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História Como Conquistar Park Seonghwa - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


oiii~~

eu sei que demorei e me perdoem por isso, mas janeiro foi um mês tão complicado com esses negócios de enem e afins que não consegui fazer nada além de ficar triste e chorar KKKKKKKKKMKK enfim, voltei e espero não demorar tanto tempo pra atualizar como antes

esse capítulo me deu um trabalho enorme, mudei ele umas 3 vezes e ainda acho que está faltando algo, mas não queria demorar mais

aproveitem bastante e ignorem os erros, boa leitura <333

Capítulo 11 - Se algo der errado, pelo menos eu beijei


Coloca esse moletom para dentro, Hongjoong, 'tá parecendo um velho — Wooyoung reclamou e eu revirei os olhos.


Não se esquece de passar um perfuminho, hein? — Mingi lembrou.


Se ele passar mais perfume é capaz de morrer sufocado — Jongho falou.


Mas pelo menos vai está cheiroso — Mingi rebateu.


— Eu estou sempre cheiroso, tá legal? — disse, me defendendo.


Está usando uma cueca bonitinha? — Wooyoung perguntou e eu franzi o cenho.


— Como assim? — questionei.


Hyung, ele está indo para o cinema perder o BVL. Você está fanficando demais — Jongho falou e eu concordei.


Ué, nunca se sabe. É melhor prevenir do que remediar.


Ah tá, entendi. Ele está jurando que eu vou fazer algo a mais com Seonghwa. Até parece que não me conhece.


Onde já se viu? Eu, Kim Hongjoong, o maior inexperiente da história indo dar no primeiro encontro. Eu hein.


Esses abençoados não puderam vir até a minha casa para me ajudar pessoalmente, por isso resolveram fazer uma chamada de vídeo. Já são quase 18:00 e daqui a pouco o Seonghwa chega para me buscar.


Às vezes nem eu mesmo consigo raciocinar essa última frase. Se alguém me dissesse a três semanas atrás que eu teria um encontro com Park Seonghwa, eu iria rir e mandar a pessoa iludir outro. Mas é como aquele ditado, a vitória chega para todos.


Sei que posso está parecendo muito calmo, mas é porque não tenho mais forças para surtar. Passei a semana inteira imaginando como seria esse encontro e aparentemente cada pensamento do que poderia dar errado esgotou minhas energias. Apenas uma coisa rondava minha mente: será que é dessa vez que eu perco o BVL? Sempre que penso nesse tópico me sinto nervoso, mesmo tendo treinado com Wooyoung, até porque tenho certeza que beijar Seonghwa não vai ser como beijar uma laranja ou a minha própria mão.


Joong? Ainda está aí? — meus amigos me chamaram e eu voltei a atenção aos três na tela do celular. — Pegou brisa, amigo?


— Me erra, Mingi.


Seonghwa é pontual, Joong, daqui a pouco ele chega por aí — Wooyoung avisou.


Como você sabe que ele é pontual? — Mingi perguntou.


O San me contou.


— Hm, o San. E depois diz pra gente que não gosta dele — Wooyoung revirou os olhos.


Nossa relação é profissional, a gente se fala para juntar você e Seonghwa, seu ingrato — respondeu.


— Aham, e eu acredito — ri.


Você deveria está preocupado com o horário, Seonghwa já deve está no caminho — me lembrou novamente e eu assenti.


Arrasa, amigo, vai dar tudo certo — Mingi desejou com um sorriso.


E tenta não ficar nervoso, ok? — Jongho lembrou e eu assenti.


— Certo, certo. Amo vocês, até mais tarde — mandei um beijo para eles e desliguei.


Dei uma última conferida no espelho e concluí que estava um grande gostoso com aquela calça xadrez vermelha e preta, os suspensórios presos sobre um moletom branco com uns nomes em inglês que eu não sei o significado, mas espero que seja alguma coisa legal e fechando com chave de ouro, meu all-star preto nos pés. Desci as escadas em seguida, encontrando meus pais sentados no sofá assistindo um filme.


