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História Com os Olhos da Alma-Park Jimin - Capítulo 31


Escrita por: e ParkJiminNano


Capítulo 31 - Capítulo 29


Fanfic / Fanfiction Com os Olhos da Alma-Park Jimin - Capítulo 31 - Capítulo 29

S/N POV

Jimin não saiu do meu lado por um minuto, durante a festa. Até quando precisei ir ao banheiro, para retocar a maquiagem, ele me acompanhou.

-Ah, eu estou horrível.– eu falei resmungando, no caminho do banheiro.

-S/N, não há possibilidade de você ficar feia. – Jimin falou tocando levemente, minha mão.

-Você que pensa. – falei ainda reclamando.

Ele então segurou meu rosto, uma mão em cada bochecha e me beijou apaixonadamente.

– Pare já com isso.

-Jimin.. eu... – eu falei sem ar, pensando no que dizer.

-S/N. Você é linda. Você não precisa de maquiagem para isso. Você não precisa de roupas caras ou jóias. Você pode sair de pijamas e ainda assim ser a mais linda da noite. – ele falou correndo os dedos pelas minhas bochechas.

Eu sorri e suspirei

– Tudo bem... tudo bem. Deixe-me pelo menos retocar o batom.

Eu não sei por quanto tempo ficamos fora do salão, o que não me pareceu muito, mas ao voltar o número de pessoas definitivamente aumentou. Era um mar de gente. Andei de mãos dadas com ele. A música coloria o salão.

-Dança comigo?- – ele sussurrou no pé do meu ouvido.

-Você sabe que eu não sei dançar.- – eu falei baixinho para que ninguém me ouvisse.

-Nós já dançamos antes.

-Mas foi diferente. – rebati – A música aqui é diferente, é outro tipo de dança. Outros movimentos.

-Eu vou te carregar para o meio da pista de dança e dançar com você até o fim da noite se você não vier comigo... – ele sorriu maliciosamente deixando as palavras sumirem ao fim da frase.

-Tá bom – eu grunhi – Uma dança.

-Duas e não se fala mais nisso.

Eu o segui sem mais uma palavra. No caminho vi que o pai e a mãe dele dançavam alegremente. Eles estavam em um universo paralelo onde só existiam eles. Entreolhavam-se apaixonadamente desfrutando cada movimento.

Eu não conhecia aquela música. Só consegui distinguir flautas e violinos. Jimin passou uma mão pela minha cintura e segurou minha mão direita, me puxando para seu corpo. E assim dançamos. Ele me girava no mesmo tempo da música. Era perfeito. Eu estava chocada. Não entendia com seus movimentos podiam ser tão perfeitos. Durante todo tempo não esbarramos em uma só pessoa. Ele me guiava tão perfeitamente que quem olhava de fora poderia jurar que eu sabia dançar.

Até que alguém tocou meu ombro, me fazendo pular. A Amanda estava atrás de mim com um sorriso de orelha a orelha.

-Será que eu posso ter uma dança?

Meu queixo caiu e antes que eu pudesse abrir a boca para mandá-la para um lugar nada agradável, jimin falou.

– Amanda, é tão bom ouvir você, mas terei que recusar a oferta, Acontece que eu estou adorando a minha parceira de dança.

De alguma maneira ele conseguir ser educado e rude ao mesmo tempo, ele não a ofendeu, mas foi firme, a Amanda nos deu as costas e saiu bufando.

-Por que ela foi convidada?

-Os pais dela são clientes da minha mãe, minha mãe os odeia, inclusive Amanda, ela nunca aprovou nosso namoro no colegial, ela ficou mais que satisfeita quando terminamos, mas eles gastam milhões em decorações...– terminando essa frase ele me girou mais uma vez e me trouxe rápido para perto dele, não deixando um único centímetro entre nossos corpos – Eu teria prazer em falar o que penso dela e daquelas cobras que ela chama de pais.

A música acabou e outra mão tocou meu ombro. Eu não pulei dessa vez mas me virei com tamanha fúria já pensando em milhares de coisas para gritar na cara da Amanda, e o SukHan sorriu para mim.

– Me concede essa dança?

-Oh..– eu olhei para o Jimin e sua mãe estava ao seu lado, tomando sua mão para uma dança – Sim, porque não?

Eu olhava para o jimin enquanto ele dançava com a mãe. Ele não estava tão próximo dela como estava comigo. No espaço entre seus corpos cabia uma outra pessoa. Eles conversavam e sorriam.

