História Como Fogo e Gelo - Capítulo 9


Escrita por: , KeshaGang e Yukinin

Postado
Categorias Originais
Tags Adriel, Fogo, Gelo, Lemon Hard, Lian, Yaoi
Visualizações 36
Palavras 2.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom dia para quem veio postar capítulo bêbada!
Oi lá, gente, aqui é a Ana postando mais um capítulo atrasado da fanfic! Era para eu ter postado há um tempo atrás, porém minha memória não é muito boa, tenho histórico de alzheimer na família e simplesmente não lembrei até agora (?)
Realmente estou meio bêbada então me perdoem qualquer erro que eu tenha cometido, juro que não sou tão péssima quanto me mostro ser! </3
Boa leitura, espero que gostem desse capítulo, a gente se esforçou nele!
Kissu kissus

Ja nee ^^

Capítulo 9 - Derretendo


Lian

 

Eu realmente estava tentando entender o que havia feito Roman levantar a bunda da cadeira de seu escritório para vir até aqui. Ele queria me humilhar? Queria deixar bem claro pra mim que ele ainda é o meu pai? Roman foi ali não por uma atitude de amor, disso eu sabia muito bem. E ali estávamos nós. Roman era um bom ator, ele estava sendo legal! Ele estava sendo descolado e charmoso na frente de Adriel, eu queria dizer que isso me envergonha e que eu estava embaraçado, mas não, eu apenas estava com muita raiva e muito desconfiado.

Por quê? Seu desgraçado… Por que não me trata do jeito que você me trata o tempo todo em casa na frente dele? Por que se importa mesmo não se importando?

Ele acendeu um cigarro, raramente ele fumava, na verdade, raramente ele usava algum tipo de droga com exceção do álcool. Eu não sabia se Roman realmente usava cocaína, mas nunca discordei disso. Adriel estava tenso, se cagando de medo do meu pai, é óbvio que ele teria depois de tudo que eu contei sobre Roman. A cabeleira ruiva recém-lavada de Adriel chamava a atenção de Roman, sua testa estava suada e sua cara estava pálida, e ele estava com os punhos cerrados.

— Então, Adriel — Roman murmura, deixando a fumaça sair pela boca enquanto falava. — Meu filho nunca comentou sobre você.

“Mentira, eu falo dele todo dia no café da manhã com Sammy, é você que não presta a minha, seu velho mentiroso!” — Retruquei mentalmente.

— Ah… Eu sou novo na cidade. — Respondeu Adriel, com um sorriso simpático, colocando uma mecha ruiva atrás da orelha — Cheguei mês passado, eu morava com os meus avós no Reino Unido.

— Está morando sozinho agora? — Roman continuou a conversa formalmente enquanto retirava o cigarro da boca, Adriel me olhou tenso e concordou com a cabeça. — Nossa, quanta responsabilidade para alguém tão jovem, continue assim, ainda vai longe! — Roman comentou por fim com um sorriso.

— Obrigado — Adriel corou.

— Roman será que eu…

— Lian, me chame de pai, isso é embaraçoso na frente de seu amigo. — Roman me cortou a fim de me provocar, fechei os olhos por um segundo, suspirei fundo e continuei:

— ... Posso levar Adriel pra casa dele? Vai começar a chover e ele está de bicicleta.

— Não, que isso! — Adriel corou violentamente e abriu um sorriso fofo. — Minha casa é aqui perto, não demora nem cinco minutos a pé.

Roman nos olhou sério, soltou um suspiro, jogou o cigarro pela metade no chão e pisou em cima, sempre metido sujando a rua com a bosta que ele fumava.

— Tudo bem então, quer que eu te leve pra casa ou você vai com o seu carro? — Roman perguntou sério, indo para a beira da calçada enquanto colocava o seu cabelo negro para trás, exatamente da mesma forma que eu faço, odeio parecer com ele.

— Não precisa, até porque eu vou comprar algumas coisas mesmo. — Estranhei muito por ele estar me oferecendo carona.

Roman ficou quieto, colocou as mãos no bolso, coçou o nariz e ficou na beira da calçada silenciosamente, eu e Adriel ficamos quietos e tensos, esperando ele ir embora.

Ah, como ele ama se mostrar.

Subindo a rua, um motorista particular dirigia a Ferrari negra de Roman, que entrou no carro pelas portas traseiras sem dizer mais nada. E assim foi a deixa de Roman, luxuosa, charmosa e humilhante, do jeito que ele gosta.

Olhei para Adriel, ele observava surpreso e sério a Ferrari enquanto ela subia a rua. Sua boca estava entreaberta, sobrancelhas erguidas e um brilho nos olhos. É claro que ele iria ficar daquele jeito, era tão óbvio, todo mundo ficava assim quando via o carro de Roman.

