História Como Perder um Alfa em 10 Dias - Capítulo 13


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Alfa, Beta, Chansoo, Exo, Hunhan, Kaibaek, Ômega, Revista
Visualizações 382
Palavras 2.881
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU SEI QUE ESTÁ COMO FINALIZADAAAAAAAAAAAAAA
Choremos todos T.T
Maaaaas acalmem esses corações, esse capítulo é o final sim, da história de HunHan e devo dizer que estou muito muito feliz por ter escrito essa fic incrível e só consigo agradecer vocês, meus amores!
Eu ainda tenho que responder os comentários do cap anterior.
Mas de todo meu coração? AMO VOCÊS!
Semana que vem sai o último e definitivo cap e vocês vão entender o que eu digo com "final de HunHan"
hehehehhe

Capítulo 13 - Reconquista


Fanfic / Fanfiction Como Perder um Alfa em 10 Dias - Capítulo 13 - Reconquista

Reconquista

 

SeHun

Eu corria pelas ruas de SeHun para poder alcançar minha moto no estacionamento que eu havia deixado a três quadras do salão de gravações. Eu precisava tirar aquela história a limpo e Jong In que não me escutasse, mas ele estava certo.

Estava escrito na minha cara o quanto aquele ômega havia se tornado importante para mim.

Deixei uma nota no caixa e já busquei mina chave dando partida rumo a editora Alfa sabendo que era lá que eu o encontraria. Saberia se aquelas palavras eram de fato verdadeiras ou apenas mais uma mentira de audiência.

Acelerei nos pontos que consegui pegando três faróis fechados o que me fez bufar de raiva.

Mas assim que cheguei estacionei na porta ao lado de algumas motos que já estavam ali. Subi sem precisar passar pela recepção, pois a mulher que ali se encontrava estava ocupada com alguma ligação que parecia ser importante, porque nem fui percebido.

E assim que cheguei ao seu andar procurei pela mesa 7 e nada. Não havia ninguém. Franzi o cenho olhando apenas para um vasinho pequeno de uma planta que eu já conhecia bem. Era um vaso menor que o meu, mas ainda sim era uma dormideira.

Então ele também tinha uma...

-Ele não trabalha mais aqui. – Uma voz me assustou e me virei para uma pessoa que reconheci. – Oi...

Era ele!

O psicólogo de casais. Só que estava mais diferente. Sem óculos e cabelos vermelhos. Estava bem melhor, confesso.

-Onde ele está? – Perguntei vendo seu rosto corado. Era ele mesmo.

-Pediu demissão depois que viu que Zitao não cumpriu com a sua palavra. – Franzi o cenho e ele percebeu que eu não havia entendido. – LuHan só aceitou fazer a matéria porque ele poderia escrever sobre o que ele quisesse após isso. Zitao achou que era sobre alfas e coisas que ele acha relevante, mas LuHan nunca quis isso. Então se demitiu. Está se mudando para Busan hoje.

-Busan? – Perguntei surpreso. Era muito longe de Seul e não estava preparado para deixar LuHan ir embora daquela forma tão fácil. – Está me devendo 320 wons senhor Byun.

O ômega sorriu meio torto e acenou para mim com uma certa vergonha no rosto enquanto eu saía de lá com o pequeno vasinho da planta nas mãos.

Estava explicado porque LuHan tinha ficado tão chateado quando viu o estado da minha dormideira, a dele estava já com flores e a minha morta. Eu também havia pisado na bola algumas vezes.

Corri novamente para minha moto deixando o vasinho dele dentro do compartimento do banco.

Ele não iria embora antes de conversar comigo.

Respirei fundo girando a chave para poder correr atrás de uma pessoa que me magoou e que eu magoei também.

 

ↄ ↄ ↄ

 

LuHan

Zitao me decepcionou muito quando me disse que não poderia escrever sobre nossa origem, tecnologia, ciência. Eu estava tão feliz quando ele havia dito, mas fora tudo em vão.

Minha demissão fora pedida um dia antes do meu cio, depois daquela tragédia toda que havia acontecido no coquetel. Agora, cinco dias depois, fui contatado para uma entrevista em Busan que me proporcionava o que eu sempre sonhei. Seria difícil deixar Baek Hyun e Jong Dae, mas eles mesmo me encorajaram para ir.

Eu seguiria meu sonho mais uma vez. E dessa vez daria certo.

Ao menos, poderia esquecer um pouco de SeHun. Eu ia recomeçar minha vida do zero podendo fazer o certo sem precisar mentir ou correr atrás de matérias fúteis.

-Obrigado. – Sorri para meu porteiro que me ajudou com as malas já que eu ficaria duas semanas fora antes de saber se havia passado ou não de fato.

