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História Como namorar uma garota hétero em 10 passos. - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal... Depois de séculos eu voltei com um novo capítulo... Espero que vocês gostem, não tenho certeza se ele está muito bom...

Capítulo 4 - IV: Sentimentos complexos.


Pov Narrador


Após o término da conversa no banheiro, as duas garotas seguem seus caminhos. Jungeun anda para fora do colégio, pensativa, enquanto Haseul anda, entre suspiro desanimados, para a sala do conselho estudantil.


Toda essa situação estava sendo muito estressante para Haseul. As batalhas internas que tinha, eram exaustivas. Porém, no fim, quando acabasse lembrando da sua família, acabaria desistindo de Jungeun.


Mais uma vez, Haseul desistiria de lutar pela sua felicidade, por causa do medo.


Após alguns minutos andando, Haseul adentra a sala do conselho estudantil e vê, que apenas um dos membros ainda estava passando as intimações para o sistema da escola.


– Onde está o Taeyong? – Haseul pergunta e Heejin tira seus olhos do computador e os dirige para a presidente.


– Ele recebeu uma ligação e teve que ir para casa… – Heejin responde e Haseul acena com a cabeça, pensativa.


– Entendo… – Haseul fala e anda até o computador ao lado de Heejin.


Após se sentar, Haseul começa a passar intimações para o sistema da escola, concentrando-se, unicamente, naquilo.


– Presidente… – Heejin chama, após alguns minutos de silêncio.


– Algum problema? – Haseul pergunta e observa, brevemente, a tela do computador da garota.


– Não, não… É que… – Heejin fala, enquanto para, lentamente, de digitar. – Eu estou saindo com aquela pessoa do time de basquete… – A garota diz e sente seu coração palpitar de nervosismo.


– Oh, sério?! Como isso aconteceu? – Haseul pergunta animada e viu naquilo, uma forma de distrair seus pensamentos. – Faz tempo, que você não fala dele...


Faz alguns meses, desde que Heejin começou a falar para Haseul, sobre estar interessada em um garoto do time de basquete. Mas, há algum tempo a garota não tocava no assunto.


– Haseul… Eu parei de falar, porque fiquei com medo da sua reação… – Heejin desabafa e Haseul a observa com seriedade.


– Por que teria medo da minha reação? – Haseul pergunta, não entendo onde a garota gostaria de chegar.


HeeJin respira fundo, antes de contar o que estava entalado em sua garganta, desde que começou a sair com Ryujin, uma membro do time de basquete feminino.


– Porque não é ele e sim ela… – Heejin fala com determinação, mesmo que sua voz tenha tremido de leve, e olha nos olhos de Haseul. – Eu estou apaixonada por uma garota e estou saindo com ela.


Haseul olha com surpresa para Heejin, pois não esperava isso dela.


– Então… Você é lésbica? – Haseul pergunta, duvidando dos seus conhecimentos sobre sua colega.


– Não… Eu sou bissexual e descobri-me faz muito tempo, só nunca tive coragem de te contar… – Heejin fala e Haseul sente seu peito pesar.


Haseul entendia o porquê dela não ter coragem de contar. A Jo lembrava muito bem de todas as coisas preconceituosas, que falava para validar a sua(?) heterossexualidade, que nem tinha mais tanta certeza da comprovação.


– Entendi… – A presidente fala, pensativa. – Mas, como começaram a sair? – Haseul pergunta com um sorriso e Heejin sente seu peito irradiar calor.


Fazia muito tempo que Heejin queria se assumir para Haseul, mas só criou coragem depois de ver ela e Jungeun juntas no banheiro. A Jeon não contaria o que viu, pelo menos por agora. Sabia que a Jo ainda estava na fase de negação e não queria dificultar as coisas para o lado da Jungeun e dela mesma, obviamente.


– Faz algumas semanas, nesse dia a Ryujin me acompanhou até em casa…


Heejin começa sua história, não notando o brilho admirável em seus olhos e Haseul trata de ouvir tudo com cuidado, no fundo, para compensar a garota de ter escutado as coisas que disse. Agora, a Jo entende que magoou ela.


