História Como Nenhum Outro Mortal Pode Amar - Capítulo 1


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Categorias Sherlock
Personagens Irene Adler, Sherlock Holmes
Tags Adlock, Capítulo Único, Irene Adler, Oneshot, Sherlock, Sherlock Holmes
Visualizações 18
Palavras 538
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Lírica, Seinen, Shounen, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Zaap. Eu criei isso por volta de junho... ou até mesmo antes. Não me lembro, mas foi minha primeira fanfic Sherlock x Irene Adler. Quando decidi criar esta oneshot, desde o começo foi com o intuito de ser curta e prática, mas ficou mais que o normal e aí, eu considero como algo puramente repentino, um tanto objetivo. Fiz uma capa nova, revisei, apesar de que está bom do jeito que está para mim, e decidi postar novamente.

Eu tirei uma nota mental, quando li o capítulo do "Escândalo", e fiquei encantada pela narração do Watson. E assisti a série e bem, foi impossível não ter me inspirado para criar este texto — ou qualquer outro, sendo "Adlock".

Disclaimer: Sherlock Holmes, (1887) é de completa autoria do escritor Sir Arthur Conan Doyle (1859 — 1930), assim como seus respectivos personagens, tendo sua primeira aparição no conto "Um Estudo em Vermelho". Esta fanfiction não possui relação alguma com a obra original, se quer seus pertencentes. Eu, usuário @DomPedroZero / T., tão somente me inspirei no ambiente, tempo, personagens e enredo, para criar esta fanfiction, com sua respectiva capa, feita de fã, para fãs.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Como Nenhum Outro Mortal Pode Amar 

  

Havia dias, que ao visitá-lo em seu apartamento, na Baker Street, simplesmente eu aderia ao meu tédio juvenil de minha vida boêmia, quando solteiro. E ao fumar, observava-o, distante, supondo algo que chegasse próximo ao menos do que era possível aprender com suas habilidades dedutivas. Mas o estado em que se encontrava casualmente, com o álbum aberto sobre a mesa, ao lado da poltrona, sempre a mesma fotografia exposta, não tornaria mistério algum, a ninguém, estudá-lo e compreender a razão de seu comportamento — o próprio muito sagaz, em contornar este resquício de razão, preferindo negar e dar por ilógico.  

Não me considero um conhecedor apurado em sensibilidade, ao ponto de minha suavidade transformar-me no mais deleitoso dos líricos — excluir Sherlock de normalidades banais, faz com que as mesmas sejam naturais, para quem as vivencia, e estranhá-las... é estranho. Entretanto, arrisco dizer que conviver com o mesmo, me fez ter alguma minúcia em observação, ainda que não tão plena. Mínima, mas às vezes, necessária, porque era verídico, tudo o que podia se observar em sua pessoa.   

Às vezes, em seus momentos melancólicos e nostálgicos, eu achava Sherlock um homem muito mais romântico que qualquer outro. Pressupor tal aspecto, é o fato de ele provavelmente ter admirado Irene Adler ao ponto de sentir algo, entretanto, abordando pela frieza da razão, ao que o calor da emoção, assim, destacando-se uma vez mais, ao gostá-la pela grande razão que desprezamos ao sentir.  

O que não me haviam dúvidas da profundidade que só o mesmo poderia compreender ou expor algum dia — certamente, o que nunca sucederia.   

— Watson? Poderia fazer a gentileza de me passar o violino recostado ao consolo da lareira, ao seu lado?   

— É claro, meu caro.   

— Deveria mudar algo na composição ou não... está perfeita assim — murmurou lamuriante, melancólico, dedilhando um mi tão desanimado quanto a si mesmo. — Perfeita como a própria mulher o era. — A risada foi audível a distância, destacando-se de seu modo analítico e pouco claro ao falar. — É assim, Watson? Se supões com este olhar que sinto fuzilar-me as costas com inquisições e afirmações de meu comportamento, testificando que amo... então, amar é ser poético?  

— Suponho que você seja capaz! Então, descartaremos muitos “apaixonados”, se esta é a razão...  

— E por que não seria? É tão distante de qualquer complexidade racional. Talvez minha pífia derrota constante seja esta: O que não se pode derrotar.  

— Sherlock... você a amou? — Arrisquei.   

— Não, não amei. Se o fizesse, estaria em um ânimo tolo de desconhecimento do amor, me arrisco dizer, inocentado. Mas tal coisa não existe. É um sofrimento e tanto... apesar de que vivenciá-lo, não me faz ao todo, mal. A vontade de ter vivenciado com ela... — Calou-se, inspirando moderadamente, até ganhar uma carga renovada de ironia, e declamou indiferente: — Então, por que questionas o que minh'alma lhe mostra?  

Suspiro, fechando os olhos, armando bandeira branca de desistência.   

Por que insistir? Cabia a mim respeitar o que ele relutaria até o fim. Era desnecessário qualquer expressão verbal. Desnecessário ser um connoisseur do amor para entender que Sherlock Holmes amou Irene Adler, como nenhum outro mortal pode amar. 

  

Como Nenhum Outro Mortal Pode Amar ——— @DomPedroZero / T. 

Repostado em 07 de Agosto de 2018.


Notas Finais


É muito simples. Para mim, se Sherlock amasse... certamente que não seria de uma forma trivial — ou se quer, ele reconheceria e admitiria! :D

Agradeço a leitura! o/


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