História Como (não) agir em um clichê americano - Capítulo 31


Escrita por:

Postado
Categorias Loona, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Choerry, Chuu, GoWon, HaSeul, HeeJin, HyunJin, JinSoul, Kim Lip, Lucas, Olivia Hye, Taeyong, Ten, ViVi, Yeojin, Yuta, Yves
Tags 2jin, Chuuves, Gowon, Hyewon, Lipsoul, Loona, Odd Eye Circle, Olivia Hye, Viseul, Yyxy
Visualizações 228
Palavras 2.639
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


agora sim, creio que estejamos entrando na reta final... será que eu consigo acabar essa história antes do ano que vem? huuuuuh, fica a dúvida.

ao mesmo tempo que eu quero muito finalizar isso (pq já tenho o final completo na minha mente, e a ansiedade bate), não quero parar de escrever essa fanfic que virou meu xodózinho aaaaaaaa---

mas tudo um dia acaba, não é mesmo? e já quero aproveitar o embalo pra agradecer pelos 300 (na real, 299 agora) favs. vocês são incríveis, e eu amo demais a dedicação e a atenção que muitos de vocês dão à história...... chega até me emocionei, não me toca.

enfim, não me matem por esse capítulo, okay?
boa leitura, guys! ~

Capítulo 31 - E (quase) tudo desmorona.


 

O que, exatamente, ocorreu no vestiário? — Indagou Jinsoul, conforme deixávamos o banheiro em passos apressados, olhando em volta a cada novo instante por medo de que alguém nos visse. 

Por mais que as chances fossem mínimas – ao julgar pelo horário, que já ultrapassara o fim das aulas – não poderíamos confiar muito nos estudantes daquele colégio. 

 

— Além da descoberta de que eu fiz o exato papel da nerd dispensada pela cheerleader popular? 

 

— Não estou falando disso, Hyejoo! Você ouviu o que eu ouvi? 

 

— E como não ouviria? Estávamos na mesma cabine! 

 

Repentinamente, Jinsoul freou. Me lançou um olhar por cima do ombro, erguendo as sobrancelhas em um claro questionamento acerca do porquê de minha grosseria repentina – motivo esse que nem eu mesma sabia qual era. 

 

Encolhi os ombros, finalmente me dando conta de que, inevitavelmente, voltei a estar imersa em minhas próprias frustrações, de uma hora para outra. E estava descontando na única pessoa que me deu certo apoio em meio àquele caos. Idiota

 

— Desculpa. — Murmurei, em um pedido que, aos olhos da loira, pareceu suficiente para que ela retomasse o passo pelos corredores afora. — Okay... Heejin provavelmente ouviu tudo; inclusive que você disse pelo telefone. 

 

O cenho da garota se franziu: 

— Ela estava com vocês? 

 

— Não exatamente... mas em algum canto daquele vestiário, talvez. 

 

— E como pode ter certeza disso? 

 

— A blusa dela estava jogada lá quando cheguei. Não a vi saindo dali durante o tempo em que fiquei espiando o local... além disso, acho meio impossível que tenha saído dali usando somente o sutiã... 

 

— Quê?! — Exclamou, me encarando com ambos os olhos arregalados. — Então você está supondo que elas... — E não completou a frase, perdendo-se em meio a um risinho incrédulo. — caralho... Son Hyejoo, você é uma verdadeira empata-foda. 

 

Uma careta se formou em meu rosto: eu, honestamente, não estava muito inclinada a aceitar aquele fato. 

 

— Cale a boca. 

 

— Okay... me desculpa por relembrar esse detalhe. — Caçoou, perdendo-se em meio ao próprio silêncio durante alguns segundos. Certamente sua mente fervilhava, na clara tentativa de mentalizar aquela situação. — E você disse alguma coisa antes daquela ligação acontecer? 

 

Dei de ombros: 

— Só fiz algumas perguntas retóricas... Hyunjin cavou a cova dela por conta própria. 

