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História Como (não) sobreviver ao ensino médio (HIATUS) - Capítulo 9


Escrita por: e mitsuha-taki


Notas do Autor


depois de muito tempo resolvemos aparecer, pedimos perdão pela demora, pra compensar tentamos trazer um capítulo maior e com várias supresas pra vocês 😔💜

boa leitura 💜

leiam as notas finais

Capítulo 9 - Só pode (não) ser brincadeira


Fanfic / Fanfiction Como (não) sobreviver ao ensino médio (HIATUS) - Capítulo 9 - Só pode (não) ser brincadeira

Klisfoord 


O coração acelerado me entregava que não estava nada bem, a garganta seca com as mãos trêmulas, me deixavam desconfortável a situação em que encontrava-me, foi preciso uma mísera olhada para meu corpo reagir de tal maneira, e de repente todo o clima chuvoso e frio se aqueceu como uma tarde de verão no domingo.

A mente vagava em busca da minha pouca vergonha e de uma saída urgente desse lugar, não é possível essa situação toda ocorrer exatamente agora. Minha dignidade se encontrava novamente a sete palmos em baixo da terra, a consciência gritava por socorro, e minha vergonha na cara não existia mais, toda a bagunça na minha cabeça girava em torno daquela desrespeitosa situação, maldita seja a falta de senso.

Com a coluna ereta e as pernas bambas me virei com cautela na direção em que se encontrava os estilhaços de vidro no chão, respirei fundo tendo a cognitiva certeza dos olhares serem direcionados a mim me causando um tremendo desconforto. Avistei os fios castanhos escuros de Jennie atravessarem o balcão com a expressão confusa no rosto.

— N-não se preocupe, eu limpo.

Minha voz surgiu em meio aquela situação embaraçosa como um fiapo trêmulo, e mais uma vez eu estava me amaldiçoando internamente por isso. O olhar de Jennie se direcionou aos latejos quadriculados do chão compreendendo o que estava acontecendo, um discreto sorriso singelo tomou conta de seus lábios me deixando um pouco menos idiota.

— Não se preocupe querida, eu limpo.

Sua voz calma me reconfortou por um instante, fazendo eu soltar o ar com força de meus pulmões, que até então, não saberia eu que havia prendido. E novamente meu coração palpitava descontrolado até encontrar aqueles par de olhos castanhos vagando sobre mim, e mas uma vez prendi meu ar fazendo força para não demonstrar quaisquer tipo de reação diante dele.

E seus fios de cabelos novamente se encontravam rebeldes, a pequena toca preta em que usava não foi suficiente para prender perfeitamente seus fios, seu suéter era marrom e lhe deixava ridiculamente jovial, os lábios finos que passei a conhecer melhor estavam entreabertos e avermelhados pelo clima frio que se encontrava lá fora, seu olhar foi direcionado ao celular, e minha atenção foi tomada pelos seus longos dedos pálidos se moverem com certa precisão no eletrônico.

PLIN!

O pequeno sino irritante soa mas uma vez anunciando um novo cliente, vago meu olhar na direção da porta me deparando com um Taehyung sorridente na entrada, seu olhar se encontra com o meu, suas mãos agora estão levantadas em um pequeno aceno. Suas longas pernas começam a se movimentar em minha direção.

Acordo do meu pequeno transe com a voz próxima de Jennie. Ela acabará de limpar o chão, e nem prestei atenção distraída.

— Prontinho. Quer mais uma caneca de chocolate quente?

Ela diz se virando, sua silhueta caminhando até o balcão com a vassoura e os panos em mãos, nego movimentado a cabeça de um lado pro outro assim que a morena me encara.

— Que frio. — A voz grossa e meio rouca de Tê me pega desprevenida me causando um pequeno sustinho, viro meu rosto em sua direção observando seus cílios longos subirem e desceram com ele piscando freneticamente. As mãos possuíam um par de luvas pretas, e seu suéter branco combinava com a pequena toca cobrindo seus fios de cabelos.

— Você está uma gracinha. — Digo levando minhas mãos gélidas as encostando na pequena pintinha do seu narizinho pálido, com as bochechas em um tom rosado. — Está parecendo um bebê todo agasalhado assim.

