Nossas mãos se entrelaçaram, quentes e tremulas. Dessa vez fui eu quem a beijou, pois precisava saber que era minha, que podia me perdoar. Ela puxou meu cabelo para trás com força e se ajeitou no meu colo com as penas abertas me circulando a cintura. Dava para sentir o desejo que nos circulava ao toque um do outro, queimando cada célula com a luxuria apenas do olhar. 

Seus lábio molhados desceram pelo meu pescoço chupando e mordendo cada parte que podiam. Fechei os olhos para sentir seu corpo, puxando sua cintura para mim, querendo que ela rebolasse como já fizera uma vez. Quando a puxei com força para levanta-la na minha cintura e irmos para cama, ela parou o que estava fazendo e me jogou contra o armário, os olhos frios e sérios.



- Você vai se arrepender do que fez ...



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