História Como dominar o mundo - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Cat, Chanbaek, Gatoarisco, Hibridos, Kaisoo, Satansoo
Visualizações 240
Palavras 1.654
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEEEE
Nossa, quanto tempo, tava até com saudades de postar fanfic :3
Bom, essa fanfic... Eh algo novo pra mim, ela é bem fofinha e nao vai ter nada tao "NOSSA" Okay? Sem lemon
Vou postar uma vez por semana, ainda não decidi o dia, mas é uma vez por semana e.e
Espero que gostem, boa leitura ^^

Capítulo 1 - Mestre


Capítulo 1 - Mestre


A água escorria pelo meu corpo, me deixando mais irritado do que eu já estava. O meu servo acha que devemos mudar de casa. Eu sinceramente não concordo, mas será que ele me perguntou?! Não! Comprou uma maldita casa sem nem me consultar e do nada apareceu dizendo que íamos nos mudar hoje!

 
É uma afronta!
   
 
E o pior de tudo é que ele ainda me mandou tomar banho, como se eu fosse sujo! Sou mais limpo que ele, oras! Além do mais, não é como se a casa fosse ligar pro fato de eu estar limpo/cheiroso ou não. Que droga.


-KYUNGIE, MEU GATINHO, VAMOS LOGO! - chamou, com a voz manhosa. Revirei os olhos, saindo do banho a contragosto. Vesti minha roupa (uma blusa social azul bebê com uma gravata borboleta vermelha e uma calça jeans num tom azul escuro, quase preto) e arrumei meu cabelo com cautela, de forma que ficou perfeito.


Eu sou perfeito.


Desci as escadas, segurando minha mochila nas costas, completamente emburrado.


-Gatinho, não fique assim! - meu servo, Baekhyun, falou, se aproximando e me abraçando. Bufei. -Olha, se eu soubesse que você ia ser tão mal-humorado, teria adotado outro híbrido. - brincou, acariciando minhas orelhas.


Ah! Um fato curioso sobre meu servo é que ele acha que é meu dono. Claramente, isso não é verdade. Quero dizer, ele me alimenta, me mima e cuida de mim. Ele me serve! Por que será que insiste nessa ideia de ser meu dono? 


Aish, esses humanos são de fato, retardados. E eu não digo por mal!


Não dá pra defendê-los, de modo algum! Veja só, na família de Baekhyun, sempre que eles vão se dirigir a mim, fazem uma vozinha muito, muito, muito imbecil. Parecem um bando de idiotas. Pelo amor de Deus, o que custa falar normalmente?! Eu já tenho 13 anos, poxa. E não sou um cachorro.


Céus, os cachorros...


Se tem algum ser mais retardado que os humanos, certamente é o cão. Eles correm atrás de gravetos! Gravetos! 


Era de se esperar que os híbridos de cachorros não fossem assim. Mas são. Toda aquela hiperatividade deles é irritante! Riem por qualquer coisa, querem brincar com todo mundo e são tão bobos! Ah! E fazem tanto sucesso entre as pessoas, que dá vontade de vomitar. 


Desprezível.


-KyungSoo, fale tchau pra família! - meu servo pediu, sorrindo. Foquei na humana que pariu Baekhyun. Esta estava com lágrimas nos olhos, emocionada. Misericórdia...


-Tchau mãe. Vou sentir falta do seu salmão grelhado. - falei com pesar. -Ah, e talvez eu sinta falta de você também. Sabe, até que tu é legal... 


-Sentirei sua falta também, gatinho arisco. - disse com emoção, me abraçando com força. Assim que me soltou, pude respirar normalmente.


Me dirigi até o pai, dando um aceno. Sei lá, não é como se eu não gostasse dele. Entretanto ele ficava muito ausente de casa e era uma pessoa mais caladona. Sempre nos entendíamos com olhares e poucas falas.