– vez ou outras soltando risadas, SukHan passou o braço pela minha cintura e pegou minha mão direita, assim como o jimin.

SukHan e o jimin eram muito parecidos, tinham praticamente a mesma altura, os dois fortes, sem muitos músculos. SukHan não me guiava como o jimin até alguns minutos fazia, logo alguns passos não saiam tão perfeitos.

-Me desculpe. Eu não sei dançar.– eu avisei

-Minha querida, é tudo uma questão de saber se levar pela música.– ele sorriu para mim – Você está indo muito bem.

-Obrigada.– eu sussurrei – Por tudo. Por me convidar para a sua casa, por me fazer sentir tão bem vinda.

-Myerin e eu nos sentimos bem com você. Você já é da família. Não sei se deveria dizer isso, mas a Myerin adora você.

-Eu também gosto muito dela. – falei pensando na nossa ida ao SPA, sorrindo.

-Eu fico feliz por saber, agora, se você me permitir, você está bem? Você me pareceu triste há algumas horas. – uma preocupação paternal surgiu em seu rosto.

-Sim, senhor, foi só um mal entendido...– eu falei corando e mordendo o lábio, virando meu rosto em outra direção.

-Entendo. Bem, eu espero que isso não aconteça de novo, eu odeio ver uma linda mulher como você, triste. – ele sorriu um sorriso torto – lindo – assim como o do jimin.

Eu soltei uma risadinha e corei mais ainda

–Umm... parece que descobri de onde o charme de jimin veio.

-Bem, ele precisava puxar alguma coisa boa de mim, não? – ele me girou.

-Pai, pare de flertar com a minha namorada.–Jimin falou atrás de mim, rindo –E quanto à senhorita, você ainda me deve uma dança.- E com isso ele me tomou dos braços do pai me puxando de encontro ao seu corpo.

Jimin P.O.V

Finalmente os convidados começaram a se retirar, eu não poderia ficar mais grato, meus pés estavam começando a doer e com isso comecei a me preocupar com a S/N naqueles saltos. Eu já podia ouvir os empregados limpando nossa sala e retirando garrafas de bebidas. Eu passei o resto da noite brincando com a caixinha por entre os dedos, pensando no que fazer, esse ainda não era o momento que eu julgava certo.

Depois de 10 minutos decidimos ir para o quarto, demos boa-noite aos meus pais, ela foi na frente. Quando cheguei ao quarto ela me chamou.

–Jimin, você pode abrir o zíper do meu vestido?– ela falou e eu percebi que ela estava nos pés da cama, de costas para mim.

Andei até ela e puxei o zíper com cuidado. Puxei as alças pelos seus ombros e deixei que o vestido caísse, sorrindo ao ouvir o barulho que o tecido fez contra o chão. Passei minhas mãos pelas suas costas, sentindo o espartilho que estava por baixo do vestido, era feito de cetim ou algum tecido muito parecido, minhas mãos foram até a – pequena-Respira – calcinha que ela usava, Parte do sono que eu estava sentindo simplesmente desapareceu.

Ela deu um pequeno pulo ao sentir minhas mãos correr suas coxas, relaxando ao meu toque.

-Jimin... seus pais... seus pais ainda estão acordados... e ainda tem gente lá embaixo.– ela tentou protestar.

Me inclinei para beijar seu pescoço ainda colado em suas costas, minha mão direita passeando por sua barriga macia. A esquerda subindo até seus seios ainda por cima do espartilho, massageando-os.

-Eu sei... mas eu quero te ver antes de deitarmos.

Ela gemeu colando mais ainda suas costas no meu peito quando os carinhos nos seios aumentaram. Minha mão direita desceu por dentro da fina calcinha que ela usava e meus dedos começaram a massageá-la.

Gentilmente ela tirou a minha boca de sua orelha, trazendo-me a sua boca, gemendo meu nome por entre os beijos. Encharcando cada vez mais meus dedos, conforme eu os movimentava.

-Você ainda está vestido... – as palavras fracas saindo da sua boca quando ela separou nosso beijo a fim de buscar ar.

-Hoje a noite é sua, eu quero te sentir.– falei de uma vez. Ela pressionou o quadril contra o meu – sentindo a minha excitação – movimentando-os lentamente, numa dança incrivelmente sensual.