Haseul magoou sua amiga e ela ficou calada, pois tinha medo de si e de suas palavras. Como acontecia com seus pais e ela. Eram situações paralelas, porém dava para comparar.


Haseul nunca mais conseguiria esquecer o olhar nervoso de Heejin, antes de contar sobre a sua sexualidade. Pois, agora entendia que o nervosismo nos belos olhos amendoados da garota, eram sua culpa.



[...]



O final de semana se passou lentamente, tanto para Jungeun quanto para Haseul. Na segunda de manhã, a Kim estava tão ansiosa, que foi uma das primeiras da sua sala a chegar.


Por outro lado, Haseul se acordou atrasada.


– O que está acontecendo com você?! – Sra. Jo grita. – Além daquela nota ridícula em coreano, agora vai dar uma de rebelde e começará a acordar atrasada?! – A mulher desdenha, enquanto a filha termina de vestir seu fardamento.


Na noite anterior, Haseul dormiu mais tarde do que o normal e acabou não escutando o primeiro toque do alarme.


– Mãe, ainda são seis e meia da manhã, poderia parar de gritar? Vai incomodar os vizinhos. – Haseul fala calmamente e a mais velha sente sua raiva explodir dentro de si, por causa da ousadia da filha em tentar dar-lhe uma lição.


Após escutar as frases da filha, Sra. Jo, rapidamente, aproxima-se de Haseul e desfere um forte e rápido tapa em seu rosto.


– Quem te deu permissão de falar? – A mulher fala, dessa vez mais baixo, porém mais rispidamente.


Haseul para de ajeitar sua farda e leva uma de suas mãos ao lugar acertado anteriormente e força-a contra sua pele, enquanto prensa com força seus dentes uns contra os outros, fecha a sua outra mão em punho e olha para um objeto aleatório, procurando forças para engolir tudo o que gostaria de falar.


– Termine de se arrumar e espero que essa seja a última vez, que precisarei te acordar. Você não é mais uma criança, comporte-se como alguém da sua idade.– A mulher fala pesadamente e logo sai do quarto da filha.


Após a saída da mulher, Haseul para de forçar sua mão contra sua bochecha e deixa-se sentir a ardência com calma, respirando e inspirando com intervalos curtos para reprimir suas lágrimas de raiva, ainda sem deixar de tensionar sua mandíbula e procura relaxar suas mãos.


Haseul não queria chorar, pois sentia, que se deixasse alguma lágrima cair, quem estaria vencendo, seria a sua mãe.


Após alguns minutos, Haseul consegue se acalmar e volta a organizar suas coisas. Porém, dessa vez faz tudo com mais rapidez, porque poderia perder seu ônibus.



[...]



Quando o sinal do intervalo toca, Jungeun arruma suas coisas com lentidão, sabendo que ainda teria que esperar muito tempo para ver Haseul. Porém, assim que pisa fora de sua sala, alguém esbarra em seu ombro.


– Desculpa. – A garota se desculpa de forma vazia e volta a andar, sem olhar em quem esbarrou.


Contudo, Jungeun presta atenção até demais em quem esbarrou em si, após uma rápida olhada na garota, e sente seu coração apertar, por ver que sua amada parecia tão abatida.


Jungeun não esperava ver Haseul tão cedo e, mais difícil ainda, tão desanimada. Foi inevitável não sentir seu peito pesar em culpa, enquanto observava as costas eretas da Jo, que, também, está andando de um jeito mais relaxado que o normal.


Inconscientemente, Jungeun começa a seguir Haseul, que anda calmamente até a sala do conselho estudantil e respira fundo e lentamente antes de entrar na sala.


Normalmente, a sala do conselho estudantil fica vazia nos intervalos, então Jungeun começa a cogitar entrar naquele lugar. 


Por um lado, a Jungeun poderia ser a causa da Haseul estar daquele jeito e entrar na sala, seria a pior ideia possível. Mas, por outro lado, a situação poderia ter outro motivo. Porém, mesmo que tenha outro motivo, o que a Kim iria fazer? 


