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História Como Chamas, Kyungsoo - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oi anjos
como vão?
não tenho mais nem desculpas >-<
mas peço que sejam bonzinhos com esse serzinho procrastinador >-<

boa leitura!

Capítulo 5 - 005: JonBenét Ramsey


Como Chamas, Kyungsoo

Cap. 05: JonBenét Ramsey

A M A R O

 

 

 

Kyungsoo mantinha as mãos sobre o colo enquanto suas pernas tremiam. O consultório era espaçoso, mas ele se sentia como se estivesse dentro de uma caixinha de fósforos. O homem à sua frente tinha um sorriso doce e gentil, mas nem mesmo toda aquela gentileza o fazia se sentir mais confortável. Sua verdadeira vontade era de segurar uma das mãos de Jongin, mas não sabia se poderia fazer isso sem parecer estranho. Se encolheu na cadeira, mas não porque sentia frio, e sim pela imensa vontade que tinha de não aparecer naquela cena, queria que as pessoas simplesmente o ignorassem e que pudesse ir embora logo.

— Você pode nos deixar sozinhos um minuto, Jongin?

Mas quando o alfa se ergueu para sair, involuntariamente Kyungsoo segurou em seu braço praticamente implorando para que ele ficasse.

— Está tudo bem. — o Kim reforçou — Estarei lá fora o esperando, se tiver qualquer problema pode sair da sala e vir até mim. Ok?

Mesmo sem ter muita certeza da própria resposta, o ômega acenou levemente com a cabeça em uma afirmação. Jongin deixou o lugar e fechou a porta, ele estava finalmente sozinho com aquele outro ômega ao qual só lhe haviam dito ser um psiquiatra que conversaria um pouco com ele, mas sem explicar direito no que isso o ajudaria. Na verdade, ao saírem de casa ele nem sabia para onde estavam indo.

— Então, Kyungsoo, meu nome é Zhang Junmyeon, sou amigo do Jongin e ele me pediu para conversarmos um pouco. Não precisa se sentir inseguro, teremos apenas uma conversa de ômega para ômega. — o mais velho abriu mais um de seus sorrisos gentis cheio de dentes excessivamente brancos, Kyungsoo o observava com certa atenção, ele era muito bonito e tinha uma pele jovem, mesmo que Jongin tenha lhe chamado de hyung — Hum, por que não me conta como está sendo sua convivência com o Jongin? Vocês estão se dando bem?

— Uhum. — o outro apenas esperava, ele parecia ser bem paciente, até mais que o Kim — Ele... ele me trata bem.

— Jongin me contou que você perdeu a memória, já se lembra de alguma coisa?

O mais baixo negou com a cabeça, mas sua negação pareceu muito insegura aos olhos do doutor, e tornou-se ainda mais quando Junmyeon insistiu em dizer “tem certeza?” mais duas vezes. Era óbvio que ele não tinha certeza, havia se lembrado de algumas coisas, mas não conseguia entender tais cenas e sequer encontrar palavras que pudessem descrever o que estava acontecendo naquele momento.

Mas se não conseguia contar para Jongin, para quem mais iria contar?

— Eu... eu tento pegar um celular preto, mas alguém toma da minha mão quando chego perto. — ele finalmente disse, seus olhos se voltaram para o próprio colo, seus dedos tremiam levemente — Lembrei disso algumas vezes e na última vez alguém batia no meu rosto e eu caía no chão quando tentava pegar o celular.

— Mais alguma coisa?

— Não.

Junmyeon mudou para uma expressão pensativa e passou a escrever algo em seu bloco de notas que Kyungsoo não conseguia ver. O mais velho pegou o próprio celular olhando algo rapidamente e depois voltou os olhos para o então paciente.

— Kyungsoo, eu vou te passar uma pequena atividade. — pegou três folhas de papel em branco e uma caixa de lápis coloridos as colocando em sua frente — Faça três desenhos, pode desenhar qualquer coisa que quiser.

O mais novo pegou-os e organizou as folhas ao seu lado. Seu primeiro desenho foi uma casa, e fora justamente no primeiro que Junmyeon notara o quanto ele desenhava bem, seus traços eram finos e delicados, além de colocar formas e objetos a mais no desenho que as pessoas não costumavam colocar. Ele também pintou a casa com várias cores diferentes, mas ambas com algo em comum.

Eram escuras.

Seu segundo desenho foi uma televisão, mas não uma televisão moderna que era mais comum em ser vista nas casas, e sim uma televisão antiga com uma pequena antena em cima. Ela também tinha botões grandes e na tela o ômega havia desenhado chuviscos sobre uma imagem distorcida e borrada, como se a televisão estivesse com um sinal ruim. E por último, ele desenhou um homem.

