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História Como eu vim parar aqui?? - Capítulo 13


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Capítulo 13 - Tapioca!



- Olá minha criança!

Faço uma reverência.

- Vou precisar que você vá para uma missão. - ele fala sereno como sempre.

Eu o olho surpresa.

- Eu sei que é repentino, mas preciso que vá. 

- Sim, senhor! 

"Queria cuidar dos três patetas, mas tudo bem!"

- Com licença? 

"Essa voz..."

- Seu parceiro chegou. - ele fala sorrindo. - Entre!

"Ui ui agora eu tô gostando!"

- Giyu Tomioka, Haruky  irá com você. - Oyakata o comunica. 

Ele me olha com aquela cara de tédio.

- Sim, senhor. - ele faz uma reverência - Me acompanhe.

Faço reverência ao homem a minha frente.

- Com sua licença, mestre.

Me levanto.

- Cuidado minhas crianças!

Acelero o passo pra acompanhar o mais velho.

- Então, oque temos que fazer?  - falo mantendo a postura de séria que não tenho.

Ele me ignora.

- Giyu?

Me ponho a sua frente.

- Eu fiz uma pergunta e quero uma resposta. - falo quase rosnando.

- Você parece um gatinha raivosa. - ele diz rindo.

- Ha ha! Engraçadão você Tapioca! - falo vendo o mesmo parar de rir.

- Do que você me chamou? 

- De nada... - caio na gargalhada.

Ele me olha de canto de olho.

- Vamos a uma cidade ao norte, onde pessoas estão desaparecendo sem deixar rastros. - ele fala retomando sua postura de sério.

- Entendi. E quando saímos? 

- Te espero na saída daqui 20 minutos.

"Vou tentar. Se o Zenitsu não der piti vou chegar a tempo."

- Ok. - falo indo em direção a casa da Shinobu para pegar minhas coisas e me despedir.

.

.

.

- HARUKY-CHAN NÃO ME DEIXEEEE!! COMO TEM CORAGEM DE ME ABANDONAR ASSIM??

- Já falei que volto! Não vou embora pra sempre! - falo olhando o loiro agarrado as minhas pernas. - Vamos Zenitsu me solte.

- NUNCA HARUKY-CHAN!!!

"Vou ter que apelar!"

Me abaixo na altura do rosto do mesmo e dou um selar em sua testa. Me afasto tendo visão do amarelado desmaiado com o nariz sangrando.

- Prontinho, problema resolvido! - falo o carregando de volta pra cama.

- MULHER ME DEIXE DORMIR! 

Dou um pulinho por conta do susto.

- Pensei que você estava dormindo.

- EU TAVA! - ele fala se sentando.

"Ele realmente acabou com a garganta."

Ando até ele segurando a risada e falhando miseravelmente.

- OQUE FOI? TEM ALGO ENGRAÇADO AQUI?

- Não. Nada. - falo rindo.

- ORA SUA!

- Agora é sério. - falo o interrompendo - Vou sair em uma missão, então se cuide e evite falar.

Ele solta ar pelo nariz em resposta.

- Acho bom! - falo levantando parcialmente a máscara de javali dando visão de sua bochecha e ali dando um beijo. 

- OQUE FOI ISSO? - ele diz se afastando.

- Chamamos isso de beijo e é uma demonstração de carinho. - falo já saindo do lugar.

Rio ao ouvir seus gritos de fundo.

"Não vi o Tanjirou em lugar nenhum."

Paro e abro a porta delicadamente.

- Nezuco-chan?

Um ruído percorre o quarto e então a linda garota sai de baixo da cama.

- Ei! Era pra você estar quentinha na cama e não embaixo dela! - falo indo até ela que me abraça. - Vem deita. - falo a ajudando. 

A cubro.

- Estou saindo em uma missão, tá bom? - ela me olha com aqueles olhinhos de choro - Eu volto rápidinho, prometo. - faço um carinho em seu rosto. - Cuide do Tanjirou por mim, tá?

- Eu cuido de vocês e não o contrário! 

Me viro olhando o ruivo.

- Você me assustou! - falo colocando a mão no meu peito. 

- Desculpa. - ele fala vindo até nós e se sentando ao meu lado acariciando os cabelos da irmã - Você volta quando? 

