História Coming Home For You - Capítulo 1


Escrita por: e pchxpjy

Postado
Categorias Got7, ITZY, Stray Kids
Personagens Hwang Hyun-jin, JB, Jinyoung, Yeji
Tags Bnior, Byoung, Descubrajjp, Djjp, Fluffy, Hyunjin!kid, Jjp, Jjproject, Papais!au, Pchxpjy, Tema8, Verse2, Yaoi, Yeji!kid
Visualizações 31
Palavras 1.960
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fluffy, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi meus docinhos de coco, tudo bom com vocês?
mais uma vez eu aqui agraciando vocês com mais uma jjp fofinha e dessa vez pra esse projeto incrível
espero que gostem da história <3

Capítulo 1 - De volta para casa


Fanfic / Fanfiction Coming Home For You - Capítulo 1 - De volta para casa

Jaebum não conseguia evitar o nervosismo tomar conta de cada poro de seu corpo. As mãos suavam frio e os pés batiam inquietos contra o chão do trem, ao mesmo tempo em que seus dentes maltratavam sem piedade nenhuma os lábios naturalmente ressecados. O motivo de toda aquela inquietação? O fato de estar de volta para a sua família depois de tanto tempo. Não tão inteiro quanto havia prometido a Jinyoung, mas, finalmente de volta.

 

O Im moveu-se rápido quando enfim o trem parou na estação simples da cidadezinha em que vivia junto ao marido e aos dois filhos gêmeos. Admitia que sempre gostara bem mais do ar da cidade grande, mas não conseguia resistir a Jinyoung e sequer teve alguma objeção quando ele optou por morarem no interior.

 

Recolheu todas as suas bagagens, descendo da locomotiva em direção ao lado de fora da estação, correndo os olhos em volta a procura de algum táxi que pudesse levá-lo até em casa, afinal morava um pouquinho longe dali. Se Jinyoung soubesse que estava enfim voltando para casa, tinha certeza que teria se oferecido prontamente para lhe buscar, entretanto, o moreno resolveu fazer daquilo uma surpresa porque, como havia dito pouco tempo atrás numa ligação com o amado, talvez não voltasse tão cedo, mas o braço machucado mudou seus planos e lhe deu uma ótima oportunidade para surpreender sua família.

 

Quando enfim conseguiu um veículo que lhe levasse até em casa, Jaebum riu com a coincidência de encontrar um de seus vizinhos como o taxista que iria conduzi-lo. Ele era um senhor bem simpático e que vivia ali há muito tempo e que havia lhes recepcionado de forma calorosa quando recém se mudaram, sem se importar por serem um casal de dois homens.

 

— Há quanto tempo, ahjussi! — Sorriu simpático, cumprimentando-o.

 

— Jaebum-ssi? Oh meu Deus, é você mesmo! Há quanto tempo, garotinho! — Ele lhe retribui o sorriso, ajudando-o com a bagagem. — É bom saber que você está  de volta. Aposto que Jinyoung e as crianças ficarão muito felizes em te ver! Inclusive, por que eles não vieram?

 

— Fiz questão de fazer uma surpresa para eles. Conto com a sua ajuda para isso. — Fechou o porta malas, direcionando mais uma vez seu olhar ao senhor. — Você pode passar naquela floricultura antes de irmos para casa? Queria presentear o Jinyoung.

 

— Claro que sim, será uma honra. — Ele concordou com a cabeça, desviando o olhar para enfim notar o seu braço imobilizado, mas antes que ele lhe perguntasse sobre Jaebum fez um sinal de que não era nada demais.

 

Seria longo demais para explicar sobre e tudo que o garoto queria era estar ao lado das pessoas que amava mais uma vez.

 

Como combinado, passaram na floricultura e o moreno comprou algumas flores para o marido: um buquê de tulipas para ser mais específico, porque eram as flores preferidas de seu amado. Enquanto se aproximavam cada vez mais de sua residência, Jaebum sentia seu estômago embrulhar ainda mais em ansiedade.

 

Todos aqueles meses longe de sua família haviam sido meses difíceis. Nunca soube lidar com a saudade e com a falta que fazia ter suas duas crianças sapecas gritando e lhe chamando a cada minuto para lhe perguntar sobre algo diferente. Não esperava ser convocado mais uma vez, por isso nunca tinha cogitado a ideia de estar longe de sua família, mas com a necessidade de partir, teve que, pelo menos, tentar um pouco, mas toda aquela saudade doía como um inferno.

