História Como é que a gente fica - Capítulo 2


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Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Tags Henrique, Juliano
Visualizações 150
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Vai malandra


Fanfic / Fanfiction Como é que a gente fica - Capítulo 2 - Vai malandra

Meus olhos que quase não podiam se abrir, agora encontravam-se arregalados e engulo seco novamente, sentindo a pessoa ao meu lado se mexer, ajeitando-se mais para perto de mim.

 

O que eu deveria fazer?... Dar o fora dali o mais rápido possível claro.... o que mais seria?!.

 

Me levanto da cama lentamente, andando pelo quarto na ponta dos pés. Olho ao redor, a procura do vestido branco, encontrando-o enrosado na porta do guarda roupa branco.

 

A calcinhaa...... meu Deus... aonde estaria a minha calcinha?.  Me perguntava desesperada.

Encontro a bolsa jogada no chão, sob o tapete vermelho com detalhes na cor creme. Engatinho sob ele, notando que ao pé da cama haviam preservativos usados, respiro fundo... pelo menos fomos bebâdos consientes e nos previnimos.. GRAÇAS A DEUS...

 

O Estranho na cama, se mexe novamente, suspirando alto... danesse a calcinha...mas como eu irira embora sem calcinha?...  é só uma calcinha Manu... 

Apanho as sandalhas esparramadas pelo quarto, olhando de soslaio. Saio do quarto apressada, fechando a porta lentamente para não fazer qualquer ruído que acordasse o rapaz que aparentemente dormia profundamente.

 

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Jogo o molho de chaves no aparador, ouvindo a alta gargalhada de Vanessa do outro lado da ligação. 

Jogando-me no sofá marrom, respirando fundo, tentando ignorar a dor de cabeça insuportável.

' LIGAÇÃO ON

 

- Eu não acredito que você perdeu a calcinha... - vanessa fala rindo.

- Para de falar isso... - Quase suplico.

- Tá... mas quem era ele?. - Vanessa pergunta, recomponde-se.

- Eu esperava que você soubesse me dizer... - Levo um dedo até a boca. -... quem era o cara que você beijou ontem?.

- qual dos dois?... 

- O que estava na mesa de trás da nossa.

- Qual dos dois?... - Ele repete a pergunta.

- Caralho, Vanessa... - Falo, chocada. Se minha cabeça não doesse tanto, até daria risada.

- Eu não sei ué..

- O de camiseta preta. - recordo-me

- Aaaaah... eu ia te contar, você não me deixou falar aquela hora na mesa, eu sabia que conhecia aquelas pessoas, era o Jefferson Moraes?. - Ela fica em silêncio esperando alguma reação minha.

- Não conheço não amiga...é amigo seu?. - Pergunto ingênuamente, enquanto ouço sua risada.

- O cantor fia... 

Pauso um momento para raciocinar...

- Não...sério?!. - pergunto surpresa.

- Sim. - Ela quase grita animada. - aquela coisinha linda.

- Mas e o amigo?... - Pergunto curiosa.

- Huuum... eu não sei. Não vi com quem ele estava, desculpa amiga.

- Como assim você não sabe Vanessa.. - Quase grito, a cada pergunta eu me chocava mais.

- Amiga...se você que dormiu com o cara não sabe, como eu vou saber.

- Mas você não foi embora com ele... o Jefferson?. 

- Claro que não...

- Como assim Vanessa?. 

- Você disse que ia embora... que ia pegar carona com o amigo dele, mas eu não vi quem era. Eu vi que eles também se falaram de longe e vocês sairam. 

- E vocês?. 

- Eu fiquei até umas seis da manhã lá com ele e voltei pra casa. 

 

Bufo, enfezada.

- Mas se você quiser eu pergunto para ele quem era esse tal amigo.

- Não...deixa...vai ficar pior... Eu não me lembro de nada.

- A gente bebeu muito ontem. - Vanessa fala, rindo.

- Nem reparei. - Falo irônica.

- Mas relaxa amiga... se você não lembra, nem foi tão bom assim. - Ela fala, gargalhando.

- Piorou...nem sei se valeu a pena. - Olho no relógio da parede bege, que marcava dez horas da manhã. 

Eu estava atrasada para meus compromissos da manhã. 

- Tudo bem, que tal um china de noite?.

- Nossa, como você esta mudada... ousada. - Ela ri alto. - Primeiro dorme com um estranho que conheceu na balada e agora quer jantar comigo?. Logo você que só sabe trabalhar...

- Fica quieta... nos encontramos as oito no Cossan. Pode ser?. - pergunto seguindo para  o quarto.

- Pode sim. - Um silêncio. - Ah... Vê se vale a pena colocar calcinha dessa vez, viu. 

 

Desligo o celular em sua cara, revirando os olhos.

Eu precisava de um banho e correr para o escritório, ainda bem que não haviam comromissos marcados para a manhã. Mas ainda deveria correr e ajeitar os por menores da reunião as duas.