— Blá! — Ele murmura — Eu sou um bebê. — Seus lábios se abrem em um grande sorriso quadrado que aquece meu coração o deixando quentinho. — Bom, Kim Katherine não para de falar de você, e me obrigou a vim imediatamente lhe buscar. — Sorri — Ela quer lhe mostra o Mely.

— Mely? — Franzi o cenho confusa.

— Sim! — Tê movimenta a cabeça pra cima e para baixo confirmando. — Seu mais novo bichinho de estimação, é um hamster.

Dou um pequeno sorriso em satisfação, Kath sempre gostou de animais, não me surpreende se a pequena estiver um zoológico inteiro em casa.

— Tudo bem. — Começo a caminhar em direção ao outro lado do balcão, direciono meu olhar em volta do estabelecimento curiosa, mas não encontrando Yoongi, ele simplesmente foi embora. — É, a caneca de chocolate quente e os waffles. — Comento com Jennie lhe entregando o dinheiro para pagar a conta, e ela me surpreendendo nega com a cabeça.

— Por conta da casa. — Ela sorri.

— Não, eu faço questão.

Lhe entreguei o dinheiro novamente insistindo.

— Parece que terá que vim de novo. — Ela dá uma pequena piscadinha pra mim, seus fios castanhos agora se encontram amarrados em um rabo de cavalo desajeitado, e algumas mechas escorregam do mesmo deixando a situação mas aleatória possível. — Da próxima vez eu deixo você pegar.

— Obrigada! — Sorri pra ela. — Pode deixar que venho te visitar.

Novamente a garota sorri pra mim acenando lentamente movimentando as mãos de um lado a outro.

Sinto que fiz uma amiga, e com um sorrisinho discreto nos lábios caminho até a saída sendo acompanhado por Taehyung, o sino soa novamente assim que fechei a porta atrás de mim, ainda estava chovendo, e a ventania estava muito forte, meu corpo quente parece se contrair ao clima gélido, me causando um pequeno arrepio na nuca.

[...] Eu e tê chegamos casa por pouco não congelamos com o frio que estava nas ruas de Klisfoord não encontrei Yoongi pelo caminho, não que eu estivesse o procurando mas fiquei preocupada por ele poder resfriar se não estiver bem agasalhado.

— SunHee!! — exclama TaeHyung. — estou te chamando a cinco minutos.

— Desculpa Tê, estava distraída. — digo com sinceridade e lamentação

— Eu percebi — ele sorri mostrando aquele sorriso retangular que tanto amo — chegamos. — TaeHyung corta a própria fala parando em frente a casa de papai, ela não mudou muito desde da última vez que estivemos aqui a fachada que antes era azul bebê hoje está branca como a neve e Jisoo deve ter plantado flores pois não me lembro de tê-las vistos da última vez a casa estava linda e me trouxe um sentimento de nostalgia e acolhimento, mesmo quando meu pai e eu não tenhamos nós falado muito, na verdade nunca fomos muito próximo então sentir esses sentimentos é de alguma forma estranho. — Vai ficar parada aí ou vai entrar logo? — e mais uma vez sou pega viajando em meus próprios pensamentos.

— Aish.. vamos logo bebezão — passo pelo portãozinho que é composto por uma cerca branca um tanto quanto padrão para este bairro pois todas as casas tem um, não sei se é típico de cidade pequena mas parece que aqui em Klisfoord é, e sem mais delongas meu irmão e eu entramos logo e formos recebidos por Katherine toda serelepe com seu novo animalzinho de estimação para mostrá-lo pra mim, logo recebo um abraço de urso bem apertado o sorriso e a alegria de Kath é contagiante.

— Unnie senti sua falta! — O sorriso banguela faltando dois dentinhos na frente se abre ainda mais, seus fios louros se encontravam em duas Maria Chiquinhas ressaltando seu pequeno rostinho angelical.

— Também senti sua falta amor. — Nos separamos do nosso abraço de urso. — Quem é essa aí? — Pergunto mesmo já sabendo a resposta e trocando o sexo do bichano para brincar com ela. 

— É ele Unnie! — Ela ri e eu faço o mesmo me desculpando — Esse é o Mely e ele é um hamster, e também nosso mais novo membro da família, também tem o peixinho Lex, o furão luck, a coelhinha Bel, e o cachorrinho Beily, por enquanto. — Ela sussurra e em seguida solta uma risada sapeca fazendo eu e o grandão ao meu lado rir — Vou te apresentar a ele formalmente Unnie, e os outros depois. — sorri acenando — Mely essa é a minha irmã na qual você não vai comer o chinelo — ri. — Unnie esse é o mely e eu prometo não deixar ele comer seus chinelos — ela nos apresenta toda serelepe, sim e mas uma vez eu digo a alegria de Kath é contagiante.

