História Como conheci o Laughing Jack - Capítulo 18


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 18 - Mansão do Tio Splender, parte dois


Fanfic / Fanfiction Como conheci o Laughing Jack - Capítulo 18 - Mansão do Tio Splender, parte dois

— huh, no céu em qual sentido? —pergunto olhando pra cima, onde eu só consegui ver o queixo do Laughing. 

— é literalmente no céu. —disse Laughing ainda parecendo contráriado— teletransporte e uma casa imensa.

Os pensamentos dos seres humanos não tem limites, certo? Eu já estava jurando que eu iria precisar morrer para conseguir entrar lá. 

A demência é infinita quando se trata de pensar em algo que pode ter dois sentidos, mas não maliciosamente falando. 

— então, o que você acha da minha oferta? —perguntou Splender e eu fiquei pensativa, logo senti o abraço do Laughing se tornar mais forte.

— você não está pensando em ir, certo? —perguntou Laughing achando que ia conseguir me chantagear - vai me deixar aqui sozinho?

— porra pai, é uma oportunidade única na vida! —digo meio espantada pelo meu pai não querer me deixar ir— não é só você vir comigo? 

— eu não gosto daquele lugar. —disse Laughing revirando os olhos— como seu pai, eu mando em você e estou dizendo que você não vai ir pra lá.

Mas isso realmente está acontecendo comigo? Ir para uma mansão no céu é uma chance única, quase como achar o segundo picolé premiado no mesmo dia, ou seja, é muito raro! 

— Laughing, deixe ela ir comigo. —disse Splender em tom amigável— eu prometo que vou cuidar bem dela.

Laughing pareceu ficar pensativo e eu olhei pro chão. É sempre assim, os outros sempre precisam fazer os sacrifícios por mim.

— tudo bem, eu deixo. —disse Laughing e Splender ficou feliz— mas eu vou junto.

— eu acho que você fica muito infantil quando está com ela, só acho mesmo. —resmungou Splender e eu ri nasalado da cara que Laughing fez. 

— você poderia parar de falar? A sua voz é muito irritante. —reclamou Laughing sem ânimo. 

Vai dar muita merda.

— huh, tudo bem! Podemos ir agora? —perguntou Splender ignorando as palavrinhas de ódio de Laughing e nós assentimos, logo Splender soltou uma risadinha e nos rodeou com seus tentáculos fofinhos.

Puta vontade de vomitar que me deu agora, puta que pariu.

— só não vai vomitar em mim. —disse Laughing apoiando o queixo na minha cabeça e eu revirei os olhos.

— eu só fiquei com vontade, já que esse teletransporte é muito rápido. —digo dando de ombros— humanos tem essa vontade quando ficam tontos, e tal. 

— vocês humanos são muito frescos para algumas coisas. —disse Splender e eu estranhei essa fala dele. Esse cara aí não era super felizão? Acho que o Tio Splender ficou muito tempo perto de mim e acabou pegando o que eu chamo de 'ódio máster dos humanos'. 

Um tempo depois, o teletransporte parou e eu me vi em um jardim super verdinho com várias rosas vermelhas de decoração e uma mansão enorme de madeira escura.

Caralho, o Tio Slender tem um ótimo gosto para jardins. 

Olhei para baixo e fiquei com um frio horroroso na barriga, pois eu conseguia ver a maior parte de uma cidade e algumas florestas.

— está faltando umas tripas e sangue pra combinar com o ambiente. —disse Laughing parecendo infeliz. Ah, a mente dele é diferente da mente dos outros, então ela é bem distorcida. Mas eu também acho que falta um pouco de vermelho por aqui, por mais que tenham muitas rosas.

— venham, eu tenho mais algumas coisas para mostrar para... Você. —disse Splender e eu assenti ouvindo o meu pai rosnar baixo.

Nós passamos por uma passarela de pedras com alguns chafarizes e chegamos na porta da mansão, logo Splender abriu a mesma e nós entramos.

Não acho que eu preciso dizer que a decoração daqui é extravagante pra caralho, né? Tem muita luz, muito dourado e muita limpeza. Agora eu concordo plenamente com o Laughing, pode jogar sangue aí para ficar bonito.

Um latido ecoa pela sala em que estávamos e do nada vem um cachorro correndo até Splender, que recebeu o mesmo de... Braços ou tentáculos abertos? Essa está bem difícil. 

— essa é uma versão fake do Smile Dog. —disse o meu pai e eu fiquei surpresa. O cachorro a minha frente parecia um Husky normal, só que muito mais feliz e com os olhos azuis que brilhavam mais do que o comum. Bem, não é mada parecido com o verdadeiro Smile Dog; que tem o corpo vermelho por que foi queimado vivo e o sorriso aberto por que os donos foderam tudo.

— cacete, esse bicho é muito fofo! —digo vendo o cachorro vir até mim abanando o rabo em uma forma de pedir carinho.

— agora quem ficou com vontade de vomitar fui eu. —disse Laughing e eu ri baixo da cara dele.

