História Como (não) agir em um clichê americano; - Capítulo 19


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Categorias Loona, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Choerry, Chuu, GoWon, HaSeul, HeeJin, HyunJin, JinSoul, Kim Lip, Lucas, Olivia Hye, Taeyong, Ten, ViVi, Yeojin, Yuta, Yves
Tags 2jin, Chuuves, Gowon, Hyewon, Lipsoul, Loona, Odd Eye Circle, Olivia Hye, Viseul, Yyxy
Visualizações 119
Palavras 2.661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpa pelo título retardadoKKKKKKvocês vão entender mais pro final ok.

boa leitura! ~

Capítulo 19 - XIX: situações desconcertantes e sucos de repolho;


Por que essa cara, capitã? — Questionei, ainda tentando extrair a informação que tanto queria e tentando não transmitir minha ansiedade. — Não deveria chamá-lo por seu namorado? 

— Você pergunta demais... — Mudou o rumo do assunto, rindo nasal enquanto retocava o batom vermelho que ousava realçar seus lábios. — De que isso te interessa, afinal de contas? 

— Quero saber se devo ou não desejar felicidades. — Tenho certeza de que, ao menos por míseros segundos, minha máscara de autoconfiança rachou; Chaewon estava conseguindo me dar nos nervos com aquele seu suspense idiota. Custava dizer se eu tinha ou não um par de chifres a pesar ainda mais minha consciência? 

— Imaginei que fosse melhor em mentir. — E virou-se pra mim, exibindo os dentes brancos em contraste aos lábios avermelhados, abrindo-os em um sorriso triunfante. — Tenho certeza de que não age por mera curiosidade. Acha mesmo que não sei do seu truque? 

— Não tenho truque nenhum. Apenas quero saber se está ou não envolvida com o mauricinho atleta... — No fundo, o xingava de diversas outras formas. — te incomoda? 

— Vejamos... bem, sim. Você me incomoda como um todo. — Respondeu, estalando a língua em seguida. Logo adiantou-se na direção de sua mochila, pegando-a e pendurando uma das alças sobre o ombro; parecia estar de saída, e ainda não deixara claro qual seria seu envolvimento com aquele garoto idiota. — E se quer tanto saber... ele realmente faz bem o meu tipo. — E contrastando com as frases de desdém que direcionava a mim, a loira ousou caminhar em minha direção, talvez em uma tentativa falha de me fazer recuar como antes; mas continuei ali, e ela também não se afastou. Devo dizer que meu coração bombeou por repetidas vezes em meu peito observando-a assumir uma distância tão curta de mim, a ponto de nossos narizes quase se encostarem e sua respiração se envolver com a minha. Sentia falta dessa sensação. — Já você... — Começou lentamente, desdenhando com seu sorrisinho terrivelmente bonito e apaixonante. — estaria mais para um desperdício de batom. 

E então voltou a tomar distância, seguindo na direção da porta como se absolutamente nada tivesse acontecido. Merda. Era difícil manter minha imagem inabalável com Chaewon agindo dessa forma.

— Ah, e mais uma coisa, Son. — Disse, antes de passar pela porta. — Fique longe do vestiário se não quiser mais problemas, está bem? E... tenha uma boa tarde. — Não consegui deixar de notar em como seu sorriso e seu andar eram orgulhosos, provavelmente graças ao seu sucesso em me deixar paralisada e, provavelmente, com o rosto avermelhado. E antes de deixar o local por completo, a loirinha ainda teve a petulância de piscar em minha direção, se despedindo com um aceno sem nem ao menos responder diretamente minha pergunta. 

Então, me toquei de que provavelmente estava caindo em seu joguinho enigmático, tentando entender o que estaria querendo dizer com aquelas palavras e aquelas ações, me perdendo ainda mais naquela maldita espiral de confusão, em estado ainda mais alarmante por sua causa. E o pior era: a tentação de mergulhar cada vez mais fundo naquilo era absurdamente tentadora. Filha da puta. 

Não sei exatamente por quanto tempo permaneci ali, me xingando mentalmente e perdendo-me em meio aos meu devaneios e especulações; só sei que fui tirada de minha linha de raciocínio quando senti meu celular vibrar dentro do bolso, finalmente me despertando para o mundo real. O "número desconhecido" aparecia na tela, me trazendo uma breve nostalgia pela primeira vez em que havia recebido uma mensagem das meninas do Burn Book. — E aliás, onde estariam agora? 

— Alô..? — Murmurei, detendo o olhar sobre um ponto qualquer do vestiário; a resposta demorou pra vir, podendo ser ouvidas somente algumas vozes distantes antes disso. Quando finalmente fui respondida, quase me permiti revirar os olhos: é claro, conhecia bem aquela voz. 

