História Como (não) perder a virgindade - Capítulo 3


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Categorias TWICE
Tags Michaeng
Visualizações 49
Palavras 2.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


First of all: Tem hot nesse capítulo e terá no próximo.
Segundo: o capítulo quatro será adicionado amanhã
Terceiro: Eu nunca tinha escrito um hot hora na minha vida, nem mesmo hétero. Se não tiver ficado bom, podem me gongar nos comentários.
Quarto: A música de Dahmo vai ser Locked Out Of Heaven por motivos de 1) elas vão transar muuuuuito. 2) eu acho essa música boa pra caramba. Mas se vocês quiserem, podem escolher a música se suas preferência.
Sem mais delongas, aproveitem...

Capítulo 3 - Quatro menos um


Fanfic / Fanfiction Como (não) perder a virgindade - Capítulo 3 - Quatro menos um

     Seul. 8h da noite

 

        A Universidade é o lugar onde finalmente enxergamos que já não somos crianças ou adolescentes. Começamos a perceber que todas as coisas requerem sacrifícios. Noites mal dormidas, festas e saídas demarcadas com o objetivo de estudar para o exame final. É claro que nem todos são adeptos á isso. Muitos levam a faculdade como uma grande festa. Festas, bebidas, sexo e muito tempo dormindo.

        Tzuyu era diferente. Via a faculdade como uma válvula de escape momentânea para sua tristeza sem fim. Os trabalhos e inúmeros seminários a fazia esquecer Os trabalhos e inúmeros seminários a fazia esquecer, ao menos por alguns momentos, que ao final daquela atividade, as vozes e a angústia voltariam com tudo. Por isso a garota permanecia a maior quantidade de tempo possível naquele lugar, seja dentro dos prédios, ou em qualquer outro lugar do campus. Naquela noite, Tzuyu decidiu passar um tempo no restaurante de Dahyun. Lá ela poderia comer bibimbap e ouvir conversas aleatórias para se distrair.

        Atravessou a Praça de alimentação e abriu a porta do estabelecimento, ouvindo um sininho em seguida. Para sua surpresa, o lugar estava deserto. Não que fosse cheio normalmente, mas alguns gatos pingados se refugiavam ali para matar aula ou comer ou beber algo que afastasse a ressaca.

        A garota caminhou até encontrar uma garota sentada em uma mesa com um livro do Harry Potter nas mãos e um pedaço de bolo de chocolate em frente a mesma. Ao ouvir a respiração de Tzuyu, Sana abaixou o livro e abriu um sorriso para a mesma, que respirou aliviada por encontrar a amiga de Chaeyoung ali.

        - Hey, Shiba. Tudo nem? – Tzuyu perguntou se sentando no banco paralelo ao da japonesa, que acenou com a cabeça em resposta. – Cadê as meninas?

        - Bem...mais cedo eu ouvi a Momo e a Dahyun falando sobre uma festa. Nem vi elas saindo. – Sana disse envergonhada. 

        - Elas saíram e te deixaram sozinha aqui? – Tzuyu perguntou incrédula – Elas são malucas ou o quê?

        - Tudo bem, Tzu. Eu peguei bolo na geladeira. – Sana tranquilizou a mais alta. Tzuyu só fez rir da inocência de Sana. Se perguntava como alguém tão doce quanto Sana não tinha muitos amigos. 

        Ficaram em silêncio por alguns instantes até Sana abaixar o livro e olhar para Tzuyu com um olhar acanhado.

        - Como a gente sabe quando gosta de alguém? – A pergunta atingiu a taiwanesa como uma bolinha da papel untada com cola na cabeça.

        Foi então que Tzuyu começou a se lembrar de Chaeyoung. Eram amigas desde o ensino médio. Não sabia explicar como tudo perdeu o controle ou quando as coisas começaram a ficar diferentes dentro de si. Quando começou a reparar na baixinha de forma diferente. Quando a ver sorrir a fazia sorrir também. Como vê-la triste a entristecia também. Como ver ela olhar para Mina da mesma forma que ela olhava para Chaeyoung a deixava irritada. Não sabia explicar isso para Sana sem um nó se formar em sua garganta. Então só olhou para Sana, sorriu e respondeu:

        - É quando você se sente tão feliz quanto receber uma carta de Hogwarts. – Ao termino da frase, o som da risada de Sana preencheu o local e o coração de Tzuyu se aqueceu. Sana era preciosa para Tzuyu. A tinha como algo melhor que o remédio para dormir que tomava todas as noites. – Que tal se você ler um pouco do seu livro pra mim? Minha mãe disse que é muito bom mas quase não tenho tempo para ler.

        Assim se seguiu a noite das duas. Sana lia o livro para Tzuyu, que imaginava e saboreava cada cena como algo mágico. Foi uma noite regada a muito bolo de chocolate, sorrisos e Harry Potter.