— Curtiu o carro do meu pai? — Eram tão poucas as vezes que eu usava a palavra “pai” para me referir a Roman.

— Odeio confessar, mas sinto inveja de você e da sua família às vezes. — Ele parecia sem graça em falar aquilo, e eu me senti mal, corei um pouco, olhei para Adriel enquanto ele ainda olhava para a direção da rua, ele estava tão quieto que presumi que ele estivesse humilhado, então, eu me senti tão humilhado quanto ele. Sim, Roman amava aquilo.

— Por favor, não tenha inveja de mim. — Falei, colocando a minha mão direita em seu ombro e apertando — É bem isso que Roman quer, sabe?

— Como assim? — Adriel olhou pra mim, ele estava levemente coradinho e os seus olhos de jabuticaba fizeram meu coração doer pela forma de como ele me olhava.

— Ele é meio infantil às vezes, ele só queria se exibir — revirei os olhos, com vergonha. — Ele quis te lembrar de onde é o seu devido lugar, aquele idiota.

— Ah, estou de boa! Minha bicicleta é muito mais foda do que aquele carrinho de merda dele! — Brincou Adriel, abrindo aquele sorriso alegre com o riso mais espontâneo que ele tinha, que ele sempre tirava com tanta boa vontade.

As trovoadas estavam ficando cada vez mais altas, tanto que uma brisa gelada nos atingiu, o cabelo ruivo dele foi todo para trás, me deixando ver cada sardinha, casa espinha escondida pelo cabelo, a cicatriz na sobrancelha, a barba levemente ruiva crescendo, e o sorriso que me sobreaquecia por dentro, que me corroía o peito, que me derretia. Naquele momento eu pude realmente saber como era estar apaixonado enquanto me questionava incessantemente por isso.

E eu não queria ir embora.

— Bem, precisamos ir embora, né? — Adriel arrumou o cabelo, enquanto olhava para o céu. — Não quero pegar um resfriado.

— É… — concordei sem graça.

— Ah, não fica tisti, amanhã a gente mata a saudade! — Zoou enquanto bagunçava o meu cabelo.

— Vai se foder — retruquei rindo, colocando as mechas negras para trás. — Estou me preparando psicologicamente para a discussão lá em casa.

— Ah, boa sorte com isso, inclusive — demos um toque de mão e um meio abraço.

— Obrigado — corei ao chegar perto demais dele e sentir o seu cheiro. Perfume masculino barato, shampoo anti-caspa e desodorante, e logo me afastei.

— E não se esqueça de passar em algum lugar pra comer — ele me deu um tapinha da cabeça. — Seu anêmico!

— Pode deixar, mamãe — respondi revirando os olhos.

Adriel sorriu, se virou e atravessou a rua com as duas mãos no bolso de sua jaqueta, eu só notei que eu estava vidrado nele e na sua bunda quando ele virou o quarteirão.

Suspirei, eu estava queimando, corado, agitado, e eu não podia fazer mais nada, fui até a porta do motorista, entrei no meu carro e liguei.

[...]

Havia passado numa rede de fast food e comprado um balde de frango a passarinho tamanho médio, batatas fritas e um copo de Coca-Cola. A essa altura as batatas já tinham acabado e agora o refrigerante também, saí do carro ao som dos latidos daquele cachorro insuportável com uma coxa na boca, o balde numa mão e o lixo na outra.

Entrei em casa com dificuldade por causa das minhas mãos ocupadas, o cachorro foi rosnando atrás de mim, fechei a porta do hall com o pé e em seguida fui para a cozinha. Era 17:30hrs e ainda chovia, e por um minuto passou pela minha cabeça que chegar uma hora mais tarde que Roman não iria me causar tanto problema assim.

Sentei-me a mesa e continuei comendo e mexendo no meu celular enquanto Fofuxo latia pra mim.

Não demorou muito para que eles percebessem que eu estava em casa.

A primeira a aparecer foi Molly, ela me disse um oi e perguntou se eu estava bem, eu apenas balancei a cabeça. Ela me observou comendo toda aquela fritura com o cachorro chato no colo, os olhos verdes sobre mim com tanta seriedade. Só Deus sabe o que Roman disse para Molly sobre Adriel.

“Oh não, meu filho anda com um delinquente pobre!”

Eu estava tão cansado e tão desfocado que não notei Molly indo embora, quando vi, Sammy estava no lugar dela.

— Oi, Sammy. — Olhei pra ela meio atordoado, com um sorriso enfraquecido. Ela estava triste. Ela me deu um oi em libras e se sentou ao meu lado, segurando uma caneca amarela de chocolate quente e me olhando com aqueles olhinhos grandes e iluminados. — O que o pai falou?

Ele viu Adriel? — Digitou no celular.

— É, ele me viu saindo com ele numa lanchonete.