Mais especificamente, ele desenhou Jongin, dava pra ver pelos lábios grossos e pintinhas nos locais exatos.

— Acabei.

Junmyeon recolheu os desenhos para olhá-los mais de perto e com mais atenção.

— Você desenha muito bem.

— Obrigado.

O doutor ainda os olhos mais um pouco, aquelas imagens haviam o deixado muito intrigado. Guardou-os em uma gaveta para que pudesse analisa-las com mais calma quando estivesse sozinho, também faria algumas pesquisas em busca de dados mais atualizados.

— Ótimo, podemos marcar um novo encontro em uma semana? Se ainda não se sentir confortável pode dizer ao Jongin e remarcamos para o dia em que se sentir mais confortável.

— Tudo bem.

— Então até lá!

O mais velho foi até a porta e a abriu para que o outro saísse. Estar do lado de fora o fazia se sentir bem melhor, ainda mais quando viu que o alfa havia mesmo o esperado do lado de fora esse tempo todo. Kyungsoo não compreendia as próprias emoções, ele ainda se guiava pelo que o fazia se sentir bem e pelo que o fazia se sentir mal. E se Kim Jongin o fazia se sentir bem, ele não queria sair de perto dele.

Era mais seguro com ele.

— Como foi? — o alfa o indagou.

— Foi legal. — era tudo o que ele conseguia dizer.

Os dois deixaram o consultório e voltaram para o carro. Não era uma viagem muito longa, mas o suficiente para que Kyungsoo pudesse admirar um pouco as paisagens da cidade, já estava quase anoitecendo e alguns postes já estavam acesos, havia aquele velho movimento de fim de expediente, pessoas iam de um lado para o outro, e também podia ver crianças com seus uniformes escolares segurando as mãos de seus responsáveis para atravessar a rua.

Uma noite bonita estava caindo.

Quando o carro parou em um sinal vermelho, o ômega passou a observar a sorveteria que ficava na esquina, pessoas saiam de lá com enormes sorrisos no rosto enquanto comiam seus sorvetes e conversavam umas com as outras. Fora inevitável sorrir enquanto os olhava.

— Você quer um sorvete também?

— Quero!

Depois que o sinal abriu Jongin conseguiu um lugar para estacionar.

A sorveteria parecia um mundo novo para Kyungsoo, ele olhava para as opções sem nenhuma ideia do que queria experimentar, e seu sorriso infantil fazia o Kim não conseguir parar de sorrir ao olhá-lo. E depois de um bom tempo indeciso quanto ao que queria, ele acabou ficando com o de morango com baunilha e ainda pediu para colocar bastante cobertura de morango.

Morango era seu sabor favorito, aquilo havia ficado claro.

— Vamos sentar ali.

O lugar era muito bonito por dentro, sua decoração era romântica e delicada, além de estar ornamentada com balões vermelhos e cor de rosa. Kyungsoo olhava para todos os lados enquanto saboreava seu sorvete.

— Aqui é bonito, não acha? — o alfa perguntou para puxar algum assunto.

— É sim.

— Você consegue se lembrar de alguma sorveteria que já tenha ido?

O menor franziu as sobrancelhas, tentava pensar em algo específico, mas nada vinha. Olhou na direção do caixa mais uma vez, e olhando fixamente para o baleiro ele conseguia sim se lembrar de algo, mas uma lembrança que fez sua cabeça doer.

— Eu me lembro de um baleiro. — Jongin parou de comer quando ouviu — Tinha uma moça no caixa, ela me pergunta alguma coisa, mas quando eu vou responder alguém segura o meu e a lembrança acaba. — Kyungsoo se sentia mal com aquela memória, lhe embrulhava o estômago — Jongin, eu acho que não quero mais o sorvete.

— Tudo bem, podemos comprar um pra você comer em casa.

Jongin conseguia ver claramente o quanto o ômega estava incomodado com o que havia se lembrado, e realmente era uma memória a qual deveria se incomodar. Pelo menos agora ele sabia que em algum momento de sua vida Kyungsoo havia estado em uma sorveteria e fora interrompido ao tentar se comunicar com alguém. Aquela memória dizia muita coisa, mas ele precisaria pensar com mais calma.

Ligaria para seu amigo investigador mais tarde.

Já em casa Kyungsoo afirmou que faria o jantar após tomar um banho. Jongin fizera o mesmo no banheiro de seu quarto. O ômega estava ficando sem opções do que vestir, havia ganhado algumas roupas da equipe de enfermagem, mas já havia vestido todas elas repetidas vezes, e após revirar tudo na mochila, acabou encontrando duas peças perdias no fundo.

