História Como agradar seu namorado - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Jikook, Jikook!flex, Kookmin, Kpoperatroxa!betagem, Namjin, Vhope, Yoonseok
Visualizações 743
Palavras 5.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Feliz aniversário para CASN!!!!

Capítulo 11 - A diferença entre receber e merecer


Fanfic / Fanfiction Como agradar seu namorado - Capítulo 11 - A diferença entre receber e merecer

 

Eu queria esmurrá-lo, até aquele pau subir de novo porque... puta que pariu!!! Não havia passado por todo aquele sofrimento para que o moreno me abandonasse logo quando o sexo estava ficando prazeroso. Não... Não conseguia acreditar que ele tinha realmente gozado e cagado para o fato de que eu ainda estava daquela forma, duro feito pedra... Ele não seria filho da puta a esse ponto, ou seria?

Virei de lado, sentindo a porra de Jungkook escorrendo pelo meu cu e melecando o lençol e a colcha. Era estranho. Não de uma maneira que me fizesse ter nojo ou algo parecido.  Mas, era muito estranho. Porém, tentei ignorar aquela sensação pegajosa e molhada entre as bandas da minha bunda. Meu pau latejava e eu não estava muito – nada mesmo – a fim de ficar na mão. Por isso, logo tratei de arrastar meu corpo pelo colchão até sentir o braço alheio encostando no meu peito e, acidentalmente, meu pênis esbarrando na perna musculosa.

Sem pensar em orgulho ou qualquer outra coisa, estava disposto a implorar – até de joelhos – para que Jungkook tentasse reanimar seu pau maravilhoso, que a cada segundo ficava mais mole, e assim ter meu merecido orgasmo. Ah, qual é? Eu tinha gostado de ver estrelinhas e não desistiria tão fácil. Além disso, não seria tão difícil, não é? Ainda estamos na casa dos vinte e, pelo jeito que ele me devorou com aqueles olhos arregalados e gozou rapidinho, o – com todo respeito – desgraçado deve ter um puta tesão em mim.

Não é narcisismo, somente constatação óbvia de fatos irrefutáveis.

― Bebê... ― Sussurrei, beijando e mordiscando o lóbulo da orelha quentinha, enquanto minhas unhas passeavam delicadamente pelo seu abdômen, subindo na direção do peito ofegante. Embora ele tivesse cometido um dos piores crimes de uma foda, eu não era imbecil ao ponto de me irritar de verdade com meu moreno por isso. Nem se ele acabasse com meus sonhos e encerrasse o sexo ali...

― Jimin... ― Um pigarro. Sua mão tomou a minha, afastando o toque. ― ...você se importa de me deixar um pouco só?

Travei completamente. Esperava que ele fosse dizer qualquer coisa, mas... isso? Nunca.

― Não tem problema. Eu já estava indo pro meu quarto, só ia te desejar bons sonhos. ― Menti. Por quê? Ri. De quê? Não sei... Talvez fosse somente uma forma de tranquilizá-lo. Demonstrar que estava tudo bem, até porque estava tudo bem...

Deveria estar tudo bem...

  ― Me desculpe, eu... Eu só... ― Ele me fitou tão rapidamente quanto desviou o olhar. Seu braço cobriu a parte superior do rosto, deixando aparente apenas a boca e o queixo. Sua voz saindo meio rouca. Meio gemida. Ainda anestesiada pelo orgasmo recente.

― Não tem problema. ― Não há problema, insisti mentalmente, como se uma frase pudesse apagar o incomodo que surgia e crescia no meu interior. Assim, a próxima palavra veio fraca, apenas um sussurro levemente entrecortado. ― Des-canse.

Não prolonguei o assunto. De qualquer forma, não desejava mais estar ali; me sentia impelido a fugir do seu quarto o mais rápido possível. Uma sensação ruim, rapidamente, substituíra toda a frustração sexual anterior. Doía. Era minha única convicção até o momento. E preocupá-lo com coisas que eu sequer compreendia totalmente não era uma opção. Por isso, levantei da cama e me apressei em deixar o cômodo, sem procurar algo para me cobrir. Completamente nu. Exposto. A porra de Jungkook escorrendo pelas minhas coxas, me incomodando de um modo que não deveria. Incomum. Nauseante.

Ao chegar no corredor, acreditei que o mal-estar era vergonha misturada com decepção. O constrangimento por ter acreditado que, depois do sexo, ele cogitaria a possibilidade de sermos mais que amigos, quem sabe um casal. A preocupação à toa quando pensei que, depois de ceder meu corpo ao seu, ele seria capaz de mandar todos os seus receios e aquelas características de parceiro ideal para a puta que pariu e admitir seus sentimentos de uma vez. A convicção cega de que Jungkook me cobraria mais que prazer carnal. Porém, assim que seu orgasmo chegou, ele não me quis por perto. Não ansiou nada. Talvez, estivesse realmente focado em reconquistar Haejin, e eu fosse apenas um meio para isso. Um professor de foda...

