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História Como (não) conquistar o crush - Capítulo 3


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Notas do Autor


oi GENTE!!! quanto tempo, q sdds!!!!
com o tanto de comentario no cap passado eh logico q vcs tavam merecendo um capitulo neah

entao, me desculpem por ficar tanto tempo sem postar!!!! o em foi mt pesado pra mim e eu n conseguia inspiracao suficiente pra escrever :/ mas aq estou eu ne

ENFIM!!!! KKKK desculpa e......
boa leitura!!!

Capítulo 3 - Bar.


Lucy, como sempre, penteou seu cabelo na intenção de prendê-lo em, dessa vez, um rabo de cavalo. Estava bem animada, afinal, era hoje que encontraria Lisanna — sua antiga rival e mais nova cupido —.

Vestiu um vestido soltinho e rosa, colocou seus óculos e calçou suas sapatilhas. Havia pedido a localização para Levy, que já havia ido com o Gajeel. Não havia entendido muito bem o porquê MacGarden havia falado que não gostaria daquele lugar, afinal, era uma simples lanchonete.

Sendo assim, pegou uma bolsa simples emprestada de sua mãe para colocar o celular. Cogitou até colocar brilho labial, mas estaria vaidosa daquele jeito por quê? Iria apenas encontrar a Strauss, oras.

 

 

Em não muitos quarteirões distantes, Lucy cogitou se havia demorado muito, pois não haviam marcado horário e não foi logo — literalmente — depois da aula.

Já conseguia ouvir o barulho iminente naquele local de uma provável música e pessoas conversando. Provavelmente iria lhe dar dor de cabeça. Talvez Levy estaria certa. 

Olhou bem para entrada e leu “Guinne’s bar”. Estranhou e pegou seu óculos, limpando-o logo em seguida, pensando que sua visão devia estar errada. Se questionou caso havia entendido errado quando a albina falou.

Hesitou, mas acabou por entrar timidamente, procurando a mesa em que Lisanna estava. Ficou desapontada ao perceber que ela estava lá. Será que havia vindo e se arrumado para nada? 

Ao conter as lágrimas, ouviu uma voz um tanto familiar:

— Loira, você terá que esperar um pouco para ser atendida por mim… dos dois jeitos. — e virou para trás, vendo um inconfundível uniforme de garçonete, a vendo sorrir maliciosamente para si. Corou dos pés a cabeça e abaixou o olhar.

— C-Claro… — gaguejou.

Não era surpresa para ninguém que Lisanna ficava incrivelmente linda naquela roupa, principalmente para Lucy. Era notável o quanto era querida por todos e a Heartfilia pareceu contagiada a partir disso.

O modo que ela se movia pelo bar chamava atenção e todos conversavam com ela. Por um momento, a loira sentiu um pouco de inveja, porém logo voltou a sua inicial postura. Querendo ou não, a albina era uma pessoa interessante por ser amiga do seu amor, nada mais que isso.

— Chefe, vou dar um intervalo, porquê combinei com aquela ali — apontou para a loira, que ficou meio sem graça e um pouco brava. — de me encontrar com ela no bar. Qualquer coisa, eu faço umas horas a mais amanhã.

— Beleza.

E assim, Strauss sentou em frente de Lucy, olhando-a sorrindo, daquele jeito que. aparentemente, só ela sabia. A Heartfilia, ainda corada, manteve a expressão séria, esperando a albina falar, afinal, ela talvez devia explicações.

— Sabe, princesa, as pessoas trabalham para se manterem vivas, e isso não é muito diferente do meu caso.

A loira congelou por um momento. Não era aquilo que estava pensando que a garota ia falar, e sim sobre ser um bar e não uma lanchonete, mas havia ficado curiosa… 

Como assim pessoas de suas idades trabalhavam? Se questionou por um momento. Não estava acostumada com isso, sua única função era estudar. Sabia que a albina era um ano mais velha — havia visto em suas redes sociais —, porém isso não influenciava em sua opinião sobre o assunto.

— Eu… — deu uma pausa. — Não é isso que desejo uma explicação.

Lisanna franziu o cenho, como se estivesse confusa.

— O que é?

A loira olhou para os dois lados, para logo sussurrar para ela:

— Você havia me falado que era uma lanchonete… — chegou mais perto, como se fosse um segredo. — E é um bar.

