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História Com os Olhos da Alma-Park Jimin - Capítulo 33


Escrita por: e ParkJiminNano


Capítulo 33 - Capítulo 31


S/N P.O.V

De repente, me levantei, O local estava completamente escuro e eu estava nua. Levei um minuto para me lembrar onde estava e o que tinha acontecido. Sorri comigo mesma e olhei para o lado para ver se o jimin estava na cama comigo. Eu tateei o colchão um pouco até perceber que ele não estava ali. Enrolei o lençol ao redor do meu corpo e sai de cima da cama.

-Jimin?- Perguntei calmamente.

Ele não respondeu, e isso começou a me preocupar.

-Jimin, cadê você?-Eu falei um pouco mais alto.

Jimin me agarrou pela costas e de início tomei um belo susto pra logo depois começar a rir, me virei em seu abraço e dei um beijinho no seu ombro, ele tinha um sorriso enorme em seu rosto e respondeu brincalhão.

-Aqui!

-Putz , você me assustou pra caramba agora!- Eu dei um tapinha nele que começou a rir novamente.

-Ah, me desculpe. Não foi minha intenção.- Ele fez biquinho mas, mas a expressão do rosto dele me dizia exatamente o contrário.

-Sim, você teve a intenção sim!-Eu falei. Estava brincando, mas não queria deixar ele se safar tão fácil assim.

-Tudo bem ... talvez um pouquinho! Mas, de todo jeito, você se assusta muito facil.- Ele passou os dedos no meu rosto para ver se realmente estava zangada. Eu juntei meus lábios fazendo um muxoxo e então ele suspirou.- Por favor, me desculpe...- Ele disse mais sério.

-Eu não sei, Jimin, você realmente me assustou...-Eu disse meio sarcástica, ele parou seu toque nos meus lábios que estavam tremendo, tentando mostrar o sorriso que eu tentava esconder.

Ele decidiu de vez entrar na brincadeira, caiu de joelhos aos meus pés, agarrando minha cintura e dizendo: -Por favor, S/N, estou implorando o seu perdão...-Ele esfregava seu nariz na minha barriga, fazendo que eu sentisse seu hálito quente, mesmo através do lençol.

Quando eu ia abrir a boca pra dizer alguma coisa meu estômago rosnou alto o jimin gargalhou.

-Tudo bem, tudo bem, Tá certo então. Eu acho que te perdôo...-Eu brinquei. -Mas, você precisa me arrumar algo para comer.

-Bem, isso é fácil, eu pedi pizza pra nós e deve chegar aqui a qualquer minuto.- Ele se levantou e eu percebi que ele estava vestindo suas calças.

Eu olhei para o relógio que marcava duas horas da manhã.

-Você encomendou pizza a essa hora?

-Sim, tem lugares 24hs por aqui sabia? Além disso, eu queria que você experimentasse uma pizza a la Chicago.- Disse rindo, ele puxou-me para o sofá e me colocou em seu colo.

-Espere, não deveríamos ir pra casa? Seus pais não vão se preocupar?

-Já liguei pra eles e disse que decidimos ficar por aqui nessa noite.

Eu corei furiosamente.

-O que eles disseram?

-Minha mãe disse: -'Aproveitem a noite e usem camisinha'.- Ele riu de si mesmo imitando a voz de Myerin.

Eu estava completamente mortificada.

-Sua mãe vai pensar que eu sou uma vadia ou algo assim!

-S/N, eu acho que você nunca seria vista dessa forma pela mamãe. Se nosso amor acabasse - o que é impossivel - acho que ela ia me renegar e te adotaria.-Ele falou enquanto remexia uma mecha do cabelo.

Eu ri um pouquinho.

-Eu gosto muito da sua mãe, e do seu pai também.

Houve uma batida e ele me colocou com cuidado no sofá, envolvi o lençol mais apertado em meu corpo quando ele abriu a porta. Percebi que ele já tinha separado o dinheiro, eu me senti culpada por não ajudar a pagar outra vez, só que agora eu estava morrendo de vergonha de ir até lá para reclamar.

-Olá, foi daqui que pediram uma pizza extra grande de calabresa, cogumelos e bacon e uma garrafa de coca?- Perguntou o homem, vasculhando com os olhos, o quarto, eu corei quando ele parou seus olhos em mim, agradeci aos céus por jimin não poder vê-lo, porque com certeza ele teria matado o entregador. ou, talvez ele fosse mesmo mata-lo, de qualquer jeito.