— Tá, mas e eu? — TaeHyung pergunta se abaixando ao meu lado com um bico nos lábios ele estava parecendo realmente um bebê.

— Mas vocês já se conhecem oppa — ela sorri se levantando indo até o Tae e apertando de leve suas bochechas — Se quiser você pode dormir com ele hoje Tê.— rimos juntas, TaeHyung pode até gostar de animais mas ele não vai aceitar.

— Sabe de uma coisa Kath? Já nos conhecemos mais cedo, né ? — ele sorri sem graça — deixa pra próxima, vou tomar banho. Você deveria fazer o mesmo porquinha. — se refere a mim, onde em respostas franzo as sobrancelhas fingindo uma indignação, antes de lhe mostrar a língua Tê sobe as escadas virando a direita sumindo da minha vista.

Minha atenção é tomada na pequena garota que está a minha frente com mely no colo.

— Mamãe está na cozinha, ela está fazendo torta de limão, ela sabe que é sua preferida, obviamente ela quer te impressionar.

Kath diz segurando minha mão e logo em seguida me guiando até a cozinha que ficava no fim do corredor, adentrei o local sentindo o cheiro do famoso creme de limão que eu conhecia muito bem, passei os olhos por todo canto analisando o ambiente, céus, como mudou, eu não vinha aqui vai fazer uns nove meses?, as paredes que antes eram brancas, agora se encontrava em um azul claro com pequenos lantejos coloridos, havia quadros incentivadores motivacionais para todos os lados como, "lar é onde a família está", "sorria mesmo sem estar sendo filmado" ou " viva uma vida sem arrependimentos".

Esses auto encorajamentos não eram nem um pouco motivacionais, mas se Jisoo gostava, era isso que importava, ainda analisando o ambiente, fixo meu olhar na silhueta da morena que estava atrás do balcão com um pequeno avental com vários desenhos de girassóis enfeitados amarrado em sua cintura, sua concentração estava no forno.

— Jisoo? — Chamo a mesma que aparenta levar um leve susto pelo seu pequeno pulinho e as mãos sendo levadas ao seu miocárdio massageando aquele local — Te assustei? Desculpa não era a intenção — murmuro.

A morena a minha frente ri e percebo que a mesma também mudou um pouco seu cabelo antes acima dos ombros estavam batendo abaixo de seus seios e seus fios antes louro escuros se encontravam agora um preto a deixando com um ar jovial. 

— Que bom que chegaram.— Ela sorri secando suas mãos em um pano de prato, logo atravessando o grande balcão que separava a cozinha da mesa vindo ao meu encontro com os braços abertos me puxando para um caloroso abraço, Jisoo poderia ser minha madrasta, mas eu poderia considerar a mesma como uma segunda mãe e até mesmo amiga. — Que saudades Sun. — Depois de uns longos segundos sentindo o calor de seu corpo ao meu, nos afastamos, não pude esconder um sorriso quando a morena segura em minhas mãos retribuindo o mesmo, e de repente em questão de segundos sua face alegre é tomada por sombrancelhas franzidas e os olhos um pouco arregalados. — Querida, oh céus! 

Ela esbraveja.

Com o ato acabo me assustando soltando minhas mãos da sua, Kath que até então estava com sua atenção em mely nos olhava atenta.

— O que foi, que foi? 

Digo desesperada.

— Sua testa querida, o que houve? O curativo parece recente.

Coço a nuca envergonhada, respirando lentamente me recuperando do pequeno susto.

— Não se preocupe Jisoo. — Digo me afastando do balcão. — Só vim avisar que cheguei. E perguntar onde eu posso dormir.

Seu olhar é direcionado a mim um pouco decepcionada, me repreendendo amargamente por ter aberto minha boca, a morena imediatamente abre um sorriso forçado caminhando novamente para perto do fogão.

— Certo querida. Hm. Eu estou fazendo torta de limão, Kath me ajudou mais cedo, sei que é sua preferida. — Ela abre o forno logo retirando a fornada, um pouco desajeitada ela coloca o tabuleiro em cima da mesa. — Se você esperar só um minutinho, eu termino, e já lhe mostro seu quarto.

