História Como conheci o Laughing Jack - Capítulo 17


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - Mansão do tio Splender, parte 1


— deveria ser tão estranho assim, o fato de uma pessoa falar consigo mesma em um lugar que só tem gente estranha? —pergunto e Ben assente. 

Acho que ele não percebeu que isso era uma pergunta retórica. 

— é estranho, por que não parece que você está falando sozinha, parece que tem alguém na sua frente e eu não vejo. —admitiu Ben dando de ombros— você está perdida de novo? 

— eu não estou perdida, eu estava apenas caminhando pelos corredores enormes dessa mansão quando o Rake apareceu. —dou de ombros, começando a caminhar ao lado de Ben— pra onde você estava indo? —perguntei de forma alheia e Ben me olhou nos olhos, me fazendo reparar um pouco mais nos dele. 

Não sei como eu consigo achar os 'olhos' dele tão bonitos assim. 

— eu estava apenas perambulando pela mansão, mas ver você por aqui me fez querer caminhar com você. —disse Ben, de jeito simples. 

— para deixar claro, eu não sinto nada além de indiferença por alguém dessa mansão que não seja o Laughing e o Puppeteer. —digo sendo sincera e Ben dá uma risadinha. 

— eu não perguntei se você gostava de mim e eu também não me importo com isso. —disse ele rindo um pouco— apenas deu vontade de passear, certo? Eu andaria sozinho por aqui se você não estivesse aqui.

Pessoas que dão muitos argumentos para uma coisa muito simples, mostram que estão com o orgulho ferido.

— eu estava procurando por você, criatura. —disse Toby vindo até mim e me segurando pelo pulso machucado, me fazendo gemer baixo de dor por causa da minha brincadeira com a Íris.

Eu sabia que ele iria fazer isso de propósito. 

— e por que você estava me procurando? —perguntei confusa— me solta, eu sei andar sozinha, cabeção.

— bom, na verdade não sou eu que estava te procurando. —Toby deu de ombros antes de soltar o meu pulso— e eu tenho a certeza absoluta que o Laughing vai ficar puto com você por causa do que você fez consigo mesma. 

— com o meu pai eu me resolvo depois, agora eu quero saber quem está me procurando. —digo olhando para Toby e quase esquecendo que Ben ainda estava ali com a gente.

— espera aí, o Laughing é seu pai? -perguntou Ben e eu comecei a rir.

— é quase isso. —dou de ombros rindo— e daí, Toby?

— é melhor você mesma ver do que eu ter que te falar. —disse ele começando a me puxar de novo— aí Ben, depois eu devolvo a tua namorada.

Meu rosto ficou quente e eu acho que eu estou com o rosto todo vermelho. 

Maldito seja Toby, filho da puta.

Fomos quase correndo até a cozinha, onde estava Splender conversando com o meu pai. Bem... O meu pai parecia estar discutindo com o coitado do Splender.

— o que está acontecendo aqui? —pergunto e os dois se viram pra mim. 

Toby já tinha dado no pé, para a minha infelicidade. 

— eu não tinha dito pra você não ficar passeando pela mansão? —perguntou o meu pai e eu me encolhi um pouco por causa do tom que ele usou para falar comigo, o qual foi muito calmo.

Quando alguém fala em um tom muito calmo quando você faz muita besteira, esse alguém está se controlando pra não lhe pegar pelo pescoço e bater a sua cabeça na parede.

— interrompendo um pouco o assunto super importante de vocês. —Splender se intrometeu— olá pequena humana, eu sou SplenderMan. —disse ele alegremente e eu olhei pra ele com cara de entediada.

— oi, tio Splender. —aceno— você já viu o seu tamanho para achar que pode me chamar de pequena? Entre os humanos eu sou chamada de estranha por ser alta demais, daí vem você me chamar de pequena. —digo revirando os olhos e Laughing bufa.

— só eu posso chamar ela de pequena. —disse o meu pai parecendo estar com raiva e Splender assentiu, querendo acabar com aquela discussão idiota logo.

— então, continuando o meu assunto que eu não consegui iniciar. —disse Splender— eu lhe achei interessante e queria que você saísse um pouco deste ambiente cheio de brigas para ir até a minha mansão.

— você me achou interessante no quê, exatamente? —pergunto cruzando os braços meio lentamente pros meus pulsos não doerem, também pro Laughing não ficar desconfiado da minha pessoa. 

— você foi a primeira humana a conseguir ficar perto do Laughing sem gritar e fazer escândalo, foi a primeira humana a conseguir ficar aqui nessa mansão e é a primeira humana a não ficar feliz assim que me vê. —disse Splender— eu lhe achei interessante.

— e onde fica a sua mansão, tio Splender? —pergunto vendo Laughing coçar a cabeça irritado.

— esse é o problema. —disse o meu pai— é exatamente por causa do lugar  que eu não quero qur você vá. —disse Laughing vindo até mim e me abraçando por trás.

— certo, mas onde fica? —pergunto confusa.

— a minha mansão fica no céu. —disse Splender. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3


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