O que você tá fazendo no vestiário? — Sem nenhum cumprimento ou acréscimo, a voz infantil ecoou do outro lado da linha, ligeiramente sufocada, provavelmente, por algum doce. 

— Yeojin. — Concluí em voz alta, olhando em volta em seguida; como diabos saberiam que eu estava ali? — Estava... pegando uma líder de torcida. — Prossegui, ironicamente. — Acabaram de interromper meu trabalho. 

Silêncio. Ouvi uma voz ligeiramente familiar ecoar atrás de Yeojin, seguida pela voz que provavelmente pertencia à Yerim; ambas travavam uma discussão, mas estavam distantes demais para que entendesse o que estariam dizendo e quem seria a terceira pessoa. Não conseguia deixar de imaginar que conhecia aquele seu tom. 

Eu não posso pergun...- Aish! Tá, tá bom. — Começou a baixinha do outro lado da linha, mas, durante a primeira frase, não parecia estar se dirigindo a mim. — E sua... huh... sua namorada sabe disso? 

— Como? — Ri baixo, finalmente resolvendo dar meia volta para deixar aquele lugar que cheirava a perfume caro. — Você sabe muito bem da procedência desse boato, Yeojin. Talvez até melhor que todas as outras pessoas, então... não me venha com gracinhas. — Continuava a olhar em volta, a procura de algum espião ou algo que pudesse servir de fonte para que soubessem o lugar onde eu estava. — Como sabem onde eu estou? 

— Direita, canto superior do teto. — Ditou simplesmente, parecendo estar até mesmo entediada. 

Sem entender muito bem do que se tratava, acabei seguindo suas coordenadas; bem a tempo de dar de cara com uma das câmeras da escola, apontada diretamente pra mim. 

— Espertas. — Murmurei. — Não existem câmeras dentro do vestiário, não é? 

— É óbvio que não. Quem me dera, e...-  PORRA, YERIM! — Interrompeu a si mesma por mais uma vez, seguida pelo som estalado que julguei como um tapa. Sufoquei um riso; seriam ciúmes por parte da púrpura? — Notícias! Digo isso pelas notícias! 

— Posso desligar, ou preciso continuar escutando a DR? — Indaguei, sem conseguir deixar de rir. Não me restavam dúvidas de que estava lidando com duas malucas. 

— Interrupções fazem parte. — Retomou, tossindo em seguida, como em uma tentativa de tentar retomar o fio de seriedade que ainda lhe restava. Fizeram silêncio por mais um tempo, dessa vez dando o lugar para os murmúrios vindos da terceira voz, da qual eu ainda não havia indentificado. Praguejei mentalmente por não conseguir entender o que diziam. — É... bem... você falou sério quando disse que estava se envolvendo com alguém ali, ou...? 

— Quem é que tá fazendo o roteiro improvisado? Essas perguntas não são suas. — Interrompi, sem conseguir deixar de me questionar sobre aquela maldita terceira voz.

— Parte da nossa equipe é... anônima. — Justificou, embora estivesse longe da resposta que eu queria. 

— Ah, então existem mais intrometidos, mas só vocês duas se fodem por eles? — Desdenhei, no fundo sentindo alguma pena. — Interessante. 

— Não desvia o rumo do assunto. 

— E esse assunto tem algum rumo específico? 

— Falou sério ou não? — Insistiu, pronunciando lentamente a pergunta. — Só lembrando que a gente vai descobrir de uma forma ou de outra, então... 

— Tá, tá... eu sei dessa aí. Não, eu não falei sério. Pode avisar pra essa tal anônima que provavelmente tem uma queda por mim. — Estava começando a pensar que aquele era o "efeito Chaewon" sobre mim: sempre agia de maneira irônica após me reencontrar com ela. Talvez fosse como uma dose de energia. 

— Ela não tem. 

— Não quero ver nenhuma notícia sobre isso, entendeu bem? — Intervi. — Chega de boatos ridículos. 

— Se você diz... — Respondeu, entediada. — Só toma cuidado com o capitão do time de basquete. Ele não pode ver essas gravações de maneira alguma. 

— Se isso foi uma ameaça, saiba que tenho muito mais pra jogar contra vocês. — Desdenhei, copiando seu tom. Tinha certeza de que pessoalmente não teria toda aquela confiança. 

— Não passou de um aviso. — Forjou um tom simpático, que não me conquistou nem um pouco. 