— Bonito e cheiroso desse jeito... Vai sair com aquele tal de Seonghwa? — minha mãe perguntou com um tom malicioso e eu assenti.


— Quem é Seonghwa? — meu pai questionou, confuso. Enfim, o perdido.


— Um amigo — respondi rápido.


— Amigo? — olhou-me desconfiado e eu acenei rapidamente com a cabeça. — Tá, né, toma cuidado.


— Não chegue muito tarde — mamãe pediu e eu fiz um joinha para ela. — E por precaução... Você sabe colocar uma camisinha?


— O quê? Camisinha? Não era só um amigo? — meu pai perguntou e eu senti vontade de morrer ali mesmo. Cadê Seonghwa e sua pontualidade, pelo amor de Deus? — Que história é essa, Hongjoong?


Antes que pudessem continuar com aquela conversa totalmente constrangedora, eu senti o celular em meu bolso vibrar indicando uma nova mensagem e a campainha tocar. Dei um tchauzinho para os meus pais e saí, fechando a porta mais rápido do que abri. Seonghwa me olhou confuso, mas só tive tempo de puxá-lo para sair dali antes que o meu pai decidisse ir a nossa procura.


— Esperava ser recebido de uma forma mais carinhosa, mas quase tive meu braço arrancado — falou e eu revirei os olhos. Dramático.


— Deixa de frescura, Seong — resmunguei. — E você está atrasado.


— Foram só dez minutos, Joong, deixa de frescura — reclamou no mesmo tom que o meu. Ah, então é assim?


Olhei para ele de forma emburrada, cruzando os braços. Seonghwa riu baixinho, antes de passar um dos braços pelos meus ombros – coisa que eu já havia percebido ser um costume dele quando estava comigo. Tentei não me abalar com o seu ato, mas o vermelho nas minhas bochechas denunciavam tudo.


Estava tão ocupado em fugir do meu pai que mal reparei como ele estava lindo. O cabelo aberto de lado como de costume, um moletom preto vestia seu corpo junto com uma calça jeans com manchinhas coloridas e em seus pés estava um coturno preto. Seonghwa era o garoto mais bonito que eu já havia conhecido.


Nossa intimidade havia melhorado bastante e eu já conseguia integir com Seonghwa sem gaguejar, mas às vezes, quando ele fazia umas coisas apaixonavéis demais eu não conseguia evitar surtar um pouquinho internamente.


— Queria conhecer seus pais, mas você me puxou antes de eu dar um oizinho — falou com um ar de tristeza. — Tudo bem, vou ter outras oportunidades para isso.


— Vai, é? Nem começamos o primeiro encontro e você já quer outro? E conhecendo os meus pais, ainda mais — falei em tom brincalhão.


— E qual o problema? Tenho que conhecer os meus futuros sogros, ué — disse risonho. Desgraçado, pode ir parando.


— Brincadeira tem hora, Park Seonghwa, brincadeira tem hora — avisei, rindo envergonhado.


Continuamos conversando o resto do caminho até chegarmos no ponto de ônibus.


Não, vocês não leram errado. Ponto de ônibus. Nós realmente iríamos para o cinema de ônibus e isso não estava me incomodando nem um pouco. Aparentemente, está com quem a gente gosta é mais importante do que qualquer coisa. Como nos votos do casamento: Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza.


Desculpa, viajei com a parte do casamento.


Além de que Seonghwa é um adolescente como qualquer outro, obviamente não iria ter um carro para sair dirigindo por aí.


— Você assistiu o desenho que eu te recomendei? — perguntei, trazendo de volta um assunto que tivemos essa semana onde eu recomendei algumas animações que eu gosto pra ele e vice-versa.


— Estou no quinto episódio — respondeu. — E você, assistiu Enrolados?


— Ainda não, mas assisti Hotel Transilvânia.


— Hm... Então, já rolou o tchan por alguém?


Tchan? — franzi o cenho, confuso. Ah, ele estava falando sobre a música do filme. — A-acho que sim. E você?