 

Dessa vez, Jinsoul não foi capaz de conter o riso: suas gargalhadas satisfeitas, beirando o tom maléfico, ecoaram pelo ambiente pouco movimentado.

 

 Estava divertindo-se unicamente com as imagens criadas em sua mente; quem dirá com as notícias que certamente sairiam depois. 

 

— Pois eu espero que tenha perdido, no mínimo, um dente. 

 

(...) 

 

Nem mesmo eu estava escapando daqueles malditos estereótipos. 

 

Jogada sobre meu tapete, com um pote de sorvete de chocolate e um pijama com estampa de patinhos, já perdia as contas de quantos minutos passei em meio a lágrimas e crises súbitas de raiva. 

Chorando por um término. Por uma garota mesquinha e popular. 

 

Estava enlouquecendo por completo, e nem mesmo o filme (de ação, vale ressaltar) transmitido na TV era capaz de me distrair da decadente realidade onde eu atualmente me encontrava. 

Se antes as coisas estavam ruins, atualmente só estavam se tornando piores. 

 

Foram várias as maneiras que procurei para buscar algum relaxamento: um banho quente, um chá, música alta, doces e mais doces. Inúmeras tentativas falhas. No fim, me pareceu bem idiota a ideia de que eu conseguiria alcançar alguma paz de espírito quando, enfim, retornasse ao apartamento; eu não esperava que, em meio ao silêncio constante do domicílio, minhas frustrações pudessem reverberar de maneira ainda mais alta e dolorosa pelos meus ouvidos. Fui iludida. 

 

Já imaginava ser capaz de arcar com uma desidratação quando o filme chegou ao fim. Não era um filme triste, e eu estava sendo completamente idiota. Ergui o rosto, enrolada em meio aos cobertores, e senti minha cabeça latejar: o relógio suspenso na parede acima da TV ainda apontava as oito da noite. 

 

Cedo demais. 

 

Diversos locais diferentes de meu corpo estalaram quando me estiquei para pegar o controle remoto, a fim de escolher outro filme para servir de fundo sonoro, quando na verdade eu só me ocuparia por me empanturrar com o sorvete já derretido e choramingar diversos palavrões que eu acabara de inventar. O silêncio preencheu o ambiente, mas estava acomodada ao incômodo, àquela altura. 

 

E tão grande era a minha distração, que meu coração errou uma batida quando, repentinamente, um barulho estridente atravessou os limites do apartamento e me pegou em um susto: meu celular. 

 

Bufei, sequer dedicando atenção a quem quer que estivesse me ligando; tateei os tecidos macios que me cercavam até que enfim encontrasse o aparelho, e atendi à chamada de maneira surpreendentemente robótica, prendendo-o entre o ombro e uma das orelhas para que pudesse tomar posse da colher novamente e prosseguir com minha comilança. 

 

— Alô? — Falha e abafada pela quantidade generosa de sorvete que levava aos lábios no momento; assim saiu a minha voz logo no cumprimento inicial. 

Não que eu estivesse em condições de dedicar muita importância ao meu estado. 

 

Qual é a sua? — O tom ríspido chegou ao meus ouvidos de maneira cortante e, certamente, surpreendente. 

 

Meu corpo gelou em um impulso único; o controle remoto indo de encontro ao chão enquanto eu, patéticamente, me engasgava com o maldito sorvete de chocolate. 

 

— Jungeun?! 

 

Que foi que houve? Se engasgou com a fumaça dos teus baseados, foi? 

 

Sim. Definitivamente era ela. 

 

— Eu não fumo, caralho. 

 

Sinceramente, Hyejoo? Não me importa que diabos você faz ou deixa de fazer com os seus pulmões. — De novo, a maneira como me encarava em completa irrelevância doeu. E, no fundo, eu não sabia se seria capaz de fingir não me importar com aquilo; estava fragilizada (lê-se ridícula) demais. — Na realidade, não deveria me importar com nada que envolvesse você, mas infelizmente tive que abrir essa maldita exceção tendo em vista que, no momento, as merdas que você faz estão envolvendo o meu nome. Então, de novo: qual. É. A sua? 