Jimin entregou o dinheiro ríspido, tomando a pizza e o refrigerante das mãos dele, o homem ficou parado durante um tempo antes de sair definitivamente, assim que a porta fechou, fui ajudá-lo a pegar as coisas, eu levei o refrigerante agarrando a garrafa ao meu peito.

-Sabe, as pessoas não deviam comer a minha namorada com os olhos, mesmo que ela esteja usando somente um lençol...-Ele disse com um pequeno sorriso nos lábios.

-Não import... Peraí... Como você sabia?

-Por favor, ele é homem e teria que está morto pra não ficar olhando pra você.- Ele disse rindo.-Espero que ele não tenha feito nenhuma gracinha.

Rolei olhos enquanto ele falava brincando, ele parecia tão leve. Servi dois copos de refrigerante antes de me sentar no sofá. Jimin tinha arrastado a mesa de centro mais pra perto para que pudessemos comer ali, ele levantou a tampa da pizza e minha mandíbula caiu.

-Minha nossa, essa coisa é enorme. Acho que não vou poder comer tudo isso.- Eu me queixei.

-Dúvido. Eu te garanto... Este restaurante tem a melhor pizza da cidade.- Ele me ofereceu uma fatia. Honestamente, teria sido bem mais fácil comer com ajuda de um prato e de um garfo.

Jimin P.O.V

S/N murmurava e gemia baixinho aproveitando o sabor da pizza, o que me fez ficar feliz e com ciúmes ao mesmo tempo, achei que somente eu conseguia produzir esses sons dela, não um pedaço de pizza.

Eu não quis fazer medo e a S/N antes, sinceramente não. Eu só queria segurá-la perto de mim, mas quando ela gritou e pulou eu não pude resistir a intenção de provoca-la.

Por alguma razão, eu me sentia leve, talvez era porque eu soubesse que meu futuro com ela estava seguro, Ok, eu ainda não tinha lhe pedido, mas sabia que ela me amava, e nada mais importava, Isso já bastava pra mim.

Eu não estava mentindo quando eu lhe disse sobre o que meus pais achavam dela, que dizer, só brinquei na parte da rejeição - Eu acho, mas eles estavam irremediavelmente apaixonados pela S/N, assim como eu, ela era uma menina maravilhosa, quem não a amaria?

Quando ouvi a respiração pesada do entregador de pizza eu rosnei internamente. Logo de início fiquei irritado, mas depois alguma outra emoção veio junto: Orgulho. Ele desejava minha namorada mas nunca a teria. Eu seria o único na vida dela.

A minha lady só conseguiu comer uma única fatia - apesar que devo admitir que ela era bem grande. S/N começou a zoar da minha cara quando eu terminei a minha quarta fatia.

-Você vai engordar!

-Não.-Eu respondi.-Só estou guardando energia, geralmente você acaba comigo.

-Ah, me desculpe, talvez eu devesse parar de...- Ela deixou suas palavras no ar.

Não resisti e comecei a rir, me inclinei na direção dela, tirando um gemido de prazer quando eu comecei a beijar e mordiscar em seu pescoço delicado.

-Não, não pare, porque eu mesmo não consigo parar...

Eu a carreguei nos meus braços levando-a para cama pela segunda vez esta noite. Desta vez eu queria que ela dormisse mais um pouco - mas não sem antes demostrar o quanto eu a amava, mais uma vez.

S/N P.O.V

A luz entrava por entre as cortinas e eu grunhi irritada. Virei de lado, para cobrir meus olhos da claridade, mas quando fiz isso vi jimin. Ele estava deitado de bruços, com o rosto virado pra mim. Ele ainda estava dormindo profundamente, o seu belo cabelo castanho avermelhado estava completamente despenteado com mechas para todas as direções. Eu ri ao me lembrar de como ele ficou desse jeito.

Sinceramente, eu ficaria surpresa se pudesse andar hoje. Nós não tínhamos feito amor há mais de uma semana. Quer dizer, exceto pela Véspera de Natal, mas ainda assim eu fui a única que tive um orgasmo.

Acho que ele tinha guardado toda suas frustrações sexuais da semana e descontou tudo em cima de mim na noite passada, quatro vezes.