A entrevista seria feita em duas etapas, uma em cada semana e eu já estava pronto para ficar hospedado por lá nos próximos dias.

Entrei no carro que me levaria até o aeroporto e agradeci ao motorista que abriu a porta para que eu pudesse entrar. Seria meu começo. Minha deixa de ser um pouco feliz naquela vida que já havia me tirado tantas coisas.

Eu olhava pela janela a movimentação dos carros daquela grande metrópole que um dia eu tanto sonhei em viver e hoje, estava indo embora.

Eu havia sofrido demais naquele lugar.

Eu merecia ter uma chance, não?

O caminho para o aeroporto seria em uma hora, e agradeci por precisar me preocupar com o que falar na entrevista só no dia seguinte e por meu cio já ter passado. Agora, seriam três meses sem esse negócio que dói demais.

Baek Hyun e Jong Dae sempre cuidavam de mim naqueles dias, assim como eu ajudava Jong Dae a cuidar de Baek quando ele estava na mesma situação. Não deixavam que ninguém chegasse perto e também não podiam fazer muito por mim. Apenas me alimentavam e me deixavam com algum consolo.

Eram dias difíceis.

Perdidos em meus pensamentos eu fui assustado quando uma mão bateu no vidro e apertei meus olhos tentando ver quem era e porque estava andando paralelamente ao carro.

Mas assim que ele levantou a proteção do capacete vi a face da última pessoa que eu pensei que veria.

-SeHun?! – Abaixei o vidro do carro.

-Pede para ele parar. – O alfa apontou para o motorista que parecia não se importar enquanto conversávamos daquela forma perigosa. – Ande, LuHan, eu preciso falar com você.

Ele era um louco.

-Moço, você pode parar um minuto, por favor. – Pedi o vendo me olhar pelo retrovisor sem entender.

-Senhor, não tem acostamento aqui, só depois da obra. São duzentos metros. – Ele apontou para frente e vi que realmente seria difícil parar naquele momento.

-Pare assim que a obra acabar, por favor. – Pedi e ele assentiu. – Vá depois da obra, SeHun. – Falei para o alfa que acelerou e eu perdi de vista logo mais.

O que aquele alfa estava querendo? Se matar?

Estava no caminho certo.

E o que ele teria para falar comigo? Já não bastava o que passamos naquela noite do coquetel? Ele queria se relembrar do desastre?

Precisei esperar alguns minutos até ver o motorista parar no acostamento ao lado da moto de SeHun que já estava de pé e seu o capacete já que o mesmo estava em sua mão. Seus olhos encontraram os meus mesmo antes de eu sair do carro.

Respirei fundo tomando coragem para ter aquela conversa com o alfa.

-O que quer, SeHun? – Perguntei ao sair do carro e fechei a porta do mesmo depois de pedir para o moço me esperar um pouquinho. Seria rápido.

-Onde está indo? – O vi deixar o capacete no banco da moto para vir até mim e poder olhar em meus olhos da forma que eu sempre temia. Parecia que ele enxergava minha alma quando fazia aquilo e eu me sentia vulnerável.

-Consegui uma entrevista em Busan. Não trabalho mais para Zitao. – Cruzei meus braços para manter minha zona de conforto estável.

-Eu perguntei onde você vai, LuHan. – Ele repetiu e franzi o cenho não entendendo.

Com certeza eu estava certo, SeHun devia estar doido das ideias e estava ali. Querendo manter uma conversa que não fazia sentido.

-Eu preciso ir, SeHun. – Falei baixo e olhei para meus pés que mexiam. – Tenho horário para pegar o avião. – Dei as costas para ele e abri a porta do carro novamente.

-“ Para perder um alfa em dez dias é apenas necessário não se apaixonar e fazer todos os itens apontados.” – SeHun falou fazendo com que eu parasse exatamente aonde eu estava. – Isso é verdade? Vire-se para mim e diga, LuHan. Isso que disse sobre não se apaixonar é verdade?

Ele havia lido.

Demorou, mas ele leu.

Por mais que eu pensasse que não, SeHun estava ali para tirar satisfação sobre a última frase da coluna? Eu poupei seu nome para não o expor porque eu não gostaria se fizessem comigo e também não tinha permissão de usar seu nome sem consentimento e agora ele estava ali na minha frente me perguntando sobre a última parte?

-Tudo que está aí... – Comecei e me virei para o alfa novamente, mesmo não querendo por estar novamente me segurando para não desabar na sua frente. – Tudo que está aí é a mais pura verdade, SeHun. Eu não tinha porque mentir. Quando eu escrevi eu fui profissional, não se preocupe que não menti sobre isso também.

O silêncio se fez presente e o vi jogar a revista que tinha em mãos para longe e vir até mim.