 

Não saberia dizer se as lágrimas que brotavam nos cantos dos meus olhos eram consequência da ardência em minha garganta ou do turbilhão de pensamentos que perpassava minha mente. Talvez os dois motivos. 

 

Tomei fôlego, segurando devidamente o aparelho embora minhas mãos, na realidade, tremessem. 

 

— Pode ser mais específica? Já perdi as contas de quantas merdas fiz, e realmente não sei se alguma delas envolve o seu nome. 

 

Vivi me contou tudo. — Rosnou, e meus olhos imediatamente se arregalaram, em pânico. Não entendi exatamente o que "tudo" abrangia, mas tinha a certeza absoluta de que, vindo de Kahei, não poderia ser algo bom. — Sobre a Jiwoo, a Sooyoung... e sobre a Jinsoul. 

 

Impossível. Aquela fodida não poderia saber tanto assim. 

 

— Hm, deixa eu ver... — Pigarreei, tentando me livrar do tom trêmulo e esganiçado de minha voz. Não poderia parecer tão óbvia, embora meu peito palpitasse e minha ansiedade crescesse, em protesto. — não foi a minha intenção magoar a Jiwoo, e eu não tenho envolvimento algum com a Sooyoung e a Jinsoul só porque vestimos roupas parecidas e frequentamos os mesmos lugares... 

 

Porra, não estou falando disso. — Interrompeu. — Você sabe que não estou. 

 

Realmente, eu sabia – mas desejava que não fosse o caso. 

 

— Hm, não está? 

 

Eu juro que estou lutando contra o impulso de te xingar de todos os nomes possíveis, Hyejoo. Eu juro... — E fez uma pausa, suspirando audivelmente contra o aparelho celular. Estava claramente tomada pela raiva, e o pior: eu era um motivo realmente justificável para tal sentimento. — okay, que se dane. Seu plano idiota, seja lá qual for, não vai funcionar, entendeu bem? E honestamente... eu não deveria ter sequer dado ouvidos àquela... àquela idiota da Jinsoul. 

 

Meu coração palpitava insistentemente, minhas pernas movendo-se repetidamente em uma ansiedade que, certamente, me causaria problemas maiores posteriormente. Kahei sabia. É claro que sabia. Porém, não bastava unicamente ter consciência de tudo: ela agiria em contrapartida, arruinaria os meus planos por completo e, mais do que nunca, colocaria Jungeun e Jiwoo contra mim. 

 

Afinal, certamente, minhas intenções, ao seu ver, eram inegavelmente ruins. 

E após tudo o que fiz agindo unicamente por impulso, eu não a julgava por pensar dessa maneira. 

 

— E-eu não... 

 

Poupe suas palavras, por favor. — Interrompeu, com o tom de voz certamente mais alterado do que o habitual. — Eu não sei que diabos aconteceu com você, nunca soube! Mas sinceramente não consigo encontrar justificativa alguma para explicar esse seu comportamento idiota. Me sinto burra por não ter aprendido de primeira e, honestamente, fui ainda mais idiota por pensar que aquela desgraçada que anda com você poderia ser menos imbecil ou traidora. 

 

Sua voz, subitamente, cessou. Um soluço ecoou do outro lado da linha, antes que a ligação fosse desligada. Sem mais, nem menos. 

 

Permaneci paralisada, em choque; Jungeun certamente estava chorando, não sei se pela raiva ou pelo sentimento de ter sido usada. 

E em ambos os casos eu era a principal causa, como sempre. 

 

Tudo o que eu construí e se aproximou de dar certo, subitamente, desmoronou: foi por água abaixo. As mínimas chances de recobrar a normalidade de minha vida passada estavam, como nunca, se convertendo a meras esperanças que jamais se concretizariam. 

 

Meu peito pesou e meu ar se esvaíu, lenta e dolorosamente, de meus pulmões. Não retornou; minha ansiedade no pico. 