Saí da cama para a área que parecia uma sala, nossas roupas estavam espalhadas pelo local, eu decidi apanhá-las para que jimin não tropeçasse nelas, coloquei tudo no braço da cadeira, o último item que peguei foi a jaqueta de couro do jimin.

O casaco era enorme e suave ao toque, tinha o cheiro dele, doce e delicioso, eu vesti o casaco em volta do meu corpo nu, foi parar nos meus joelhos e eu tive dificuldade para encontrar as minhas mãos nas mangas compridas.

Ajustei o casaco ao meu redor, trazendo o colarinho para o meu nariz e respirei profundamente. Algo bateu no meu quadril, a curiosidade me invadiu e deixei minha mão ir até o bolso.

Pensei que fosse o seu celular ou qualquer coisa assim, mas o que eu tirei me surpreendeu, era uma caixinha de veludo preto. Eu abri-a lentamente e quando vi o que tinha dentro engasguei. Dentro havia um anel. Era lindo, e parecia ser antigo. Tinha uma safira Rosa rodeada por outros pequenos diamantes. Não sei por que eu tirei-o da caixa para colocá-lo em meu dedo. É, se encaixava perfeitamente.

Será que era o que eu estava pensando? Ele realmente ia me pedir em casamento? Qual seria a minha resposta? Eu estava pronta para isso?

Mordi meu lábio e olhei pro belo anel. Talvez eu estivesse me preocupando sem motivos. Talvez isso fosse outro presente de Natal, somente isso. Mesmo sendo caro demais. Se fosse isso, acho que não poderia aceitá-lo, mesmo que eu tivesse adorado.

Eu suspirei fortemente e coloquei o anel de volta na caixa.

-S/N, amor?- Sua voz grossa me chamou. Rapidamente fechei a caixa e joguei de volta no bolso. Tirei sua jaqueta de meu corpo e coloquei-a onde estava o resto das roupas. -O que você está fazendo?- Ele perguntou da porta do quarto, ele estava completamente nu, com um doce sorriso no seu lindo rosto.

-Só pegando as roupas.- Eu disse sinceramente, fui até ele e embrulhei meus braços ao redor de sua cintura, suas mãos alisavam meu corpo, certificando-se de que eu ainda estava completamente nua.

-Uummmmm, ainda é muito cedo pra isso. Porque não voltamos pra cama?- Ele beijou minha testa levemente, mas encostado ao meu ventre ele me mostrava a razão exata para que eu voltasse para o quarto.

-Por que não tomamos um banho e depois, vamos comer?-Eu rebati.

-Se é o que você quer...- ele suspirou divertido. Seus dedos enrolaram em meu cabelo me puxando mais pra perto. Ele beijou-me profundamente nos lábios, mas deixando suas mãos apertarem de leve meu bumbum.

-Eu te amo.- Ele sussurrou quando se afastou.

-Eu também.- Eu disse deixando meus dedos passearem por sua bochecha. Ele pegou meu pulso e deu um beijo na palma da minha mão.

O banho foi longo e muito agradavel. Não me espantaria se tivessemos usado toda água quente do hotel. Eu estava tão enrugada quanto uma ameixa seca, quando sai. Vestimos nossas roupas da noite anterior.

-S/N, meu anjo, você gostaria de ir ao cais Navy comigo?- Ele perguntou enquanto me ajudava a colocar o casaco.

-O que é isso?

-Não sei se você notou, mas tem uma roda gigante aqui em Chigago. Aparentemente, você não pode deixar de ir lá. E ela fica no cais Navy.

Ele colocou seus óculos pela primeira vez em catorze horas. Eu, infelizmente, suspirei mas fiquei na ponta dos pés para beijar seus lábios.

-Isso parece divertido.-Eu tentei dizer alegremente.

Jimin P.O.V

-O que foi?

-Só vou sentir falta de olhar em seus olhos.- Ela admitiu com sinceridade para mim.

Eu suspirei e retirei a armação, colocando-os no meu bolso.

-Melhor?

-Eu não quero que você fique desconfortável por minha causa.

-E eu não quero que você fique triste por minha causa.-Contrariei.

Ela tirou os óculos do meu bolso e devolveu-os ao meu rosto. Suas mãos repousavam em minhas bochechas enquanto ela dizia. -A ausência as vezes faz bem ao coração. Além do mais, eu só tenho que esperar até mais tarde, certo?

