História Como (não) perder o BV em 30 dias - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Katsudeku, Kiribaku, Momojiro, Todobaku, Tododeku, Todokiri
Visualizações 797
Palavras 3.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Avisos para vocês meus amores:

— A fanfic será atualizada TODAS AS SEXTAS! UHUUULLL! Quem tá feliz bate palma n
— Contém bastante palavrão neste capítulo.
— Bobeiras demais e enrolação demais açdlakçç~

Agora quero agradecer a todos os que favoritaram, comentaram e estão acompanhando esta fanfic! Eu ganho o dia quando vocês deixam comentários grandes/pequenos ~ OBRIGADA MEUS DENGOS! s2

~ Qualquer erro me avisem que eu arrumo! ~

Capítulo 6 - Olhou e sorriu, mandioca no Bombril.


— Uau! Meus parabéns! — abaixei a espingarda de pressão e abri um sorriso sem vontade — Você pode escolher qualquer prémio daquela prateleira — O homem de baixa estatura falou, apontando para uma prateleira enorme e cheia de brinquedos atrás de si.

— Eu quero esta espingarda — respondi a erguendo e o senhor me encarou, assustado.

— Jovem, eu não posso te dar esta espingarda — Ele disse e deu alguns passos para trás, como se estivesse com medo de mim — e também, para quê você quer usá-la?

Hmm... Se eu disser que quero para matar o garoto que eu gosto e o crush dele, irá parecer estranho demais e é provável que o mesmo chame os seguranças. E se eu disser que é porque eu gosto do quanto à espingarda é comprida e tem o cano grosso?

Não, de jeito nenhum.

— Eu quero aquele ursinho verde ali — apontei para a pelúcia que estava perto de seus pés e larguei a espingarda sobre o balcão, desistindo de consegui-la.

— Oh, claro — Se abaixou e logo voltou com o brinquedo em mãos — Aqui está — Me entregou o mesmo e assentiu com a cabeça, sorrindo, mas eu ainda conseguia sentir a aura me medo a sua volta.

Não é como se eu fosse matá-lo ou algo do tipo, que exagero!

Suspirei pesado e o agradeci — mentalmente, mas agradeci —, voltando a andar pelo parque, depois de arrumar o urso embaixo do meu braço. Não que eu tenha muito que fazer sozinho em um parque de diversões, mas, ir para casa, me enfiar de baixo das cobertas e chorar pelo Midoriya, estava fora de cogitação.

Ao menos eu tenho um ursinho verde e posso chamá-lo de meu e dar o nome que eu quiser, por exemplo, Midoriya Izuku. Posso até treinar como beijar nele também, é!

— Veja se não é o namorado do Deku — pensei em acelerar os passos e ignorar o dono da piada sem graça, atrás de mim, mas eu não consegui. Eu estava tão perdido em meus pensamentos e cansado de fazer vários nadas por ali, que apenas me virei e abri um sorriso envergonhado, dando de cara com Kirishima e duas outras garotas agarradas em seus braços.

— É só isto? Se for — fiz sinal com o dedão da mão para trás e encolhi meus ombros —, eu estou indo.

— Bem, nós vimos lá da barraca de comida, que você estava sozinho na de tiro ao alvo — comentou casualmente e sorriu, deixando amostra seus dentes amarelos e pontudos — então esta belezinha — ergueu levemente o ombro onde a garota de cabelo preto estava agarrada —, me pediu se eu te conhecia e como eu disse que sim, pensei em te apresentá-la — disse mais animado que qualquer um naquele parque.

Ela era bonita, isto eu não posso negar. Mas é tão indiferente...

— Prazer, eu me chamo Todoroki Shoto — suspirei e forcei um sorriso — e você? — Mas sinceramente? Eu que não vou perder a oportunidade de conhecer outras pessoas por sua causa, Midoriya egoísta Izuku.

— Venha, se aproxime de nós — Kirishima ditou e eu o fiz, estendendo minha mão para a garota bonita e tentando não deixar tão explicito o quanto eu estava desconfortável com os olhares dos três para mim.