        Muito, muito longe dali, uma casa de moradores com um grande poder aquisitivo conseguia ser extremamente barulhenta. Qualquer um que chegasse ali e ficasse perto da caixa de som se tornaria deficiente auditivo graças aos elevadíssimos decibéis. Momo nem se importava. Enquanto a bebida tocasse seus lábios, ela estaria feliz.

        Se deliciava com o Whisky caro até que viu uma cena que fez seu sangue ferver: Wendy conversava com Dahyun. As duas mantinham uma distância até considerável, mas na cabeça de Momo era quase como se a amiga de Irene estivesse beijando sua garota. 

        Largou o copo de bebida na mesinha de centro e andou apressada até as duas, abrindo um sorriso cínico ao chegar perto.

        - Nossa, que fascinante. – Disse olhando para Dahyun. – Pensei que só o Harry Potter era capaz de falar a língua das cobras. Me surpreendeu, gata.

        - Voldemort também fala a língua das cobras, animal. – Wendy disse revirando os olhos. – Parece que eu sou fluente em língua das piranhas pois entendi o que você falou.

        - Tá ouvindo isso? – Perguntou fingindo procurar algo. – É a COBRA mãe te chamando. Por que não aproveita e dá o fora daqui? Sua amiga fedida precisa de um banho. Ajuda ela. – Momo disse e saiu empurrando Irene, que se esquivou da japonesa e saiu bufando. Ao ver que Wendy já estava longe, Momo se virou para Dahyun outra vez. – Por que estava conversando com a jibóia? Virou bióloga agora?

        - Não começa, Momo. Eu também posso me divertir as vezes. – Dahyun disse decepcionada.

        - Claro que pode, eu nunca disse que não. – Momo abraçou a cintura da coreana e a puxou para perto, iniciando uma série de beijos no pescoço da menor. – Mas não com uma das Poc Velvet. 

        - Só estamos conversando, Momorin. – Dahyun se explicou abraçando o pescoço da japonesa.

        - Claro que sim, meu bem. – Momo desconversou tomando os lábios de Dahyun num beijo feroz, soltando-os apenas quando ar faltou. – Que tal se aproveitarmos a hidromassagem no quarto da fedida? 

        Dahyun riu ao ouvir a pergunta, concordando com a proposta de Momo logo em seguida. As duas se afastaram da multidão da sala de estar e subiram as escadas, se desviando de alguns casais que se pegavam como se fosse a última oportunidade que tivessem. Momo abriu a porta do quarto de Irene sem nenhuma delicadeza e puxou Dahyun consigo para dentro. Logo se pôs a beijar a menina novamente, a guiando até o banheiro.

        O banheiro de Irene era sofisticado. Piso de mármore, pia e vaso de quartzo, um box com um chuveiro elétrico de última geração e uma jacuzzi branca grande no canto mais fundo. Momo despia e apalpava o corpo de Dahyun enquanto a beijava. Soltou a garota e a fez entrar na banheira já ligada, se despindo logo em seguida. 

        A japonesa entrou na banheira e logo se pôs a admirar a parte do corpo da coreana que não estava submersa pela água. Momo achava Dahyun uma verdadeira obra de arte. Seus seios, o colo, a barriga, as coxas e principalmente a buceta. De todas as partes do corpo de Dahyun que Momo amava por a boca, a genital de Dahyun era sua favorita. Mas a garota se segurou. Queria saborear cada parte do corpo da coreana com a atenção devida.

        Abraçou o corpo da menor e o puxou contra o seu, tomando os lábios da garota com desejo. Momo amava ter seus seios pressionados contra os de Dahyun. Aquilo aumentava seu desejo em níveis absurdos. Desceu os beijos até o pescoço, chupando e mordendo o mesmo, como se quisesse marcar a coreana como sua propriedade. 

        Dahyun amava quando Momo a beijava. Amava transar com Momo em qualquer lugar possível. Na cama, no chuveiro, na grama, na pia do banheiro e principalmente na mesa de jantar do apartamento da japonesa. Valorizava esses momentos como algo que lhe dava prazer e algo que tirava os pensamentos de Momo de Sana e os tocasse em sí. Dahyun era egoísta quase se tratava de Hirai.

        Momo observou que os seios de Dahyun já não estavam submersos e logo dirigiu sua atenção e chupa-los. Momo também amava chupar os seios de Dahyun. Os seios rosados da coreana eram comparados a um delicioso sorvete de chocolate. Momo diria que eram mais saborosos que o sorvete, já que se pudesse escolher, chuparia os seios de Dahyun com a mesma frequência que uma criança chuparia um sorvete de chocolate.