Mas, além das frustrações, havia algo a mais... algo ainda maior e mais doloroso.

Ri sem humor. Não precisaria mais me aliviar. Meu pênis balançava completamente flácido entre as pernas. E aquela sensação angustiante só aumentava. “Merda!”, praguejei assim que entrei no meu quarto e passei a mão pelo rosto com força, tentando expulsar o bolo no meu estômago. Ânsia e algo mais. Algo ainda pior... Inspirei. Expirei. Fechei a porta e tentei controlar o que estava acontecendo comigo. “Merda, merda, merda...”, balbuciei e, em seguida, corri para o banheiro. Vomitei o álcool. O sorvete. A bile. O chão virou uma tela abstrata asquerosa. Não houve tempo de chegar ao vaso. Se Jungkook visse aquilo, me mataria...

Eu precisava de um banho. Esfriar a cabeça. Acalmar. Colocar tudo sob controle e restaurar minha imagem de quem não se importava. Era só sexo, afinal. O que eu esperava? Não era a primeira vez que alguém me deixava à deriva depois de ter seu orgasmo. Tem gente que simplesmente acha que não precisa retribuir prazer. É comum. É mais normal do que imaginamos. Não é muito aceitável, mas era Jungkook. E tenho certeza de que ele não havia feito por mal. Meu moreno nunca faria isso com o propósito de me machucar.

Era só tempestade em copo d’água.

Era só... sexo!

Quanto drama desnecessário...

Inspirei. Expirei. Abri o registro, liberando a água morna. Mas, não veio nenhum ínfimo alívio. Ainda estava enjoado. Ainda sentia aquela coisa ruim. Ainda martelava as palavras do moreno na minha cabeça, enquanto algumas outras iam sendo somadas...

No fim das contas, talvez Haejin tivesse razão...

Suspirei. Apoiei um dos pés na tampa do vaso sanitário, flexionando o joelho e levando os dedos até meu ânus no intuito de limpá-lo. Inseri o indicador e o médio sem qualquer dificuldade. Porra! Sem o tesão para cegar a dor, a primeira lágrima escorreu e, em seguida, outras. Entretanto, sabia que aquela não era uma reação a penetração brusca ou qualquer desconforto físico. Eram os malditos sentimentos que se tornavam cada vez mais difíceis de reprimir. Mais instáveis e perigosos. Eu me sentia fraco. Sujo. Um lixo. Não por causa de Jungkook. Não era ele... Era só... eu.

Definitivamente, odeio não ter controle sobre o que sinto. Odeio criar expectativas. Odeio me sentir frágil. Odeio chorar.

Mas a culpa era minha, sempre era...

― E aí como foi?

Reconheci a voz grossa e me encolhi, sentando no chão molhado. Não queria que ele me visse... Não queria que ninguém me visse naquele estado, com os olhos inchados, nariz vermelho. Esperma e um pouco de sangue escorrendo pelos dedos. Orgulho descendo pelo ralo. Era o pior momento... Entretanto, para o meu azar, a porta do banheiro estava aberta e, passando por ela, Namjoon.

Puta que... merda!

― Jimin? O que aconteceu? ― Ouvi seus passos se aproximando. ― Você tá chorando?

Neguei, escondendo mais ainda a cabeça e as mãos entre os joelhos. Queria mandá-lo embora, mas qualquer frase dita denunciaria tudo o que eu estava tentando ocultar junto dos meus dedos melecados. Vergonha em várias cores distintas, a mesma sensação horrível. Eu estava deprimente...

― Minie, olha pra mim, por favor. ― Um toque no meu ombro. Um tapa na sua mão. ― Não faz isso, não me afasta... conversa comigo. ― Pediu mantendo o tom suave, como se eu fosse feito de porcelana.

Injustamente, odiei Namjoon por não ser sarcástico como sempre, mesmo sabendo que o momento não era apropriado. Mas, dane-se! Eu preferia ser motivo de piada que ganhar piedade.

― O que Jungkook fez?

― Nada. ― Respondi facilmente. Não queria envolvê-lo nisso. ― Ele foi carinhoso, eu que surtei. Essa coisa de dar a bunda não é comigo... essa merda dói pra caralho. Sinceramente, não sei como você gosta. ― Menti. Inventei uma desculpa tão ridícula quanto os motivos reais.