 

Mudar-me para outro estado havia sido um grande sacrifício, mas eu colhia os frutos.

Desde que havia trazido o meu escritório para Goiás, estavamos a todo vapor. trabalho era o que não faltava. Os clientes saiam satisfeitos e indicavam a nós para cuidarmos de sua imagem e propaganda de seu trabalho ou empresa. 

Após algumas Dependências e enroscos na faculdade por irresponsábilidade minha, ficava grata e contente por ver que eu já não era mais uma garotinha. A vida trata de dar reviravoltas  e agora eu me via como uma mulher de vinte e quatro anos , dona de uma empresa bem sucedida e que havia perdido a calcinha no quarto de hotel de um estranho...

 

 

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Saio da ducha morna, sentindo-me revigorada. 

Paro em frente ao espelho, desenrolando a toalha de meus cabelos, notando algo estranho em meu pescoço..... não.... não era possivél... Eu estava com marcas de chupão em meu pescoço... me encaro incrédula.

 

Coloco uma perna da calça, olhando algo refletir no espelho, me aproximo mais do grande espelho do closet. Meu Deus... haviam marcas em minhas nadêgas e marcas arroxeadas em minha barriga e seios.

- Meu Deus... eu dormi com um vampiro. - Falo, chocada.

 

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Buzino encomodada com o motorista lerdo em minha frente, o calor estava infernal e o trânsito estava um caos.

 

- Bom dia laizinha. - Falo, corando as bochechas.

- Perdeu hora, foi?. - A secretária pergunta. - Ficou doente...não estava bem?

- Perdi hora. - Era melhor poupar a senhora de detalhes sórdidos. Provavelmente a senhora evangélica de cabelos longos sempre presos num rabo faria o sinal da cruz e saltaria de pavor.

- Mas antes tarde do que nunca não é mesmo. - Ela sorri, enquanto seguro o riso, ainda imaginando  sua reação. 

- Claro.... - Recomponho-me. - Claro... Recados?.

- Sua reunião foi remarcada. - Ela me encara. - parece que um dos rapazes ficou doente, mas consegue encontrar você as sete e meia.

- O que?. - Falo. - eu tenho compromisso as oito. 

- Quer que eu ligue e remarque.

- Não... - Falo docemente. - Pode deixar...eu dou um jeitinho. Me faça um favor?!, Ligue para a Vanessa e passa para minha sala, pode ser?. - Sorrio, seguindo para minha sala. - Obrigada Laís.

- Imagine.

 

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Fecho o notebook preto, alivíada. Olho para o relógio em meu pulso que marcava seis hora em ponto, era o tempo suficiente de tomar um banho e me arrumar para a reunião. Havia conseguido remarcar o jantar com Vanessa para um pouco mais tarde, depois dela fazer toddo o drama dela, claro.

 

Me olho no espelho alisando a saia justa, pouco a baixo dos joelhos de cor preta, com uma fenda na parte de trás, pensando qual camisa deveria colocar. Optei por uma regata acinturada de alça fina, rosa bebê com um leve decote em " V ", desenhando meu colo e mostrando o colar de ouro com o delicado pingente de pérola em formato de gota com pequenos brilhantes ao seu redor.

Olho no espelho procurando amais alguma marca perdida, que pudesse ficar a mostra, passando despercebida, podendo causar-me constrangimentos posteriormente.

Borrifo o bom, velho e fiél Lady Million em meu pescoço e roupas e jogado os longos cabelos de lado, procuro novamente marcas a mostras, mas os cabelos cobriam com eficiência o que nem mesmo a maquiagem não havia conseguido esconder completamente.

Fecho a sandalha de salto quadrado de doze centimetros, de cor nude, perguntando-me se talvez deveria ir com algo mais formal, afinal iria a um retaurante jantar, logo após a reunião.

Finalizo a arrumação com uma maquiagem discretissíma, dando leves batidinhas do batom  coral em meus lábios, dando-lhes um ar de saudaveis.

 

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Me ajeito na cadeira, colocando o copo de gym tônica em minha frente.

- Essa senhora vai demorar?. - Pergunto irritado, olhando para os dois rapazes em minha frente.

- Logo logo Henrique. - Wander fala, encando-me. - O que foi?... você esta calado hoje.

- Ele esta uma paz só. - Juliano fala, encarando-me rindo.

- Por que?.

-  Uma doida que ele arrumou ontem. 

- Como assim, cara?!. - Wander pergunta rindo, olhando o relógio em seu pulso.

- A moça que foi com ele pro hotel ontem... - Juliano ri novamente. - Deixou ele acordar sozinho.

- E você esta assim por isso?. - Ele pergunta confuso. - Isso é ótimo... sem fã histérica ou interesseira querendo compromisso sério.

- Só um pente e rala. - Juliano cantarola, gargalhando. - Ele esta se sentindo usado. 

- você esta se sentindo usadinho bebêzinho. - Wander fala, alisando meu rosto, rindo junto com Juliano.