Jungeun e Haseul não tem esse tipo de relação e, de qualquer forma, seria melhor deixar as coisas como estão e ir para o refeitório encontrar suas amigas, porém, a Kim sentia mais do que tudo, que deveria entrar naquela sala e conversar com a Jo. E foi isso que a garota fez. 


Por causa da adrenalina do momento, Jungeun anda, decididamente, até a porta da sala e dá leves batidas na mesma.


Segundos depois da sua ação, Jungeun quis correr e fingir que aquilo nunca havia acontecido, porém se mantém firme.


– Pode entrar… – Jungeun escuta a resposta às suas batidas, alguns segundos depois da sua ação e respira fundo antes de entrar na sala.


Ao adentrar no local, logo a mais nova é recebida com olhares intrigados.


– Jungeun? – Haseul pergunta e a garota sorri amarelo.


Quando decidiu bater na porta, Jungeun esqueceu de pensar em uma desculpa para poder conversar com a garota.


– Algum problema? – Haseul pergunta, após desistir de esperar, Jungeun falar algo.


A mais velha volta a tampar a vasilha, recém aberta, que continha um pequeno sanduíche, que seria sua merenda e volta sua total atenção para a líder do time de vôlei.


– Na verdade, sim… – Jungeun fala e Haseul a observa com mais atenção, esperando o complemento para sua resposta positiva. – Queria… Saber se você está bem… – A Kim diz e coça sua nuca, por, repentinamente, sentir-se sem jeito.


– Ah… – Haseul exclama ao ouvir a pergunta, sem saber como deveria responder.


Seu dia começou péssimo e a tendência seria a continuar assim. Porém, era isso o que ela achava.


– Não estou muito bem, mas não precisa se preocupar… – Haseul responde e levanta-se, logo depois, vendo Jungeun se aproximar discretamente.


– Eu sei que não conversamos muito, mas pode contar comigo para qualquer coisa… – Jungeun fala, sabendo que estava sendo trouxa mais uma vez. – Não precisa guardar tudo para si… Porém, tudo bem se não quiser contar, meu intuito é te confortar o máximo que der… – A Kim fala e continua andando em direção à menor, observando, lentamente, seu rosto sem expressão, começar a demonstrar cansaço. – Contudo, tudo bem, se também não quiser. E, desculpa se a culpa de você estar assim, ser minha… – Após terminar de dizer essa última parte, enquanto diminui seu tom de voz, Jungeun decide parar de se aproximar e a Jo olha com incredulidade para a sua amante.


"Culpa dela?!", Haseul pensa, percebendo que poderia parecer isso.


– Não, não é isso, Jungeun. Não é sua culpa. – Haseul fala com certo desespero e aproxima-se da garota, arrudiando a mesa onde sua merenda. – Sendo bem sincera, você sempre faz o contrário… Você sempre me ajuda, mesmo sem saber… – Haseul revela e a Kim sente seu peito vibrar de felicidade, porém se contém.


Haseul não estava mentindo, seus encontros com Jungeun sempre a ajudavam e, nesses últimos dias, estavam sendo a parte que mais desejava.


É difícil para Haseul admitir essa informação e recusava-se a dar detalhes, por agora. Porém, neste momento, era, no mínimo, inadmissível deixar passar, o quanto Jungeun parecia querer seu bem.


– Sério? – Jungeun pergunta, tentando não transpassar suas felicidade com o comentário, mas sem sucesso.


Haseul sente seu coração esquentar, ao ver o brilho infantil nos olhos da Kim e sente uma repentina vontade de beijar os lábios carnudos da garota.


– Sim… – A menor se aproxima mais de Jungeun, ficando a centímetros de distância da mesma. – Obrigada… – Haseul agradece timidamente e desvia seu olhar para o chão.


Haseul sentia-se idiota por não conseguir olhar para Jungeun, sem desviar seus olhos para os lábios da garota, por isso, decidiu que era melhor para outro lugar.


– Haseul… – Após alguns segundos de silêncio, Jungeun chama e logo recebe a atenção da menor em si. – Posso te abraçar? – A maior pergunta timidamente.


