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História Com os Olhos da Alma-Park Jimin - Capítulo 20


Escrita por: e ParkJiminNano


Capítulo 20 - Capítulo 18


Fanfic / Fanfiction Com os Olhos da Alma-Park Jimin - Capítulo 20 - Capítulo 18

S/N P.O.V

-Papai! Eu senti tanto sua falta!- Falei ao encontrar com Tatsuo meu pai dando-lhe um abraço meio desajeitado ainda no aeroporto.

Pelo jeito, meu pai estava um pouco enjoado, mas ele parecia feliz ao me ver.

Viagens de avião não era a coisa preferida dele. Ele apertou meu ombro suavemente.

-Como é que estão as coisas, garota?- Ele perguntou enquanto pegava sua bagagem.

Era apenas uma mala, pois ele passaria somente dois dias comigo, não era muito tempo, mas já era bom tê-lo por perto, mesmo que por pouco tempo, eu sentia falta do meu pai.

-Tá tudo bem, eu fui às compras ontem para pegar todas as coisas que preciso no jantar, o peru, refogado de brócolis, queijo, feijão verde, ervilhas, milho, torradas e molho. Tá bom pra você?

-Quer que eu fique ainda mais gordo?- Ele brincou.

-Ah, esqueci mencionar a torta de abóbora e os biscoitos.

-Meu Deus menina! A quem você está tentando impressionar hein?- Ele falou com uma pequena risada enquanto subia na minha velha picape, o carro que ele mesmo me comprou quando fiz 17 anos.

-Bem, na verdade pai, eu fiz tantas coisas assim porque o Jimin ficará conosco esses dias, ele disse que não gosta de viajar durante o feriado, então, ele ia ficar sozinho e eu não queria isso em pleno dia de Ação de Graças.- Mordi meu lábio, observando sua reação antes de começar a dirigir o carro. Eu não queria ter que brigar com meu pai e conduzir um veículo ao mesmo tempo.

-Ah, ok, claro, tudo bem filha.- Ele disse meio que encolhendo os ombros

-Realmente você não se importa?- Eu pressionei, só para ter certeza, Eu não queria que houvesse uma guerra à mesa logo amanhã.

-Querida, é o seu jantar, convide quem quiser, Eu não sou tão maluco quanto sua mãe. Sabe disso não sabe?- Ele levantou uma sobrancelha em minha direção, com a intenção de me provocar.

-Sim.- Eu disse sem jeito e comecei a rir na caminhonete, é... o mundo realmente dá muitas voltas. -Então, como Maryland está?

-Chuvosa.

-Nada mudou, então.- Eu sorri ao lembrar o mundo verde que meu pai parecia viver que nada tinha haver comigo, fazia mais ou menos cinco anos que eu não ia até lá, mas eu tinha algumas memórias do local.

Quando chegamos ao apartamento Alice estava sentada no sofá assistindo TV. Ela era obcecada com filmes de sci-fi e programas de auditório, coisa que particularmente não achava que combinava muito com a personalidade dela, mas a Mari sempre me surpreendia.

-Oi Sr. Kim! Como foi o seu vôo?- Perguntou com um sorrisinho amável.

-Foi bom, e me chame apenas de Tatsuo.- Meu pai ofereceu-lhe a mão para cumprimentar, Mari apertou, agitando todo o corpo do meu pai junto.

-Eu sou a Mari!- Ela disse em um tom exultante.

-Ah, eu falei com você no telefone! Obrigado por cuidar tão bem da minha Cisne!-Ele disse, caindo no sofá ao lado dela, eu rolei meus olhos ao escutar meu apelido de infância, Mari virou-se para mim com um sorriso triunfantemente.

Houve uma batida na porta e a Mari esbofeteou sua testa, seu gesto parecia que tinha saído de um desenho animado.

-Oh, eu ia te perguntar uma coisa...

Balancei minha cabeça e fui até a porta. Fiquei surpresa quando abri e encontrei Jackson, André, Mali e por último, mas não menos importante, Jimin. Jackson olhou minha expressão e, em seguida, virou para a Mari.

-Acho que você esqueceu, certo?

-Sim, desculpe Jack.- Mari disse com um pequeno sorriso. -Nós íamos perguntar se você gostaria de sair para almoçar conosco. Ia ser nossa comemoração já que não podemos ficar todos junto.

-Ah ...- Meu pai disse em uma pequena voz. -Vá em frente cisne. Aproveite, eu vou ficar organizando minhas coisas por aqui.

-Não! Não, não, não. Você me entendeu mal Tatsuo. Estamos convidando você também- Mari colocou suas mãozinhas sobre o meu ombro do pai.

-Queremos ouvir todas as histórias embaraçosas da S/N!- André gritou da porta. Mali esbofeteou sua nuca, o som da tapa fazendo um barulho estalado.

Meu pai deu uma risadinha da situação do amigo e concluiu:

-Claro, seria ótimo almoçar.

Todos acabaram se acomodando na casa, e Jimin foi o último a entrar, com uma expressão estranha no rosto. Assim que ele passou pela porta eu coloquei minhas mãos em cada lado do rosto e beijei sua testa.

-Você está bem?-Perguntei sussurrando.

-Sim.- Ele sussurrou de volta. Não me convenceu, eu pus as mãos dele no meu rosto para que ele sentisse a minha expressão.-Não se preocupe comigo.- Ele disse calmamente.

-Está nervoso?- Eu pressionei

-Um pouco.- Ele afirmou suspirando.

-Não fique.-Disse-lhe sorrindo. Ele acabou rindo também quando sentiu meus lábios puxados para cima, fiquei na ponta dos meus pés para beijar sua boca, seus lábios sempre deliciosos e doces, eu queria que o beijo durasse mais, entretanto, meu pai estava logo ali no sofá, e acho que isso não seria uma boa idéia.