 

Todas as cartas que trocava com Jinyoung, Yeji e Hyunjin e as poucas ligações não pareciam ser o suficiente para aliviar aquele aperto incômodo no peito ou a necessidade imensa que tinha deles. Era um marido grudento e um pai mais grudento ainda.

 

Quando estacionaram em frente a casa de Jaebum, o moreno apressou-se em sair do carro e pegar suas coisas, agradecendo ao vizinho pela ajuda e mais ainda por ter lhe dado a cortesia de não pagar a corrida daquela vez. Respirou fundo, encarando a porta e não pôde evitar rir quando a voz de Yeji se fez audível mesmo do lado de fora, brigando com Hyunjin por algo que não conseguiu entender muito bem no momento.

 

Tocou a campainha, esperando nervoso que alguém abrisse a porta e escondendo o buquê atrás das costas. Alguns segundos depois, pode escutar passos se aproximarem e, pela forma que eles soavam, leves, pode deduzir que era os pezinhos de Yeji que faziam o barulho.

 

Quando enfim a porta foi aberta, Yeji lhe encarou como se não acreditasse no que via e seus olhinhos logo brilharam numa felicidade tão intensa que fez com que Jaebum sorrisse bobo e seus olhos imediatamente marejassem.

 

— Papai! — A pequena exclamou em um tom chorozinho, mas ao mesmo tempo completamente feliz, não poupando esforços para pular em seu colo. — Hyunjin-ah, o papai tá de volta!

 

Ela gritou a plenos pulmões enquanto os bracinhos envolviam seu pescoço em um abraço desajeitado e Jaebum fez o mesmo, retribuindo o abraço na mesma intensidade. Alguns segundos depois foi a vez de Hyunjin vir em sua direção e Jaebum teria o segurado se não fosse o braço machucado. Àquele ponto ele tinha quase certeza que as flores em suas mãos já estavam amassadas.

 

— Crianças com quem vocês estão falando? — A voz de Jinyoung ecoou da cozinha e o moreno pediu silêncio as duas crianças que concordaram com a cabeça e sorriram travessas.

 

— Papai, fica aqui na sala com o Hyunjin que eu já volto. — Yeji ordenou e ele apenas concordou rindo. 

 

A garotinha logo correu em direção a cozinha e ele pôde escutá-la negociando com o pai para que fechasse os olhos e lhe seguisse até a sala. Não demorou, então, para que ela voltasse segurando a mão de Jinyoung, que utilizava a outra para tapar os olhos.

 

— Eu já posso abrir, Yeji-ah? — Ele perguntou e pelo seu tom de voz podia-se dizer que ele estava realmente curioso àquele ponto.

 

— Você pode abrir sim, amor. — Jaebum falou, rindo soprado e não evitou sorrir mais ainda quando ele pôde encarar a expressão totalmente surpresa do marido ao abrir os olhos. — Oi, bebê. Eu estou de volta.

 

Jinyoung não tardou em lhe abraçar de modo apertado e quase que desesperado. Ele se afastou poucos minutos depois, tocando-lhe o rosto com uma expressão chocada.

 

— Meu deus, você tá de volta mesmo? Eu não tô sonhando nem nada do tipo? — perguntou enquanto continuava a lhe tocar; Os olhos e rosto repletos por lágrimas e o corpo meio trêmulo pelo choro. — Céus, você está mesmo aqui!

 

Jinyoung voltou a lhe abraçar, afundando o rosto em seu pescoço e o Im retribuiu o abraço da mesma forma necessitada, não evitando começar a chorar também.

 

— Eu senti tanto a sua falta, Nyoung. — Seu tom saiu rouco e embargado, enquanto seus braços envolviam com força a cintura do amado. — Não teve um dia o qual eu não senti saudades de vocês três.

 

Fungou, separando-se para que pudesse entregar o buquê ao marido, com um sorriso radiante no rosto.

 

— Meu deus, Jaebum, elas são lindas! Você não cansa de fazer me apaixonar mais por você? — comentou enquanto seus olhos analisavam o buquê feito com suas flores favoritas. — Por que não me avisou que estaria de volta? Eu poderia ter ido lhe buscar com as crianças!

 

— Eu queria fazer uma surpresa para vocês. E é engraçado vez a cara que você faz quando tá surpreso com algo. — Riu, recebendo um tapa fraco do marido.

 

— Idiota. — Negou com a cabeça e seus olhos enfim pousaram no braço machucado do marido. — Você se machucou? O que aconteceu? Cristo, você não se cuida mesmo quando está longe de mim, huh!?

 

Completou e Jaebum riu com sua preocupação, sentando-se no sofá e acomodando os dois filhos em seu colo, um em cada perna, deixando um beijinho suave na testa de cada um.