Sammy olhou para o celular, pensando em quais palavras ela iria usar para me dizer aquilo que queria.

Lian.

— Sim?

Você acha que o papai te odeia?

— Samantha — eu a chamei pelo nome, segurei em sua mão macia e sorri. — Deve ser coisa do trabalho, ele é assim mesmo.

Eu menti. Menti pelo bem dela. Se eu contasse a verdade isso contaminaria a relação de Sammy com Roman e eu não quero que ela sinta o que é estar em guerra com o próprio pai. Talvez ele não me odiasse, só se envergonhasse.

Por que ele te odeia?

Sammy era muito inocente às vezes, mas era sempre muito inteligente e ela sabia da má relação misteriosa entre eu e Roman.

— Ele não me odeia, querida — peguei em sua mão a fim de tranquilizá-la. — Não se importe de mais com isso, ok?

Ela concordou com a cabeça e começou a falar o que Roman fez quando chegou em casa. Ele havia discutido com Molly, teve uma e revirou todo o seu escritório, cheio de raiva e desespero, se xingando de idiota. Ela até me disse que ouviu barulho de cacos de vidro. Roman estava insultando muita gente. Pouco me importei.

Depois disso, Sammy e eu continuamos a conversar sobre qualquer coisa até as coxas acabarem, mesmo assim fiquei atento para caso Roman aparecesse e discutisse comigo de novo, mas por incrível que pareça ele não apareceu.

Fui até o meu quarto, me tranquei somente sob a luz azulada e clarinha do abajur, que deixava o quarto mal iluminado, com uma vibe aconchegante e levemente sensual.

Eu realmente iria fazer aquilo.

Andei descalço pelo quarto, jogando o blazer sob a cama mal arrumada e retirando a minha camisa enquanto caminhava em direção ao banheiro. Liguei as luzes secundárias, me apoiei na pia de mármore branco e me encarei no espelho.

Meu cabelo preto estava desarrumado e caído sobre meus olhos, meus famosos olhos azuis, que agora estavam escuros de carregar tanta turbulência, cansados e inchados, e eu sabia todos os motivos. Liguei a torneira, ouvindo o som da água escorrendo pelo ralo. Aquele garoto triste no espelho me encarava, mas aquilo não me incomodava mais, e no fundo, apesar de todas as decepções, eu estava feliz.

Olhem só para mim… Eu estava amando.

Amando.

Aquele menino triste no espelho estava sorrindo bobo pra mim, e o coração dele palpitava forte no peito, pedindo mais daquele sentimento de adrenalina que a paixão trazia. Eu me sentia vivo apaixonado por ele, o ruivo. E eu não sou homossexual, sou Adrissexual, pois eu me apaixonaria por ele independente de quem fosse, sim, eu iria me apaixonar por ele.

Tirei minhas roupas depois de escovar os dentes, a calça junto e a cueca box cinza-escura saíram de uma vez, liguei a torneira na água quente, tudo o que era quente me lembrava dele, e era tão raro eu tomar um banho quente. Coloquei algumas músicas para tocar num compilado de bandas indie e pop-rock melancólicas e sensuais ao mesmo tempo.

Fechei a torneira e sentei-me na banheira com a água quente até a barriga. Meu pau estava duro de novo, e por causa dele, o contato da minha pele gelada com a água quente causou um delicioso choque térmico que me lembrava única e apenas a dele. E eu me lembrei, em meio aquela água reconfortante, da pigmentação avermelhada de seu cabelo e o cheiro que ele tinha, o sorriso bobo e o som da sua voz, do seu riso, dai me veio flashes de seu corpo, o abdômen, o peitoral, os braços até o quadril, aquela pele quente e radiante.

Meu pênis pulsava, eu realmente estava excitado e eu não estava acostumado com aquilo, antes eu sempre fui muito frio com a minha sexualidade, minha masturbação não era tão frequente e sexo sempre foi apenas uma necessidade que todos interpretavam escandalosamente. Não que eu seja virgem, eu sempre evitei tanto esse assunto, pois a maioria dos rapazes da minha idade consideram sexo como tudo que há de mais importante na vida, e eu tentei me encaixar nisso, mas sempre foi entediante ver atrizes pornôs berrando escandalosamente por causa de um pau.

Eu sempre me excitei ainda mais com detalhes.

E eu agora só quero foder, eu me tocava em meio aquela água quente fantasiando com a boca de Adriel, não me questionando quem seria o passivo ou ativo, eu só queria tê-lo, queria colocar sua cabeça contra o meu peito e mostrar pra ele como o meu coração ficava quando ele sorria pra mim, e eu queria fazê-lo gozar feito uma vadia, e escutar a sua voz rouca de tesão gemendo e implorando para ir mais rápido. Minha imaginação o colocou em cima de mim, cavalgando de costas enquanto ele olhava para trás, no fundo dos meus olhos com aquele olhar de safado, com um sorriso travesso, suado, e mesmo cansado ele continua, e ele geme meu nome, o cabelo jogado para trás e algumas mechinhas do cabelo ruivo grudados na testa e no rosto. Sua bunda, do mesmo jeito que eu a via quando ele se levantava ou se trocava na minha frente, grande sem ser vulgar, branquinha e levemente cor-de-rosa e com aquela mesma pinta perto do quadril, nas costas as mesmas sardinhas, assim como tinham em seus ombros e no seu rosto.