Seonghwa me fitou de forma estranha, seus olhos pareciam brilhar e eu me senti hipnotizado, foi como se o mundo estivesse parado por alguns segundos. Antes que ele ou eu pudéssemos falar algo, o nosso ônibus chegou.



[♡]



Estamos na fila para comprar os ingressos e Seonghwa simplesmente decidiu grudar em mim. Não que eu esteja reclamando, longe de mim, mas era algo inesperado. Eu me sinto muito estranho quando ele age dessa forma, como se borboletas estivessem voando no meu estômago.


Eu sempre escutava essa expressão em filmes e ficava me perguntando se um dia experimentaria algo parecido. Agora que sinto entendo como essa sensação é mágica, mas ao mesmo tempo assustadora. Cheguei na conclusão de que gostar de alguém é muito estranho, mas muito legal também.


Fui tirado dos meus pensamentos quando os braços de Seonghwa apertaram em volta da minha cintura e seu nariz tocou meu couro cabeludo.


— Seu cabelo tem um cheirinho tão bom — falou e eu voltei a sentir minhas bochechas ferverem. — E você está lindo com essa roupa. Vontade de te encher de beijos.


Meu coração errou uma batida quando os lábios do moreno tocaram minha bochecha direita. SEONGHWA BEIJOU MINHA BOCHECHA!


PARA, PARA, PARA! MEU SISTEMA NÃO AGUENTA ISSO! PARAAAAA!


— Seonghwa, você se aquiete — briguei, tentando não gaguejar. Adivinha o que o desgraçado fez? Isso mesmo, riu.


Vou me jogar, adeus.


Depois de quase me matar do coração, Seonghwa ficou quietinho e eu tentava me distrair com qualquer coisa que não me lembrasse que ele estava me abraçando daquela forma tão carinhosa.


Após um tempinho na fila – já que era sábado e o cinema estava cheio –, finalmente compramos os ingressos e logo em seguida a pipoca e o refrigerante. Faltavam 10 minutos para a sessão começar, então decidimos entrar na sala de uma vez e ficar esperando lá dentro.


— Da próxima vez eu irei trazer uma cadeira, minhas pernas estão doendo de tanto esperar em pé — reclamei, subindo as escadas.


A sala estava parcialmente vazia, o que era inesperado, considerando o tempo que esperamos para comprar os ingressos. Provavelmente as pessoas estavam indo assistir alguma obra de romance ou sei lá, não uma de invasão extraterrestre.


— Da próxima vez? Então quer dizer que você vai sair comigo mais vezes? — Seonghwa perguntou sorrindo de lado.


— Óbvio, contanto que você pague — dei de ombros.


— Interesseiro — ele riu.


— Para eu ser interesseiro você tem que ter algo, Seonghwa — retruquei, sentando na poltrona.


— E a minha beleza não é o suficiente, não? — perguntou ofendido com as mãos na cintura.


— Não — respondi sério, colocando meu refrigerante no porta-copos.


— Você é complicado, hein — resmungou, sentando-se ao meu lado e eu sorri.


O filme não demorou a começar e logo a sala estava no completo escuro com apenas a grande tela iluminando o ambiente. Confesso que o filme estava interessante, mas Seonghwa começou a ficar inquieto na metade dele.


Olhei de soslaio para ele, vendo seu desconforto. Será que ele não estava gostando do filme? Sua mão esquerda estava apoiada no braço da cadeira e seus dedos se movimentavam de forma ansiosa. 


Ponderei por alguns segundos. Eu devo segurar a mão dele como nos filmes de romance? Meus divertidamente pareceram não conseguir raciocinar muito bem.


Engoli a seco e decidi aproveitar as oportunidades que a vida me dá. Vou lá saber quando vai ser a próxima vez que eu vou poder segurar a mão desse gostoso?


Respirei fundo, enxugando minhas mãos suadas na calça e tomei coragem para colocar o meu membro direito sobre o seu esquerdo. Seonghwa olhou surpreso para mim e depois sorriu carinhoso. Senti aquelas borboletas novamente e retribuí o sorriso. Ele direcionou o olhar para nossas mãos juntas e eu fiz o mesmo, seus dedos entrelaçaram-se aos meus e tudo se encaixou.


