História Como pode ser?! - Capítulo 9


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Categorias Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Lisa, Personagens Originais, Rosé
Tags Black Pink, Chaelisa, Jennie, Jensoo, Jisoo, Lisa, Orange, Yuri
Visualizações 169
Palavras 1.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


VOLTEEEEI sz

Capítulo 9 - Confissões


Fanfic / Fanfiction Como pode ser?! - Capítulo 9 - Confissões

 

Acordei com a luz do dia ofuscante que passava pela janela. Cocei os olhos e bocejei. 

Tentei sentar-me na cama, mas as pernas de Jennie sobre as minhas impediram. 

Olhei em direção à morena com intenção de reclamar, mas desisti assim que percebi que ela ainda estava num sono pesado. Sorri à toa.

— Droga... Por que me confunde tanto, garota? -sussurrei. 

Com cuidado, tentei remover as lindas pernas de Jennie. 

Depois de muitos movimentos suaves, consegui me safar da armadilha de coxas. Levantei-me e parei em pé ao lado da cama. Bocejei. 

Emaranhei os dedos no cabelo, pensativa. 

Vendo Jennie somente de calcinha e blusa larga na minha cama, sensações estranhas me dominaram novamente. Não queria admitir, mas cheguei a ter pensamentos impuros naquele instante.

Esfreguei o rosto, tentando afastar qualquer coisa relacionada a ela. Decidi sair daquele cômodo.

Desci até a cozinha e encontrei meu celular na bancada. Fiquei olhando para o aparelho eletrônico enquanto pensava se realmente faria a ação a seguir. 

Dúvidas e pensamentos estavam me consumindo. Eu precisava desabafar.

Como se eu desse o "foda-se" peguei o celular rapidamente, desbloqueei-o e comecei a discar o número de Lalisa.

Eu estava tão nervosa, que quase roí totalmente a unha do polegar.

— Alô...? -ouvi a voz sonolenta de Lisa, mas fiquei em silêncio, não sabia como iniciar aquela conversa. -Jisoo, é você?

— Oi, Lisa -Finalmente falei.

— O que foi? Por que me ligou? Aconteceu algo?

— Bom, não... mas sim. -respondi.

— Quê? 

— Olha, Lisa, prometa que não vai rir, okay?

— Tá, que foi? -A loira falou ríspida.

— Meio que ontem... aconteceu algo entre eu e a Jennie. -anunciei.

— Vocês brigaram? Ela acabou indo embora?  Olha, saiba que ela não veio pra casa. -Lalisa deu seus palpites.

— Quê? Como assim ela não veio pra casa? -Balancei a cabeça. -Não importa, não foi nada disso. 

— Ai, Jisoo, tá cedo. -ela resmungou. -Desembucha logo que eu quero voltar a dormir. 

— Tá, enfim. Aconteceu algo estranho. -Falei. -Talvez por ela estar bêbada, mas não tenho certeza. A Jennie... Ela, bom, -bati com a mão na testa. -Ai, não sei como dizer isso. Quer saber? Esquece.

— Ah, não, Jisoo, não tem essa de esquecer. Você me fez levantar, então agora você vai contar, sim.

— Ai, Lisa, não importa, sério. Deve ser só uma fase. -resmunguei.

— Ih, Jisoo, conta logo! 

— Tá, bom, porra. É que e-eu... eu tive vontade de beijar a Jennie! -falei impaciente. -Mas não só vontade de beijar... quis algo além disso. -senti minhas bochechas arderem por vergonha. -Não é carência nem nada assim, eu gosto dela. Quer dizer, eu acho que gosto. Ah, eu não sei, eu tô confusa!

— Jisoo... -Ouvi a loira dizer meu nome apreensiva, mas interrompi.

— Lisa, puta que pariu. -falei desesperada- acho que virei lésbica!

Por alguns minutos, esperei Lisa se manifestar. Contudo, não veio nada além de silêncio.

Desliguei a chamada com desespero e coloquei o celular na bancada com força e rapidez. Tinha certeza que havia acabado de fazer merda. 

Lisa ficou muda depois da minha confissão e isso havia me preocupado. Me preocupei com o fato de algo ter mudado, me preocupei com o fato dela mudar comigo ou acabar se afastando. 

Passei as mãos pelo cabelo me arrependendo.

— Puta merda, o que eu acabei de fazer? Por que falei isso?! -Fiquei frustrada.

— O que foi, Jisoo? -Senti braços envolverem minha cintura.

Me assustei, mas quando percebi que era Jennie, me senti aliviada. Repousei minha mão sobre onde as mãos dela se encontravam. Sorri.

— Bom dia, Jen. -Respondi.