Aquela dança estava fazendo minha excitação aumentar e meus dedos tomaram um ritmo mais frenético nela. Sua cabeça caiu no meu ombro mais uma vez. Ela gemia meu nome no pé do meu ouvido me levando a loucura. A voz dela ficava cada vez mais alta e sexy e eu sabia que ela estava chegando ao ápice.

Ela tremeu violentamente contra o meu corpo e suas pernas vacilaram quando ela finalmente alcançou o orgasmo. Peguei-a no colo e levei-a até a cama. A primeira coisa que ela fez ao sentir o colchão foi retirar meus óculos. Ela sabia que sem eles eu estava mil vezes mais nu do que se estivesse sem roupas, por exemplo. Mas por ela, eu não me importava.

Retirei minhas roupas ficando somente com a boxer. Fui até a cama lentamente e deitei ao lado dela. Ela imediatamente veio de encontro a mim e descansou a cabeça no meu peito. Passei a mão pelo seu corpo e pude mais uma vez sentir aquele espartilho. Ficava maravilhoso nela. Quando pensei em tirá-lo eu percebi que ela estava respirando fundo e lentamente. Ela já tinha adormecido, eu sabia que ela aquela hora não conseguiria fazer nada, cansada do jeito que estava não iria demorar para adormecer.

Sorri para mim mesmo e puxei as colchas para cima. S/N se aconchegou mais ainda no meu peito. Acarinhei seus ombros nus, sentido sua pele sedosa e macia. Abracei-a e respirei o aroma de seus cabelos.

-Eu te amo. – ela falou serenamente.

-Eu também te amo, S/N. Um dia eu vou me casar com você e te fazer a mulher mais feliz desse universo. – sussurrei.

-Ummm bom saber disso, Faça isso.– ela pressionou mais ainda o corpo no meu, se aconchegando.

Mordi meu lábio. Essa resposta não é a que um homem normalmente ouve depois de dizer a uma mulher que ama que quer casar com ela, mas eu aceitaria. Pelo menos até que eu pudesse perguntar quando ela estivesse acordada.

S/N P.O.V

-Acorda, meu amor. É Natal!– Jimin falava ao meu ouvido carinhosamente. Eu rolei na cama para olhar o relógio. Eram 7 da manhã. Rosnei e virei para o lado, definitivamente eu não me levantaria. E então eu realizei que eu ainda estava com as roupas íntimas de ontem. Meu humor melhorou drasticamente quando me lembrei do que aconteceu segundos antes de eu cair num sono profundo.

-Eu preciso tomar um banho e trocar de roupa. – eu falei me sentando na cama, Jimin ainda estava usando aquela boxer.

-Eu imaginei. Vamos. – ele me puxou da cama me arrastando pro banheiro da suíte. Era três vezes maior do que eu tinha no apartamento. Eu adorei. Tinha um banheiro de um lado e uma enorme banheira do outro lado, no canto. O banheiro era tão claro e limpo. Realmente muito bonito.

Jimin abriu o chuveiro e deixou a água correr pelo braço esquerdo até se certificar de que a água estava na temperatura ideal. Eu comecei a desfazer os laços do espartilho.

-Você quer ajuda aí? – ele falou começando um sorrisinho malicioso nos lábios.

-Não.. obrigada. Eu consigo terminar sozinha. Além do mais, seus pais estão esperando por nós.

-Eu ia ser bonzinho.– ele fez um biquinho

-Você sempre é bonzinho, Seu problema é ser bom demais.

Ele terminou aquele sorrisinho e me puxou pro chuveiro ao ouvir o barulho das roupas batendo no chão. Sem contar os beijinhos e uns carinhos, nada aconteceu. Nós terminamos o banho e fomos nos arrumar. Eu coloquei uma calça de yoga bem confortável e uma blusa de manga comprida e me sentei para secar o cabelo enquanto ele colocou uma calça de moletom e uma camiseta, dizendo que não ia sair de casa, logo queria ficar bem confortável.

-Vai indo na frente, eu quero pegar uma coisinha aqui, e desço.– eu falei para ele beijando de leve sua bochecha. Ele meneou a cabeça e saiu do quarto.

Eu fui até a minha mochila e puxei o cartão para os pais dele e o livro de música, me sentei na cama com os presentes e fiquei olhando-os por um tempo, coloquei o cartão sobre o livro e trouxe-os pro meu peito, abraçando os presentes, e assim eu segui para a sala.

A casa estava de volta ao normal, como antes da festa. Se eu não estivesse aqui ontem, vendo a festa acontecendo nessa mesma sala, eu não acreditaria que a festa tinha de fato acontecido aqui. Uma grande árvore de Natal estava no canto da sala com vários presentes aos pés.