- Não sei, mas prometo voltar pra cuidar de você. - ele cora - De todos vocês. - falo olhando pra Nezuco.

- C-Claro. E eu vou te esperar. - ele fala sorrindo. 

- Estou contando com isso. - falo me levantando - Não se matem enquanto eu estiver fora. 

Dou um beijo na testa de Nezuco e Tanjirou.

"Todos ganharam beijinhos. Agora posso ir." 

Vou até a porta parando ali e olhando para trás vendo o avermelhado mais vermelho que o normal. 

- Até Tanjirou! - falo saindo e recebendo um "Até" como resposta.

.

.

.

Me sento na grama na espera do meu parceiro.

Pego uma das flores a minha frente.

"Que saco! Agora que são 22 horas! Não dava pra esperar até amanhã?"

Me lembro da última missão com os meninos.

"Se eu tivesse chegado mais cedo poderia ter salvo a garota..."

Um arrependimento me toma.

"Ele está certo. É melhor irmos agora."

Abro a mão que nem percebi que havia fechado.

- Desculpa florzinha. - falo triste.

- Você tá parecendo uma doida. 

Viro vendo Giyu.

- Doido é você que fica espiando garotas. - falo vendo seu sorriso de canto sumir.

- Vamos logo.  - ele fala começando a andar.

- Sim, senhor! - falo recebendo um olhar de provocação do mesmo.

.

.

.

"Ele não é nada legal!"

- TAPIOCAAAAA! - grito já cansada de ser ignorada. - Vai ser assim então? Tudo bem. - falo acelerando o passo e deixando o moreno pra trás que nem se esforçou em me acompanhar.

Viro a esquina sem olhar pra frente - já que toda minha atenção estava no homem que me ignorava - e acabei trombando em alguém. 

- Cadela! Olhe por onde anda. - fala o homem  mais velho que eu e ruivo dos olhos mel. - Implore por perdão vadia! 

- Me desculp-

Tento levantar, mas ele me joga no chão novamente.

- Quetinha! Não mandei você levantar. - ele fala sorrindo malicioso. 

"Bipolar! Manda eu pedir desculpas e agora fala pra eu ficar quieta?"

- Moço eu não queria trombar com você foi descuido meu. Desculpa.

Ele me olha furioso.

- Um simplis pedido de desculpas não me agrada, mas seu corpo sim! - ele diz puxando minha roupa fazendo os botões voarem.

Dou um soco no homem e tento tampar meu corpo exposto.

- Vagabunda. - ele limpa o sangue que escorria de seus lábios - Você vai pagar caro.

Ele vem até mim. Eu tento lhe dar outro soco, mas ele impede e rasga meu haori. 

Me debato.

- Fique quieta! Assim não dá para tirar essa sua roupa.

Me desespero.

- Me solte! - chuto suas parte e o vejo dar alguns passos pra trás.

Ele corre até mim pronto pra me bater, mas é impedido por Tomioka que agarra seu pulso com força.

- Então a vadia tem dono. - diz o ruivo rindo.

Giyu o olha de uma maneira indecifrável e então um estralo é ouvido.

"Ele quebrou o pulso dele?"

O cara cai no chão gritando de dor.

O olho assustada.

- Vamos. - o moreno diz me carregando em seus braços estilo nupcial.

.

.

.

Nos andamos por um tempo em silêncio. 

"Ele não me soltou até agora..."

- Não precisava de ajuda - falo emburrada 

- Tudo bem. Dá próxima passo reto.

- Ai grosso! Era pra você falar "Vou sempre cuidar de você, você querendo ou não"! 

Ele me ignora.

"Já chega de depender dele!"

- Pode me descer. 

"Esqueci que meu uniforme estava me expondo tanto!"

Coro.

Ele me coloca no chão. 

- Vai voltar a me ignorar? - eu o olho incrédula - Não vai nem perguntar se estou bem?

- Se você está reclamando então tá tudo bem. - ele fala sem olhar pra mim.

- Ei! Não me trate assim! Vai me ignorar?Tapioca? Tapioca? Tapiocaaaaa?


Notas Finais


Espero que gostem!!

👉👈❤


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