História Como (Não) Partir um Coração - Capítulo 2


Escrita por: e daengukmin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), TWICE
Personagens Dahyun, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Comedia, Jimin!bttom, Jk!top, Kookmin, Menção Namjin Romance, Menção Vhope
Visualizações 48
Palavras 2.881
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura bebês ^^

Capítulo 2 - Superando um término


Naquela altura do campeonato Jimin já não questionava as maluquices de Dahyun, quer dizer, depois de uma semana chorando e manchando a blusa do mais velho com catarro, Kim decidiu que estava mais do que na hora de parar com aquilo. Não poderia evitar tudo por mais tempo do que o necessário. 

— Fico feliz por você, está até pensando em tomar banho. É um orgulho mesmo. — Park tentava encontrar algum sorriso, qualquer coisa, mesmo que seja forçado, mas apenas obteve um olhar torto. 

— Eu tenho três meses para superar o fim do relacionamento. E dois anos para superar ele completamente. — Os livros estavam jogados por toda parte do quarto, juntamente com os restos de comida. O próprio chiqueiro. 

— Você mesma disse — Pegou o livro que marcava a página que estava cheia de anotações e algumas partes manchadas de comida.—, superar um relacionamento, mas você nem teve nada com ele.

— Sai da minha casa agora!

Durante aquele último dia da semana Dahyun apenas enrolava para sair de casa, era ansiosa demais e tinha medo de encontrar alguém que pudesse se lembrar da vergonha que passou. O que resultou em mais choro e noites vomitando, mas em todas elas Jimin segurava seus cabelos longos e limpava o canto de sua boca. Ou então a aturava bêbada. O que não era nada fácil, porque a Kim adorava fazer coisas sem noção, ficando muito brava quando o Park falava que estava bêbada demais para isso.

— Eu vou sair pra comprar mais bebida.

— Dahyun, não pode, você tá bêbada demais para dirigir. — Disse escondendo a chave do carro em um vaso de plantas. Poxa, ele não bebia diariamente e quando bebia, era para entrar em coma, mas com uma Dahyun afirmado que estava bem para fazer o que quisesse, sabia que era impossível. — Vamos pedir pro Hobi comprar na volta do trabalho dele, hein?

— Eu não sou tonta, Jimin, olha pra mim. — Pediu segurando o rosto um tanto mais redondinho que o seu. — Eu estou bem, agora me dá a chave. 

Como estaria bem com as bochechas tão vermelhas e ainda por cima fedendo a bebidas? Park jurava que ela não poderia nem colocar o indicador na ponta do nariz. Quando mais dirigir sem causar um acidente. 

— Ainda tem um pouco aqui, Dah, a gente pode beber e esperar o Hobi trazer as bebidas, eu até já mandei mensagem pra ele. — Céus, queria muito era meter a mão naquela cara, mas se segurou o bastante para ser carinhoso o suficiente. Aquilo era tão difícil, estava tão bêbado quando e ainda tinha que cuidar de uma depressiva que provavelmente agora estava entrando na fase de se irritar com tudo, já que havia passado pela fase de rir de qualquer coisa que achasse graça. 

— Eu pedi a chave, Park! Me dá a droga da chave seu cretino. — E aquilo confirmou suas dúvidas.

— Amor, presta atenção: eu não sei onde está a chave.

Por que tão difícil? Só queria deitar no chão e beber mais, não sentia suas próprias mãos de tanto que bebeu, o gosto forte do álcool nem parecia queimar tanto sua garganta agora, e seu lado mais safado gritava para tomar posse de seu corpo. Queria sair para dar a bunda, beijar na boca, ou quem sabe até cair de boca no pau de algum gostoso por aí.

— Isso não é o suficiente, idiota. — Berrou.

Jimin aguentaria qualquer coisa, apenas rezava para que Dahyun não tivesse a fase safada que ele estava. Quer dizer, existia todo tipo de bêbados, mas nem todos eram safados, alguns só dormiam e reclamavam de como a vida era injusta. E outros apenas dançavam e riam de qualquer coisa idiota, havia ainda os que ligavam para alguém e confessavam seus sentimentos aos quatro ventos. E por último, e mais lamentável, aqueles que mandavam mensagens para qualquer ser humano, falando tudo que achasse que deveria ser dito. Ah, Park Jimin já passou tantas vergonhas na vida por causa disso.

— É sim! Droga, para de gritar comigo.

— Argh! — Viu a Kim morder seus lábios. — Eu ‘tô com tanta sede. — apertou seu lábio inferior com o dedo.