-Ok, deixe apresentar todo mundo.- Eu disse puxando o Jimin para a sala. -Este são Andre e Mali, Jackson e, por último, mas não menos importante, o meu Jimin.- Todo mundo este é o meu pai, Tatsuo.

-Ok, já chega das formalidades, pra quando é o almoço?- Meu pai disse sorrindo largamente.

-Acho que eu e seu pai vamos nos dar bem, Bolinha.-André disse dando uma risada, eu resisti ao desejo de socar a cara dele. -Bem, nós estávamos indo ao Makato que fica no final da Rua Ichiban, tudo bem?

-Claro, estou sempre pronto para algo novo.

Eu suspirei e Tatsuo me deu um olhar intrigado. Eu dei ombros enquanto ele arqueava sua sobrancelha.

-Quem vai com quem?- Mari perguntou, ignorando nosso momento... família.

-Vocês podem ir no jipe do André. Jimin e meu pai vão de carona comigo na caminhonete.

-Ótimo.- Jimin murmurou sob sua respiração, eu dei-lhe uma cotovelada na altura do estômago e ele disfarçou o riso com um acesso de tosse. "Desculpe."

-Muito bem, vamos estou morto de fome! -Jackson agarrou a mão da Mari, ajudando-a.

Meu pai me deu um olhar estranho, mas depois somente balançou a cabeça em negação.

Jimin P.O.V.

Eu disse pra todo mundo que seria uma má idéia, mas ninguém me escutou. Sinceramente, eu ainda não estava pronto para conhecer o chefe Mendes, mas o filho da mãe do André insistiu em convidar S/N e seu pai para esse maldito almoço. Eu estava perdido, ia ser assassinado aos 20 anos.

Eu só queria almoçar com meus amigos enquanto a S/N aproveitaria a presença de seu pai na cidade, era um tempo perfeito para esquecer um pouquinho da falta que a S/N iria me fazer enquanto seu pai estivesse com ela.

Me surpreendi quando ela aceitou o convite, achei que gostaria de ter um momento a sós com seu pai. E quanto ao Sr. Kim, ele não parecia mentir quando demonstrou estar animado para a saída com nosso grupo.

Pelo contrario, ele parecia curtir a idéia do almoço,

Então, lá fui eu, imprensado entre a S/N e seu pai na caminhonete, eu quase pensei em perguntar se eu poderia me sentar na caçamba da picape, mas sabia que a S/N odiaria isso, além do mais, novembro já estava no fim e estaria frio lá fora, ou, pelo menos, tão frio quanto Louisiana pode ficar.

S/N pegou minha mão enquanto ela dirigia. Logicamente me senti desconfortável por seu pai estar tão próximo, mas eu amava demais aquele toque para recusar a sua mão. Ficamos calados durante todos os sete minutos dentro carro. Sim, eu sabia que se passaram sete minutos, pois eu contei mentalmente cada minuto.

Não sei por que estava tão nervoso. Eu já tinha lidado até mesmo com sua mãe numa briga. Só que isso foi pelo telefone. S/N me disse que seu gostava de mim, que não tinha nada contra nosso relacionamento. Só que eu nunca conheci o pai de uma garota antes, eu não queria deixar a impressão errada.

Aparentemente, o outro grupo chegou antes e escolheram uma mesa, S/N me guiou pelo restaurante com cuidado e sentou-se ao meu lado, nunca soltando minha mão. Me perguntei se ela também estava nervosa.

-Você gosta de sushi?- S/N perguntou suavemente, chegando pra mais perto de mim. O restaurante era barulhento, mas eu ainda podia ouvi-la.

-Eu amo.- Eu inclinei mais para ela, sentindo o seu cheiro doce.

-Eu nunca comi.

-Então você precisa experimentar alguns!- Eu lhe disse, descansando meu braço em sua cadeira. -Se quiser você pode pegar alguns dos meus. Eu estava pensando em pegar alguns mesmo.

-Tem certeza?- Ela perguntou incerta. Eu sorri, pensando como às vezes ela é tão boba.

-Claro, eu não posso negar nada a você.

-Ei Jimin, se você for pedir sushi você deve escolher a oferta especial, que vem com dois rolinhos a mais. Está por bom preço. Ah, e ainda tem a oferta do dia, que vem com 2 sushis de cioba e 2 sushis do peixe que você quiser e molho picante. - André simplesmente descreveu todo o menu pra mim.

-Será que eles têm opção com salmão ou atum?- Perguntei.

-Acho que sim.- Jackson respondeu, sua voz parecia estar do mesmo lado que eu estava.

-Então eu já sei o que vou querer, o que o senhor vai pedir Chefe Kim?- Perguntei educadamente. Percebi que ele não tinha dito nada desde saímos da casa da S/N.

-Acho que vou querer um rolinhos primavera com bife e arroz frito. E, como eu disse, pode de chamar de Tatsuo. O que você vai pedir a S/N?

-Hum, acho que vou de frango xadrez com arroz cozido no vapor.- S/N respondeu colocando a cabeça no meu ombro, eu repousei minha bochecha contra ela, sentindo a maciez do seu cabelo.

-Posso trazer algo para beberem?- Uma mulher perguntou atrás de mim, ela realmente me assustou, fazendo que eu pulasse um pouco da cadeira, S/N riu e beijou a minha bochecha.

Eu resisti ao impulso de colocar minha língua para fora na frente de seu pai, e enfim respondi.

-Eu quero um pouco de chá verde.


Notas Finais


Já volto, 2 caps hj


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