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História Com Amor, SP - Uma fanfic sobre o Mount. - Capítulo 21


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Notas do Autor


Capítulo editado.

Capítulo 21 - Acerto de contas - parte I.


Fanfic / Fanfiction Com Amor, SP - Uma fanfic sobre o Mount. - Capítulo 21 - Acerto de contas - parte I.

Aeroporto de Milão, Malpensa, Milão - Regione Lombardia. (11/05), segunda-feira. 07:03.

  O barulho do salto alto estalando a cada passo, o mascar de chiclete, o cabelo preto longo balançando com o seu caminhar firme.
  Anna Greco. Italiana, linda, beleza padrão, modelo de passarela e piloto de fórmula 1, filha de um bilionário, famosa e adorada.
Sorria, Milão. Sua vilã mais odiada chegou, Anna Grecco está de volta.

  "Já fazem 4 anos, não? Finalmente." Anna falou para si mesma, sorrindo com desprezo. "Vamos por um ponto final nisso."
  Anna seguiu seu caminho até encontrar seu mordomo e o entregou sua bolsa Prada.
  "Vamos, Leonardo. Eu não tenho a manhã toda." Anna caminhou em direção a sua Lamborghini Aventador SVJ Roadster.
  Anna entrou no carro. "Oi meu amor, senti sua falta." Anna falou, acariciando o volante. "Já sinto que estou numa pista." Anna sorriu.

  Uma pequena introdução àqueles que não estão entendo bulhufas.
Anna Greco, antiga amiga de infância de Stella, até traí-la e conseguir um contrato com a Prada para si.
  Supostamente.

  "Senhorita Greco, não precisa preocupar-se, eu mesmo posso dirigir o carro." Leonardo disse educadamente.
  Anna estava perdendo a paciência.
  "Entra no carro Leonardo."
  Receioso, assim fez o mordomo.
  "Paola, querida, eu cheguei." Anna falou sorrindo maliciosamente com os olhos na estrada.
  Deu partida no carro e arrancou com ele dali.
"Vamos acertar umas contas."

  Via dell'Unione, Milão - Regione Lombardia. (11/05), segunda-feira. 07:20.

  Anna estacionou o carro na vaga com seu nome.
  "Está vendo, Leonardo? Estamos vivos." Anna tirou o cinto e saiu do carro. "Tem um presente pra você na bolsa. E se reclamar, perde o emprego."
  Anna seguiu em direção ao elevador.
  Leonardo abriu a bolsa receoso, mas suspirou de alívio quando viu um pacote de dinheiro.
  "A senhorita Greco continua a mesma garota generosa." Leonardo pensou, adicionando aquela a mais uma das vezes que Anna ajudava Leonardo e sua família financeiramente sem pedir nada em troca.
  "Vamos, Leo!" Anna gritou do elevador.

"Haha, olha isso!" Anna aproveitava de sua vista privilegiada. "Olá, Milão! Ah, Paola. Você não perde por esperar." Anna apoiou suas mãos no parapeito da varanda. "Eu vou te cobrar tudo o que você me deve, sua cretina."

  Universidade ESPM, São Paulo - SP. (11/05), segunda-feira. 07:27.

  Finalmente! Estamos de volta, Brasil. Como vocês seriam capazes de viver sem meus comentários, não é mesmo?
  Também amo vocês!

  Stella estava no meio de sua aula quando seu celular, que estava sobre a mesa, começou a vibrar como louco. Ela rapidamente o silenciou e tratou de descobrir o que causara aquilo.
  "Meu Twittet ficou louco? Que diabos est-" e então Stella ficou surpresa com o que viu.
  Vários comentários e retweets, alguns marcando ela. Todos de uma mesma publicação.
"@GrecoAnna
Bom dia, Milão. Senti sua falta.
Já que estou de volta ao país, vou aproveitar pra rever velhos amigos."
Stella soltou um suspiro pra lá de longo, sorrindo para si mesma.
  "Então chegamos a etapa final."
  Stella guardou o celular na mochila e voltou sua atenção para a aula.
09:00.
  A aula de Stella mal havia acabando, o professor ainda estava saíndo da sala quando o celular dela tocou, ela olhou a tela.
  Dara Marshovo.
"A Dara me ligando uma hora dessas? Mas é o horário de almoço dela."
Dara Marshovo. Acessora de Stella a aproximadamente 10 anos, a mulher que a presenteou com o melhor contrato que uma modelo poderia desejar e, claro, cúmplice com o passado de Stella.
  Stella atendeu.

  Esse é o momento em que o inglês fluente de Stella brilha. Mas, como sou eu quem manda aqui, pra vocês vai traduzido, haha.

  "Boa tarde, Dara. Como você está?" Stella cumprimentou.
  "Corta esse mimimi. Chegamos à última fase." Dara falou irritada.
  "Eu sei." Stella afirmou.
  "Já sabe como vai lidar com ela? Ela é perigosa."
Stella riu.
  "Não mais do que eu unida a uma certa pessoa."
  "Ela vai armar pra você." Dara suspirou.
  "Dara, eu tenho 21 anos, sei lidar com uma maluca." Stella estava pegando sua mochila do chão.
  "Aham. Que horas pretende ir pra casa?"
  "Eu vou só chamar um Uber, por quê?" Stella estranhou.
  "Pra saber quanto tempo ainda vou precisar ficar em pé." Dara bufou.
  "O qu- Dara, você tá no meu apartamento??"
  "Do lado de fora, precisamente." Dara explicou.
  "Você perdeu o juízo!? E o contrato que ia assinar hoje? Isso não fazia parte do combinado. Como diabos você pode simplesmente voar da Irlanda pra cá?" Stella estava em choque.
  "Em um avião, querida. Sabe o que é?