 

— Não se preocupa com isso, huh? Não foi nada demais, eu fico bem logo. E graças a isso eu vou poder passar um tempinho com vocês.

 

— Não sei como me sentir em relação a isso. Estou feliz por te ver, mas puto por você ter se machucado.

 

— Relaxa, amor, já disse que não é nada tão grave assim. Vem cá, senta e me conta como tem sido os dias de vocês. — Deu umas batidinhas ao seu lado no sofá.

 

— Não pense que escapou dessa, Im Jaebum. — Jinyoung lhe olhou afiado e o Im apenas concordou com a cabeça.

 

Passaram o restinho do dia ali, aproveitando a presença um do outro enquanto jogavam assunto fora e colocavam os papos em dia, finalmente se sentindo em família mais um vez.

 

Jaebum sentia-se gratificado por poder estar ao lado daqueles que amava mais uma vez e Jinyoung se sentia mais ainda por poder matar aquela saudade crescente no peito. Tinha passado tantas noites em claro por se preocupar demasiadamente com Jaebum ou pelo simples fato de não tê-lo ao seu lado na cama.

 

Coisas simples do dia a dia lhe faziam sentir falta dele e cada coisinha o lembrava dele. Como quando levantava e se recordava que sempre tinha que brigar com ele porque Jaebum nunca deixava a cama arrumada após acordar ou como ele sempre parecia disposto e tinha criatividade o suficiente para responder as perguntas mirabolantes de Hyunjin.

 

Talvez dependesse demais do marido, mas tinham convivido tanto tempo juntos, desde a infância, que era difícil se acostumar com a ideia de estarem tão longe, de não poder se tocarem, de não poder se amarem como faziam quase todas as noites ou por não poderem compartilhar os passeios calorosos em família e que sempre lhe rendiam boas histórias para contar no futuro, fosse aos seus netos ou até mesmo rirem entre si com os filhos lembrando de tudo que viveram um dia, juntos.

 

Após conversarem e jantarem, ambos colocaram os dois gêmeos para dormir e seguiram para o próprio quarto, abraçadinhos como sempre faziam, jogando-se na cama após um banho tomado e alguns beijinhos nada castos trocados no banheiro. Talvez não só beijinhos.

 

— Você pode me contar agora o que aconteceu para seu braço estar assim? — Jinyoung comentou com um biquinho nos lábios, acariciando a bochecha do amado. — E nem tente me enrolar, senhor Jaebum!

 

— Eu só cai feio e de mal jeito. Não tem uma história muito incrível por trás. — Jinyoung lhe encarou desconfiado. — Eu tô falando sério, Nyoung. Não foi nada demais.

 

— Vou aceitar essa resposta por enquanto. — O Im suspirou, rindo e concordando. — Eu realmente senti saudade de você.

 

— Eu também senti, muito mesmo. Acho que durante esse tempo longe de vocês, eu realizei o quão bobo e apaixonado eu sou por vocês três. Realizei também que eu me tornei ainda mais dependente de estar ao seu lado, porque da última vez que eu estive no exército, não foi tão sofrido assim.

 

— Desgraçado, você me disse que chorava todo dia de saudades! — Grunhiu, lhe encarando indignado. — Você era um péssimo namorado, Im Jaebum.

 

— Tão ruim que você se casou comigo. — Jinyoung se afastou emburrado. — Awn, não fique assim amorzinho! Naquela época foi ruim sim e eu era um frangote, mas dessa vez com certeza foi pior. Eu quase morri de saudades de você e das crianças.

 

— Você não me engana mais, estou oficialmente pedindo divórcio. — O castanho se virou para o lado, cruzando os braços de forma birrenta e Jaebum revirou os olhos.

 

— Exagerado. — Seus lábios foram em direção ao pescoço do amado, distribuindo beijinhos ali pois sabia que aquele era o ponto mais sensível de seu corpo.

 

— Isso é golpe baixo. — Ele se virou mais uma vez em sua direção, puxando-o para um beijo profundo e necessitado.

 

E, mais uma vez, eles dois se amaram entre os lençóis quentes da cama, enfim matando aquela saudades que acumulava-se há meses. 

 

Jaebum finalmente tinha voltado para casa.

 


Notas Finais


Agradeço a @caminyx pela betagem do capítulo, a @changbin por essa capa e esse banner maravilhoso e claro o Descubra JJP por me dar a oportunidade de encher a tag jjp com várias historias!
não se esqueçam de dar apoio aos outros escritores do projeto e o projeto também
se quiserem me seguir no twitter meu @ é @effkyum
é isto
kisses~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...