— E por falar em aviso... — Continuei, usando de minhas últimas palavras antes de encerrar a ligação. — Sooyoung ainda está a solta... recomendo com que se movam de esconderijo por mais vezes. — E logo desliguei, evitando maiores conversas que poderiam trazer à tona o fato de que teriam mais motivos pra fugir da morena por minha causa; por causa da notícia que eu publiquei. 

 

-•••- 

 

Jinsoul. Precisava de Jinsoul. 

Aos poucos, passava a ter certeza de que já havia feito da loira meu porto seguro; era a única pessoa que sabia e chegaria ao menos perto de acreditar em mim. Chaewon não disse nada sobre Yukhei e, ainda por cima, quase me beijou. — Ou, pelo menos, me fez acreditar que sim. — Além de tudo, o Burn Book contava com uma equipe maior do que pensávamos, e as chances de estarmos falando de alguém que já conhecíamos também era enorme. Precisava contar isso a alguém. 

Por algum motivo que nunca imaginei que fosse entender, me disseram que Jinsoul havia resolvido frequentar a aula de biologia quando fui até o terraço atrás dela. — O que levaria aquela biruta a se interessar por algum assunto tratado ali? Não saberia dizer. A verdade é que, nos últimos dias, nem mesmo eu andava frequentando as aulas; tinha assuntos muito mais importantes a tratar. 

Suspirei exasperada após receber tal notícia, acabando por me decidir a ir até a sala em questão; ainda conseguiria chegar antes de exceder o tempo de tolerância, então, por que não? — Talvez conseguisse a sorte de arranjar um lugar próximo a Jinsoul para que, como sempre, tivéssemos a chance de perder tempo discutindo possibilidades e assuntos completamente aleatórios. Precisava mesmo de um tempo conversando com ela: estava começando a me tornar, de certa forma, dependente. 

Consegui encontrar minha mochila jogada por ali e em seguida encontrar a sala em um tempo recorde de dois minutos; o relógio anunciava o fim dos minutos de tolerância quando abri a porta em questão, dando de cara com o rosto emburrado do professor. Não me lembrava dele, mas tinha certeza de que não me traria saudades em momento algum. 

— Srta. Son. — Cumprimentou a contragosto, em seguida indicando uma mesa ao fim da sala, ocupada somente por uma pessoa quando, na verdade, deveria estar por uma dupla. Fiz uma reverência breve, em um sorrisinho nervoso enquanto seguia meu caminho sob o peso de diversos olhares de alunos. Não entendi e nem queria entender os motivos. — Só lhe darei a passagem por entender que pode ter sofrido uma queda no meio do caminho. — Prosseguiu, arrancando risinhos de alguns alunos; estava referindo aos meus jeans rasgados. Céus, seu senso de humor era péssimo. — Espero que não se repita. 

Não o respondi; na verdade, sequer sorri com a piada nível "tio do pavê". — Apenas me limitei a caminhar até o lugar indicado que aparentemente tratava-se do meu. Não consegui deixar de notar o rosto incrivelmente familiar da garota que se dava como minha dupla, assim como seu olhar irritado sobre minha pessoa: talvez tivéssemos alguma rivalidade desconhecida.

— Achei que não viesse. De novo. — Murmurou vagamente, girando uma caneta entre os dedos. Após alguns segundos tentando entender de onde a conhecia, me veio à cabeça o nome de Jeon Heejin, protagonista de um considerável número de notícias do jornalzinho da escola. 

Então, minha dupla era uma cheerleader. Realmente fascinante. 

— Lamento decepcionar. — Respondi em mesmo tom distraído, olhando ao redor para tentar localizar a figura de Jinsoul. Por sorte, não foi difícil encontrá-la: seus cabelos extremamente loiros se destacavam em meio aos outros, ocupando uma das primeiras carteiras ao lado da pessoa que imediatamente reconheci como Jungeun. É claro, ela havia mesmo citado que eram uma dupla nas aulas de biologia. 

Então, uma coisa pouco provável me veio à mente, ainda assim me perturbando de um jeito que se aproximava de algo bom: seria Jungeun o motivo para Jinsoul estar frequentando a aula? Talvez meu casal ainda estivesse vivo, em algum lugar bem no fundo de seus coraçõezinhos completamente opostos. Esperava mesmo que sim. 

Entretanto, nem tudo eram flores: logo, me veio à cabeça o fato de que Jungeun provavelmente pensava que a Jung estava em um relacionamento. — E, o pior de tudo: um relacionamento comigo. — Não que as chances fossem grandes, mas a ideia de eliminar as mínimas possibilidades ainda me soou mais do que desagradável. Merda, eu tinha mesmo que estragar tudo sempre. 