  Uii, amo um deboche! Querida, que bom que chegastes.

  "Anda logo, esse salto tá me matando." Dara encerrou a ligação.
  Stella fechou os olhos e soltou um suspiro de irritação. "Eu não tô acreditando nisso..."
  "Tá tudo bem, Stella?" Ellen perguntou, ainda juntando seu material.
  "Tá sim, amiga. Minha acessora veio me fazer uma visita surpresa. Yay." Stella explicou.
  "Esse foi o 'yay' mais desanimado que eu já vi. Karol Pinheiro se ofenderia." Ellen riu.
  Stella sorriu de canto.
  As duas caminharam até o portão da universidade, chamaram seus respectivos Ubers e foram cada uma para sua moradia.
  Stella chegou ao seu prédio, o elevador chegou ao seu andar.
  "Finalmente!" Dara exclamou, ainda em pé, ao lado de sua mala, em frente a porta do apartamento de Stella.
  "Você podia ter sentado no chão, ou na sua mala." Stella falou, tirando as chaves do bolso e caminhando em direção a porta.
  "E correr o risco de estragar minhas roupas ou minha mala? Não, obrigada."
  Stella destrancou a porta e foi saudada por Sebastião que, em segundos, correu em direção a Dara.
  "Sebas, meu querido. A quanto tempo." Dara pegou Sebastião no colo e o seu um beijo na cabeça.


  Apelido de excelente bom gosto. Muito bem, Dara.


  Dara pôs Sebastião no chão e se dirigiu à poltrona, deixando sua mala para Stella ter que lidar.
Stella bufou e trouxe a mala para dentro do apartamento antes de fechar a porta.
  "Estou morrendo de fome. O que você tem?" Dara perguntou.
  "Nada, Dara. Eu cheguei tem minutos."
  Dara suspirou e levantou da poltrona.
  "Com licença, vou preparar nosso almoço." Dara começou a explorar a casa até encontrar a cozinha. "Muito bem decorada, tem minha aprovação."
  "Obrigada, Dara. Você se importa se eu tomar um banho?" Stella perguntou.
  "Fique a vontade, querida."
  Stella foi para o banheiro, tomou um banho rápido, as sentiu a necessidade de passar um óleo corporal.
  Stella se secou e vestiu seu roupão de algodão, todo o estresse que Stella estava prestes a viver não merecia seu roupão de seda.
  Stella chegou a sala, onde encontrou a mesa posta e Dara servindo a comida.
  "Obrigada, Dara."
  Stella se sentou em uma ponta da mesa e Dara em outra.
  "É só um mimo, pela conversa que estamos pra ter." Dara sentou-se e tomou um gole de seu vinho branco antes de começar a falar.
  "Vamos aos meus pontos. Paola, com toda certeza, vai armar pra você. Ela tem tudo o que precisa pra te difamar: fama, poder e dinheiro. Se prepara para ser apunhalada."
  Stella tomou um gole de sua taça.
  "Paola tem fama, dinheiro e poder. Já eu? Tenho um time inteiro a minha disposição."
  Dara sorriu maliciosamente.
  "Bem, então vamos ao último relatório."
  Stella sorriu, enfiou a mão no bolso do roupão, tirou um pen-drive de dentro e o jogou para Dara.
  Dara pegou o pen-drive e o enseriu no celular. Abriu um documento cheio de pastas.
  "O que seria isso, querida?" Dara  estava curiosa.
  Stella levantou-se de sua cadeira devagar enquanto começava sua explicação.
  "Bem, antes do tão fatídico dia, já havia 13 anos que eu conhecia Anna e sua...família. O que me gerou conhecimento suficiente para saber como lidar com a situação quando ela estivesse pronta para sua vingança."
  Dara começou a explorar as pastas.
  "4 anos atrás, no dia de nossa discussão, eu já havia contratado um detetive particular."
  "Está falando de seu amigo, como ele se chamava, Vini?" Dara indagou.
  "Ele estava disposto a me ajudar e eu aceitei a oferta." Stella sorriu.
  "Quanto você o pagou?"
Stella desfez o sorriso com uma cara que diza 'Como diabos você sabe tudo?'.
  "Uma mansão mobiliada em uma área verde de Boston, nada de mais." Stella explicou.
  "Prossiga."
  "Recebi apoio, não só financeiro, como também moral, de Marco, meu padrastro.
  Pude contar com Rafael, um grande amigo e hacker talentoso durante todo esse tempo. Contei com a colaboração de meus contatos mais íntimos no mundo da fofaca.
  Como pode ver nesse arquivo, tenho tudo o que Anna Greco mais quer." Stella explicou.
  Dara sorriu e levantou o pen-drive, suspendendo-o acima de sua taça de vinho.
  "Ah, fique a vontade. Tenho mais cópias comigo e cada um de meus aliados." Stella se sentou confortavelmente em sua poltrona, observando a vista que tinha de sua varanda.
  "Acho que já posso me aposentar?" Dara brincou.
  "Não ouse." Stella rebateu séria.
  Dara gargalhou e terminou de beber seu vinho.
  "Bem..." Dara disse levantando-se de sua cadeira. "Vamos ao começo da última fase."
  Stella sorriu.
  "Me dê 72 horas." Stella respirou fundo, olhando para o horizonte antes de se levantar e caminhar em direção ao seu quarto. "Vou fazer minha mala."


  Acredito que um pouco de contexto seria bem vindo.
  Não esqueçam que sei tudo sobre o passado e o presente daqueles que caminham acima de mim.
  Vamos à origem e a verdade sobre  ouso dizer, o mais importante evento deste livro.
  Mas, para isso, precisamos visitar outro continente...



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