A água foi interrompida. Seu corpo grande encostou no meu lado direito, sem se importar com o piso molhado, com minha grosseria, apenas sentou e permaneceu. Desde que ele invadira o banheiro, eu já não chorava mais. Quando tinha alguém por perto, minhas glândulas lacrimais faziam greve. Era irônico porque, até Namjoon chegar, tentei de todo modo me conter e falhei. Contudo, agora me parecia impossível conseguir derramar uma gota a mais. Pelo menos, ele não me veria tão lastimável.

O silêncio perdurou por alguns minutos desconfortáveis. Não tinha certeza se minha explicação fora engolida, mas também não era como se eu realmente ligasse. Só queria que Namjoon desistisse, mesmo que para isso tivesse que fingir acreditar na justificativa rasa que dei. Sozinho, eu conseguiria lidar com aquela merda de alguma forma. Tudo o que eu estava sentindo sequer tinha respaldo. Eu e Jungkook não tínhamos nada. Ele havia deixado claro o motivo para querer transar comigo. O que eu queria? Uma aliança no dedo? Não havia sentindo. Era ridículo.

Eu nunca seria tão bom ao ponto de merecer algo assim. Pessoas como eu envelhecem e morrem sozinhas. Ou acabam encontrando algum suicida emocional disposto a arriscar sua felicidade e, na maioria das vezes, nunca acaba bem para um dos lados. Não conseguia acreditar em como fui egoísta por todo esse tempo, desejando que Jungkook estivesse disposto a apostar na opção menos segura. Ansiando que ele acreditasse, confiasse em algo que, até para mim, parecia duvidoso. É, Haejin tinha mesmo razão, eu nunca mereci nada do que Jungkook me oferecia. No fim das contas, foi melhor assim; me engasgar com meu próprio veneno era mais justo. E, estranhamente, sabia que seria menos doloroso. Ele não merecia nada disso.

― Desculpa, eu não deveria te cobrar uma explicação, nem nada. Só que, dificilmente, você demonstra que está mal, mas, quando isso acontece, você se fecha desse jeito. E eu nunca sei o que fazer. Se o certo é insistir ou te deixar resolver tudo sozinho... ― Namjoon quebrou o silêncio novamente. Sua voz falhando, prestes a desabar. A forma como ele soava, toda aquela preocupação transbordando pelos olhos úmidos, me dava raiva. Não exatamente dele... ― Eu sinto muito por ter te...

― Para... Não começa com uma competição idiota de culpa. Eu não tenho dois anos, nem nenhum tipo de retardo mental, então sabia o que estava fazendo. Foi uma escolha minha, não sua. Ninguém tem que arcar com os meus erros. ― Mesmo não querendo, levantei meu rosto para olhá-lo diretamente. Do contrário, tenho certeza de que ele permaneceria por perto até que meu estado melhorasse. Sendo que, no momento, eu sequer possuía forças para limpar a porcaria que tinha feito no chão do banheiro. ― Nam, eu preciso ficar sozinho, é sério. Não quero ser grosseiro, nem descontar as merdas, que eu mesmo causei, em você ou em qualquer pessoa. Por favor, me deixa só. Eu vou ficar bem... Eu sempre dou um jeito de ficar. ― Mais uma mentira para minha coleção. Mais uma necessária.

Eu só precisava de um tempo para engolir tudo.

 

[...]

 

Abri o aplicativo de mensagens e, em seguida, a janela da conversa de Jungkook. “Precisei sair para fazer algumas coisas, mas não se preocupe, vou dormir em casa. Se precisar de mim ou só quiser conversar, me avise.”, digitei rapidamente e enviei. “Sinto sua falta”, dessa vez, digitei lentamente e apaguei em seguida. Não desejava despertar nele qualquer sentimento de obrigação. Então, depois de alguns minutos encarando a tela luminosa, esperando uma resposta do moreno, bloqueei e joguei o celular no banco do passageiro.

Massageando meus olhos numa tentativa falha de diminuir o inchaço, um suspiro exausto deixou meus lábios. Ótimo, ele estava me ignorando. Como eu poderia ter tanta certeza? Antes de digitar qualquer palavra, me certifiquei de ver seu status; offline. Porém, não demorou muito para que isso mudasse assim que apertei o botão de envio. E não tinha o menor perigo de Jungkook abrir e fechar a droga do aplicativo sem ler minha tentativa de conversa. Ele era curioso e ansioso. Definitivamente, também não existia a remota possibilidade de ele não ter visto. Eu era um dos seus poucos contatos. Então, só restava uma opção plausível; o moreno estava me dando o famoso vácuo.

Somente isso já era bastante convincente para que eu entendesse de vez o que estava acontecendo; Jungkook ainda não me queria por perto. Motivos não faltavam. Tudo o que eu julgava ser algo a mais poderia ser apenas tesão reprimido. Ele poderia ter se dado conta de que a atração que sentia por mim era puramente sexual. O encanto poderia ter se desfeito assim que encheu meu cu de porra. Era uma alternativa que não me parecia tão absurda, afinal, já tinha acontecido comigo três – fucking – vezes. Não era de espantar que algo do tipo fosse responsável pelo seu afastamento brusco.