Eu me surpreendi quando suas mãos envolveram meu rosto, e mais ainda quando seus polegares começaram um carinho em minhas bochechas para conseguir fazer com que eu não deixasse mais aquelas lágrimas – idiotas que escorreram – parar de cair.

-Você não precisa ir até Busan para conseguir o que quer. – O alfa olhava em meus olhos e eu queria me afundar em seu brilho. – Sabe que é bom o suficiente para conseguir um emprego nas grandes editoras de Seul. Está querendo fugir. Fugir do que está sentindo por mim. – Ele encostou sua testa na minha e deixou que seu nariz roçasse no meu assim como eu fiz com ele algumas vezes. – Eu digo que não precisa fugir de algo que eu também não consigo. Você, loirinho, conseguiu me fisgar de verdade. E pode crer, isso não é uma aposta.

Ri quando ele disse a última parte. Nós éramos dois imbecis que não sabiam amar alguém da forma certa.

Só seguindo o caminho errado para enfim acertar.

-Como eu saberei? – Funguei ouvindo sua gargalhada. – Nós somos dois errados, SeHun.

-É por isso que damos tão certo. – O alfa falou antes de juntar nossos lábios que já estavam pertos o suficiente para um beijo.

Eu senti falta daquele gosto de hortelã que ele exalava só de chegar perto. Eu senti falta das suas mãos quentes rodearem minha cintura enquanto sua língua ia a caça da minha. Eu sentia falta de Oh SeHun.

Ele não precisou de tanto tempo para me conquistar, nem eu precisei de tanto tempo para cair nos seus encantos.

-Por favor, leve as malas desse jovem de voltar ao endereço de partida. – SeHun deixou algumas notas no colo do motorista que parecia confuso com tudo, mas não demorou para sair com o carro de volta à rua.

-Descobri tantas coisas, loirinho. – Ele me abraçou e o apertei de voltar aspirando seu cheiro. – A primeira é que não é vegetariano.

Ri com sua careta e deixei um selar nos seus lábios.

-Talvez eu só esqueci de avisar que eu era um vegetariano fajuto. – Dei de ombros recebendo um peteleco na cabeça. Eu ri. – O que mais descobriu?

-Que o nosso psicólogo é seu colega de trabalho. – SeHun me puxou pela mão até sua moto para podermos sair dali. – A não ser que ele tenha uma vida dupla, o senhor pode me explicar direitinho. Bem que achei estranho aqueles cabelos.

-Baek Hyun é um dos meus melhores amigos. Claro que ele topou me ajudar. – Sorri quando ele colocou o capacete em mim. – Que cara é essa?

O alfa abriu o compartimento do banco e arregalei os olhos.

-Minha dormideira? Como conseguiu? – Perguntei fitando o vasinho.

-Eu fui na revista para saber de você, encontrei com nosso psicólogo paraguaio e ela estava lá. Não me disse que tinha uma pequena dormideira do amor. – Sua voz saiu risonha e fiz o mesmo. – Tem tantas coisas que eu quero saber sobre você, loirinho.

 

ↄ ↄ ↄ

 

[Uma semana depois]

Quando eu perguntei para meu destino se eu merecia uma chance, eu não sabia que ele me responderia que sim.

Depois que SeHun deu um de louco atrás de mim, eu não pude mais resistir àquele alfa.

Hoje, com ajudinha daquele que eu chamava de namorado, trabalho na revista científica mais requisitada de Seul. Kris também foi bem legal comigo quando SeHun pediu o contato do editor chefe da M.I.N.D.

Ele gostou do meu currículo e me deu uma chance.

Hoje, eu podia dizer que meu sonho de ser jornalista investigativo estava realizado graças a um alfa. Sim, um alfa! Aquele que eu tanto temi e que estou apaixonado com toda a certeza.

Aquele moreno havia me conquistado de uma forma que nem eu sabia explicar.

Agora, neste exato momento, SeHun estava ali, na minha frente só de cueca enquanto balança aquela bunda enorme de um lado para o outro sem notar minha presença. Enquanto meus dedos correm pelas teclas do notebook eu consigo ver nitidamente a sincronia que ele tem com a música que o ajudou a preparar nosso jantar.

O que o deixava tão animado?

Nossos amigos chegariam a poucos minutos e a sua folga ainda de não ter colocado uma roupa descente estava ali presente.

-Você está me desconcentrando, SeHun. – Falei quando ele deixou uma travessa em cima da mesa enquanto eu o olhava do sofá. – Você ao menos podia colocar uma calça.

-Qual é, loirinho. – Ele riu. – Está babando no meu corpinho?

Ri com a forma com que ele me encarava depois revirei os olhos escutando a campainha. Seria mais um dos três jantares que havíamos feito naquela semana com nossos amigos. Eles pareciam ter se dado bem.