Eu sorri para seu gesto doce e abaixei meus lábios a sua testa.

Pegamos um táxi para o cais. Estávamos bem agasalhados, mas hoje estava muito frio. Porém, o vento gelado não foi tão ruim assim, já que nós caminhávamos abraçados lado a lado. S/N soltava vários "ohs" e "minha nossa" admirada com o que via. Fiquei feliz de percebe-la tão encantada.

-Podemos ir a roda gigante?- Ela pediu tímida.

-Seu desejo é uma ordem.- Disse-lhe sorrindo. Ela deu um tapa na minha nuca, mas me puxou apressada para o passeio.(bruta igual coice de mula hehehe)

Nós éramos os únicos no brinquedo e fiquei muito agradecido por isso. Tinha certeza que a vista da cidade e do lago daqui de cima era incrível. Bella se aconchegou ao meu lado, descansando a cabeça no meu ombro e com sua mão na minha barriga.

-Isso é lindo Jimin. Estou tão feliz de ter vindo pra Chicago com você.

Eu aspirei o perfume de seus cabelos e beijei-a na bochecha carinhosamente.

-Estou feliz por você estar aqui, também.

-Eu queria ficar assim para sempre.- Ela disse suspirando feliz.

-Você sabe, nós poderiamos, se você quisesse. Podíamos nos mudar pra cá e comprar um flat. Iríamos fazer faculdade aqui mesmo. Eu gosto da Century, mas tê-la aqui comigo e perto da minha família seria perfeito.- Falei esfrengando meus dedos no seu cabelo.

-Quem sabe depois da faculdade. Acha que nosso grupinho viria conosco? Mari morreria com tantos shoppings. Jackson ia adorar todas as bibliotecas. Mali ficaria feliz só por morar numa cidade maior. Shreveport é pequena demais para ela. E, bem, André seguiria a Mali pra qualquer lugar.- Ela falou empolgada com a idéia.

-Bem, se cada casal tiver seu próprio apartamento, por mim tudo bem.-Eu brinquei.

-Obrigada. Obrigada por me trazer aqui. Por me dar a chance de conhecer coisas novas. Estou adorando tudo. Você é um cara perfeito, sabia? Um dia... -Ela parou, parecendo pensar bem nas suas palavras que ia dizer. Ela balançou a cabeça, e eu senti esse movimento no meu peito.

-Um dia o quê? Perguntei.

-Esquece.- Ela tentou se afastar, mas eu impedi.

-O que foi S/N?- Perguntei-lhe com firmeza.

-Você nunca achou que nosso relacionamento está indo rápido demais?-Ela perguntou triste.

-Não. Realmente não, mas, não era isso que você ia dizer... O que é?- Eu pressionei mais um pouco. Ela reclamou baixinho e desta vez eu deixei ela sair do meu abraço. -S/N, você acha que estamos indo rápido demais?

-Um pouco.- Ela admitiu calmamente. Ela soava como se estivesse prestes a chorar. Eu a puxei pra mim novamente.

-S/N, se você não estiver bem com isso, podemos ir mais devagar. Eu só quero que você seja feliz. Eu ficarei ao seu lado, sempre.- Tentei esconder a verdade. Eu não queria assustá-la ainda mais.

-Sério?

-Claro que sim bobinha! Eu não vou fugir. Cada coisa no seu tempo, amor. Se você acha que nós devemos ir mais devagar, vamos devagar. Se você quer correr pra Las Vegas e se casar com cover do Elvis...

Ela riu e apertou sua testa no meu peito.

-Não, Vegas ainda não.- Tirei minhas mão do meu casaco e coloquei ela no meu colo.-Só quero que as coisas fiquem do jeito que estão por um tempo. Está bem?

Eu assenti e beijei o topo da cabeça dela.

Ela descobriu que eu queria pedi-la em casamento? Será que minha mãe ou meu pai deixaram escapar alguma coisa ou isso já estava escrito na minha cara? Estava claro que ela estava tentando não magoar os meus sentimentos ao dizer isso. É óbvio que fiquei um pouquinho triste, entretanto fiquei mas calmo por uma coisa: Ela não tinha dito não. Disse agora não. Eu até entendia. Só estávamos juntos a alguns meses. Mas independente de qualquer coisa. Eu ia passar o resto da minha vida com esta garota. Só precisava que ela estivesse pronta para pra isso.