- Eu estou cansado, o morena me deu uma canseira, e sumiu...nem vi ela indo embora.

- E qual o problema?

- Geralmente elas ficam pro café e uma rapidinha de despedida. - Falo, rindo.

- Ah, você esta assim, porque não deu tempo de usar ela. - Juliano fala, encarando-me fixamente

- Ela me usou. - Falo, rindo.

- Valeu a pena?. - Wander pergunta.

- Eu deixaria ela me usar o tanto que quisesse. - Gargalho rindo, dando um gole em minha bebida.

- Ah Wandinho... - Juliano resmunga. - Cadê essa mulher que não chega nunca. 

- Ela esta atrasada Dez minutos, calma gente!.

Observo a bela morena entrar no barzinho, jogando seus quadris de um lado para o outro num modo sensual, fazendo-me imaginar o que ela trajava por de baixo daquela longa saia justissíma.

Ela se aproxima, e noto a sutíleza de seus gestos falando o garçom. 

 

Ela se aproxima da mesa e perco o folêgo. 

Era a garota da noite passada... como essa maluca sabia que eu estava aqui...Para que ela havia vindo até aqui?

Wander se levanta e a cumprimenta com dois beijinhos simpáticos.

- Olá, boa noite. - Ele fala, colocando a mão em seu ombro esquerdo.

- Olá wander, como vão as coisas?. - Ela abre um sorriso largo, sensual. - Desculpe o atraso, o trânsito nessa cidade hoje esta impossível. - Ela fala encarando-nos.

Engulo seco, confuso.

- Bom deixa eu te apresentar.. - Ele sorri apontando para mim. - esse são os clientes da vez... ess é o Henrique...- Ela estende a mão para mim, sorrindo simpática. - E esse é o Juliano. - Ela mantem o sorriso.

- É um prazer meninos. 

- O prazer é todo nosso. - Juliano fala educado. - Estavamos ansios para te conhecer, falaram muito bem do seu trabalho.

- Essa garota tem o dom. - wander sorri. 

 

 

Quando wander disse que a mulher que contratamos era experiente e recomendadissima na área, imaginei com fosse no minímo uma senhora de quarenta anos ou mais. Não aquele avião todo de mulher... recém saida de minha cama.

 

 

Observava a moça intrigado, ela estaria fingindo que não me conhecia ou realmente não se lembrava de todas as deliciosas loucuras que haviamos feito durante a noite toda?. Aquilo era impossivél.

Ou estaria enganado... impossivél eu estar tão enganado dessa forma...Mas talvez realmente estivesse.

 

- Então eu poderei aocmpanhar vocês por esses dias aqui, já iremos agendar com a minha secretária. - Ela fala, apontando no calendârio em seu tablet. 

Noto ela jogar os cabelos para trás, notando leves roxos em sua pele clara do pescoço, desço mais os olhos e noto a correnteinha pindurada , pérolas e brilhantes

                                                                     ...ERA ELA... 

Minha mente trás a lembrança de seu corpo nu, sob o meu, o pequeno pingente encostando em meu rosto, enquanto ela se movimentava letamente sob mim, sorrindo, olhando dentro de meus olhos, causando-me um  desejo descontrolado. Enquanto jogava-a sob o colchão, notava as pequenas pedrinhas brilharem com a mesma intensidade que seus olhos brilhavam de desejo e luxúria.

- Belo colar. - Digo encarando-a.

- Obrigado. - Ela me encara sorrindo, levando uma mão até o pingente brilhante.

Novamente me perco em devaneios, recordando-me aquela bela morena a engatinhar pela cama, ficando de quatro pra mim, enquanto segurava-lhe os longos cabelos macios, enrosacando um dedo em sua correntinha, enquanto ela a ajeitava no pescoço, pedindo que eu tivesse cuidado com a unica peça que ela trajava em seu corpo cheio de curvas.

 

 

Uma hora havia se passado e estava quase tudo acertado, a garota era boa, apresentou todo o projeto, as ideias e o que pretendia fazer, o que deveria ser mexiado, o que deveria ser estudado.

- Eu preciso ir ao banheiro. - Wander fala, levantando-se.

- Então eu vou aproveitar e fazer uma ligaçãozinha rapida enquanto você vai lá. - Juliano fala, levantando-se também.

 

Assisto os dois afastando-se, colocando a mão em meu queixo...

Finalmente estavamos a sós.

- Você vai continuar fingindo?. - Falo, olhando-a fixamente.

- Oi?... desculpe...não entendi.

- Você não precisa mais se fazer, Manuela, né?!. - Bom, pelo menos eu já sei o seu nome.

- Desculpe Henrique, mas eu não faço a miníma ideia do que você esta falando. - Ela sorri de canto.

- Essas marquinhas em seu pescoço...você gostou, não foi?. - Ela me encara surpresa, ainda com o sorriso de canto.

- Outra dica... - Me ajeito na cadeira, aproximando-me um pouco mais - A sua calcinha vermelha, ainda esta comigo. - Sussurro.



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