— Posso mostra se quiser mamãe.

Kath diz sentando na mesa pondo mely em seu colo alisando os pelos da pequena bolinha branca.

— SunHee certamente adoraria, não é mesmo querida? — Ela franze as sombrancelhas com seu sorriso nos lábios.

— É claro. 

— Prefere comer agora ou ir pro quarto querida?. — Jisoo me olha atenta em quanto vai caminhando até a geladeira. Ela vem com uma jarra de suco caminhando até mim. — Suco de maracujá, gosta né? — Assenti. — Certo, acabei de fazer biscoitos, estão quentinhos.

— Cookies! 

Grita Kath animada. Jisoo ri colocando o líquido alaranjado no copo da mesma.

— Beba tudo querida. — Diz bagunçando os fios da pequena. — Acho melhor colocar mely na gaiolinha dele, ele aparenta está cansado, brincou muito hoje. 

Kath concorda algumas vezes.

— Hoje era a vez do papai brincar com o mely. — Diz Kath bebericando o suco. — Ele esqueceu de novo, e eu ainda não o vi desde ontem.

Rapidamente sinto um aperto no coração, noto o tom entristecido na fala de Kath, ela está presenciando a mesma coisa que vivi em sua idade, não ter um pai presente. Jisso rapidamente me olha, ela parece perceber a situação, minha face triste e fechada, sinto a sua apreensão sem saber o que fazer, ela se abaixa na altura de Kath deixando um pequeno selar em sua bochecha esquerda com um sorriso reconfortante nos lábios.

— Amor não pensa nisso, ok? Vou conversar com seu pai.— Ela suspira — Vá colocar mely pra descansar e venha comer os cookies tudo bem?

— Mamãe você sempre fala isso. 

Jisso novamente a encarava sem saber o que dizer, procurando palavras para confortar a pequena.

— Tudo bem! — Eu digo. — Kath, você ainda não me apresentou o resto da família Kim, gostaria muito de conhecer, o peixinho, o furão, a coelhinha e o cachorrinho. 

Novamente o sorriso banguela é formado em seus lábios.

— Mamãe posso pegar o beily pra mostrar pra minha irmã? — Ela chacoalha Jisoo, e o ambiente é tomado pela sua risada gostosa.

— Claro amor. 

— Yep! — Ela da pequenos pulinhos. — SunHee você vai amar o beily, ele é o cachorrinho mais inteligente do mundo.

Ela sai correndo da cozinha toda animada.

— Obrigado. —  A morena suspira cansada, caminhando novamente ao fogão, logo em seguida Jisoo volta com um pequeno pratinho colorido em mãos, nele há cookies, meu estômago se contrai com o cheirinho bom que vinha dos biscoitos. — Você só sai daqui despois de comer tudo.

— Obrigado.

Pego um levando até a boca mastigando o mesmo que fazia pequenos barulhinhos pela crocancia, Jisoo se senta ao meu lado, pela sua expressão novamente ela não sabe mais o que dizer, pra ser mais honesta eu prefiro assim, o clima pesa, fica horrível pelo silêncio de ambos, me mexo desconfortável, fingindo ter toda minha atenção nos biscoitos postos em cima da mesa, sinto o olhar da morena ainda sobre mim, respiro fundo ainda não tendo coragem para lhe encarar, o ambiente é preenchido pelo som da sua voz, percebo que seu tom sai um pouco decepcionada.

— Querida! — Ela respira fundo, sinto o calor de sua pele assim que ela segura em minhas mãos, novamente buscando palavras confortáveis para a situação. — Eu sinto muito, ele—

—Jisoo! — A corto puxando minhas da sua levando a mesma até o bolso do meu casaco me levantando da mesa, seus olhos se cruzam com os meus e suas sombrancelhas agora estão franzidas — Não quero que se sinta culpada, a culpa não é sua, o babaca da história é ele. — Minha garganta se fecha no momento em que me refiro a meu "pai"— Devo confessar que não queria vim, mas mamãe e Tê pareceram contentes com a ideia, não quero saber dele, eu vim mais por Kath, sabe. Então por favor não se culpe pela ausência dele. — Respiro fundo. — Obrigado, pelos cookies, hm. E pela torta de limão, mas eu não estou com fome agora, ficaria contente se me mostrasse onde eu posso ficar. 