Eu podia compreender a sua relutância em relação a casar. Seus pais foram um péssimo exemplo na vida dela. Já eu, fui criado por pais que se amavam profundamente. Eles se apaixonaram e se casaram tão rapido que isso parecia normal pra mim. A maioria das pessoas condenam casamentos imediatos. Tenho que admitir que eu era exeção a essa regra.

Quando descemos do brinquedo, arrastei S/N para onde conseguia escutar uma melodia infantil tocando.

-Pra onde vamos?- Ela riu tropeçando.

-Se você pode ir numa roda gigante, pode muito bem ir num carrossel.- Eu brinquei.

Ela riu ainda mais alto, mas veio comigo. Eu a ajudei a subir num dos cavalos e fiquei de pé ao seu lado enquanto o brinquedo começava a girar.

-Você não vai montar num deles?- Ela perguntou.

-Não...-Eu ri.

-Sabe?- Ela disse. Senti seu corpo mais próximo do meu, sua boca a milímetros da minha orelha.-Eu acho que você prefere que eu monte em você.

Eu joguei minha cabeça rindo alto.

-Você é uma safada, Senhorita Mendes.

Ela riu.

-Bem, estou surpresa pelo fato de você conseguir andar, Sr. Park.

-Ah é?! Por que?

-Você não se machucou com todos os nossos ... exercícios da noite passada?- Eu só podia imaginar o corar sobre suas bochechas quando ela disse isso. Cheguei até erguer minha mão para sentir o calor. Eu ri comigo mesmo.

-Esqueceu que eu corro pelo menos quatro vezes por semana ao invés de seguir seu exemplo de sedentarismo?

-Sim, mas isso não é desculpa. Acho que já é normal pra você ser bom em tudo...- Ela murmurou.

-Eu não sou bom em tudo ...-Eu parei um pouquinho e alarguei meu sorriso. -Peraí, quer dizer você acabou de dizer que eu sou bom de cama?

-Park jimin!- Ela gritou dando um tapa no meu ombro, eu joguei minha cabeça para trás, rindo outra vez e ela grunhiu ao meu lado. -Você é tão malvado, Pare com isso.

-Ok, ok ... Eu vou ser bonzinho.-Eu fiz um biquinho.- Mas, só porque você mandou, agora vem, vamos pegar nosso almoço.

S/N P.O.V

Fiquei mais tranquila quando o jimim percebeu minha pequena dica sobre o casamento, ele não pareceu perturbado com isso, eu não queria que ele me interpretasse mal, eu quero casar com ele, e realmente irei fazer isso, só que não agora, eu pensei que ele fosse ficar deprimido ou no mínino chateado, mas ele de fato parecia muito alegre, num estado de espírito exultante que me contagiava.

Me perguntei internamente desde quando ele tinha o anel e o que estava planejando fazer pra me entregá-lo, e como ele nunca faz nada pela metade... podia imaginar o que podia vir disso.

Eu sentei no colo dele, no McDonald's mais barulhento que eu já vi. Eu mordia um McChicken enquanto via as crianças brincarem com coisas diferentes e assitirem um desenho animado na TV.

-Não seria melhor se eles vissem o Mickey no conforto de suas casas, não?-Perguntei.

Ele gargalhou.

-Talvez, mas todos os fast foods daqui são assim, vir pra cá é melhor do que ficar em casa, eu acho.

Eu lhe dei um pouquinho de fritas e ele divertidamente mordeu meus dedos.

-Jimin, você ja pensou no que vamos fazer no Ano Novo?

-Um pouco. Por quê?

-Quais são os planos de seus pais? Não tem mais festas, né?- Eu perguntei receosa, acho que não aguentaria outro encontro com a Amanda.

-Eles vão pra uma festa na casa de uns amigos, E geralmente ficam hospedados no Drake ou algo assim, Por quê?

-Podemos ficar em casa apenas de pijamas de novo?- Eu perguntei mordendo meus lábios. Eu não queria estragar seus planos, se ele ja tivesse algum.

-Você não quer ir ver os fogos de artifício ou qualquer outra coisa?- Ele perguntou surpreso.

Eu me inclinei para me aproximar dele. Eu corei num tom de carmesim só com o que eu estava pensando em falar.

- Eu quero estar fazendo amor com você na hora da virada.

-Hmmm, acho que essa é a forma perfeita pra se terminar e começar um novo ano.



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