Talvez fosse uma espécie de compensação macabra; aqui se faz, aqui se paga...

Antes de sair de casa, bati na porta do seu quarto. Chamei seu nome. Não recebi nada, além de silêncio. Tentei me convencer de que ele apenas dormia pesado, afinal, tínhamos virado a noite e Jungkook não era tão acostumado quanto eu. Mas, por mais que quisesse acreditar que, mesmo que não existisse chance alguma de termos um relacionamento, pelo menos, nada mudaria entre nós, seu comportamento pós-foda indicava o contrário.

Pensei que sair seria uma boa opção, assim me distrairia, não cederia ao impulso de invadir seu espaço e, de bônus, não surtaria novamente. Tudo o que eu menos precisava era me afundar em mais uma crise de choro e auto depreciação que não ajudaria, tampouco resolveria, nada. Entretanto, evitar tornava-se cada vez mais difícil na mesma proporção em que o moreno me mantinha longe de si. E isso era tão injustificável. Não fazia nem um dia completo, eu não deveria estar tão afetado assim.

Não deveria, mas já estava rodando há mais de meia hora sem destino certo apenas porque passar as marchas e me concentrar no trânsito desviava um pouco aquela vontade de bater minha cabeça contra algo suficientemente rígido até que tudo sumisse. Contudo, era óbvio que, depois de vários quilômetros, circular pelas ruas se tornaria insuficiente. Eu precisava de outra coisa... algo menos entediante que acelerar a cada sinal verde e desacelerar a cada pedestre que pisasse nas faixas espalhadas pelas esquinas.

Eu precisava de sexo.

Uma boa foda, anestesiaria meus sentidos. Um pouco de álcool para ajudar e não trair minha herança. Dobrei a esquerda, procurando o primeiro estabelecimento que vendesse camisinhas e vodca. Curar a dor sentimental fodendo o corpo sempre foi minha melhor saída. Uma loja de conveniência despontou no segundo quarteirão confirmando minha suspeita de já ter visto o estabelecimento naquela rua. Assim, poucos minutos foram necessários para que eu estivesse munido de maneiras de me entorpecer.

O que me restava era encontrar alguém disposto a transar com um bêbado de olhos inchados e estado deprimente em pleno domingo, cinco da tarde. A única pessoa que me vinha a mente, aquela que sempre largava tudo por mim sem que eu precisasse insistir, aparentava ser uma péssima opção para o momento. Mas, não havia o que fazer. Era ele ou acabar sendo preso por dirigir embriagado e bater o carro que nem meu era.

Jin me mataria pelo prejuízo. Namjoon morreria de culpa por ter me deixado sozinho e não ter sido capaz de evitar o desastre. Taehyung me xingaria por precisar contratar um advogado para que eu não mofasse atrás das grades. E Jungkook enfartaria por eu ser tão irresponsável e, claro, pelas condições precárias de vida na cadeia. Isto é, se ainda havia restado nele algum cuidado por mim...

Talvez em um acesso de pífia esperança, enviei mais uma mensagem. Uma última tentativa antes de recorrer aquela saída desprezível que me insensibilizaria de todo o resto por hora, mas que só pioraria tudo depois. “Quer que eu leve algo para você comer?”, era a melhor maneira que encontrei de ter a certeza de que meu moreno ainda me evitava sem pressioná-lo tanto. E, dessa vez, ele até digitou algo diversas vezes, porém, em todas elas, nenhuma resposta veio. Ou seu novo passatempo era me punir por todos os meus erros, ou ele não sabia como manter distância sem me magoar...

De todo modo, nenhuma possibilidade era totalmente agradável.

― Está em casa? ― Perguntei após me render e apelar para a péssima ideia de me entorpecer com prazer carnal.

― Não, mas se você me ligou depois de mais de quatro meses de sumiço, quer dizer que estarei lá em meia hora. ― Havia divertimento na voz grossa, um pouco de escarnio e seu costumeiro bom humor. ― Você ainda tem a chave do nosso apartamento?

― Tenho. Estou levando vodca. ― Avisei para que ele soubesse minhas condições para o nosso encontro.

― Já está bebendo a essa hora? ― A pergunta veio acompanhada de uma risada gostosa no outro lado da linha. O tipo que derreteria meu coração se eu sentisse algo mais, além do gostar da sua companhia e da forma como seu corpo se encaixava no meu.

― Não ainda...

― Tá, não me importo de ter que limpar seu vômito quando você tiver esvaziado a garrafa. Mas, antes de qualquer coisa, eu preciso saber se vamos transar.