Jimin estava sentado no sofá ao lado da árvore e os pais dele estavam sentados no sofá em frente. Os três estavam com roupa de dormir, Sukhan e Myerin ainda com os pijamas da noite anterior.

– o que me pareceu.

-Bom dia, querida!– Myerin falou sorridente e feliz ao me ver chegando na sala.

-Eu fiz uma xícara de café, como você gosta. – Jimin falou com um tom doce, eu fui até o sofá onde ele estava e dei um beijinho em sua bochecha, fui até a árvore e coloquei meus presentes juntos aos outros. Voltei até o jimin e sentei ao lado dele. Ele me deu uma xícara com café e passou o braço atrás de mim me trazendo para um gostoso abraço.

-E então... quem vai primeiro?– SukHan perguntou como se fosse uma criança de 5 anos, eu sorri frente ao seu entusiasmo.

Myerin soltou uma pequena gargalhada.

–Por que você não entrega os seus presentes?

SukHan concordou com a cabeça e foi até a árvore pegando 4 pacotes. Um deles era grande com fitilhos prata.

-De quem é esse?– ele falou e eu tremi já sabendo a resposta.

-Acredito que esse é do Jimin. – ele disse entregando um presente a cada um e voltando para o seu lugar, balançando a sua caixa numa tentativa de descobrir qual era o seu presente.

-Essa caixa é grande... – eu reclamei antes mesmo de abrir o presente.

-Você nem sabe o que é, abra primeiro. – Jimin riu.

Eu rasguei o papel que envolvia a caixa. Olhei para a caixa, confusa, e então a abri. Tinham muitas coisas dentro da caixa. Uma linda câmera digital, uma mini impressora, milhares de papéis de foto, tinta, pilhas, 5 chips de memória e uma caixinha. Dentro havia 2 cartões-presente. Daqueles que você recarrega certa quantia e dá a alguém.

-Eu espero que você goste. Eu senti o quão animada você ficou no Dia de Ação de Graças enquanto tirava fotos. E então eu pensei que esse seria um bom presente. Eu também pensei em álbuns ou algo parecido. Eu perguntei a Mali por lugares que vendessem alguns com uns temas legais, mas como eu não ia conseguir escolher, cego ou não, decidi comprar esses cartões-presente. Mali me indicou duas lojas: a Michel's e a Hobby Lobby. Como eu não sabia a melhor, comprei um cartão em cada loja. Cada um está recarregado com 500 dólares e ...- E ele continuou falando enquanto eu estava lá, com a caixa e os presentes espalhados no meu colo, de boca aberta... chocada. Eu simplesmente AMEI o presente. Mas amei tanto que a minha cabeça estava girando com todas aquelas informações.

A minha câmera era velhinha, tudo bem. Mas essa era demais! Ele não devia ter gastando tanto comigo. Ainda mais com algo que ele não pode desfrutar. Foi tão altruísta. Foi tão bom. Quando caí em mim eu estava chorando.

-S/N? S/N, meu amor, se você não gostou não tem problema, podemos trocar.– Jimin falou apavorado

-Não! Não... eu amei! É só que... foi.. é tão bonito.. quero dizer.. a sua intenção... – rapidamente coloquei tudo de volta na caixa e coloquei a mesma no chão pulando no colo do Jimin. -Você é tão perfeito.

Ele me abraçou imediatamente afundando o rosto nos meus cabelos.

-Você me assustou. Eu fico feliz que você tenha gostado.

-Eu amei! Muito obrigada. Eu não.. não sei nem o que dizer...– eu falei ainda soluçando de tanto chorar.

-Primeiro, pare de chorar. Ainda tem mais uma pilha de presentes. Guarde alguma energia. – ele brincou comigo, tentando me acalmar.

Eu sorri de leve com sua tentativa de me fazer sentir melhor e me sentei ereta. Me toquei de que ele não tinha tido a chance de abrir o presente dele. Tinha uma caixa enorme no chão, na frente dele.

Quando subi os olhos da caixa eu encarei os pais dele. Sentei no sofá e tomei um gole do meu café. Corei de vergonha, eles olhavam para mim e para o jimin, orgulhosos.

-Ahh que maneiro! Uma guitarra! – Jimin falou feliz, como uma criança no meio de uma loja de doces.