— ah, não estrague o clima, Laughing. —disse Splender e o meu pai revirou os olhos pela quinta vez no dia.

— a sua mansão é muito bonita, mas eu ainda não vejo um bom motivo para você querer me trazer tanto aqui -digo meio desconfiada. Algo me diz que eu não devo acreditar naquele sorriso enorme que o Splender tem na semi-cara dele, se bem que nunca se deve acreditar em quem sorri demais.

Falou a garota que considera um cara de sorriso de orelha a orelha como pai. 

— eu queria lhe tirar daquele ambiente hostil, nem eu gosto de ficar lá todos os dias. —disse Splender e eu assenti ainda desconfiada.

O meu pai tinha colocado um pirulito na boca e agora me olhava entediado. É, eu devo ter deixado ele chateado por querer vir em um lugar tão felizão.

Vou até Laughing e dou um abraço nele. Huh, eu acho que ele ficou surpreso, pois o pirulito dele caiu no chão.

— por que me abraçou do nada, criatura? —perguntou ele ainda meio surpreso e eu apertei o abraço.

— desculpa ter te incomodado tanto pra vir em um lugar tão chato. —digo suspirando— aqui está tão chato que eu poderia acabar matando umas dez pessoas só pra encher esse lugar de sangue.

— está tudo bem. —disse ele me dando um peteleco na testa, de brincadeira— talvez quando irmos pra mansão a gente apronte um pouco com alguns dos proxy.

Essa foi a melhor ideia do universo. 

— venha, venha, quero que você conheça alguém. —disse Splender me apressando e quem rosnou agora fui eu.  Não achei que o Splender pudesse ser tão apressadinho. 

E, da última vez que alguém me foi apresentado; esse alguém era a única pessoa da qual eu tenho medo. 

Caminhamos até uma porta de madeira clara e Splender abriu a mesma, revelando mais uma sala.

QUANTAS SALAS ESSE LUGAR TEM?

Na sala, haviam alguns sofás e escadas para o andar de cima, tudo muito chique e bem arrumadinho.

— Splender, cadê aquele cachorro dos infern... —a versão sexy do Slender parou de falar assim que me viu. Antes ele parecia bem irritado com a outra versão do Smile Dog, mas agora ele parece bem animado.

— hum, quem é a garota bonita? —perguntou o Slender versão sexy vindo até nós e Splender riu.

— olá, Offender. —acenou Splender com um de seus tentáculos e o tal Offender fez o mesmo— essa daqui é a amiga do Laughing.

— a situação anda caótica pra você se ver no direito de me chamar de amiga dele, né? —pergunto ofendida— eu sou filha dele, filha, ouviu bem? —pergunto irritada e Splender assente rindo.

— qual é o seu nome, bela garota? —perguntou Offender, a versão sexy do Slenderman.

— é Luane. —digo olhando pra Offender de cima a baixo e parando o meu olhar naquelas botas maravilhosas.

— quantos anos você tem, minha cara? —perguntou ele enquanto eu continuava babando pelas botas dele.

— eu tenho 15, mas daqui a pouco tempo eu faço 16. —digo balançando a cabeça pra tirar a minha atenção daquelas botas magníficas— ô bichão, onde você comprou essas coisas lindas? —pergunto rápido e Offender dá uma risadinha meio maliciosa.

— eu lhe dou um par dessas botas se você me der uma coisa em troca. —disse Offender lambendo os lábios inexistentes dele e eu entendi que era pra parar de falar com ele o mais rápido possível.

Como é possível ele pensar que eu vou aceitar ser estuprada em troca de um par de botas? Esse cara não tem cérebro. 

Olho pros lados e não vejo Laughing, logo fico meio desesperada e cutuco Splender.

— onde está o meu pai? —pergunto irritada e Splender aponta para um canto meio longe de onde estamos agora e eu vejo uma silhueta preta e branca.

Vou até a tal silhueta a passos rápidos e vejo o meu pai perto de um negocinho que parecia um chafariz de... Porra, aquilo é chocolate?

Eu não sabia que a língua do meu pai era tão grande e... Acabei pensando em merda.

— o que você está fazendo aí, pai? —pergunto e vejo o mesmo se virar pra mim com os olhos arregalados. É impressão minha ou os olhos dele estão azuis celeste? QUE BONITINHO! 

— o que você acha que eu estou fazendo? É chocolate, criatura! —disse o meu pai um pouco alterado enquanto literalmente bebia o chocolate do pequeno chafariz. Como eu não sou idiota, eu peguei um copinho que tinha na mesa e enchi de chocolate derretido.

Cara, isso é bom pra caralho.

— ah, era ele quem eu queria lhe apresentar. —disse Splender chamando a minha atenção e eu olhei pra ele.

Do lado do Tio Splender, tinha um bicho quase igual ao meu pai, só que meio que em cores invertidas.

— eita cacetinho, cosplayer. —digo espantada. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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