Park dava atenção somente para a garrafa verde de soju em sua mão pequena, estava com sono também. Tudo estava um saco.

— Eu preciso beijar. Beijar aquele maldito do Jeongguk. — E então a Kim beijou o ruivo, o deixando confuso. E o beijou novamente, na verdade, inúmeras vezes.

— Você não pode fazer isso, Dahyun, para com isso. — A pele de suas bochechas queimava. Não se sentia atraído pela amiga, isso nunca, mas seus hormônios pareciam não entender aquilo.

— Aquele ridículo com os ombros largos — Desceu seus lábios para o maxilar que até então estava travado. — E ele é tão cheiroso. — E novamente Park sentiu um selar no canto da boca.

Já havia dado curtos selares na mais nova, eram amigos de longa data e não via problema algum naquilo. Claro que se estivesse em um relacionamento, com certeza não faria algo assim, mas os dois estavam livres e apenas faziam aquilo naturalmente, como um gesto carinhoso de amizade. Além de que Jimin preferia outra fruta.

De qualquer forma, a maneira na qual sentiu os lábios quentes no canto dos seus, foi diferente. Quase como se beijasse um total desconhecido, apenas por uma noite, não queria nada mais sério que beijos. 

— É mesmo? E o que mais ele é? — Fechou seus olhos e tombou a cabeça para trás, deixando a pele de seu pescoço a mercê. Que sua dignidade de amigos fosse a merda. Não negaria que sua boca coçava para beijar alguém, e bom, Dahyun era alguém com muita experiência.

— Ele é tão másculo, tem mãos grandes e seus braços mostram as veias dele. — Não sabia quando, mas já sentia algo molhado e áspero pelo seu maxilar. Tão quente. — E sabe do que eu tenho certeza, oppa? 

— Hm… — Disse incentivando para que continuasse, enquanto sentia beijos estalados por seu rosto. 

— Jeongguk tem pau grande.

Céus, aquilo já era demais para si e agora que parou para pensar, Jimin não estava se excitando pelos seios bonitos que Dahyun tinha e muito menos por aquelas curvas delicadas e lindas, mas sim por formar a imagem de um homem alto, de ombros largos, braços cheios de veias e agora, de pau grande. Inconscientemente lambeu os lábios que pareciam tão secos naquele momento.

— O que mais ele tem? Fala pro oppa, amor. — Sentia seu membro dar sinais de vida.

— Uma bunda tão gostosa, mais gostosa que a minha até. Eu sei, é bem difícil isso ser verdade, mas é. — Park sentiu duas mãos delicadas, mais delicadas do que esperava; quem sabe não estivesse buscando as mãos grandes que tanto imaginava, deslizarem por seus braços cobertos pela camisa de mangas longas. 

— Eu sei, isso é realmente difícil de se achar, não é? — Não se deu conta, mas suas mãos já estavam alisando a parte traseira da Kim.

Não sabia mais o que estava fazendo com seu corpo. Suas mãos pareciam não querer obedecer seus comandos e já estavam beliscando, alisando e apertando as bandas nadega da morena. Será que a do tal Jeongguk realmente supera aquela ali? Seus braços eram apertados na mesma intensidade e os lábios femininos deixavam lambidas e beijos por seu pescoço. 

— Você não faz ideia do quanto. — Falou em um suspiro, incentivando que continuasse com os toques. — E os olhos dele. Ah… São tão grandes e fundos, tão bonitos. 

Jimin buscava tal homem perfeito em sua mente, só podia ser mentira de sua amiga, onde se viu alguém parecido ao que escutava? 

As mãos de Dahyun estavam tão inquietas e as do amigo pareciam queimar em sua pele branquinha. Ah, Jimin tinha tanta pegada que queria era dar logo para ele. Deslizava sua destra pelo peitoral de Jimin enquanto tinha a bunda acariciada por baixo da saia que usava. 

— Eu vi ele se trocando no vestiário dos meninos e é tão grande, oppa.

Oh, a Kim se recordava tão bem daquele dia. Estava esperando Mark para transarem no banheiro antes do treino, só não esperava que Jeon entrasse e tirasse suas roupas. Queria sair antes de ver Jeongguk desnudo, mas seus olhos não queriam deixar de ver aquele corpo tão gostoso. Decorou cada parte que podia, não deixando a mais importante de lado, claro. E mais tarde enquanto sentia outro homem se enterrar em si, não esqueceu do que havia visto.