Ela suspira concordando brevemente, ela está chateada, não a culpo, pois eu também estou.

— Tudo bem, amor. — Ela se levanta desamarrando o avental de girassóis caminhado até a porta. — Venha.

A sigo tendo a visão de sua silhueta, ela está subindo as escadas revertida por madeira, vou passando as mãos pelo corrimão para a minha segurança, cansei de cair de escadas, a um grande corredor a minha frente, as paredes brancas com os tão famosos encorajamento para todo lado, "se quer o arco íris, terá que aguentar a chuva".

— Esse é um dos meu favoritos.

Jisoo me pegou encarando aquele quadro colorido na parede.

— Legal!

Eu murmuro. 

Viramos ao corredor, e em uma das portas no finalzinho, ela abre me dando a visão de um quarto, ele estava todo organizadinho, as paredes eram em um tom azul pastel claro,  a cama de casal possuía o edredom da mesma cor, havia uma pequena estante da cor marfim no canto da parede com um notebook posto em cima, um pequeno guarda roupa do lado da cama, o piso era revertido por madeira, era moderno, diferente dos modelos de busan. O quarto não era pequeno, mas também não era muito grande, se tem uma coisa que eu sabia, era que ele era perfeito pra mim.

— Querida  eu espero que goste. E se sinta confortável. Sei que não é um quarto ideal para uma adolescente. — Ela ri caminhando até a enorme janela abrindo a cortina branca com desenhos de corações.

— Está perfeito Jisoo.

Me rastejo até a cama me jogando na mesma.

— Certo! 

A encaro.

— Hm, porque aqui não tem os encorajamentos motivacionais? — Pergunto a surpreendendo, ela sorri jogando alguns fios de cabelos pra trás da orelha me dando a visão das suas inúmeras argolas, caminhando até a minha direção se sentando na ponta da cama.

— Achei que não fosse gostar, então eu tirei.

Disse simplista.

— Está brincando?! — Eu exclamo. — Me senti bastante motivacionada com cada um que li por aí, achei bem original.

Ela sorri.

— Certo querida, então você pode me ajudar a colocá-los mais tarde. — Concordo com a cabeça. Ela se levanta agora com seu olhar direcionado a mim. — Vou te deixar sozinha, para descansar, e se precisar de qualquer coisa apenas me chame, tudo bem? — Balanço a cabeça concordando. — O quarto do crianção é aqui do lado. — Ela ri se referindo a tê. — Então, hm. — Ela coça a nuca.  — Vou indo. 

— Obrigado novamente. E diga a Kath que depois vou adorar conhecer os novos membros da família Kim.

— Certo querida, descanse. 

Ela diz abrindo a porta, em um segundo escuto o barulho da mesma sendo fechada.

É, eu estava sozinha.

Ou eu achava isso até meu celular tocar a tela mostrava que era uma vídeo chamada com o nome de Jungguk vulgo meu melhor amigo cujo eu tinha esquecido a existência por algumas horas admito, atendo o mesmo no terceiro toque. 


— Espero que seja muito importante porque eu ia tomar banho — ri. 

— Bom, se vai ser importante pra você eu não sei, mas pra mim é — ele sorri mostrando aqueles dentinhos de coelho que faz todas garotas da faculdade derreterem, acho engraçado porque elas não sabem que esse garoto só tem a carinha de inocente e gosta das mesmas coisas que eu, acho mas engraçado ainda algumas acharam que nos pegamos mas enfim. — terra chamando SunHee!!. — se perdeu no meu sorriso de novo ? — ele sorri debochado .

— Idiota — rimos. — mas enfim me conta o que é tão importante? — dei ênfase na palavra tão pra ele entender . 

— bom, hã — ele fica completamente sem jeito e poderia dizer que até envergonhado . — Eu descobri que eu tô apaixonado pelo Jimin. — não me aguentei e comecei a rir porque não era nenhum segredo pra mim, estou surpresa por ele ter descoberto agora. — por que está rindo monstrinha? — ele diz meu apelido de uma maneira debochada

— eu estou rindo Jungguk — novamente dou ênfase nas palavras rindo e o seu nome. — porque bom, além de não ser segredo pra mim pelo fato de estar bem óbvio, somente você não percebeu Jungkook, o jeito que vocês se olham, a maneira apaixonadinha, os sorrisinhos bobos, a maneira que esquecem da minha existência quando estão juntos. — rimos novamente. — tô falando sério, mas quer ouvir mais?. 