Eu gozei rápido.

Fazia algumas semanas que eu não me masturbava, e daquele jeito tão intenso parecia ser a primeira vez. Quando vi, estava gemendo baixo e arfando, havia erguido meu quadril ao orgasmo, gozando na minha mão fora da água.

Eu estava corado, bambo, tão relaxado que quase derretia com todo aquele calor, meu peito e ombros estavam vermelhos pelo tesão e pela água quente, minha bunda não estava piscando ainda. Limpei minhas mãos no chuveiro de mão e terminei de tomar banho sorrindo bobo, nem percebendo as lágrimas.

Chorava mesmo feliz, chorava porque Adriel nunca iria gostar de mim da mesma maneira como eu gosto dele, ele gosta de mulheres, ele é normal, e ele nunca vai transar comigo.

E eu ainda assim sorria, chorando e sem esperança, com o peito cheio de paixão e uma mente cheia de desejos estranhos. Terminei de lavar o cabelo e sai da banheira, havia três mensagens de Roman e uma de Sammy.

“Tinha gente querendo te bater, filho?” – 18:56.

“Por que nunca falou disso comigo?” – 18:56.

“Você não precisa andar com pessoas como Adriel para estar protegido. Eu sei que a nossa relação é complicada, mas eu não quero ver o meu filho com medo de pessoas daquela escola, eles quem deveriam ter medo de você.” – 18:56.

 

Roman mandava muitas mensagens, na verdade nós nos falamos mais por mensagens do que cara-a-cara, e por um minuto passou pela minha cabeça de que Roman conhecer o meu amigo “guarda-costas-particular” todo machucado por “me proteger” o convencesse de que o filho mais velho tinha problemas e que isso o fazia ficar preocupado comigo, aquele pensamento me deixou feliz e me lembrou de amar um pouco Roman. Mas dai me lembrei das cartas falando sobre o que ele faria comigo e com a minha mãe.

“Apesar dos pesares não acredito que esteja preocupado comigo.” – 19:13.

“Eu não ando com Adriel porque tenho medo, eu ando com ele porque ele é meu amigo, e se resolver sair na mão com alguém por minha causa é porque ele se importa comigo.” – 19:13.

“E eles infelizmente tem medo de mim sim, por isso eu nunca cheguei em casa do jeito que Adriel estava.” – 19:13.

 

Saí do banheiro com a toalha jogada em minha cabeça junto com o vapor abafado do banho saindo comigo, uma mão esfregando a toalha contra o cabelo molhado e uma mexendo no celular. Fui direto para o guarda roupas, abri a gaveta de cuecas e coloquei uma cueca box branca bem confortável. As mensagens de Adriel eram alegres e cheias de empatia.

“E aí cuzão, comeu alguma coisa?” – 17:35.

“Vai ir à escola amanhã?” – 17:36.

 

Antes de responder, notei que Adriel havia mudado a sua foto de perfil, era quase uma selfie imitando a minha, a diferença era que Adriel havia ficado ainda mais sensual, ele estava perto da janela do seu apartamento, a luz matinal do sol que estava sob ele deixava seu cabelo solto brilhando tanto que parecia que estava em chamas, seus olhos castanhos desviados para o lado, a pele branquinha de seu rosto com todas aquelas lindas sardinhas. Eu era como gelo perto do fogo, eu me derretia perto de Adriel, ele me desmanchava, me desfazia, ele é quente como fogo e ele me sobreaquecia sem ao menos me tocar.

“Comi bastante fritura.” — 19:15.

“Eu vou, e você?” — 19:15

 

Coloquei minha calça de pijama azul-marinho e uma camiseta cortada preta, me joguei na cama enquanto respondia o ruivo. Logo, chegou a vez de responder Sammy.

“Você está melhor?” – 18:58

 

Ela era a única pessoa com quem eu poderia compartilhar algo assim, ela nunca iria me trair, nós nos amamos tanto, eu tinha que contar a ela que eu estava apaixonado por Adriel.

“Um pouco… Você pode descer aqui? Preciso conversar.” — 19:16.


Notas Finais


E foi isso, galera, esperamos que tenham gostado SZSZ
Em breve aparecemos com a playlist da fanfic e fotos dos personagens. ~
Kissu kissus, até a próxima

Ja nee ^^


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