Ela encaixou sua cabeça na curva do meu pescoço e pude sentir seu corpo se juntar ao meu. Borboletas invadiram meu estômago.

Merda, eu realmente me sentia apaixonada. 

— Jichu... -Jennie falou manhosa. -você levantou e levou todo calor consigo. 

Virei-me para ela. Vi que ainda estava apenas de calcinha e blusa, ela realmente não se importava de ficar assim.

— Desculpa -falei -Quer voltar pra lá? 

Ela se aproximou e segurou a minha cintura. 

— Sim, mas antes me fale. O que aconteceu, hein? Você parecia preocupada. 

— Ah, não era nada. Me preocupei à toa. -respondi -Acho que estou me precipitando. 

— Hm, em relação a quê? 

— Nada. -a você. -Não é importante, nem me lembro mais. 

— Talvez isso ajude a clarear suas lembranças. -ela me deu um rápido selinho e eu arregalei os olhos. -Eu ouvi o que dizia pelo telefone. Era a Lisa? 

Balancei a cabeça em afirmação ainda sem reação.

— Ah, e sim, eu estava bêbada, mas ainda conseguia medir minhas ações.- ela riu.- O álcool só serve pra me dar mais coragem.

Sorri com a resposta, mas me mantive calada. 

— E sobre você ter "virado" lésbica, não é bem assim. -ela riu novamente, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. -Você somente se descobriu, e além disso, você pode ser bissexual, e não lésbica.

As mãos dela ainda se mantiveram na minha cintura, e em algum momento, quando ela ainda argumentava, eu parei de prestar atenção nas palavras. Só conseguia focar nos detalhes do rosto da menina à minha frente.

Levei minha mão até o rosto de Jennie, e, com as pontas dos dedos, acariciei-o. 

Deslizei minha mão do seu rosto para seu pescoço e, com calma, puxei sua cabeça para se aproximar de mim. 

Encaixei minha boca entre os lábios da morena, e em seguida me afastei com calma.

— Merda...- resmunguei- acho que gosto de você.

Jennie sorriu de canto e, com as mãos em minha cintura, fez com que nossos corpos se colidissem.

Dessa vez, deixei com que Jennie iniciasse o beijo. Ela repetiu meu primeiro ato. Encaixamos nossos lábios e entramos em perfeita sincronia. 

Quando Jennie abriu um pouco a boca em busca de fôlego, não perdi a oportunidade e adentrei minha língua. Sua boca quente e sua língua aveludada fizeram meu corpo entrar em êxtase. Jennie apertou suas mãos em minha cintura e acabei arfando. Retribuí a ação com indolores puxões de cabelo em sua nuca.

Senti as mãos de Jennie deslizarem pelas minha nádegas e se encaixarem nas minhas coxas. Sem aviso prévio e sem interromper nosso beijo, Jennie me suspendeu e ajeitou-me em cima da bancada da cozinha.

Ela se encaixou entre minhas pernas e passeou com as unhas pelas minhas coxas. Arrepiei.

Jennie tentou subir mais com as mãos, mas o tecido do meu short impediu. Quando finalmente interrompeu nosso beijo, sem afastar seu rosto, Jennie arrastou seus lábios pelo meu queixo, depois pelo maxilar e só parou na lateral do meu pescoço. 

Com o corpo totalmente queimando em tesão, joguei a cabeça para trás. 

A menina à minha frente lambeu a superfície da minha pele e como maneira de me conter, segurei firme na lateral da bancada. Jennie depositou um chupão demorado e estralado, não tive dúvidas que ficaria com uma grande marca mais tarde.

Segurei firme no cabelo da morena e a afastei do meu pescoço. Puxei seu rosto para mais um beijo desesperado. Nem sequer pedi permissão, simplesmente invadi a boca de Jennie com a língua. 

A garota se apoiava nas minhas pernas naquele momento, mas com uma das minhas mãos, segurei o pulso de Jennie e o guiei até meu seio esquerdo. A garota apertou meu peito sem cautela e, sem querer, soltei um gemido.

Jennie sorriu entre o beijo e se afastou.

— É, talvez eu também sinta algo diferente por vo- 


Nos assustamos e olhamos em direção à porta da frente. Havíamos escutado barulho de chaves.

Arregalei os olhos para Jennie e ela entendeu o sinal. A menina saiu correndo em direção ao andar de cima. Eu desci da bancada com rapidez e fiz o mesmo. 

Quando chegamos no quarto já sem fôlego, até porque subimos as escadas pulando degraus, ouvimos a voz da minha mãe vinda do andar de baixo:

— Jisoo, querida, chegamos! 

Eu e Jennie nos entreolhamos e simplesmente começamos a rir. 

 



Notas Finais


Eh isto <3


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