História Como nos conhecemos. - Capítulo 2


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Palavras 635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Harem, LGBT, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Laços


Fanfic / Fanfiction Como nos conhecemos. - Capítulo 2 - Laços

Algumas semanas haviam se passado e desde então haviam ocorrido algumas coisas;Depre e Zill se encontravam no parquinho regularmente,seja para brincar ou apenas conversar,Killer ainda morava com Hate e seu pai porém sem sua mãe,Sora,a mesma dizia que seu pai estava com problemas financeiros e era melhor que o pequeno ficasse com a família de Hate,mentira.

Neste momento o pequeno apelidado Depre andava pelo quarto,encarava a janela vez ou outra,queria muito ir brincar mas o mais velho com quem vivia disse que hoje era melhor não,o garotinho de cores mortas não sabia o porquê porém concordou.

- Talvez eu deva perguntar... -Murmurou enquanto saia de seu quarto descendo as escadas de madeira escura para ir para a sala de encontro com o mais velho.

Pulou o ultimo degrau em uma brincadeira infantil dando uma risada baixa e olhou em volta o procurando,a casa não era tão grande assim talvez estivesse no banheiro.Saiu andando pela sala hora ou outra se distraindo com algumas das ferramentas que haviam espalhadas pelo cômodo,não se incomodava afinal sabia que o mais velho era um inventor amador à tempos,várias vezes foi pego o observando,não sabia o porquê mas admirava-o tanto,pensava que não tinha capacidade- na verdade,sabia que não tinha -para ser igual ao mais velho,mesmo que sempre ouvisse ou visse algo explodindo sabia que ele não desistia e,era isso que os vaziam diferentes,era por isso que não poderoa ser igual a ele.

Finalmente achou-o,estava sentado na cadeira apoiando-se na mesa de jantar,em seu olho esquerdo segurava um saco de gelo,Depre não pode deixar de ficar surpreso,sabia que o mais velho havia apanhado só não de quem.O pequeno teve uma ideia para akudar,era só uma criança e sabia disso porém poderia ajudar com os ânimos.

Sorriu de forma alegre e correu novamente para seu quarto,pegou a primeira folha branca que viu e seu pacotinho de giz com todas as sete cores,por fim desenhou um coração e escreveu por dentro: "Eu te amo moço" e desenhou uma carinha feliz.Seu sorriso ia cada vez se alargando mais ao pensar em entregar aquilo ao moço que cuidava de si,Depre deu uma risadinha infantil e saiu de seu quarto descendo as escadas apressadamente e voltou a cozinha vendo que homem ainda estava lá.

- Ei!Moço... - Escondeu o bilhete atrás das costas enquanto caminhava até ele.

- Depre...? - Encarou a criança com um olhar interrogativo.

- Você se machucou...Fiz algo pra melhorar seu ânimo! - Disse lhe entregando o bilhete sorridente.

O mais velho pegou o bilhete e o leu,por um segundo ficou confuso depois apenas sorriu não podendo deixar de adquirir um leve rubor nas bochechas.Fez uma carícia nos cabelos negros de Depre que sorria e aproveitava o carinho.

- Nunca lhe disse meu nome não é? - Questionou recebendo uma afirmação do garotinho. - Me chamo Kibo.

- Sei nome parece com o de um salgado,que legal! - Deu novamente uma risadinha.- Ei Kibo...Já que sou órfão e você cuida de mim...Tem muito tempo na verdade... - Fitou maior. - Você é meu pai?

O mais velho travou,não sabia o que responder.Tudo bem qua cuidara de Depre a tempos mas nunca tinha pensado em si como pai dele,se via mais como um amigo ou apenas cuidava dele.Sempre o tratou com carinho mesmo tendo sua dificuldades sociais e,também não gostava de crianças,ele havia sido a primeira,então por que não sabia responder?Suspirou e se ajoelhou no chão em uma falha tentativa de ficar na altura de Depre.

- Olha...Quer que eu seja seu pai?...

- Eu...Eu nunca tive um então...Sim!Quero! - Exclamou.

- Então ok...Eu acho...

O garotinho adquiriu um brilho incontável nos olhos e sem demorar o abraçou,estava tão feliz por finalmente ter um pai,sentia que seu coração fosse explodir.



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