...E, por esse motivo, quero uma explicação a respeito do experimento escrita e entregue até o fim dessa aula. Um anexo por dupla, por favor. — Foram as únicas palavras que captei do professor, ao despertar de parte dos meus devaneios. Observei o homem grisalho caminhar até uma mesa repleta de recipientes com líquidos coloridos em seu interior, prosseguindo com suas explicações chatas com quais poucos pareciam se importar. Estreitei os olhos na direção dos pequenos copos: conhecia aquele experimento. Me lembrava de assistir algumas aulas onde este era mostrado como um exemplo; fácil, fácil até demais. 

Meu foco encontrava-se completamente fora das explicações do velho, e suas palavras ecoavam inofensivamente pelos meus ouvidos à medida que fazia algumas breves anotações; já sabia o que ele estava fazendo e, ao mesmo tempo, a mesa de Jungeun e Jinsoul me chamava muito mais a atenção. — Com um tempo considerável de observação, notei que ambas sempre mantinham uma distância segura uma da outra, e trocavam pouquíssimas palavras durante o desenvolvimento da atividade; apenas Jinsoul parecia comentar algumas coisas vez ou outra, mas Jungeun limitava-se a responder com expressões e acenos de cabeça, enquanto o lápis percorria incessantemente a folha do caderno. Agiam como nos dias que Jungeun ficava com raiva da loirinha, e esta tentava sempre se aproximar novamente; quase sorri com a lembrança. 

— Porcaria de sinal que não funciona. — Tive meus pensamentos interrompidos pela voz da garota ao meu lado, que tentava a todo o custo acessar algum site em seu celular, tendo que lidar com as falhas na conexão. Estava tentando pesquisar a resposta. O que Heejin tinha de beleza, aparentava não ter de inteligência; não me surpreendia, tudo ali era tão estereotipado. 

— O que você tá fazendo? — Indaguei, puxando a folha com algumas anotações que encontrava-se sobre sua mesa. Nenhum conteúdo realmente relevante, além do título "suco de repolho" e o rascunho de um texto completamente incoerente e sem sentido. Qual é, o que poderia existir de difícil naquela coisa? — Isso aqui tá completamente sem nexo. 

— Como se tivesse ideias melhores. — Caçoou, jogando os cabelos por cima dos ombros em seguida. Parecia ser talento de cheerleader causar nojo. 

— Na verdade, isso aqui é bem simples. — Tateei os bolsos a procura de meus óculos, levando-os ao rosto assim que encontrados; por mais constrangedor que fossem, eram essenciais. —  Basicamente, o suco de repolho roxo funciona como indicador de pH porque é rico em antocianinas. — Comecei, traçando algumas anotações sobre a folha branca; não fazia ideia de como conseguia me lembrar daquilo com tanta exatidão, mas a sensação de saber o que estava fazendo era libertadora. — As antocianinas naturalmente sofrem mudanças de cor de acordo com o pH do meio, então, ficam vermelhas em meio ácido, roxas em meio neutro e esverdeadas em meio básico... ah, e quando em meio extremamente básico, as moléculas de antocianina são destruídas e o resultado é a cor amarela, como em cada um dos potinhos ali. 

E, após ter escrito por extenso cada uma das minhas palavras, empurrei o trabalho pronto na direção da garota, que apenas me observava com o queixo caído. Dei de ombros ligeiramente, em um sorrisinho certamente orgulhoso. — Havia duvidado de mim anteriormente. Toma essa, Jeon. 

— Você acabou de... 

— Contrariar a imagem que provavelmente tinha de mim? — Interrompi. — Pois é... mas, ao menos, estou usando óculos. 

— Não faz sentido. — Insistiu, encarando a folha repleta de escritos. — Se é assim... porque sua dupla desistiu de você? Que tipo de pessoa não gostaria de um trabalho pronto? 

— Ahn... como é? — Questionei, retirando os óculos redondos do rosto. — Você não era minha dupla? 

 — Faltou tanto às aulas que esqueceu seu par anterior? — Desdenhou, revirando os olhos em seguida. — Hyunjin era minha dupla, mas o professor acabou separando a gente pra fazer essa troca. — E logo apontou na direção da mesa onde a garota citada estava, ao lado da pessoa que aparentemente costumava ser minha dupla. 

 

 

 

 

 

 

 

 

E então, estreitei os olhos em sua direção e senti meus ombros cederem imediatamente: Heejin estava apontando pra Jiwoo. 


Notas Finais


mas essa chaewon ta cada vez mais ousada, tsc tsc.

meu lipsoul dando as caras, é isso mesmo brasil? e o lado nerd da hyejoo vindo à tona, uiui (pesquisei essa parte no google, pq eu to só a heejin ultimamenteKKKKKpas#)


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