1. Spirit Fanfics >
  2. Come To Brazil - Hansol Vernon >
  3. Capítulo Único

História Come To Brazil - Hansol Vernon - Capítulo 1


Escrita por: AMoonlight

Notas do Autor


🌙 Hello Hello amores
🌙 Trago mais uma one shot para vocês hoje.
🌙 Dessa vez com o nosso amado Vernon. Aiaia esse homem, deus...
🌙 Agradecer a @Ohopya pela capa maravilhosa. Babo sempre nas capas dela.
🌙 Indico ler a one ouvindo Come To Brazil - Why Don´t We. Foi a música que me inspirou a escrever a história.

Boa Leitura 💋

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Come To Brazil - Hansol Vernon - Capítulo 1 - Capítulo Único

A estadia em Beverly Hills estava trazendo um ar mais feliz para Vernon, que não aguentava mais a pressão no trabalho e as exigências de seu pai em cima de si. Trabalhar na empresa de sua família era bom e ruim ao mesmo tempo. Tinha um pouco de poder, por assim dizer, mas tinha ao mesmo tempo seu pai sempre de olhos em suas ações e passos dentro da companhia.

O americano olhou para o lado vendo seu amigo paquerar algumas meninas próximas a eles na praia, balançou a cabeça negando o jeito de Joshua. Às vezes queria ser igual ao californiano, mas não conseguia. Paixão era algo que deixava Vernon para baixo, tendo lembranças de um relacionamento que acabou quando ele recebeu a notícia que havia sido traído e Lydia estava gostando de outra pessoa.  

Tinha sido um baque e tanto para ele quando ouviu aquelas palavras saírem da boca da morena. Estava com planos de pedi-la em casamento, mas tudo foi pelos ares com a notícia. Decidiu dar um tempo no amor e se forcar no trabalho, para ver se preenchia o vazio que sentia, mas quase sete meses depois não aguentava mais o trabalho, necessitando de umas férias.

Ficou feliz quando Joshua disse que também pegaria férias e o convidou para irem até a sua cidade natal. Os dois haviam estudado juntos em Harvard e o mais novo se viu surpreso quando descobriu que o companheiro estava trabalhando na companhia de sua família.

– O que está pensando? – o loiro perguntou, tirando Vernon do transe. – Está com uma cara de pensativo. 

– Não é nada. – olhou para Joshua. – Apenas aproveitando a brisa do mar. – respondeu voltando o olhar para o oceano pacifico a sua frente. 

– Estava pensando nela, não é? Eu te conheço, Vernon. – o mais novo suspirou e assentiu. Não tinha como mentir para seu melhor amigo.

– E se for? – deu os ombros. – Nunca imaginei que aquilo iria acontecer. – suspirou pesadamente.

– Já faz quase um ano, Chew. – Joshua falou indignado. – Segue em frente. Ache um novo amor. Aqui tem inumeras mulheres que você poderia ficar, nem que seja apenas uma vez, para que esqueça aquela idiota da Lydia. E nem pense em revirar os olhos para mim. – apontou. – Sabe que nunca gostei daquela la. – resmungou.

– Eu sei, Joshua. Eu queria apenas não ter que pensar mais nisso, mas às vezes tudo me vem à tona. 

– Sabe do que você precisa? – perguntou tendo uma resposta negativa. – Beber. Dançar. Se divertir. E graças ao seu maravilhoso amigo aqui, descobri uma festa hoje. – Vernon olhou meio desanimado. – Nós vamos e não vai ficar dentro do quarto do hotel mofando.

Sabendo que não teria como contrariar o loiro, concordou com a ideia da festa, mas falou que quando ele quisesse ir embora, deixaria ele lá e voltava para o hotel. Continuaram por mais algum tempo na areia até decidiram voltar para onde estavam hospedados e se arrumarem para a festa.


 

Vernon até que estava curtindo a noite, ficando em um só lugar durante às três horas que estava na festa, no bar que havia sido montado, quase criando uma amizade com o  bartender que estava servindo às pessoas ali. Havia perdido Joshua de vista a quase uma hora e nem se deu o trabalho de ir atrás dele, sabia que o californiano queria se divertir e deixou o mesmo fazer isso, sem ter ele afogando um pouco das mágoas na bebida.

De vez em quando olhava em volta, observando às pessoas que haviam naquele local, fazendo essa ação naquele momento sentiu que havia perdido o chão quando colocou os olhos em uma silhueta que andava em sua direção. Vernon nunca tinha se sentindo daquele jeito, bobo e com falta de ar, por uma mulher, nem mesmo por Lydia. 

A mulher sentou ao seu lado no bar, pedindo uma bebida que ele nem sequer ouviu, pois estava hipnotizado por ela. Se sentia um idiota e um adolescente na puberdade olhando a loira ao seu lado.