― Eu comprei camisinhas, então espero que sim.

― Ótimo, pensei que tinha te perdido de vez para o moleque com cara de bebê.

― Ji, já estou dirigindo, vou desligar. ― Cortei a conversa, sem vontade de prolongar o assunto Jungkook.

― Ok, também estou indo. Anne deve estar em casa, então seja gentil com ela.

― Eu sempre fui. ― Encerrei a ligação.

Passados alguns quarteirões, estacionei a uma distância razoável do bloco de apartamentos, onde So Ji Sub – o último cara com quem tive um relacionamento – mora. Com a sacola da loja de conveniência em mãos, acionei o alarme do carro e olhei mais uma vez para a tela do celular. Nenhuma notificação de Jungkook. O plano seguia... Ao passar pela recepção em direção aos elevadores, cumprimentei o porteiro e puxei a gola da blusa numa tentativa de afrouxá-la. Era como se o tecido de lã negra me sufocasse. Embora, não tenha me incomodado das outras vezes que a usei. Resumindo, eu tinha consciência de que a culpa não era da roupa.

Mesmo que possuísse a chave, toquei a campainha já que Anne estava em casa. E não demorou para que a ruiva abrisse a porta. O olhar espantado sendo substituído por um sorriso enorme. Ela era linda em todos os sentidos. Principalmente, quando estava daquela forma despojada. Calcinha preta rendada rodeando suas curvas, cabelo comprido cobrindo parte dos seios grandes e meias que iam até o meio de suas coxas grossas.

― Jimin! ― Praticamente gritou, pulando nos meus braços. ― Ai, que delícia... você tá tão quentinho. ― Ela parecia uma espécie de felino, esfregando as bochechas redondas e avermelhadas contra o meu peito. Sua pele estava gelada e, como sempre, macia. Era bom abraçá-la depois de tanto tempo longe, mesmo que eu não estivesse no clima para reencontros.

― Você também estaria se não tivesse quase nua em pleno inverno.

― Detalhes... Anda, entra logo antes que algum vizinho chato me veja. ― Anne se afastou, entrelaçando seus dedos curtos aos meus e me guiando para o interior da sala. Era engraçado o fato da minha mão pequena parecer bem aceitável quando estava junta da dela, ao contrário do que aparentava quando era Jungkook a segurá-la.

― Até minha mãe finge melhor... Se estivesse preocupada com eles, não teria aberto a porta só de calcinha. ― Com as mãos ocupadas, empurrei a madeira com o pé para fechá-la.

― Calcinha e meias, ok?! Tecnicamente, estou mais vestida que nua, já que metade de mim é bunda. ― Seu dedo bateu na ponta do meu nariz, enquanto seus lábios se curvavam ainda mais.

Talvez ela tenha interpretado meu silêncio como julgamento, pois não demorou muito para que a ruiva fechasse o sorriso e revirasse os olhos, sentindo-se impelida a admitir o que já era óbvio desde o primeiro dia em que a conheci.

― Tá, estou pouco me fodendo se esse povo sensível se choca até com um peitinho. Porra, é só glândula, gordura e, no meu caso, pele flácida. O que tem demais nisso? Só que, né?! Melhor não criar confusão com o sr. Kang ou Ji me mata. Esse homem acha que a função do síndico é encher o saco de todo mundo e cultivar o ódio para depois fingir demência quando o aquecedor do prédio quebra. Enfim... ― Um suspiro. ― Eu tenho a impressão de que você não veio até aqui pra me ouvir falar sobre peitos da Anne versus síndico pau no cu. Então, me diz, que milagre te fez lembrar que a gente existia?

― Não fala assim, nem demorei tanto.

― Wooow, você trouxe vodca! ― A sacola fora tirada da minha mão, as camisinhas jogadas no móvel ao lado e a garrafa levantada na altura dos olhos castanhos. ― Cara, eu te amo tanto. E onde está o Ji, ele não veio com você?

― Não, mas ele deve tá chegando. ― Passei a mão pela nuca e olhei o ambiente ao redor, notando que o apartamento ainda estava quase do mesmo jeito desde a última vez que visitei o casal. Anne caminhou até a cozinha – aposto que para colocar a bebida no freezer porque era assim que ela gostava de tomá-la – e continuou a conversar do outro cômodo.

 ― Droga, Jimin, custava ter me avisado que hoje era dia? Se eu soubesse, tinha desmarcado tudo, mas agora não dá mais. Fiquei de tirar uma amiga da fossa e levá-la pra qualquer lugar que a faça entender que perder um emprego é ruim, só que não é o fim do mundo. Mas, e aí? Como você está? E o Jungkook? Quer água?