No momento seguinte Jimin já tinha os lábios da Kim colados aos seus. Em um beijo rápido e totalmente fora de ritmo. As línguas se encontravam desesperadas por mais toques e as mãos do ruivo apertavam a cintura da mais nova com fervor. Dahyun apertava o volume nas calças do melhor amigo, tentando tirar o membro duro de dentro para ver o quão excitado ficará por si.

— Hum… 

Jimin tentou separar Dahyun de si, mas apenas ganhou uma mão em seu peitoral, enquanto a outra apalpava seu membro. E foi quando acordou para a realidade, não era o homem de sua cabeça. Era sua melhor amiga, com aqueles… Puff, seios esfregando quase em sua cara. As bocas pareciam não se encaixar mais. 

— Dah — Novamente tentou se separar dela, mas suas mãos foram seguradas e guiadas até os seios da Kim. 

Nesse momento o Park notou que o que realmente queria era um pau, grosso e do tal Jeongguk enterrando em sim. Por Deus, Dahyun esperava que Jimin dominasse o que? Ele gostava era de rezar, ser colocado de quatro e sentir aquelas dores no dia seguinte.

— Eu não acredito nisso, Park Jimin, você broxou? — Gritou apertando o membro que estava tão mole.

O Park não conseguia formular uma resposta digna o suficiente, apenas pensava nos seios que não queria ter que ver, no pau de um total desconhecido e em seu membro murcho. De alguma forma seu cérebro pegou todas as informações e formulou a seguinte frase: 

— Eu nunca broxei, juro — confessou — Mas você não tem pau.

O que resultou em uma Kim Dahyun irritadiça virando o resto de bebida que havia em uma garrafa.

— Você é tão idiota. 

Ah não, agora vinha a fase na qual choraria. E como havia previsto, lágrimas molharam o rosto da Kim, juntamente de alguns soluços altos. 

— Eu não sou bonita, é isso? Por que você é assim? 

— Eu não posso mandar meu pau subir por causa de peitos — riu de nervoso. — São… Peitos! 

— Não são bonitos? Você nem viu eles.

— Eu vi quando a gente era criança. — Se conheciam a tanto tempo que Jimin havia perdido as contas de quantas vezes ele teve que dar um banho na Kim por ela estar indisposta demais ou então por estar bêbada demais. O que não era diferente para Dahyun, que fazia o mesmo pelo maior.

— Mas eles cresceram, eu juro que sim, oppa. — E os soluços apenas aumentaram. 

Dahyun dormindo em cima de um Jimin totalmente descabelado e jogado no chão, uma música alta o suficiente para receber reclamações dos vizinhos e várias garrafas de soju jogadas no chão. Foi essa imagem que Hoseok encontrou quando chegou em casa com duas sacolas com mais bebidas.

[...]

Jimin se xingava loucamente por aceitar aquilo. Não estava acreditando que depois de beber até não poder mais, Kim Dahyun havia o tirado da cama em seu dia folga e em plena ressaca para que ele conhecesse o tal monumento que ditou na noite passada. 

E agora estava vestindo qualquer coisa que encontrasse em seu armário. Escolhendo gentilmente uma jaqueta de couro e foda-se, iria com a calça de pijamas mesmo. Apenas veria Jeongguk de longe, e teria uma ideia de como seguir com aquele plano idiota. Não esquecendo antes de pegar seus óculos pretos. Haviam bolsas gigantes debaixo de seus tão pequenos olhos.

— Sério mesmo? Não vai se produzir mais? — Dahyun perguntou enquanto tirava a blusa e vestia outra. 

Pela primeira vez a Kim viu Jimin ficar vermelho ao ver sua barriguinha lisa. Não conseguia se lembrar do que fez noite passada, apenas vagas lembranças de choros e reclamos. Mas Park fazia do tipo de bêbado que nunca esquecia de seus atos enquanto bebia. Aquilo era horrível, pois era o único a lembrar e ficar envergonhado, enquanto os outros seguiam sua vida como se nada tivesse esquecido. 

Não muito diferente do mais velho, Dahyun pegou uma jaqueta igualmente preta, mas optou por uma calça preta colada, diferente da calça com unicórnios que Jimin tinha pego emprestada de Hoseok. E por último colocou seu óculos para esconder os olhos que pareciam mais inchados. 

— Vamos.

Park Jimin com seus lindos e macios cabelos em tom de laranja vivo estava no shopping usando aquela maldita calça repleta de unicórnios, mas pelo menos usava sua jaqueta predileta de couro que dava lhe um ar másculo. Se Min Yoongi não tivesse ocupado demais com seu sono e estivesse ali junto de Jung e Kim, teria zoado Jimin que sua próxima geração Park ainda se sentiria ofendida pelos Min.