Parecendo mais confusa ainda e continuando com o cenho franzido, disse:

— E daí?

Strauss chegou ainda mais perto de Heartfilia, a encarando com intensidade. Seus rostos estavam tão próximos que conseguia sentir a respiração da loira.

Lucy sentiu-se desnorteada por um momento, por isso, afastou-se.

— Você havia me dito que… hm… — encolheu-se. — Guinne’s era uma lanchonete, mas é um bar…

— Sim, loirinha, eu sei. — sorriu debochadamente. — Caso falasse que era um bar, tinha quase certeza que você não viria. Afinal, não parece que…

Fitou o rosto da loira e passou para o busto, “Apenas quero checar a roupa…” mentiu para si mesma. Por um segundo, admirou os seios fartos e escondidos sob o vestido da loira. Passou a língua entre os lábios devagar, sentindo falta de algum de seus pirulito agora mesmo. Logo tratou de desviar o olhar, já que a mesa tampava o resto do corpo, ou melhor, da vestimenta.

— Não parece que você viria para esse tipo de lugar, normalmente. 

Lucy tratou de logo a responder: 

— E eu não venho! — mordeu o lábio, como se estivesse receosa. — É minha primeira vez em um lugar como este. Minha mãe sempre me falou que inadequado para mim. — sorriu meio constrangida. — Não sei se esta roupa, por exemplo, é adequada para esta ocasião.

— Fica tranquila, está boa em você.

Heartfilia corou com o comentário. Quase nunca recebia elogios, porém agora acabou de obter um de uma das melhores amigas do amor de sua vida.

— Obrigada…

Lisanna bufou.

— Vamos falar do que combinamos. Está com o seu celular aí?

— Sim, por quê?

— Me passa seu número, anda. Não vamos poder nos encontrar todos os dias para falarmos sobre isso, tenho mais o que fazer.

Lucy confirmou brevemente e trocaram contatos. 

— Se quer realmente continuar com isso de conquistar aquele… — fez uma pausa, tentando lembrar de um nome correto para Natsu — imbecil, teremos que ver…

A loira, com o instinto de proteção e se segurando ao máximo, acabou por interromper a albina:

— Desculpe-me pela falta de educação de lhe interromper, mas não fale assim do amor da minha vida!

Strauss, por um momento, pareceu extremamente chocada para logo depois de um minuto de silêncio, rir alto. Parou logo com o sorrisinho sarcástico.

— Espere aí, eu sou a melhor amiga daquele idiota — retomou com os xingamentos na intenção de continuar a irritar Lucy, além de dar uma pequena pausa. — E você é o que mesmo? Uma princesinha nerd de quem ele nunca ouviu falar?

Heartfilia sempre faz um bico quando estava brava, e desta vez não foi diferente. A própria esperou um tempo, até dizer:

— Mas isso irá mudar em breve!

— Claro… se você fizer os meus deveres de casa. Além de que — sorriu maliciosamente. — eu já até sei como iremos fazer isso.

— Como?

— Você irá a festa de Michelle, nessa sexta, às meia noite. — passou a língua entre os lábios.

Heartfilia logo tratou de fazer uma cara de desespero.

— Minha mãe não irá deixar! É muito tarde e eu…

— Ah, mas terá de deixar, princesa… afinal, vai ser exatamente aí que a história de — sorriu mais amplamente — amor irá começar.

 

 

Ao Heartfilia chegar em casa, pegou o celular rapidamente e digitou no grupo de suas duas e únicas amigas, Levy e Laki.

 

Lucy

Ainda estou chateada contigo, Laki, mas te perdoei um pouco.

Terá dia das meninas essa semana, certo? Estou ansiosa!

 

Mal sabiam elas que a “história de amor” já havia começado desde que Lucy resolveu dedurar Strauss há dois anos atrás por cola…


Notas Finais


kkk ninguem aq eh hetero espero q isso esteja bem claro
desculpa qualquer erro glr. eu nao revisei NADA tipo LITERALMENTE nada

EH ISSO!! espero q ainda estejam vivos e bem :)))))

bjs amores e desculpa pelo alarme falso d ontem JKKKK eu n vo mais deleta o cap


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