— Eu me chamo Momo — falou, correspondendo ao meu cumprimento e colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha. Sua mão era tão macia e delicada.

— Nome bonito, Momo — falei sincero e Eijiro soltou uma risadinha, nos deixando envergonhados — Qual a é graça dentes de tubarão? — perguntei irritado e soltando nossas mãos.

— Nada, ué — deu de ombros e puxou o braço do aperto da garota de cabelo rosa — Por que vocês não vão comprar alguns doces ou algo do tipo, sim? — Ele falou sorridente e tirou algumas notas do bolso, entregando para a mesma.

— Está nos expulsando? — Momo reclamou me olhando e ajeitou o cabelo mais uma vez.

— Não, claro que não, eu apenas quero conversar com o meu amigo Shoto, a sós — Kirishima parecia tão convincente que por um momento até eu acreditei na nossa amizade — Nos encontramos perto da roda gigante, tudo bem?

Em uma resposta muda, ambas assentiram e saíram de mãos dadas em direção das barracas de comida que ficavam distantes das de brinquedo. Quando percebi que elas já estavam a uma distância considerável, bufei e cerrei meus punhos, pronto para pular em Kirishima e socá-lo até não poder mais — ou alguém me parar —.

— Que merda foi esta? — O questionei, me segurando para não cometer um crime de ódio.

— Eu apenas estou tentando te tirar da foça, meu amigo — Me mostrou a ponta da língua e a mordeu em seguida — Ou prefere sair da foça exclusivamente comigo? — Semicerrei os olhos e ergui meu pulso próximo ao seu rosto. O quê ele está querendo dizer com isto?

— Ficou louco, Kirishima? — abaixei meu braço e respirei fundo. Eu não posso perder o controle tão fácil assim.

— Eu só estou brincando — sorriu torto. Credo, eu não suporto o quanto este garoto sorri! Devia trabalhar para o Colgate —, mas se quiser, eu estou disponível — arqueou a sobrancelha e voltou e me mostrar à ponta da língua.

— Eijiro, stop¹ — revirei os olhos e voltei a arrumar o ursinho — que eu nem lembrava mais — embaixo do meu braço — Eu não sabia que você gostava de garotos — fui direto mesmo, não gosto de rodeios.

— Eu não gosto de garotos — fechou o sorriso. Graças a Deus —, eu gosto do Bakugo — É ele conseguiu ser bem mais direto do que eu.

Hey... Outro que gosta daquela caçamba? O quê ele tem de tão especial? Será que é pauzudo? Só pode, porque não é possível!

Aumentei os olhos e abri a boca, tentando pensar em algo para dizer — ou até consolá-lo —, mas a única coisa que eu consegui fazer fora rir sem jeito e coçar a nuca, enquanto éramos xingados pelas pessoas que passavam por nós, reclamando de estarmos no meio do caminho.

— E você já disse isto para ele? — Não acredito que eu e o pegador da escola estamos no mesmo barco.

Kirishima Eijiro, um dos estudantes mais “foda-se esta merda” e problemático da turma, também melhor amigo de Katsuki Bakugo, o que sempre diz por todos os cantos “tendo cu e buceta, pode vir até de muleta”. Resumindo, um legítimo saco de bosta. Ou não, já que conversando com ele agora, o mesmo até que parece amigável — e também não é insuportável igual o Katsuki —.

— É claro — murmurou me dando as costas e fez sinal para que eu o seguisse, saindo do caminho das pessoas, ou melhor, dos casais felizes que jogavam na minha cara que eu sou um fodido sem ninguém para amar — eu já disse que drama é o meu segundo nome? —.

— Aonde vamos? — pedi colocando as mãos no bolso e o seguindo por um caminho que me parecia ser contrário ao da roda gigante.

— Só venha, Shoto — Me olhou por cima do ombro e piscou, me deixando envergonhado. E as garotas?