Uma camisa rosa de mangas cumpridas e uma jardineira jeans azul clarinho, ela tinha algumas rosinhas bordadas na frente e por isso julgou se tratar de uma peça feminina, mas isso não o incomodava. A roupa acabou servindo perfeitamente, e ao se olhar no espelho ele gostou do jeito que estava. Foi até a cozinha para começar a preparar o jantar, tentaria fazer algo novo que estava pensando desde mais cedo e torcia para que ficasse bom.

Jongin só apareceu um bom tempo depois, seu cabelo estava seco e com o topete desfeito, Kyungsoo gostava de vê-lo assim, sua imagem ficava ainda mais agradável e gentil com a franja quase sobre os olhos, além de ficar mais jovem e até mesmo fofo.

— Estou preparando Gopchang. — Kyungsoo respondeu à pergunta feita pelo Kim — Você me disse uma vez que gostava, então eu fiz aquilo que você falou... pesquisar na internet a receita!

O alfa sorriu e colocou os cotovelos sobre a mesa.

— Fico feliz que esteja lidando bem com a tecnologia. — ele disse — Achei que fosse demorar mais, mas você é mais inteligente do que eu pensava, eu que sou um bocó.

— Você não é um bocó.

— Estava só brincando.

O mais novo riu e voltou ao que estava fazendo.

Jongin mexia em seu celular enquanto esperava o jantar ficar pronto, poderia ter ido ver TV ou coisa parecida, mas preferiu ficar ali, notara o quanto a presença do ômega era algo bom, e ele conseguia aprender muitas coisas apenas o observando. Queria desvendar aquele mistério o mais rápido possível e talvez conseguisse descobrir mais coisas apenas o observando.

Kyungsoo era muito delicado quando estava cozinhando, ele parecia saber exatamente o que estava fazendo, nunca errara o ponto do sal ou colocara pimenta demais, ele era mesmo um ótimo cozinheiro. Queria saber onde ele havia aprendido a cozinhar, se alguma mãe gentil o havia ensinado ou se fora obrigado a aprender sozinho por alguém que exigia isso. Prestava atenção no modo que usava as facas, ele sempre escolhia as pequenas e menos afiadas para cortar até mesmo pedaços que seriam bem mais fáceis se usasse a faca grande. Na verdade, parecia que ele evitava as facas grandes, nunca o vira tocando ou chegando muito perto.

Também havia alguns temperos que ele nunca usava, talvez não soubesse o que era ou não gostava deles, mas fora impossível não notar que Kyungsoo havia os colocado no fundo do armário para não os pegar por engano.

— Você ficou muito bonito com essa roupa.

Kyungsoo quase derrubou o copo que estava na mão quando ouviu. Ouvir qualquer tipo de elogio parecia deixá-lo muito desconcertado, não estava nem um pouco acostumado com isso.

— Obrigado. — respondeu depois de alguns segundos — Eu acho que gosto de roupas assim.

— Os enfermeiros te deram algumas roupas, mas elas são poucas. Podemos ir comprar algumas roupas pra você quando eu sair do hospital.

— Não precisa. — ele se apressou em dizer — Não quero que se incomode com isso e nem que fique gastando comigo, eu estou bem assim, não preciso de muito.

— Não vai me incomodar. — o alfa insistiu — E nós podemos ir num daqueles atacadões, vai ser até divertido.

— Sendo assim, tudo bem.

Quando o jantar ficou pronto, Kyungsoo serviu a mesa. A comida estava impecável como sempre estava, e após o jantar o Kim insistiu em o ajudar a lavar e secar a louça, algo que os proporcionou mais um tempo juntos onde ambos podiam saber mais coisas um do outro. O ômega não tinha muito o que dizer, não tinha nenhuma memória de algo que viveu para compartilhar ou algo do tipo, mas gostava de ouvir Jongin falando sobre sua época na faculdade e algumas histórias sobre seus velhos amigos.

O Kim fora um jovem desaforado e bagunceiro em algum momento de sua vida.

— E você sente muita falta deles?

— Sinto. — o respondeu, sua expressão era a de alguém em nostalgia — Minha coluna era bem melhor naquela época, e eu conseguia beber mais de quatro garrafas antes de ficar bêbado, hoje em dia eu já aceitei que estou velho e cansado.

— Você não está velho. — o menor o olhou por dois segundos antes de voltar a esfregar a última panela — Só cansado.

— Viu! Até você assume que estou um caco pelo cansaço.

O mais novo riu baixo, Jongin conseguia ser engraçado quando queria. O alfa terminou de guardar os pratos que havia enxugado, faltava apenas a panela velha que Kyungsoo teimava em querer ariar, mas que já estava gritando para ser jogada fora. Aquela panela o havia sido uma das primeiras coisas que comprou quando passou a morar sozinho, já estava na hora dela se aposentar.

— Essa panela não presta mais, Kyungsoo, desiste.

— Não vou desistir! — o ômega a puxou de volta quando o Kim tentou pegar — Ela só precisa ser limpa direito.