        Ao sentir a boca de Momo em seus seios, Dahyun sentiu um arrepio da cabeça aos pés. Fechou os olhos ao sentiu a japonesa chupar e morder o bico de seus seios com maestria. Mordia os lábios e arranjava o pescoço de Momo em deleite.

        Quando sentiu que Dahyun já chegava ao ápice, Momo finalizou o que fazia mordendo o bico do seio esquerdo de Dahyun o puxando de forma lenta. Sorriu ao ouvir o gemido longo da coreana. Momo amava ouvir o gemido de Dahyun tanto quanto amava ouvir músicas dançantes. 

         A japonesa tirou a pequena de seu colo e sentou a menina na borda da jacuzzi. No momento começaria sua parte favorita em seus momentos íntimos com a maknae. Beijou a parte interna das coxas de Dahyun enquanto levou sua mão direita até a buceta da menor e percorreu toda a extensão da mesma até chegar no clitóris da garota. Apertou o mesmo e começou a fazer movimentos circulares, ouvindo os suspiros pesados de Dahyun.

        - Me diga o que quer, amour. – Momo ordenou com a voz rouca. Dahyun sentiu o corpo todo se arrepiar mais uma vez.

        - Me chupa. – Ao ouvir o pedido de Dahyun, Momo sorriu e levou a boca até a buceta de Dahyun, beijando o mesma antes de começar a lamber o clitóris da menor. Dahyun agarrou os cabelos de Momo e gemia a cada lambida da maior. Momo lambeu o clitóris de Dahyun Daqui por alguns segundos e logo em seguida, começou a chupar e a morder o ponto G da garota. Dahyun se sentia nas nuvens. Transar com Momo a fazia esquecer do mundo todo. A maknae apertava os cabelos de Momo e arranhava o pescoço e as costas da garota. Momo já não satisfeita em apenas chupar o clitóris de Dahyun, introduziu a língua na vagina da menina e passou a estimular o clitóris de Dahyun com o polegar. Os gemidos de Dahyun se intensificaram e em questão de minutos, a coreana se derramou na boca de Momo, que fez questão de chupar todo o líquido. 

        Momo se levantou apenas para pegar o corpo da menor e voltar a colar o mesmo no seu, voltando a se sentar na banheira novamente. Ficaram abraçadas até Dahyun se recuperar de seu orgasmo. Quando percebeu que apenas ela havia tido um orgasmo entre as duas, uma Dahyun decidida dirigiu-se a dar prazer a maior. 

        A coreana começou colou seus lábios no da japonesa, os beijando chupando e mordendo, enquanto brincava com os seios de Momo com as mãos. Sentia e ouvia os suspiros de Momo sempre que apertava e puxava o bico dos seios da mais velha entre os dedos. Dahyun amava ouvir os suspiros de prazer da Momo tanto quanto amava apalpar os seios da mais velha. 

        Após um tempo assim, Dahyun soltou um dos seios de Momo e levou a mão até a buceta da japonesa. Dedilhou o clitóris de Momo com o mesmo deleite com que dedilhava as teclas de um piano, ouvindo os gemidos da garota contra os seus lábios. Mordeu o lábio da mais velha e se afastou um pouco apenas para o olhar em seus olhos escuros.

        - Você ama transar comigo, não é? Diga, quem te dá mais prazer: eu ou suas putas? – Dahyun perguntou enquanto estimulava o clitóris da mais velha.

        - Minhas putas. – Momo respondeu em tom de desafio e soltou uma risada sacana.

        - Cachorra. – Dahyun sussurrou irritada e logo introduziu dos dedos na vagina de Momo, que gemeu alto ao sentir os dedos da menor dentro de si. – Mais um chance. Quem te dá mais prazer? – Perguntou encarando Momo enquanto estocava os dedos lentamente dentro da buceta da japonesa.

        - É claro que é você, amour. – Momo respondeu. – Mais rápido, bebê. – Pediu e logo sentiu Dahyun aumentar a velocidade das estocadas. Momo gemia e intercavala os pensamentos entre foder com Dahyun em todos os lugares possíveis e foder Sana da mesma forma que Dahyun a fodia naquele momento.

        Dahyun continuou as estocadas até sentir os gemidos de Momo ficarem mais altos, até que a mais velha ficou tensa, relaxando logo após e se derramando nos dedos de Dahyun. A maknae se sentiu satisfeita e logo voltou a beijar Momo. Dessa vez os beijos já não eram tão ferozes. Eram lentos como quando queremos saborear os lábios opostos de forma intensa. 

        As garotas se levantaram da banheira, vestiram suas roupas e desceram para a festa, onde beberam, dançaram e se beijariam durante o resto da festa.


Notas Finais


Se houver algum erro ortografico, de acento ou pontual, eu corrijo depois. Obrigada por ler. Nunca pensei que as merdas que eu escrevo poderiam agradar alguém


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