Parecia um sonho tão bom. Eu nunca havia experimentado essa sensação na vida e naquele momento eu só conseguia agradecer ao universo por me fazer sentí-la pela primeira vez com ele.


Tentei focar nas imagens que passavam na tela, mas nossas mãos juntas pareciam mais interessantes. A forma que seu polegar acariciava minha derme me fazia esquecer qualquer coisa a minha volta.


Caramba, está apaixonado é ser completamente boiola por qualquer coisa que a pessoa faça?


Depois de pensar durante um tempo decidi me aproveitar mais um pouquinho e deitei minha cabeça em seu ombro. Acho que Seonghwa não esperava isso porque ele ficou estático e sem reação durante alguns segundos.


— Está tudo bem? — perguntei para ele.


— Uhum — respondeu.


Passamos o resto do filme dessa forma. O moreno tinha um cheiro tão bom, seu perfume era meio amadeirado, mas não tão forte. Me senti no paraíso durante bons minutos e desejei tirar uma foto desse momento icônico para grudar na minha parede (e mostrar aos meus amigos também).


Em algum momento senti seu olhar queimar sobre mim e não pude deixar de encará-lo de volta. O que foi dessa vez, Seonghwa? Não vai me dizer que quer me beijar como nos filmes românticos também? Tenho nem roupa para isso, pode ir parando.


— Joong — me chamou baixinho —, eu posso fazer uma coisa?


Não, não pode.


— Pode, o que é? — Kim Hongjoong, por que tão curioso?


Seonghwa aproximou-se de mim após levantar o braço da poltrona que nos separava.


— Fecha os olhos — pediu e eu o fiz. Senti uma de suas mãos no meu pescoço e travei.


ELE VAI ME BEIJAR?! SEONGHWA, VAI ME BEIJAR, GENTE, ACORDA!


Sua mão fez um carinho em meu pescoço e logo em seguida algo macio tocou os meus lábios. Seonghwa me deu um selinho, repito, ele me deu um selinho.


Estava tudo tranquilo, mas minha mente virou uma geleia quando seus lábios começaram a se movimentar sobre os meus. Okay, estava tentando lembrar de alguns dos conselhos que Wooyoung me deu, mas nada vinha a minha cabeça.


Decidi relaxar e tentar aproveitar o momento da forma que estava. Caso eu fizesse algo errado teria muito tempo para aprender.


Segurei na sua camisa, tentando puxá-lo para mais perto, o que aparentemente deu certo. Seonghwa continuava com aquele carinho gostoso no meu pescoço quando sua língua adentrou a minha boca. Foi bem... Diferente no começo, mas depois eu consegui entender como todo aquele esquema funcionava. Nossas bocas se encaixaram tão bem quanto nossas mãos e quanto mais eu pensava nisso, mais mágico ficava.


E foi ali, no meio de uma sala de cinema, com os sons de explosão de alguma espaço-nave como trilha sonora que eu, Kim Hongjoong, beijei Park Seonghwa pela primeira vez.


O beijo pareceu durar horas de tão bom que foi. Quando separamos nossos lábios, eu me senti molinho, como se estivesse nas nuvens. Seonghwa ainda me deu dois selinhos no final, o que me deixou muito boiola.


Os seus olhinhos de jabuticaba brilhavam no meio da escuridão e seu sorriso apontava de um canto ao outro. Eu estava em êxtase, como se todo o mundo tivesse entrado em câmera lenta. Meu coração parecia que iria sair pela boca e a única coisa que se passava pela minha cabeça era: meu Deus, eu beijei!


O filme não demorou a terminar e em poucos minutos já estávamos fora do local. Minhas bochechas estavam ao ponto de pegar fogo e Seonghwa parecia tão tímido quanto eu.


Na volta para casa, quase perdemos o ônibus se eu não tivesse puxado o moreno – que parecia dez vezes mais distraído que eu – e corrido.


Agora estamos andando na rua quase deserta que nos leva a minha casa. O clima que pairava sobre nós não era desconfortável, mesmo sem termos trocado nenhuma palavra durante o caminho.