Para Jungeun, ver Haseul parecer tão tímida e pequena, estava lhe causando vários surtos internos. A Kim não esperava ser agraciada com tal imagem.


Ao ouvir o pedido da garota, Haseul sente seu coração palpitar e sorri sem jeito.


– Sim, Jungeun. Você pode. – A garota responde e, sem demora, Jungeun quebra a distância entre as duas, rodeando seus braços por cima dos ombros da mesma e apoiando seu rosto perto do ouvido da menor.


Haseul sente a pele quentinha de Jungeun entrar de contato com a sua, enquanto admira o conforto esquisito, que o contato traz. Porém, sem demora, retribui a ação carinhosa, rodeando a cintura da garota com seus braços e prensa, confortavelmente, seu rosto contra a curva do pescoço da maior.


Quando Haseul retribui o abraço, Jungeun solta um suspiro audível e a Jo o sente o ar quentinho em seu pescoço. Depois de alguns segundos, as duas acabam se mexendo um pouco entre o contato, para deixá-lo ainda mais confortável.


– Haseul, você já merendou? – Jungeun pergunta, após a dúvida repentina, porém, sem pretensão de acabar com o contato entre as duas.


Haseul preferia que Jungeun tivesse ficado calada, pois o silêncio entre elas estava confortável e o som da respiração da Kim em seu ouvido, estava deixando-a calma.


– Ainda não… – A garota responde, lembrando que iria merendar, quando, repentinamente, Jungeun apareceu.


– Ah… – Jungeun exclama e afasta-se um pouco de Haseul, a fim de olhá-la nós olhos. – Eu te interrompi?


– Bom… Sim, mas-- – Haseul responde, frustada com a conversa aleatória e querendo voltar ao abraço e silêncio.


Porém, Jungeun parecia ter outras preocupações.


– Ah… Você deveria ir comer… – Jungeun fala e aperta, levemente, os ombros da menor, após sua frase.


Haseul não sabia como falar que queria voltar ao abraço e não tinha coragem para isso. Então, rapidamente, a garota aceita que aquele momento leve e mágico havia acabado.


– Tudo bem… – Haseul fala e Jungeun sorri.


– Então… É isso. – Jungeun fala sem jeito, enquanto voltar a colocar distância entre as duas. – Mas, você sabe… – A Kim fala e, com carinho, segura uma das mãos da menor. – Pode me procurar, caso qualquer coisa...


Quando escuta as palavras de Jungeun, Haseul entende que o abraço não fazia o momento mais ou menos especial, o que fazia toda a diferença, era a presença de Kim Jungeun. E, para a Jo, talvez fosse um pouco assustador admitir isso.


– Bom, eu já vou indo, só vim para ver como você estava… – Jungeun fala e sorri timidamente.


– Tudo bem… – Haseul fala, mesmo que sua vontade fosse a de que Jungeun ficasse consigo.


Após acenar de leve para Haseul, Jungeun anda em direção a saída da sala e, diferente de quando entrou, estava com o coração mais leve. Porém, antes de sair da sala, quando já havia aberto a porta, Haseul lhe chama.


– Jungeun. – Haseul chama e a mais nova, sem demora, dirige seu olhar para a presidente do conselho estudantil. – Sobre a sua pergunta de sexta-feira… Decidimos os detalhes depois. – A garota fala com um sorriso sem jeito e logo dá as costas para a maior, que olha com confusão, a Jo se locomovendo para o lugar onde estava antes da sua chegada.


– Detalhes…? – Jungeun pergunta confusa.


Haseul suspira, enquanto escuta a pergunta implícita da garota, pois gostaria que ela entendesse tudo nas poucas palavras que disse anteriormente.


Sim… Do encontro. – A garota fala, sem se virar para observar Jungeun. – Agora, você deveria ir para o refeitório, logo o sinal tocará. – A presidente fala e depois de alguns segundos, escuta a porta fechar.