Ele não vai me comer, vai?

[...]

— Que noite mais chata — bocejou, se sentando no banco da praça principal — eu preferia ter ido ver o filme do Pelé — deu algumas batidas sobre o mesmo, indicando para que eu me sentasse ao seu lado.

Ele me trouxe para o outro lado do parque, apenas para dizer que a noite está chata?

— Nem me fale — Me sentei e larguei o ursinho em nosso meio. Vai que ele me agarre no meio de tanta gente ou algo do tipo? Deus me defenderay! — Kirishima, você me disse que havia se declarado para o Katsuki, né? — comecei direto e, nervoso por estar falando sobre isto com ele. E se Katsuki o rejeitou por que gosta do Midoriya também? Argh! — Ele te rejeitou?

— Na primeira vez sim — disse em um tom baixo e apoiou os cotovelos nos joelhos, não parecendo ligar para a minha pergunta, um tanto quanto íntima.

Na primeira vez sim...? Ele teve coragem de se declarar de novo, mesmo depois de ter sido rejeitado na primeira vez? Kirishima, eu te venero! — Claro que ele não precisa saber disto —.

— Na segunda vez — pausou e pareceu pensar, mordendo o lábio inferior —, nós transamos.

— T-Transaram? — gaguejei e me afoguei com o ar, começando a tossir sem parar.

— Sim, sexo, sabe? — É claro que eu sei Kirishima, mas eu nem sequer beijei ainda, quem dirá transar!

— Eu sei idiota, mas... — Por que de repente me surgiu a curiosidade de saber quem era o ativo e quem era o passivo? Não Shoto, não! Esqueça-se disto agora! — Quando foi isto?

— Até parece que estou em uma entrevista de emprego — Eijiro gargalhou e esfregou uma mão na outra, fechando a cara logo depois —, mas não faz muito tempo — seu semblante tornou-se triste —, um ou dois meses atrás.

— Então vocês estão namorando? — perguntei sem perceber que agora eu sorria de orelha a orelha. Meu Deus, Shoto, você está parecendo uma garotinha apaixonada — quer dizer, já que transaram né? — Por que é tão incômodo mencionar tal palavra?

— O quê? — berrou começando a rir de forma absurda, assustando as crianças que passeavam com seus pais pela praça — Katsuki nunca irá aceitar namorar comigo, eu e ele somos apenas o estepe um do outro — falou com certa dificuldade, sem parar de rir —, já que ele gosta é de v... — Kirishima foi cortado por Katsuki, que apareceu como um fantasma atrás de nós e deu um soco em sua cabeça.

— Onde você estava, seu merda? — perguntou rude e mal educado como sempre e deu a volta no banco, ficando a nossa frente, de braços cruzados — Você é um lixo mesmo, hein, Kirishima?

— Eu estava com algumas garotas por aí — Ele falou e esticou as pernas, de forma com que conseguisse enlaçá-las em volta das de Katsuki, o puxando para mais perto de si —, você me mandou embora lá da casa dos sustos, lembra? — O puxou mais ainda, de uma forma com que o mesmo ficasse no meio de suas pernas — Está com ciúmes?

— Cale a boca, seu bosta, desgraçado — Bakugo o socou com força, em seu braço e abriu um sorriso sádico —, vamos de uma vez, você vai dormir na minha casa hoje! — agarrou em sua mão, o fazendo se levantar. Hoje com certeza um deles irá enfiar prego na tábua.

Cara, eu daria tudo para descobrir quem é que agasalha o croquete entre esses dois.

— Midoriya ficou para trás, ele é irritante demais, eu até tentei ir a algum brinquedo com ele, mas é impossível — Kaachan reclamou alto e puxou Kirishima para si, me fitando com raiva —, mas foi engraçado te deixar sozinho, andando por aí, sem rumo — intercalei o meu olhar entre eles, recebendo um dedo do meio por parte do Katsuki e uma encolhida de ombros do Eijiro.