Apesar de eu achar que Chan Yeol merecia alguém melhor que aquele tal de Kyung Soo que só queria o mal do meu SeHun.

Mas ninguém escolhe de quem vai gostar.

Quer dizer, quase ninguém, porque meu amigo Baek Hyun...

-Ele já chegou? – Sua figura preocupada olhando de um lugar para o outro a procura de Jong In me fez revirar os olhos quando de relance vi SeHun subir até seu quarto para se vestir. – Chegamos primeiro, de novo?

-Baek, você não vai começar, né? – Respirei fundo abraçando seu corpo pequeno de depois de Jong Dae que só mantinha os braços cruzados. Sabia que Baek Hyun havia enchido seus ouvidos durante todo o caminho. – Kai já deixou bem claro que não está a procura de uma pessoa para esquentar seus pés de noite.

-Tá tudo bem, Lulu. – Ele deu de ombros. – Se tudo ocorrer como o planejado, terei esse homem na minha mão em duas semanas.

-Do que ele está falando, Dae? – Perguntei para meu amigo beta depois de trancar a porta. Estávamos só nós três na sala enquanto olhava para os dois sem entender.

-Zitao está a caça da matéria do mês que vem. – Chen começou massageando as têmporas. – E adivinha quem foi escolhido?

Abri minha boca, chocado com a revelação e pela cara diabólica de Baek Hyun, eu sabia que coisa boa não era.

-Tenho medo de perguntar, mas qual foi? – Arqueei as sobrancelhas.

-Como conquistar um alfa em 15 dias. – Baek Hyun falou todo sorridente enquanto batia as mãos alegre. – E até sei como fazer isso. Fique feliz, Lulu. Eu só tive essa grande ideia por sua causa. E vi que sua história acabou muito bem. Por que a minha não acabaria?

-Porque pela sua cara, seu escolhido é o Kai. – Sentei ao seu lado no sofá. – Baek, eu não conheço o Kai tão bem. Só que esse barco é furado, amigo. Por favor, me escuta. E não faça essa matéria. Eu sei muito bem o quão ruim é.

Meu amigo parecia pensativo e Chen só estava a procura de alguma coisa para beber na geladeira.

A campainha tocou novamente me fazendo levantar. Onde estaria SeHun para atender sua própria casa?

-Olá namorado do SeHun. – Kai mostrou aqueles dentes brancos e brilhantes na minha direção e deu até vontade de socar sua cara com tamanha beleza. – Cadê aquele traste?

-Está tomando vergonha na cara e colocando uma roupa. – Dei de ombros dando um abraço nele e depois em Chan Yeol que ainda era meio tímido comigo.

Depois de toda a descoberta e de que SeHun fora atrás de mim, eu conseguia agir normalmente e vou dizer, foi a melhor coisa. Eu percebi que os amigos dele eram bem bacanas também e não tinha do que reclamar.

-Boa noite, galera. – Kai acenou para Chen que apenas acenou de longe e depois o olhar do moreno, juntamente com o meu, foram até Baek Hyun que estava mexendo no celular e não desviou a atenção. – Baek Hyun?

-Ah, oi. – Meu amigo respondeu sem ânimo nenhum e franzi o cenho.

Então era aquilo? Ele realmente havia escolhido Kim Jong In?

Toda vez que meu amigo via aquele moreno, babava em si e puxava um saco do caramba, mas como havia um propósito agora... Ele iria até o fim. Só esperava que ele não se machucasse.

E não adiantaria eu dizer nada.

-E aí, gente. Boa noite. – SeHun desceu com uma jeans e uma camisa aberta xadrez que eu fiquei encantando. Seu abdômen definidinho estava a mostra e aproveitei para passear meu olhos por toda sua extensão. Ele era perfeito. – Só não baba, loirinho.

Os garotos riram e pisquei algumas vez um tanto sem graça antes de sentir um beijo em minha testa por parte de SeHun.

-Vamos comer?

A verdade era que eu estava feliz, por mais que situações acontecessem em volta de nós... Eu ainda tinha meus amigos, tinha SeHun.

Nunca na minha vida eu podia imaginar que através de uma matéria de capa de revista eu conheceria Oh SeHun. O homem que me mostrou que nem todos os alfas são tão odiáveis assim.

E se tem uma coisa que eu aprendi com tudo isso foi: Eu nunca mais mentiria.

 

 

ↄ ↄ ↄ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Pra você que está se perguntando: COMO ASSIM ACABOU?????
Como eu disse nas notas iniciais eu disse que ainda terá mais um capítulo que vão explicar algumas coisinhas e siiiim, tem um projeto em andamento KaiBaek hahahahha
Pra que estava sonhando, VAI ACONTECER!
Só tem um cap pronto, então não tem previsão de postagem.
Eu agradeço muito a todos e nos vemos semana que vem!

S2


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