Enquanto saia em silêncio da sala, Jungeun pensava se havia escutado tudo certo. "Então… Eu vou ter um encontro com Jo Haseul?", Jungeun pensa, sentindo todo seu corpo vibrar gradativamente, quando percebe que não era um sonho.


Jungeun começou a sentir um calor descomunal e confortável em seu corpo e, por alguns segundos, deixou aquela sensação tomar conta de si. E, em um surto de felicidade, a líder do time de vôlei começa a dar pulinhos de felicidade do lado de fora da sala do conselho estudantil, enquanto alguns alunos a observavam com confusão.


Depois de mais alguns segundos de surto, Jungeun se acalma e começa a andar em direção ao refeitório, pronta para se gabar de seu feito.



[...]



– Olá, meninas. – Jungeun fala com um sorriso soberbo e senta-se à mesa. – Onde está Jiwoo e Hyejoo? – A garota pergunta com um sorriso leve, sentindo falta das duas ao observar a mesa tão vazia.


– Aconteceu que as duas começaram a namorar e esqueceram das amigas. – Jinsoul fala e estala a língua em descontentamento.


Jungeun encara Jinsoul com incredulidade e solta uma risada sarcástica.


– A Jiwoo eu entendo, mas como assim a Hyejoo começou a namorar? – Jungeun pergunta com um sorriso incrédulo.


Quando Jinsoul escuta a pergunta da garota, suspira profundamente e olha para Hyunjin, como um pedido implícito para a sua namorada explicar os acontecimentos.


– Hyejoo não nos falou muita coisa, mas hoje ela estava grudada em uma garota da sala dela e quando fomos falar com aquele poste ambulante, a Hye apresentou a menina como namorada dela. – Hyunjin explica e revira os olhos no final.


– Mas… Eu pensei que ela gostasse da Chaewon. – Jungeun fala com desapontamento, ainda em choque com a situação.


– Nós também… Acho que uma de nós precisa ir conversar com ela… – Jinsoul fala e todas à mesa concordam. – Hyejoo não é o tipo de garota, que começa a namorar tão aleatoriamente assim… 


– Mas então, quem vai…? – Jungeun pergunta e a mesa entra em silêncio por breves segundos, até a Hyunjin se pronunciar.


– Eu vou… – Hyunjin fala seriamente e Jinsoul a encara com repreensão.


– Não é para você obrigar ela a falar as coisas, Hyunjin. Se for para ir falar com ela, faça isso com calma. – Jinsoul fala e Hyunjin bufa.


– Ela merece uns cascudos mesmo, não tô nem aí. – Hyunjin fala e Jungeun ri. – Pois, além de começar a namorar do nada, ela também já nos trocou.


– Eu concordo com a Hyunjin. – Jungeun fala e Jinsoul respira profundamente, entendendo que nada sairia do jeito que espera.


– E vamos de meter a porrada na Hyejoo. – Hyunjin fala animada e levanta-se.


– Hyunjin! – Jinsoul chama com repreensão e a garota revira os olhos.


– Ok… Vou conversar com ela… – Hyunjin fala, enquanto começa a se afastar. – Com minhas mãos. – A garota completa e, sem demora, começa a correr para fora do refeitório.


– Isso não vai acabar bem… – Jinsoul profetiza e suspira, enquanto Jungeun não conseguia parar de rir.


– Essa é a namorada que você quis ao invés de mim, agora tolere. – Jungeun brinca e Jinsoul fulmina a menor com os olhos. – Brincadeira, brincadeira… Calma, amiga. É da Hyunjin que estamos falando, sabe que ela vai resolver isso já que se voluntariou.


– Eu sei… Mas não deixo de ficar preocupada. Porque estamos falando da Hyunjin e Hyejoo discutindo sentimentos... – Jinsoul desabafa, frustrada.


Jungeun entendia o ponto de Jinsoul e, realmente, aquilo poderia terminar muito mal ou muito bem.


Notas Finais


É isso galerinha, espero que tenham se divertido. Tentei suavizar um pouco o capítulo e tal. Se não tiver ficado engraçado nem nada, desculpem, pelo menos tentei.


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