Quando eu pensei em dizer alguma coisa ou até respondê-lo devidamente — com um tiro de fuzil, por exemplo —, fui surpreendido e interrompido por Midoriya, que vinha correndo e gritando algo totalmente inaudível, em nossa direção.

— Kaachan é um imbecil! — Midoriya gritou mais uma vez ao se aproximar de mim e o casal engole cobra desapareceu, sem deixar vestígios. Arqueei a sobrancelha e franzi o cenho, sem entender absolutamente nada.

— Você foi junto com ele porque quis ­— falei e sorri levemente, me sentindo vitorioso —, se divertiu? — pedi irônico.

— Me diverti? Eu passei o tempo todo correndo de atrás dele, que parecia fugir de propósito! — gritou e começou a puxar algumas mechas de cabelo —, isso é tão frustrante! — abaixou a cabeça e começou a fungar, deixando claro que logo, logo começaria a chorar igual um bebê.

— Midoriya... — Me lembrei do ursinho ao meu lado e contorci o nariz, em desgosto, pelo que eu estava pensando em fazer. Neguei com a cabeça, louco para me dar um soco, porque não é possível! — Eu consegui este ursinho para você.

Como sempre, ficamos em silêncio, nos encarando e sem saber o que fazer. Comprimi meus lábios, sentindo vergonha por estar agindo de forma romântica com alguém que não dá um foda para mim.

— Que bonito — Midoriya disse e fez um bico, o agarrando com as duas mãos —, Obrigado, Shoto! — De forma inesperada, pulou em cima de mim, fazendo com que caíssemos deitados sobre o banco e o urso no chão.

— Você que está bonito hoje, Izuku — sussurrei colocando o braço em cima do meu rosto, escondendo minhas bochechas vermelhas, enquanto Midoriya se apoiava com as duas mãos sobre o meu peito e o meu joelho tocava no meio de suas pernas.

— Eu acho que estão nos olhando feio, Todo-kun.

— Mamãe, o quê aqueles dois homens estão fazendo?

[...]

Depois de passarmos a maior vergonha no parque de diversões — eu ter sido deixado de lado e também por ter que me explicar para as duas garotas, onde estava Kirishima e porquê de termos sumido —, eu e Midoriya voltamos para a minha casa tarde da noite e, de certa forma, bem demais um com o outro.

De início, eu meio que protestei contra ele dormir na minha casa novamente, já que tudo o que eu mais queria era não vê-lo no final de semana, mas quem disse que funcionou? Ou melhor, que eu consegui me manter firme no não? Sendo que ele sempre joga sujo, fazendo caretas fofas, que só me deixam cada vez mais perdido em relação aos meus sentimentos?

— Está com sono? — Ele perguntou, pausando o jogo e me olhando por cima do ombro — Você já está deitado e é a quarta ou quinta vez que você boceja — afirmou, soltando o controle do vídeo game no chão e levantou, se espreguiçando.

— Mais ou menos — murmurei e olhei para o urso verde que eu o havia dado, em cima do PS4. O que me lembrou de que eu não perguntei metade das coisas que eu queria para o Kirishima. De quem o Katsuki gosta? E o quê ele queria conversar a sós comigo?

E o mais importante, ele já havia transado?! Com o cachorro louco, vulgo Katsuki!

— Todo-kun — senti os dedos de Midoriya pressionarem minhas bochechas e eu o olhei, assim que ele se sentou ao meu lado —, você está bem? — notei que eu estava com todos os dedos dentro da boca, roendo descontroladamente as minhas unhas.

— E-Estou — Estou porcaria nenhuma! Como será que é fazer sexo? Com... Com um homem?  — Deve doer pra caralho! — falei para mim mesmo, porém alto demais.

— O quê deve doer? — questionou, deitando-se ao meu lado.

— Sexo com outro homem — Ok... Eu não falei isto em voz alta, certo? Ou eu falei?