 ― Estou bem. ― Fui até a porta da varanda, fechei as cortinas e acendi o abajur da mesinha ao lado do sofá. Como toda boa metrópole, os prédios eram bem próximos uns dos outros e, dessa vez, não estava muito a fim de fazer show de sexo com direito a plateia de estranhos. ― Anne, pode continuar se vestindo, não se preocupe comigo. Já sou de casa, esqueceu?

  ― Não, mas queria tanto ficar com vocês...

Levei um susto ao ouvir sua voz tão próxima e virei o rosto, percebendo que ela estava logo atrás de mim. Seus braços rodearam minha cintura, o queixo apoiado no meu ombro, os lábios finos contraídos numa careta. A certeza de que minha vida seria mais fácil se eu tivesse me apaixonado por alguém como ela. Anne era tão transparente e livre que eu conseguia, sem qualquer esforço, imaginar a cena dela me mandando ir para o inferno por fazer tanta confusão sobre algo tão simples.

Já Jungkook deveria ter vindo ao mundo junto de um manual...

― Eu sei e volto ainda essa semana, ok?! Sem bico! ― Afrouxei seu abraço, virando o corpo na sua direção. Com os dedos indicador e médio dobrados, apertei seu nariz cheio de sardas e recebi uma risadinha fofa que nada combinava com o mulherão que a ruiva era. Mas é nesses contrastes onde existe mais beleza. Jungkook era um exemplo disso; o rosto delicado, os braços com veias saltadas, os dentinhos de roedor, as pernas musculosas, a voz de anjo...

― Credo, você está com uma cara muito estranha.

― Eu estou muito fodido... ― Murmurei.

― Han?

― Nada.

― Tá bem, então. Você já sabe; tem comida na geladeira e, se quiser tomar um banho, as toalhas limpas estão no armário. Eu vou voltar a me arrumar, tentar achar uma roupa que ainda caiba minha bunda gorda e fingir que não notei esses olhinhos inchados, nem a forma como você tem evitado falar do seu boy. Who is Jungkook and why he is your soulmate?

― Anne, sua bunda é linda. ― Comentei, ignorando todo o resto, afinal, se ela estava disposta a disfarçar, era melhor continuar conversando sobre suas nádegas redondinhas.

― Eu sei, você adoraria foder com ela, só que vai ter que se contentar com a do meu marido. Sabe como é, você também é lindo, gostoso, um pornô ambulante, mas... ― Fez uma pausa dramática. ― ...não faz o meu tipo. Desculpa, não posso te corresponder.

― Idiota.

― Mas, falando sério, você não precisa fazer nada que te faça se sentir pior, certo?! Nós também somos seus amigos, então se quiser só se esconder por um tempo, sem sexo, sem bebida, sem Jungkook, sei lá... Se quiser só passar uns dias aqui, tudo bem, eu coloco o Ji para dormir no sofá e a cama é nossa.

― Eu estou bem.

A ruiva se aproximou, ficando nas pontas dos pés, e me deu um beijo estalado na bochecha. Um sorriso largo iluminou seus lábios na mesma proporção que a distância entre nós foi retomada. De frente para mim, envolveu suas mãos nas minhas, massageando-as num carinho lento, me fazendo – estranhamente – desejar me jogar no seu colo e desabafar a caralhada de sentimentos que brigavam no meu interior através dos olhos. Porém, só consegui assentir a minha própria afirmação, como se isso pudesse convencê-la.

― Vai ficar tudo bem. ― Ela confirmou e saiu da sala, me deixando somente na companhia daquele bolo prestes a explodir em lágrimas, em vômito, em desespero.

Eu me sentia desnorteado, sem a certeza do que fazer para consertar tudo entre mim e Jungkook. Não queria perdê-lo, ao mesmo tempo em que achava que o certo seria deixá-lo ir, se assim ele decidisse. Sem insistir. Sem demonstrar que, por ele, estava disposto a tentar me envolver de verdade. Sendo que, na prática, eu já era completamente seu, mesmo que ainda tivesse esperanças tolas de reverter esse quadro indo ao encontro de Ji Sub. E tudo isso era horrível; tanto me sentir impotente diante do que Jungkook provocou em mim como tentar me entorpecer com subtefúrgios para esquecê-lo. Para provar que eu não era escravo de sentimentos.

Ao menos, juntei o que sobrou do meu autocontrole, travei o maxilar e me impedi de ter mais um acesso de fragilidade, mesmo que minha cabeça latejasse com a dúvida: se o plano – de ir até a casa de um ex beber e transar – tinha como objetivo não pensar em Jungkook e no que ele havia feito comigo, por que eu tinha que sempre retornar ao nome dele?

Inferno!