O mesmo que fiz com o pai não pôde ser feito com Baekbeom, irmão do meu servo. Esse eu não gosto mesmo. Vive puxando minha cauda e me dando sustos, alegando que eu sou fofo. Ele é um idiota, mesmo sendo mais velho que Baekhyun.


-Tchau, coisinha fofa! - falou no meu ouvido ao me abraçar. -Posso puxar sua cauda mais uma vez?


-Faz isso que eu te arranho, palhaço. - resmunguei, tentando me soltar. Não adiantou porque eu ainda não sou muito forte, mas eu ainda tenho minhas garras (faço questão de mantê-las). Então Baekbeom passou a mão pela minha cauda, suavemente, como um carinho.


-Vou sentir saudades, Kyungie. - finalizou, me soltando. Eu hein, menino estranho...


-Sério? Eu não... - falei inocente.


-Chega, vamos embora. To ansioso pra chegar logo na nova casa! - o servo dizia, todo empolgado, fazendo um barulhinho semelhante ao de um porco que vai para o abate. Tsc. Esse menino tem que aprender boas maneiras. É por isso que tá solteiro.


Fui arrastado até o carro e entrei, me afundando no banco do carona. Fechei os olhos e tentei dormir, mesmo com Baekhyun cantando loucamente alguma música animada que tocava no rádio. 


Depois de um tempo, caí no sono.


(...)


Fui acordado por um servo gritando empolgado.


-Pelo amor de Deus, será que d...


-Não fala o nome de Deus em vão, gatinho! - me censurou, interrompendo minha fala. Bufei. 


-Só por favor, não grita. - reclamei, saindo do carro. Dei um pulinho de susto ao ver a nova moradia. De fato, era realmente bonita e a vizinhança parecia calma. Suspirei. Seria perfeito, se eu não tivesse um Baekhyun hiperativo e histérico convivendo comigo.


-Vem! - falou, feliz da vida, me puxando pra dentro da casa. O interior também era bonito e por ser no "estilo americano" possuía porão e sótão. Fiquei muito alegre ao perceber isso. Agora eu teria onde me esconder toda vez que o Baek dá a louca por causa de algum menino.


Como ele estava empolgado demais pra conversar, aproveitei pra pegar as poucas coisas que tinham no carro (pois toda a mobília já havia sido instalada) e trouxe pra dentro de casa, trancando a porta. Não to a fim de ser assaltado por um vagabundo.


Ajeitei minhas coisas no quarto que ele (o ser vivo histérico) disse ser o meu. Não era um quarto enorme, digno de alguém como eu, mas pelo menos eu tinha um quarto só pra mim. Diferente da outra casa, onde eu dormia com Baekhyun e sofria todas as noites. Porque todas as noites ele tinha alguém pra conversar e ficava soltando risadinhas, aí ele corava, socava a cara no travesseiro e dava gritinhos.


Louco de pedra, na minha opinião. 


Deitei na cama, constatando que era bem confortável. E grande.


Fiquei me esfregando naquela coisa deliciosa, até Baekhyun aparecer na porta.


-AI, QUE COISINHA FOFA! - gritou, correndo pra me apertar. Ah, não. Agilmente, me levantei e corri. O meu desespero estava tão grande, que saí de casa.


Sei que posso parecer exagerado, mas eu sinceramente não aguento o servo me apertando. Já não gosto de muito contato físico, com ele me apertando, não dá. Simplesmente não dá. 


Já fora de casa, parei e respirei fundo. A culpa não é minha se sou sedentário. 


De repente, Baekhyun brotou do quinto dos infernos e me agarrou. O susto fez com que eu miasse alto e arrepiou todos os meus pelos.


-Soo! Você é uma gracinha! - falou manhoso, fazendo carinho na minha cabeça, dando atenção especial às minhas orelhas. Suspirei.


Até que eu gosto dele.


Entramos novamente, e o mais velho me convidou para observá-lo cozinhar. Só aceitei porque tinha em mente roubar alguns alimentos enquanto ele preparava a janta. E estava muito bem no meu furto, quando algum desocupado da vida tocou a campainha.