— Por que você está pensando nisto, Shoto? — olhei para os meus dedos e merda! Eu consegui roer todas as minhas unhas! Será que ele não me empresta as unhas da mão dele? Pode ser do pé também, eu não me importo.

— Porque um dia né, você terá que fazer com o Kaachan — Virei meu rosto em sua direção, deixando que nossa respiração se tornasse uma só. Em nome do pai, do filho e da porra toda alguém, pelo amor de Deus, cale a minha boca!

— E-Eu penso nisto às vezes — sua voz saiu falha e suas bochechas estavam mais vermelhas do que a metade ruiva do meu cabelo —, mas parece tão estranho — Izuku se encolheu sobre a cama e passou a fitar suas próprias mãos.

— E nunca pensou em fazer com ninguém além dele?

— Você faria com alguma daquelas garotas? — Não me respondeu e sorriu fracamente.

— Acho que sim, a Momo era muito bonita — não tenho motivos para mentir, se ele quer fazer sexo com o Katsuki, por que eu não posso fazer com aquela garota?

— Antes de fazer com o Kaachan — Ele parecia chateado —, eu gostaria de ter alguma habilidade no sexo.

— Habilidade, Izuku? Não seria experiência? — não consegui evitar soltar uma risada, o que resultou em um tapa sendo desferido contra a minha testa, a deixando ardida.

— Tanto faz — Inflou as bochechas como sempre faz quando está brabo e me deu mais alguns petelecos em meu rosto —, só não perca a virgindade antes de mim, ok?

— Por que não perdemos juntos, Midoriya? — Me virei por inteiro de lado e fiquei de frente para ele, enrolando meus dedos em seus fios esverdeados — O BV e a virgindade — desci com os mesmos pelo seu rosto até sua boca e a contornei suavemente —, aí nós dois teremos muitas habilidades quando formos fazer com outras pessoas.

— N-Não é uma má ideia, mas... — Seus olhos estavam fixos nos meus — Agora?

Minha respiração começou a ficar descompassada e minhas mãos a tremer. Ele não havia mencionado o Katsuki ou me rejeitado... Nós estávamos mesmo a um passo de fazermos tais coisas? Nós dois, pelados juntos, eu em cima dele, o tocando e beijando cada parte do seu corpo.

De repente ficou tão quente.

— Eu acho que sim, né? — Me ajeitei na cama, arrumei o travesseiro mais perto do dele e colei nossas testas, aproximando nossos troncos. Se ele perceber que eu estou mais duro que uma pedra, eu não me responsabilizo pelos meus atos!

— E agora? — colocou uma de suas mãos em minha cintura e eu fiz o mesmo, colando ainda mais nossos quadris — Eu e você... Vamos nos beijar, fazer sexo?!

— Bem, diz minha mãe que nestas horas é olhou e sorriu, mandioca no Bombril — Por que essa frase me pareceu indevida demais para a ocasião? Eu não devia ter dito isto.

— O quê? — perguntou não conseguindo segurar a risada — Você não disse isto! Puta que pariu, Shoto! — virou-se de barriga pra cima, colocando as duas mãos sobre a mesma — Você é tão inconveniente! — revirei os olhos e sentei, me dando por derrotado mais uma vez, enquanto Izuku rolava de um lado para o outro, rindo igual uma hiena.

— Vamos dormir, Midoriya! — peguei o travesseiro, coloquei sobre o seu rosto e saí correndo em direção ao banheiro, me trancando no mesmo.

Eu nem direi que eu sou um merda, porque a merda ainda serve de adubo, já eu? Apenas para passar vergonha e estragar a maior chance da minha vida... Como eu sou burro, absurdamente burro!


Notas Finais


Stop¹: Pare.

Eu quero a opinião de vocês:

Estão gostando mesmo?

Há algo que os incomoda?/falar da lerdeza do Midoriya não conta porquê o bichin' é esperto rs

Ah quem gostou deixa um comentário bem xeroso aí, quem não gostou eu vou obrigar a tomar um caminhão de açaí comigo 8D

Até o próximo!


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