– Daqui a pouco vou começar a achar estranho você me olhar tanto. – a voz da mulher tirou ele do transe, fazendo-o balançar a cabeça e se xingar por ter sido tão descarado.

– Sinto muito, não foi minha intenção lhe constranger. – pediu rapidamente tomando um gole da bebida em seu copo.

– Não tem problemas. Como minha amiga diz, o que é bonito deve ser apreciado. – falou levando o copo à boca e engolindo uma pequena quantidade de líquido alcoólico. 

– Sua amiga tem razão. – comentou.

– Então… – cruzou as pernas fazendo com que seu vestido subisse um pouco, dando a visão de suas coxas desnudas para Vernon. – Se concorda, me acha bonita. – sorriu sabendo que ele havia caído.

– Quem sabe. – vendo que a mulher queria brincar com ele, decidiu entrar na onda dela. – Percebo que seu sotaque é um pouco forte. Acredito que não seja daqui.

– Observador. – comentou, analisando ele. – Não sou mesmo, sou do Brasil. Estou aqui de férias e hoje é meu último dia.

– Já fui duas vezes para o Brasil. Um belo país. 

– Não posso discordar. A propósito, me chamo Vitória. – estendeu a mão.

– Muito prazer, Vitória. – pegou a mão dela levando até os lábios e depositando um selar.  Me chamo Vernon.

– Aceita dançar? – perguntou tomando o resto de sua bebida e levantando do banco.

– Será uma honra. 

Os dois levantaram e seguiram juntos até o meio da pista de dança, colando seus corpos e dançando no ritmo da música que tocava. Era possível ver a tensão sexual que emanava em volta dos dois, mesmo que tivessem se conhecido a menos de trinta minutos. Poderia ser algo surreal, mas tanto Vernon quanto Vitória se sentiam à vontade na presença um do outro e ambos queriam, e sabiam, que algo a mais aconteceria naquela noite. 

Aos poucos foram se aproximando e quando perceberam já tinham suas bocas coladas em um ósculo selvagem, mostrando o desejo que um estava tendo pelo outro. Era prazer e tesão puro em volta dos dois, não ligavam para mais nada, pois queriam a mesma coisa.


 

Vitória arfou alto ao sentir suas costas na parede gelada de um dos banheiros da casa, o qual ela e Vernon entraram e trancaram a porta, voltando no segundo seguinte a se beijarem. 

A loira seguiu sua mão até os botões da camisa do mais velho, abrindo rapidamente um após o outro, tirando aquela peça do corpo dele. Vernon passou a mão pela cintura da mulher, descendo até suas coxas e dando um leve aperto antes de chegar até a barra do vestido e puxá-lo para cima. Na hora ele teve certeza que Vitória era a mulher mais bonita que já havia visto, a brasileira estava o deixando louco.

A virou de costas para ele, colando seu peito nas costas dela, roçando seu quadril na bunda dela, fazendo-a sentir seu membro por baixo da calça. Às mãos dele vagaram pelo corpo dela até chegarem nos seus seios desnudos, apertando-os com força, enquanto dava atenção ao pescoço dela, que já ganhava uma coloração vermelha.

Encostando sua cabeça no ombro do maior, a brasileira olhava pelo espelho a sua frente a visão dos dois e aquilo a deixava ainda mais excitada, sentindo sua calcinha ficar ainda mais molhada. Colocou as mãos para trás, alcançando o membro de Vernon e dando um forte aperto, tendo ele gemendo baixo e apertando com mais força seu seio.

– Eu estou quase explodindo de tesão por você. – falou descendo a mão até o vagina dela e adentrando a calcinha, sentindo a umidade entre o tecido e a pele da mulher.

– Por que não explode dentro de mim? – perguntou safada e recebeu um tapa forte na nádega esquerda.

– Não reclame se não conseguir andar amanhã. – puxou as laterais do tecido que ainda se encontrava no corpo da brasileira, rasgando a calcinha e tirando os restos dela e jogando no chão. 

Se separou de Vitória, abrindo sua calça e abaixando a mesma, junto a sua boxer, deixando seu penis para fora e logo encostando-o perto da entrada da loira, que gemeu ao senti-lo tão perto.

Nem um segundo depois, penetrou com força arrancando gemidos altos de ambos, e não esperou Vitória se acostumar com a invasão dele e começou a estocar com força e rapidez, fazendo com que a brasileira se segurasse com o resto de suas força na pia, para não ir ao chão com o tamanha prazer que estava recebendo.

Nenhum dos dois se importava mais com a festa que acontecia no andar de baixo da casa, nem mesmo com seus amigos que estavam em algum da residência, apenas o prazer e o orgasmo.