Tirei o celular do bolso mais uma vez, tentando me convencer de que não estava checando se o moreno tinha respondido minhas mensagens, mas era isso mesmo que eu fazia. E, como se isso não fosse o bastante para foder com o que sobrou do meu orgulho, se ele me enviasse apenas um “a”, largaria a vodca na geladeira, as camisinhas no móvel e o casal sem explicações. Correria ao seu encontro, mandando todo o resto para a puta que pariu. E estaria disposto a me submeter a qualquer decisão sua, principalmente, se esta não me afastasse tanto dele. Permanecer na friendzone era bem melhor que não ter mais nenhum envolvimento. Era a menor das dores, e eu estava inclinado a fazer tudo o que Jungkook me pedisse, contanto que sua voz gostosinha voltasse a soar no meu ouvido porque esse silêncio todo estava me matando.

É, eu estava muito fodido!

Senti alguns beijos molhados no pescoço, em direção a minha orelha, mas eu estava ocupado demais para dar atenção a eles. Decepcionado por não ter visto nenhuma notificação de quem eu desejava, a única reação que tive foi descontar minha frustração no celular, jogando-o contra o conjunto de almofadas coloridas no sofá. O aparelho bateu e caiu com a tela virada para o chão, porém, a julgar pelo barulho, ainda devia estar tudo inteiro.

Depois de passar as mãos pelo rosto e soltar mais um palavrão, virei o rosto. Ji Sub estava atrás de mim. As mãos passeando pelos meus braços. O corpo maior curvado sobre o meu. Através de mais um beijo e um cumprimento, deixou claro o quanto sentiu minha falta com algumas palavras sussurradas, e eu não pude dizer o mesmo. Nesses quatro meses, não lamentei por nenhuma foda perdida, sequer pensei em sexo sem incluir certo moreno.

 Deslizando minha blusa para cima, em direção a minha cabeça. Tirando-a sem muita dificuldade, apesar do meu corpo retesar a cada toque seu. Meu ex namorado insistiu numa causa, aparentemente, perdida.

― Merda... ― Balbuciei, sentindo sua destra afundar no espaço entre a calça e minha pélvis, segurando-a antes que ele esbarrasse no meu pau mole. ― Eu transei com Jungkook. ― Sem saber ao certo o que estava fazendo, confessei. De repente, aquele plano brilhante não era mais tão atraente, já nem era uma opção.

― Ok... ― Ji Sub se afastou, afrouxou a gravata e se sentou numa das poltronas da sala. ― Quer conversar sobre isso?

― Ele está me evitando. Nós transamos, daí ele me pediu para ficar sozinho e, até agora, nada. Resumidamente? Estou fodido, e ele sequer liga para responder se quer que eu leve comida ou não. ― Era estranho passear por extremos num tempo tão curto. Tristeza, raiva e frustração eram alguns deles. Nenhum agradável.

― Calma, senta aqui e me explica melhor. Ele não namorava?

― Não mais.

Soltei todo o ar dos pulmões, já me sentia levemente arrependido de ter começado aquele assunto. Pelo menos, Ji Sub era alguém que não fazia parte do meu convívio diário. No dia seguinte, poderíamos fingir que nada havia acontecido. Não seria alvo de olhares piedosos e perguntas do tipo “você tá melhor?” a cada meia hora. Assim ficava mais fácil desabafar antes que tudo explodisse de uma forma que as consequências fossem mais graves que a vergonha de admitir que eu estava surtando por causa de homem.

― Haejin terminou tudo e disse que ele transava mal. Então, parece que Jungkook ficou com isso na cabeça e me pediu para ensiná-lo a fazer sexo. Objetivo? Reconquistar o ex. Até aí, tudo bem, é normal ele ter essas ideias idiotas. Só que, dessa vez, Jungkook extrapolou por querer que eu ensinasse isso na prática, ou seja, transando. Sendo que eu acho que gosto dele, então já era esperado que desse merda.

― Que moleque filho da puta! ― Xingou, puxando meu braço, e eu permiti que o peso do meu corpo desabasse sobre o estofado ao seu lado.

― Eu não sei, não acho que ele queria me foder. Foder do tipo me magoar, nem nada disso. Conversei com Namjoon e pensamos que, talvez, fosse só uma desculpa, sei lá... que ele realmente queria algo a mais comigo, mas não tinha coragem de admitir diretamente. Só que, depois que Jungkook gozou, ele me pediu para ficar sozinho e agora tá me dando vácuo atrás de vácuo. ― Cobri os olhos com as pontas dos dedos, apertando a área na esperança do inchaço desaparecer.

― Você tirou a virgindade dele?

― Não, eu já te disse que ele perdeu com Haejin.

― Não tô falando dessa...

― Ah, não. Eu fui o passivo. ― As palavras saíram pela minha boca naturalmente, então notei a merda que tinha feito...