-Atende pra mim? - pediu, sorrindo. Misericórdia, ele sorri toda hora!


Entediado, fui atender a porta. Ao abri-la, dei de cara com um gigante de cabelos vermelhos (vermelhos, não ruivos. Aquilo era mais falso que a amizade de Baekhyun com a atual namorada do ex dele) e orelhas enormes. 


-Quem... Seria você? - perguntei, desconfiado. Ele abriu um sorriso enorme e estendeu as mãos em minha direção. Antes que eu pudesse raciocinar, minhas bochechas foram esmagadas.


Ah, não.


Não mesmo.


Pulei no sujeito e arranhei seu rosto todinho. Com os gritos dele, Baekhyun foi ver o que estava acontecendo e me separou do gigante.


-KyungSoo! Enlouqueceu?! - meu servo repreendeu. Respirei fundo e com elegância, resolvi me manifestar:


-Baek! Ele apertou minhas bochechas! - falei manhoso, com os olhos lacrimejando. Eu realmente não gosto quando me tocam e o susto contribuiu. Afinal, sou um híbrido de gato. Está no meu gene se assustar com esse tipo de coisa. Baekhyun olhou o altão como se fosse matá-lo.


-M-me desculpa! É que ele é tão fofinho e... Eu to acostumado a fazer isso no meu híbrido. Foi quase um instinto, me desculpem mesmo, não tive intenção de ofender ou magoar. - disse, realmente arrependido, se curvando.


Já era, poste. Meu ódio por você floresceu. 


-Tudo bem... É que o Soo não gosta muito de contato físico. - o servo falou, coçando a nuca e sorrindo.


Ah, não.


Eu conheço isso. Ele vai tentar seduzir o cara.


-Não quer entrar? Posso fazer curativos no seu rosto. - convidou meigamente. 


Revirei os olhos e entrei em casa, andando até a cozinha. Terei que terminar o jantar sozinho. Droga.


Acabei cortando meus dedos enquanto fazia a comida. Foi doloroso e irritante. Mesmo assim, consegui fazer tudo direitinho e botei na mesa. Quando fui pra sala, pedir para o servo botar curativos nos meus machucados, tive uma surpresa nojenta e desagradável: ele estava se agarrando com o gigante.


Que nojo.


Peguei sorrateiramente os primeiros-socorros que estavam largados ao lado do sofá e subi para o meu quarto. Cuidei das feridas e desci novamente, para jantar.


Acabei comendo sozinho, pois Baek parecia mais interessado em enfiar a língua dentro da garganta do orelhudo.


Por que eu tenho que lidar com uma pouca vergonha dessas?!


(...)


Deviam ser umas 3 horas da manhã (sei lá, só sei que ainda estava escuro), quando um barulhinho muito chato me acordou. Eu poderia voltar a dormir, se não fosse por uma luzinha no chão. Aquele maldito ponto iluminado com tonalidade vermelha.


Levantei cautelosamente, me preparando pra pegar a nojentinha. Entretanto ela se moveu e foi pra parede. Arranhei, tentando pegar. Que droga, por que é tão impossível?! Ah, mas eu não desistirei tão facilmente! 


Continuei minha perseguição, determinado. Até subi uma escada! Só que a luz desapareceu no momento que terminei de subi-la.


Emburrado e irritado com a situação, tentei voltar pro meu quarto. Felizmente, o lugar onde eu estava (que parecia ser um sótão) tinha uma janela. A iluminação era pouca, mas permitia enxergar o local.


Espera, de onde veio a luzinha vermelha?!


-Quer ser meu mestre? 


Notas Finais


Eu adorei escrever esse Kyungsoo todo cheio de "Don't touch me" :v
Se tiverem qualquer crítica, dúvida, ameaça de morte, podem deixar nos comentários, eu leio e respondo com mto amor :3
BJOS ^3^


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