História Como conheci o Laughing Jack - Capítulo 16


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Estamos quites


Huh, acho que eu cortei o meu pulso apenas por que eu já estou meio acostumada com esse tipo de dor. E porra velho, eu já pensei em me dar um beliscão apenas, mas eu queria ver a Íris sofrendo um pouco. 

— que ideia idiota foi essa, demência? —perguntou Íris irritada e eu ri baixinho da cara dela. 

— apenas um teste. —digo dando de ombros— você não gostou do teste, querida amiga? —perguntei abrindo um sorriso bem largo. Mesmo que os meus olhos tenham uma aparência meio cansada e parece que eu sempre estou com tédio; eu consigo sorrir feito uma retardada mental. 

E sorrir dessa forma, não é algo que só acontece as vezes, para o desagrado de algumas pessoas.  

—  não, eu realmente não gostei. —disse Íris passando a mão pelo corte— então eu estou te mandando parar com isso. 

— senão você vai fazer o que? —pergunto olhando diretamente nos olhos dela— você vai poder fazer alguma coisa ao invés de ficar me encarando com cara de tédio? —pergunto e vejo Íris sorrir e dar de ombros. 

— não sei o que posso fazer ainda com você, mas me aguarde. —disse Iris tentando me botar medo. 

Posso dizer que essa tentativa de me deixar com medo foi mais do que falha, já que eu cortei a minha pele pelo menos mais duas vezes; apenas para ver a expressão brava dela mudar para dor. 

Falando em dor, eu não sinto dor enquanto faço isso com ela, deve ser por que eu estou entretida demais com o pequeno sofrimento dela.  

— pare com isso, não tem graça. —disse Íris pondo o pulso machucado contra o peito, em uma tentativa de amenizar a dor. 

— não tem graça pra você, mas pra mim tem -digo séria demais, e depois começo a rir descontroladamente como se eu fosse uma verdadeira psicopata. 

Eu não sou psicopata, mas esse meu jeito de rir é meio controverso. 

— eu quero ver se você vai rir desse jeito depois do que eu vou fazer com você. —disse Íris brava e eu dei de ombros, não me importando nem um pouco com o que ela estava falando. 

— provavelmente não vai ser engraçado, então por que não aproveitar o momento agora? —pergunto ironicamente e Íris revira os olhos.  

Uns bons minutos depois do meu showzinho de tortura, eu fiquei entediada e coloquei a minha lâmina dentro do meu bolso da calça. 

— bom, eu vou ver se faço alguma coisa de interessante agora. —digo saindo do quarto e deixando Íris por lá. 


                         ~Sophia

       Já faz um tempo que a Luane não tem estado presente nas aulas e eu estou  muito preocupada com isso. 

Depois da aula, liguei para a minha mãe dizendo que eu iria na casa da Dani estudar e ela deixou. 

Sim, eu realmente estou dando uma de idiota indo procurar aquela retardada, mas eu não me importo com isso. 

Como eu já fui lá várias vezes, já sei o caminho de cór e também tenho a chave da casa dela. Chegando na rua dela, percebi que tinha dois carros de polícia na frente do apartamento dela e vou até um dos carros, com um pouco de medo do que eles iriam dizer.  

 — huh, olá,  aconteceu alguma coisa nesse apartamento? —perguntei meio receosa e um dos policiais me olhou estranho. 

— um jovem foi morto e a garota que morava por aí está desaparecida há duas semanas. —disse o policial e os meus olhos se arregalaram um pouco. 

Mas que merda aconteceu lá dentro?

                          ~Luane

    A única coisa interessante que eu encontrei para fazer foi... Absolutamente nada. 

É sério, os corredores dessa mansão são tão desertos que eu fico com um pouco de medo de andar por aqui sozinha, bem, não completamente sozinha; pois a cada corredor que eu entro, eu me sinto observada de uma maneira diferente. 

Continuo caminhando sem rumo pelos corredores da mansão e dobro um corredor (o qual eu achei que era pra ir para a sala), e quando eu já estava praticamente no meio do corredor, eu ouvi um grunhido de algum bicho que estava atrás de mim. 

Meu corpo gelou e eu engoli em seco, pronta para olhar para trás. 

Pra quê olhar para trás, não é mesmo? Sempre que alguém olha para trás em um filme de terror, esse alguém não sobrevive para contar história, o que eu acho que está prestes a acontecer comigo. 

No final do corredor está um bicho que não parece ter olhos, tem mãos que mais parecem garras, corpo grande e magro, boca aberta mostrando seus dentes pontudos e varias cicatrizes pelo corpo. 

Esse bicho já se pegou no pau com o Sead Eater? Séria muito foda o momento, caso acontecesse. 

O Rake só serve para atrapalhar a vida dos outros, por Slender amado. 

Felizmente, eu consegui sair correndo antes que ele decidisse se aproximar mais, só que des do momento em que eu comecei a correr, esse corredor está parecendo a coisa mais longa do universo. 

Correr se tornou uma tarefa um pouco árdua para mim agora, já que eu sempre fui uma pessoa mais do que sedentária e nunca gostei de correr; além de que, eu estou achando que a minha cabeça irá explodir por causa da dor que eu estou sentindo. 

Eu cheguei a dizer que eu sempre me ferro bonito, em todos os momentos da minha vida? 

Enquanto a minha dor de cabeça ficava cada vez mais forte, os meus passos ficavam cada vez mais lentos e eu tinha a certeza absoluta de que eu ia acabar servindo de lanche para aquele ser humanoide que estava atrás de mim. 

Coloquei as duas mãos na cabeça enquanto eu continuava a caminhar, assim parecendo uma louca. 

As pessoas esquizofrênicas costumam fazer isso para tentar abafar as vozes que vem da própria cabeça, deve ser horrível. 

O mais esquisito, é o sentimento de ainda estar sendo perseguida; só que o momento da minha morte não chega, sabe? Parece que o bicho está tentando me deixar com medo. 

Por não estar olhando para a frente enquanto eu caminhava, eu esbarrei em alguém e precisei piscar várias vezes para ver quem era. 

Era só o que faltava, encontrar o Ben em uma situação dessas. 

— é melhor você olhar pra onde você anda, garota. —disse ele parando de andar, talvez para me dar um sermão e eu tirei as mãos da minha cabeça. 

Cadê o Rake?  

— ué, o Rake estava atrás de mim. —digo confusa enquanto olho para trás, não vendo ninguém ali no corredor além de mim e do Ben.

O Ben é mais velho que eu, mas eu sou mais alta, que coisa estranha. 

Bem, não é como se eu não estivesse acostumada a ser a girafa da turma. 

— o que achou da dor de cabeça, minha querida? —perguntou Íris aparecendo ao lado de Ben e me mandando um 'beijo'.   

— então foi você? —pergunto baixo e ela assente— eu poderia ter morrido, o Rake estava me perseguindo, sua demente. —digo cruzando os braços e olhando Íris com raiva. 

— você apreciou a minha dor e eu apreciei o seu pequeno sofrimento, então estamos quites. —disse ela sorrindo de lado enquanto faz cara de maliciosa. 

— com quem você está falando? —perguntou Ben de modo curioso e eu olhei pra ele sem ideia de como responder aquela pergunta.   


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3
Estão livres para shippar kkkkk


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