-Nós já achamos um professor pra você em Shreveport. Você não se incomoda, né? – Sukhan disse com um sorriso orgulhoso. Ele amou a reação do filho. Estava claro em seu olhar.

–Perfeito pai! Obrigado! Eu adorei! – ele disse acertando a guitarra no colo e arriscando algumas notas.

Eu sorri com a situação

–Posso entregar meus presentes? Não é muito... – falei colocando minha xícara de café na mesinha do lado do sofá e indo até a árvore.

Entreguei o envelope nas mãos da Myerin e a caixa com o livro para jimin.

Jimin destruiu o papel que envolvia a caixa rapidamente. Eu gargalhei da sua excitação. Ele puxou o livro da caixa e passou as mãos primeiro por todo o livro e depois pela capa. Sorrindo ele abriu o livro e passou as mãos pelas folhas.

–Oh... S/N.. – a expressão no rosto dele era um misto de alegria, surpresa e choque. Ele estava quase chorando. –O...obrigado!

–Você gostou?

–É perfeito. – Ele correu os dedos mais uma vez pela capa, sorrindo cada vez mais.

–O que é? – SukHan perguntou confuso.

–S/N fez um livro de música pra mim– ele falou orgulhoso.

–Oh, S/N.. que idéia maravilhosa! – Myerin falou. Ao olhar para ela, percebi que ela não tinha visto o presente deles.–Eu espero que goste.– eu apontei para o envelope nas mãos dela –Não é muito...

–Oh! Essas são as fotos do Dia de Ação de Graças? – Myerin falou olhando uma foto e passando para Sukhan antes de pegar a próxima. Ela sorria em cada uma das fotos, soltando pequenas gargalhadas em algumas. –Olha como eles estão felizes nessas fotos, Sukhan. – ela sussurrou para o marido.

Do nada ela saltou do abraço do marido e correu na minha direção me acolhendo num abraço forte

–Muito obrigada.

–Fico feliz que tenha gostado!

–Minha querida, você não tem idéia do quão feliz você me tem feito desde que entrou nas nossas vidas. – ela falou a beira de lágrimas.

Eu cortei nosso abraço para olhar nos olhos dela. Tive respirar fundo para não chorar também.

–Jimin, o que você acha de ignorar essas choronas e abrir mais presentes?– Sukhan falou a fim de chamar nossa atenção. Myerin mostrou a língua pra ele. Ele a puxou pelo braço até que ela caísse no colo dele e a beijou apaixonadamente.

E assim a troca de presentes seguiu. Myerin ganhou jóias, Sukhan uma linda caneta, Jimin ganhou mais alguns cd's. Eu ganhei outro presente do Jimin. Um pijama de seda, Rosa.

Quando terminamos eu reparei que tinha mais um presente debaixo da árvore. Uma pequena caixinha. Eu pensei que tinham esquecido e acabei chamando a atenção de todos para o último presente.

-Acho que vocês esqueceram um.

-Oh.. é verdade. Por que você não vê de quem é, querida? – Myerin disse com um lindo sorriso no rosto de coração.

Eu fui até a árvore tive que me agachar toda para poder alcançar a caixinha. Quando consegui alcançar sentei na frente da árvore e li a etiqueta De Myerin e Sukhan, para S/N.

-Vocês não precisavam me dar nada... – eu falei provavelmente um pouco mais alto do que deveria. Sukhan gargalhou .

– S/N nós iríamos te dar isso você vindo para cá ou não, Agora abra.

Eu abri a caixinha e encontrei duas passagens de avião com destinos e datas em aberto com validade de um ano.

-Nós imaginamos que talvez vocês quisessem um lugar e tempo só para vocês. Ou talvez vir nos visitar... – Myerin falou olhando os próprios pés, querendo esconder o real desejo dela.

Eu corri até ela pulando em seu colo, a abraçando forte .

– Oh como eu queria que vocês fossem os meus pais... Vocês são perfeitos!

-Oh-oh S/N, eu não acho que essa seja uma boa idéia. Eu odeio estragar seu sonho, mas imagine.. seríamos um caso de incesto... – jimin brincou comigo. Eu ri e abracei Myerin mais forte.

-Um dia você vai ser a minha filha.- – Ela me disse com um beijo na testa.

-Ih, Jimin.. estão te empurrando pra igreja aqui, hein?

-E eu não ousaria reclamar. – ele respondeu com outro sorriso lindo – Que tal um café da manhã?


Notas Finais


..
Amanhã dou outro cap da fic do jimin


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