— apesar de querer, creio que você esteja cansada, como foi sua viagem? o seu dia? — ele faz sua última pergunta se jogando em algum lugar na qual provavelmente seria sua cama. 

— bom meu dia, resumindo foi bom, não vi meu pai então meu humor tá normal — dou de ombros — o Tae me deixou na cafeteria que íamos quando éramos menores e foi só isso eu acho — dou de ombros. — mas e o seu como foi ?. 

— Jimin e eu saímos, fomos ao cinema, ele me beijou o beijo dele é muito bom, só não posso te falar pra provar — e novamente estávamos rindo.  — eu tô com sono, vou dormir monstrinha — e lá estava ele mais dando aquele sorrisinho de coelhinho, que não nego era uma das suas qualidades. 

— tudo bem, durma bem coelhinho — sorri para o mesmo, era impossível não sorri assistindo aquele lindo sorriso dele. 

— boa noite monstrinha — e ele desligou e eu fui finalmente me preparar pra tomar banho, separo um pijama quentinho e fofinho pra dormir, pego minhas roupas íntimas e um hidratante e por fim pego uma meia pelo fato de estar frio. 

 

quebra de tempo 


— depois de passar longos minutos embaixo daquele chuveiro quentinho, resolvo sair me enrolo rapidamente na toalha, e saio pra fora eu agradeço a Jisoo por ter colocado piso aquecido em toda casa, além das paredes terem aquecedores, mais uma vez obrigada Jisoo, porque se dependente do meu pai com todo respeito do mundo estaria todo mundo fodido, tá as vezes eu não entendo meus próprios pensamentos, vou para o quarto calmamente aparentemente pois ainda não senti frio, então está tudo bem, logo me enchugo rapidamente logo colocando minhas roupas e deitando rapidamente apagando. 



dia seguinte Klisfoord oito e quarenta da manhã 


— sinto uma luz entrando na área leste de meu quarto, presumo ser a janela na qual eu esqueci de fechar as cortinas, abro meu olhos lentamente me incomodando com a luz e me levanto indo diretamente para o banheiro, faço minhas higienes normalmente e vou tomar banho. 


um tempinho depois 


— desço as escadas rapidamente indo para a cozinha, encontrando todos menos o meu pai na cozinha. — bom dia — digo alegre e logo sou retribuída . 

— o que pretende fazer hoje ? — Jisoo me pergunta.

— eu queria andar um pouco por aqui sabe? — digo meio sem graça. 

— entendo perfeitamente criança, não se preocupe — ela sorri docemente. 

— depois de conversamos bastante e um irmão mais velho implicante que não sai do seu pé, foi um café da manhã estremamente confortável e bom, depois de ajudar a Jisoo a limpar a mesa e a lavar a louça resolvo sair antes que fique tarde, e então sem escolhas de lembrar caminhos pra muitos lugares resolvo ir na pracinha na qual o papai em seus dias de folga logicamente levava Tae e eu, sem pressa alguma vou andando até a praça, eu esqueci meu celular, merda — por que eu esqueci meu celular ? — resmungo a mim mesma, presumo que depois de alguns minutos chego a praça e tenho aquela famosa sensação de nostalgia novamente, me sento em um banco qualquer e fico somente olhando para as crianças que parecia estar se divertindo uma delas me parecia familiar até demais pra mim, fico encarando a criança por um tempo tentando entender por ela me parecer tão familiar, a vejo a correr para um casal e um homem a pegar porém ele estava de costas não dava pra ver ser rosto, mas então ele se virou sorrindo com a criança no colo, eu não acredito quem é, o que ele tá fazendo aqui? eu só posso ser a pessoa mas azarada do planeta muito obrigada destino, e então algo inesperado aconteceu a mulher na qual eu vi e me lembrei de quem era, era sua ex mulher Solar, então ele mentiu? eles estavam juntos? por que se beijaram? por que eu tô me sentindo tão chateada?, não fiquei mais nenhum minuto ali e sai em disparada pra casa, isso só pode ser brincadeira.



... 


Notas Finais


o que vocês acharam?

o Yoongi mentiu? Será que eles estão juntos mesmo?

até breve 💜


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