Vernon colocou a mão esquerda na barriga de Vitória a puxando para colocar às costas no peitoral dele, enquanto a direita continuava na cintura dela, quase deixando a marca de seus dedos, de tão forte que apertava a pele bronzeada da mais nova.

– Mais. – murmurou. – Eu quero mais, Vernon. – pediu manhosa entre os gemidos.

– Foi você quem pediu. – mordiscou a orelha dela, levando suas mãos até os seios fartos da mesma, apertando os mesmo como uma pequena massagem. 

O suor já escorria pelos seus corpos, fazendo um barulho alto dos corpos se chocando a cada penetrada do americano. Às pernas da loira já começaram a falhar e seu interior começa a apertar o membro de Vernon, indicando que logo chegaria ao seu clímax.

Movendo sua mão em direção ao monte vênus da mulher e encontrando o clítoris inchado, colocou dois dedos em cima do mesmo e mexeu com rapidez, trazendo mais prazer a brasileira em seus braços, não demorando muito para sentir o orgasmo dela escorrer pelo seu pênis.

Estocou mais algumas vezes e saiu de dentro dela, despejando seu orgasmo na bunda da mulher. Os dois respiravam fundo, tentando fazer a mesma se regular depois de um sexo intenso com um desconhecido.

– Se eu pudesse… – a loira se virou. – faria isso todos os dias. – roçou seus lábios com o dele.

– Digo o mesmo. – roubou um beijo rápido dela. – Infelizmente não é um poder nosso.

– Sim. – suspirou buscando os olhos dele. – Porém, foi uma bela lembrança de despedida.

– Espero que lembre de mim por isso. – puxou ela para mais um beijo intenso. Ao se separarem soltaram uma risada fraca, buscando suas roupas e às vestindo e saindo do pequeno cômodo em seguida.

– Quem sabe até algum dia, Vernon. – disse ao chegarem no pé da escada. 

– Até, Vitória.

A brasileira sorriu e depositou um selar na bochecha dela e desceu as escadas e logo se misturou em meio às pessoas.




 

O novayorkino conseguiu esconder o sorriso quando ouviu de seu pai que seria ele quem representaria a empresa no evento que aconteceria no Rio de Janeiro. Podia ser como encontrar uma agulha em um palheiro, mas tentaria encontrar Vitória nessa viagem. Dois meses haviam se passado desde a fatídica noite onde transou com uma recém conhecida no banheiro de uma festa, e por nenhum dia esqueceu daqueles momentos.

Depois que viu Vitória desaparecer por entre as pessoas, não tardou a encontrar Joshua e comentou com o amigo sobre os acontecimentos de momentos antes e se xingou ao se tocar que não tinha pegado o número dela, quando o loiro perguntou. Mesmo que ela fosse embora no dia seguinte, queria poder continuar conversando com ela.

– Sério que acha que pode acha-la? Nem sabe o sobrenome dela e ela pode também não morar no Rio. – Joshua exclamou olhando o amigo arrumar a pequena mala que levaria consigo.

– Eu sei disso. Mas sinto que vou encontrá-la novamente. É algo interno. – respondeu o olhando. O californiano desistiu de tentar fazer Vernon mudar de ideia e o desejou boa viagem e boa sorte em tentar achar a brasileira que não saia de seus pensamentos.

Nem dois dias depois já estava em solo brasileiro e sorriu ao sentir a energia que o país passava para si. Saiu do aeroporto e olhou para os táxis à sua frente, se endireitou para pegar um deles, mas acabou trombando com alguém, fazendo ambos derrubarem suas malas. Desculpou-se com a pessoa, pegando sua mala e erguendo a que havia sido derrubada junto.

– Acho que isso é um pouco de perseguição. – Vernon virou rapidamente ao reconhecer a voz e sorriu ao ver Vitória a sua frente.

– Pode ser que sim, pode ser que não. – respondeu dando os ombros e entregando a mala à dona. – Estou aqui a trabalho. Porém, sentia que talvez pudesse encontrá-la novamente e eu estava certo.

– Sentiu que precisava vir ao Brasil. – sorriu se aproximando dele.

– Quem sabe. Uma brasileira que conheci em uma festa que fez ter esse pensamento durante dois meses.

– Ela deve ter deixado uma bela lembrança. – sorriu maliciosa tendo flashes do sexo no banheiro na mente dos dois.

– E como. – retribuiu o sorriso. – Daqui tres dias começa o evento, no qual vou representar a empresa que trabalho. – explicou sua vinda ao país. – Nesses dias livres, poderia me mostrar a cidade? 

– Com muito prazer. 


 

The party was boring, then without warning

Saw something foreign walk through the door

And I can't ignore it, I need some more, yeah

I just might come to Brazil

 


Notas Finais


Até a próxima.💋


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...