O alfa ergueu as mãos se rendendo. Ficou de pé ao lado da pia observando o trabalho do menor, que parecia muito convicto no que fazia, e depois de usar quase todo o pote de polidor de alumínio a panela ficou limpa, novinha em fola na verdade.

Ele parecia muito feliz com aquilo.

— Hum. — Jongin se fez de derrotado quando pegou a panela limpa — Você venceu. — assumiu — O que quer como prêmio?

— Qualquer coisa?

— Qualquer coisa.

— Hum... — ele pensou — Eu quero que assista um filme comigo!

— Tá bom. — concordou logo de cara, seria bom ver um filme para esfriar a cabeça — Vai escolhendo um que eu vou colocar a pipoca no micro-ondas.

O menor foi animado para a sala. Jongin o havia ensinado a como conectar a plataforma de stream de filme na TV e como podia escolher um, algo muito animador para o ômega, pois agora tinha um passatempo para quando o médico estava de plantão no hospital e demoraria muito para aparecer em casa.

Quando a pipoca ficou pronta e ele foi para sala encontrou um Kyungsoo muito animado ao escolher o filme romântico mais bobo e clichê que tinha no catálogo. Detestava filmes românticos, mas podia fazer aquele sacrifício por ele. Sentou ao seu lado no sofá com a tigela grande de pipocas, eles acabariam nem comendo tudo e no outro dia a sala estaria lotada de pipocas pelo chão.

— Você tem certeza que quer esse?

— Tenho!

Ele nem sabia direito que filme era, mas achou a imagem de divulgação muito bonita.

E quanto mais aquele filme passava, mais chato ele se tornava para o alfa, enquanto Kyungsoo estava cada vez mais entretido e emocionado com a história, mal piscava os olhos. Riu sozinho daquilo, o ômega estava se debulhando em lágrimas apenas por um beijo trocado entre o casal. Quando olhou de volta para a tela viu que os dois estavam se despindo para uma cena mais quente, e quando olhou de volta para Kyungsoo ele estava com os olhos arregalados e todo vermelho.

Colocou a mão na frente de seus olhos.

— Bebês não podem ver isso. — ele disse.

Mas Kyungsoo segurou sua mão e a abaixou.

— Não sou um bebê.

— Mas você está todo vermelho. — o mais velho riu e apertou suas bochechas, algo que deixou o ômega ainda mais velho e acanhado — A cena já acabou, pode continuar vendo o filme.

Ainda com as bochechas vermelhas Kyungsoo voltou a assistir o filme, dessa vez evitava olhar para o alfa e torcia para que nenhuma cena daquele tipo voltasse a acontecer.

Mas o ômega dormiu pouco tempo depois, havia sido um longo dia para ele. Tentou acordá-lo para que ele fosse para o quarto andando, mas Kyungsoo apenas gemia e se virava para o outro lado sem querer acordar. E já com pena de tirá-lo de seu sono, o Kim o pegou no colo para coloca-lo na cama. Ele estava consideravelmente mais pesado agora do que quando estava no hospital, algo que era bom.

Calmamente o colocou sobre a cama e o cobriu com o lençol, a roupa que ele estava não era muito confortável para dormir e achou melhor tirá-la, mas parou ao imaginar que o ômega se sentiria muito constrangido no dia seguinte, por mais que soubesse que como fora seu médico e o operara após o acidente, não havia nada em seu corpo que Jongin já não houvesse visto.

Apenas desabotoou os botões da jardineira para não o machucar.

Sentou ao lado da cama por um momento para observá-lo, ele dormia calmo e Jongin se perguntava se ele era calmo em todas as noites, se havia tido problemas para dormir ou se ainda sentia as dores do acidente. Kyungsoo não reclamava de nada, algo que não era bom, pois não conseguia saber quando havia alguma coisa errada. Quando o ômega se mexeu acabou agarrando seu braço e se abraçando a ele, algo que fez o Kim sorrir.

— Eu só queria saber o que aconteceu. — ele disse para si mesmo — Mas não tenho certeza se isso vai ser bom pra você.

Alisou com a mão livre os fios negros que caíam pela testa do menor, seus cabelos cresciam bem rápido, lembrava-se de quando ele chegou ao hospital, seus cabelos estavam muito bem cortados, bem curtos em um corte padrão do exército, mas ômegas não eram obrigados a se alistarem, e ele não tinha um porte físico para tal, por que cortaria o cabelo assim?

— Durma bem, amanhã vamos ter um dia bem agitado e você vai se divertir muito.

Alisou seu rosto uma última vez antes de apagar a luz do abajur e sair.

 


Notas Finais


ai ai meu coraçãozinho
o Kyungsoo é tão adorável que até o Jongin não tá mais resistindo


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