Estava sem compreender o que faziam no shopping as duas da tarde. O garoto trabalhava no McDonald's? Só isso pra valer a pena, quer dizer, nem isso mais. Uma vez que havia comprado o mclanche feliz, para obviamente se sentir feliz, imaginem sua desgraça ao acabar de comer e não estar feliz porra nenhuma, estava mais infeliz ainda, tinha gasto seu dinheiro para nada. Pensaria em processar o McDonald's depois.

— Prestem atenção. Sabe aquele ali dentro da loja de discos?

Ambos olharam em direção a loja de discos que ficava em frente a praça de alimentação — Exatamente onde eles estavam —, Dahyun mantinha o rosto coberto pelos óculos de sol

— Aquele é o Jeongguk.

— ‘Tá, ele é bonitinho, mas o quê viemos fazer aqui? — disse Hoseok, impaciente.

— Viemos expiar o território inimigo e apresentar o oppa pro Jeongguk.

Jimin que bebia seu suco até engasgou. Tossindo inúmeras vezes, recebendo tapas fortes de Jung que tentava o ajudar.

— Nem pensar. Eu não estou vestido apropriadamente para conhecer ele, desculpe Dah mas eu não vou — murmurou respirando com dificuldade.

— Relaxa, eu não sou burra. Não vou deixar que conheça ele nesse estado de perdedor. Tá até fedendo, seu podre.

— Muito gentil você, Dahyun. — Revirou os olhos irritado.  

— Vamos logo com isso, eu ‘tô morrendo de fome — Hoseok o empurrou até que estivesse longe da mesa.

E assim foram dois quase mortos e um animado Hoseok na frente para ter a vista de Jeongguk. Sim, Dahyun não estava exagerando quanto ao monumento que disse que Jeon era. Era tudo e mais um pouco. 

De longe Jimin viu aqueles ombros largos cobertos por uma camisa preta de mangas curtas, coxas tão gostosas escondidas por uma calça de lavagem escura e então o rosto de bebê. Corpo de macho alfa e rosto de uma criança. Mas não deixava de ser belo. 

— Como você planeja que aquele cara se apaixone por mim? Você não podia ser mais iludida que eu, Kim Dahyun. — Disse em tom de deboche. 

A verdade é que depois de três relacionamentos, um pior que o outro, fez com que a auto estima de Jimin fossem para o ralo. Todos seus namorados faziam questão de deixar claro que Park não era tudo isso. O que resultou em várias sessões de terapia, para pelo menos conseguir se olhar no espelho com alguma dignidade. Porque enquanto Dahyun fazia o papel de pegadora, destruidora de corações na faculdade, Jimin era a mocinha que esperava achar seu príncipe. Do tipo que depois de um beijo já planejava o nome do primeiro filho que adotariam. 

Apenas os mais próximos sabiam o quanto Park se entregava aos relacionamentos que tinha, e quando estes acabavam, Jimin sentia que uma parte de si fora junto com eles. E era a verdade, o ruivinho entregava uma parte sua, não apenas no sexo, nos beijos ou nos toques amorosos, mas de alma. Um completo maricas, como Yoongi disse uma vez que Jimin não superou o fim de um relacionamento que não tinha mais como ir para frente.  Seu coração era tão grande para pessoas pequenas, sempre caberia mais um dentro dele, mas quando chorava por algum ex sentia ele diminuir cada vez mais e se despedaçar. Estava cansado daquilo.

E se Dahyun acreditava que aquele homem grandão ali o chamaria para sair, ela que se fode-se, seu coração não aguentaria aquela pessoa que era provavelmente grande o suficiente para caber ali sozinho. 

— Não começa, Jimin, eu vou te ensinar a ser o maior destruidor de corações, assim como eu. E no final você vai ter ele na palma da sua mão.  

— Eu não acho isso legal. Alguém vai se machucar. — Hobi disse.

— Alguém já está machucado. E essa pessoa sou eu. 

Dito isso Kim estendeu a mão para frente, sem tirar os olhos de Jeongguk, com a palma para cima e aberta. Jimin então entendendo, voltou seus olhos para o Jeon e pegou na mão da mais nova. 

Tinha jogado a merda no ventilador de qualquer jeito, pelo menos vingaria sua amiga.


Notas Finais


se gostou, comente e favorite ok?

bjs até o próximo!


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