 

O apartamento parecia se tornar cada vez mais apertado e, quando me dei por mim, outras lágrimas de desespero e angústia preenchiam minha visão. 

 

O sorvete do pote acabou. Desperdiçado no desespero por um problema que, na verdade, nem era tão grande assim – não comparado ao que, no momento, estava caindo sobre meus ombros. 

Eu não tinha forças para segurar. 

 

(...) 

 

— Bem... eu tenho uma notícia boa e uma ruim. — A voz de Jinsoul surgiu repentinamente ao meu lado conforme eu caminhava, completamente destroçada e cabisbaixa, pelo hall de entrada do colégio. Havia chegado um horário mais tarde e, ainda assim, não sabia como faria para abordar a ligação que recebi na noite anterior. 

 

Mas ao julgar pela seriedade que tomava o rosto dela, eu nem precisaria me dar o trabalho de contar o acontecimento. 

 

— Primeiro a ruim. — Pedi indiretamente, sem cessar o passo e, ao mesmo tempo, sem conseguir olhá-la nos olhos. 

Por mais que Jung permanecesse impassível ao caminhar lado a lado comigo, eu não fazia ideia de como seu interior estava após ficar sabendo da desagradável situação.  

 

— Jungeun desmarcou. Um dia antes do baile acontecer. — Anunciou, somente recebendo como resposta o meu silêncio. Claro, meu estado não passou despercebido por ela. Suspirou. — Você já sabia disso, não é? 

 

— Vivi meteu o dedo nisso também. 

 

— Prometo bater nela se nos encontrarmos por aí. 

 

Novamente, silêncio. O movimento constante de alunos pelos corredores já se tornara tão comum aos meus olhos que, em verdade, já não me incomodava tanto mais; e nem mesmo as vozes que se sobressaíam constantemente pelos ambientes lotados podiam ser ouvidas por mim. Estava inerte demais, distraída demais. 

 

Perdida. Sem chão. 

 

Não sabia exatamente para onde estava indo, mas ainda tinha uma Jinsoul – de postura tensa e com ambas as mãos repousando sobre os bolsos da jaqueta – ao meu lado, em um silêncio constrangedor que só não me soou mais desconfortável por, no fundo, eu saber que ela estava tentando demonstrar algum apoio a mim. Desde o início, tentamos ajustar as coisas. Juntas. Mas nenhum de nossos planos deram certo e, os que deram, haviam acabado de escorrer completamente pelo ralo. 

 

No fundo, eu sabia: ela estava prestando socorro, mesmo que à sua maneira desajeitada e inexperiente de agir quanto a isso. 

 

— E a boa? — Perguntei distantemente, prendendo o olhar sobre os armários, idênticos entre si, que se projetavam ao meu lado. 

 

A loira pareceu se sentir mais confortável com a possibilidade de falar sobre algo que não fosse meu fracasso. 

Porém, ao retomar a palavra, ela me pareceu igualmente distante e apática. 

 

— Hyunjin passou por mim há alguns minutos atrás. Está com o olho roxo e, pelo visto, foi suspensa do time de cheerleaders. 

 

Eu sabia que, em outro momento, ela estaria gargalhando da situação e eu, ao seu lado, me limitaria a rir da sua felicidade genuína ao presenciar a desgraça alheia. Mas as coisas ali estavam dolorosamente diferentes, e por mais que tentasse não demonstrar, Jinsoul também estava afetada com tudo o que acontecera recentemente. 

 

Ambas estávamos abaladas; talvez em níveis diferentes mas, de alguma forma, estávamos. 

 

O desconforto ainda martelava meu cérebro. Resolvi tentar quebrar o silêncio novamente:

— Heejin também foi suspensa? 

 

A mais velha confirmou lentamente, e me assustou a maneira como não esboçou nenhuma reação. Parecia pensativa. 

 

— Heejin também. 

 

E, em meio às nossas conversas paralelas, ainda existia um vão: um emaranhado de perguntas e palavras que queríamos pronunciar, mas que, ao mesmo tempo, pertenciam a um assunto no qual não queríamos tocar no momento. 