― Espera, sério? ― Ele virou o corpo na minha direção e tocou na ponta do meu queixo, puxando meu rosto, me forçando a encará-lo de uma forma delicada. ― Eu passei anos tentando te convencer a tentar pelo menos uma vez, e você se negou, foi irredutível. Lembra do que eu te disse?

― Você fez um discurso idiota sobre eu estar guardando meu cu para o príncipe encantado. ― Respondi já percebendo o que viria a seguir. Eu não deveria ter dado detalhes...

― Não foi idiota, e você sabe disso. O fato de não querer perder a única virgindade que você ainda tinha, quando claramente nunca teve nenhum problema em experimentar coisas novas no sexo, poderia significar que não se sentia confortável em se entregar totalmente a alguém. É como uma barreira. É meio ridículo, mas faz muito sentido.

― Não acredito que vamos começar mais uma sessão de análise. Por que toda vez que não transamos dá nisso? ― Revirar os olhos era involuntário.

― Porque você sempre me procura quando está perdido.

Torci para que o silêncio fosse o bastante para dar o assunto como encerrando, porém, não era bem assim que as coisas funcionavam com So Ji Sub. Ele sempre repetiria a mesma ladainha como a droga da vitrola da minha avó, tocando o mesmo disco arranhado, na mesma casa velha onde minha mãe nasceu.

― Tenho certeza que o casamento dos seus pais te afetou, mesmo que você se negue a admitir. E que isso, provavelmente, te fez ter esse pavor de relacionamentos. Então, sempre que você sentia que estava se doando demais para alguém, seu alarme soava, daí era mais fácil se livrar do namoro antes que tudo ficasse fora do seu controle. Você não quer repetir o erro da sua mãe, e eu entendo.

― Não, não é isso. Eu não sou retardado ao ponto de achar que porque aconteceu com ela, automaticamente, vai acontecer comigo.

― Não? Então, me explica. Por que terminou nosso namoro quando tudo estava bem? Por que acabar sempre que as coisas vão caminhando para uma estabilidade? Não, melhor, me explica como esse moleque conseguiu te convencer a quebrar essa barreira? Ele ao menos tentou? Porque sinceramente não parece. Tudo o que eu vi foi você sofrendo por alguém que não está disposto a arriscar nada por você. Ou já esqueceu as trezentas vezes que veio até meu apartamento porque Jungkook sempre te faz se sentir insuficiente diante da droga dos padrões que ele cria, a maldita figura do cara perfeito. Talvez tenha mesmo esquecido, já que, geralmente, você vem bêbado...

― Acho que foi um erro ter vindo aqui. ― Levantei do sofá me sentindo exausto, mesmo que não tivesse feito nenhum esforço. Era uma discussão, mas parecia que eu tinha aceitado um convite para correr com Taehyung. Sem ideia de onde ir ou que fazer, só desejava sair daquele apartamento antes que me irritasse ainda mais. Ji Sub não conhecia Jungkook. Ele não tinha o direito de julgá-lo.

― Também acho, mas aqui está você, com os olhos inchados e sem a única coisa que guardava a sete chaves, surtando porque um moleque está te evitando após uma foda. Se ele é tão importante assim, como Anne é pra mim, então o faça entender de vez, nem que, para isso, tenha que abrir mão das poucas barreiras que te restam. Foi você quem me disse o quanto Jungkook é complicado, que ele vive tendo mil e um conflitos internos sobre o que deve fazer e o que quer fazer. Então, vá atrás dele, admita de uma vez que está apaixonado e me deixe dormir um pouco, já que largar uma reunião para ouvir você falar de outro homem não estava nos meus planos.

 


Notas Finais


Nem demorei tanto, né?! XD
acho que mereço comentários por isso... q

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
nem acredito que essa fic tem um ano de postada... estou arrasada, é isto! ;.;

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Olá, tudo bem? Primeiramente gostaria de deixar esclarecido que aqui não é a Lyssu (autora da fanfic CASN), e sim o amor da vida dela, er, digo... a park-chan, esposa!  Ahhshshs

Bom, como vocês já devem estar sabendo, ontem CASN fez 1 aninho (ahh, eles crescem tão rápido :') e por isso tive a ideia de fazer um grupo no wpp para comemorar! A Lyssu ta meio traumatizada com grupos dela, então vim "pessoalmente" pq se dependessem dessa mulher... Rump! O fato é que grupos em wpp sempre tendem q morrer, né? E isso nos deixa triste pra Caraí! Ou seja, se você for entrar no grupo, por gentileza, interaja... Converse, tá? Venha e dê amor a CASN e a Lyssu, é isto. Então, encontro vocês lá... Link tá na descriç-... Er... Nas notas rsrs

SÓ VEM AMIGUINHOS!

Link; https://chat.whatsapp.com/51ZzlSXvPHiByBfCAM5Qp3


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