Minha mente estava a ponto de fritar. Tudo bem que eu meio que já esperava isso, mas esse negócio de beijo ultrapassou minhas expectativas. E agora a insegurança me sonda fazendo-me perguntar se tinha sido bom para Seonghwa como foi para mim.


— É... Foi muito repentino? — O moreno quebrou o silêncio. — O beijo, sabe.


— Ah... Não, eu acho — respondi, fitando o chão.


— Você gostou? — questionou com uma certa expectativa no olhar e eu não tive como não sorrir.


— Eu que deveria perguntar isso — falei rindo e ele olhou-me confuso. — Foi meu primeiro beijo, Seong.


— O quê? E-eu... Meu Deus, eu fui a primeira pessoa que você beijou? — perguntou atordoado e eu assenti. — Agora que eu preciso saber mesmo, você gostou? Tipo, foi especial pra você? — segurou na minha mão de forma preocupada.


Achei fofa toda aquela situação e sorri tímido em sua direção.


— Foi sim, Seong — tranquilizei, entrelaçando nossos dedos. — E eu gostei, nunca senti aquelas coisas antes, sabe.


— Que ótimo — suspirou parecendo aliviado —, já estava achando que fiz alguma coisa errada por você está tão calado.


— Eu estou tímido, Seonghwa, eu acabei de perder o BV — respondi, revirando os olhos.


— Mas eu não sabia, achei que estava me odiando.


— É impossível te odiar, sério.


— Fala isso para o Yeosang que ele te faz mudar de ideia em 10 minutos — falou rindo.


Quando me dei conta já estávamos em frente a minha casa.


— Está entregue — sorriu charmoso, colocando as mãos nos bolsos da calça jeans. — Só não peço para conhecer seus pais agora por conta do horário, mas me aguarde.


— Primeiro a aliança, depois o jantar em família, Seonghwa — falei risonho.


— Ah, me desculpe, senhorito, esqueci que você é um moço de família — falou brincalhão e eu dei um tapa em seu braço. — Agressivo.


— Irritante — retruquei e ele revirou os olhos.


— Como o senhorito já está entregue, eu gostaria de ir para a minha casa, me permite? — perguntou.


— Não, vai ficar aqui — falei e ele fez biquinho. — Para de ser fofo, inferno.


— Eu tenho medo de você — falou e foi a minha vez de revirar os olhos.


— Tchau, boa noite — me despedi, pronto para me virar e entrar em casa.


— Calma, não é assim que se despede — puxou-me para seus braços, me abraçando. Fiz o mesmo, encostando minha cabeça em seu peito. Queria ficar aqui para sempre. — Essa noite foi incrível, obrigado.


Segurou minhas bochechas em suas mãos e me deu um selinho rápido antes de se afastar, com aquele sorriso de lado.


— Boa noite, Joongie, sonha comigo — falou e eu corei.


— Só você mesmo – murmurei. — Quando chegar em casa, me avise, ok? Dorme bem.


Ele assentiu e eu acenei para ele, entrando dentro de casa. Meus pais ainda estavam na sala, mas dessa vez a TV estava desligada e eles dormiam agarradinhos no sofá. Sorri com a cena antes de subir escadas acima para o meu quarto.


Parei na frente do espelho e me fitei. CARALHO, EU BEIJEI MEU CRUSH! Meu sorriso batia de uma orelha a outra e eu mal podia esperar para contar aos meus amigos sobre o que aconteceu.


Se as coisas derem errado na minha vida a partir de hoje, tudo bem. Pelo menos eu beijei o crush.


Notas Finais


FINALMENTE O BEIJO SAIU

eu queria muito fazer o hongjoong pagar mico nesse capítulo, mas decidi dar uma folga pra ele KKKKKKKK o bichinho já sofreu demais na frente do boy, vamos deixar ele ter uma vitória

o que vocês acharam? tô meio assim com esse capítulo, se me der a doida eu edito ele de novo (mas espero que eu não precise fazer isso)

amo vocês, até o próximo <3


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