 

Como cada uma de nós havia recebido a infeliz notícia? 

O que faríamos a partir dali?  

 

O sinal que comumente anunciava o início de novas aulas reverberou pelo local, alarmando a maioria dos estudantes que, em segundos, se dissiparam. Não sabia qual seria minha próxima aula; meus pés ainda se moviam insistentemente, roboticamente. Inquietos. Não me importava para qual sala eu deveria me dirigir; tal pensamento sequer perpassou pela minha mente que, no momento, já encontrava-se demasiadamente ocupada por toda a infelicidade que fui obrigada a presenciar. 

 

Ao longe, uma figura familiar despontou pelo outro lado do corredor, vindo em minha direção. Aquela que, apesar de seu mínimo – ou inexistente – merecimento, recebeu minha ajuda quanto ao último pedido que, para minha infelicidade, foi um fracasso: Sooyoung. 

 

Jinsoul também notou a aproximação da morena, e tenho certeza de que nossos pensamentos se igualaram ao imaginar o que estaria por vir: uma Ha completamente irada, que me culparia pelo seu fracasso e provavelmente tentaria me atacar de alguma forma. 

 

Eu não tinha forças para agir em contrapartida, e a Jung sabia disso. Quando a figura da mais alta dentre as três de tornou mais próxima, já pude notar de relance seus punhos cerrando e seu corpo tomando a frente do meu, por alguns significantes centímetros. Em defesa. 

 

Porém, outro ponto despertou minha atenção, de maneira mais chamativa do que o ato nobre da loira. 

 

Sooyoung estava sorrindo

 

— Son, sua gênia fodida! — Exclamou, assim que seu corpo se colocou diante do meu. Jinsoul também notou que parecia bem distante de querer me dar um soco, mas não desfez a posição de abate.  

 

Ha estava empolgada, contradizendo por completo sua postura tipicamente durona e intimidadora. Parecia inerte demais para notar sequer a apreensão por parte de Jinsoul e eu; estava muito concentrada em seus gestos exagerados e certamente felizes. 

 

— O que você...? — Comecei mas, logo em seguida, sua voz sobressaiu a minha.

Típicas interrupções. 

 

— Eu fiz exatamente como você mandou! Levei as últimas cartas ao armário dela e marquei um encontro atrás da estufa, logo no primeiro horário... 

 

Uma grande interrogação surgiu em meu rosto, mas ela ainda parecia longe de notar. 

Havia executado nosso plano inicial. O plano que, por sinal, Vivi fizera questão de arruinar. Como poderia estar contente com o fracasso? 

 

—...E ela até deixou de assistir a primeira aula pra me ver, acredita? Pois é, de início foi desconfortável pra um caralho, mas eu disse aquilo que você falou e... 

 

— Ela aceitou? — Interviu Jinsoul, arqueando as sobrancelhas em um questionamento certamente intrigado. 

 

Impossível, Jiwoo não ignoraria os conselhos de Kahei. 

Ha só podia estar fodidamente chapada. 

 

— Aceitou! Tipo, parece improvável mas... sim! Ela aceitou! Amanhã, às sete, na porta de entrada. — Não. Definitivamente não. — Hyejoo, retiro grande parte do que eu disse anteriormente. Você. É. Um gênio. 

 

E, antes que eu pudesse abrir a boca para fazer alguma pergunta ou qualquer coisa parecida, Sooyoung deixou um soquinho sobre um dos meus ombros, voltando a perambular pelos corredores, praticamente saltitante. 

 

O silêncio recaiu sobre Jinsoul e eu, mais uma vez. Porém, seu olhar ao se encontrar com o meu já transmitiu sua mensagem por completo: 

 

 

Confusão.


Notas Finais


e todo mundo sai magoada................ menos a sooyoung, quem sabe.

mas que diabos aconteceu aqui?
hmkk nao sei, mas aceito teorias ~


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...