História Como prometi, voltei - Capítulo 29


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Categorias Animais Fantásticos e Onde Habitam, Harry Potter
Personagens Aberforth Dumbledore, Alvo Dumbledore, Ariana Dumbledore, Armando Dippet, Credence Barebone, Fineus Nigellus, Jacob Kowalski, Newt Scamander, Newton Scamander, Personagens Originais, Porpetina "Tina" Goldstein, Queenie Goldstein
Tags Animais Fantásticos, Harry Potter, Jacob, Newt Scamander, Onde Habitam, Queenie Goldstein, Tina Goldstein
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Palavras 2.748
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Desafio


– Eu duvido. – declarou Theseus.

Theseus instalou-se na hospedaria a menos de uma semana. Após um dia particularmente estressante com decisões que foram tomadas em conjunto entre o ministério local e o britânico, ele decidiu descer pelo menos uma vez ao bar.

– Acho que entendi errado. – Mariane balançou a cabeça e cutucou Beatriz. – Ele não disse isso.

Beatriz recuperou-se do ataque de risos:

– Disse que não acredita que os brasileiros saibam aproveitar melhor uma bebida que os escoceses.

– Mas ele não é escocês. – replicou Mariane.

– Mas ele estudou em Hogwarts, fica na Escócia. – lembrou Beatriz.

– Desculpe se como todo bruxo brasileiro eu estudei na Castelobruxo. Diferente de você. – Mariane revirou os olhos. – Agora voltando ao ponto brasileiros versus ingleses que se consideram escoceses...

Mariane sumiu para baixo do balcão e voltou distribuindo duas fileiras de copos pequenos. Theseus franziu as sobrancelhas para o balcão.

– É um desafio. – explicou Beatriz. – Mari vai colocar apenas bebidas nossas. Tome uma atrás da outra. Quem parar ou demorar perde.

– Sério? – Theseus soltou algo entre um riso e uma bufada. – Senhoritas, eu tenho um grupo de aurores para comandar amanhã.

– Está com medinho de perder? – perguntou Robert erguendo uma sobrancelha.

– Fique quieto. – Theseus ergueu o indicador com seriedade. – Ainda sou seu chefe.

– Você é meu chefe quando estamos com o departamento. – corrigiu o Robert. – Não sabia que esse bar tinha virado sede do ministério.

Theseus bufou antes de voltar a encarar a fileira de copos. Mari já os preenchia com bebidas, cada uma de cor distinta.

– Com quem eu vou competir? – perguntou o Scamander.

– Comigo. – Beatriz levantou, já pronta para pegar um dos pequenos copos.

– A senhorita? – Theseus segurou uma risada. – Não tem cara de quem bebe muito.

– Como se isso estivesse escrito na testa de alguém. – Mariane bateu a garrafa no balcão dizendo a frase no melhor inglês que pode. – Vamos logo. Preparar... – ela fez uma pausa dramática enquanto os dois desafiantes colocavam os dedos sobre os copos. – Já!

Beatriz e Theseus tomaram a primeira, a segunda, a terceira e assim por diante até chegar a sétima e última dose. Theseus engasgou com a última bebida. Beatriz tomou o curto gole apenas enrugando o nariz.

– Eu sabia. – Mariane sorriu para Beatriz. – 1×0 para os brasileiros.

– O que é isso? – Theseus soltou uma lufada de ar tentando tirar a ardência da garganta e percebeu uma fina fumaça que parecia sair dele mesmo subir.

– Nariz do diabo. É uma receita da Mari. – revelou Beatriz. – Uma melhorada no whisky de fogo, junto com caipirinha, mais umas coisinhas e bem... o resto é segredo da receita.

Beatriz sorriu, lembrando das primeiras versões que Mariane preparou. Deixavam uma fumaça e ardência grande no nariz, demorou muito até a mais baixa conseguir o efeito da névoa branca sem espirrar por dias ou sentir as narinas irritadas.

– Nariz do Diabo. – resmungou Theseus. – É péssima.

– De primeira é. – concordou Mariane. – Você se acostuma depois.

A brasileira de cabelo âmbar serviu uma dose da bebida laranja escura para si e tomou. Beatriz estendeu um copo maior e pediu pela bebida. Um instante depois as faixas brancas e opacas de fumaça soltam-se das duas e somem no ar.

Um homem debruçou-se no balcão.

– Dois narizes de fogo. – ele pediu em português.

Mariane sorriu, colocou dois copos sobre o balcão e serviu. O homem pegou e voltou para a mesa que estava.

– Esta vendo? – Beatriz apontou para o cliente. – Faz sucesso.

Robert pegou a garrafa e despejou a bebida no copo, bebeu e torceu o nariz. Cortou a garganta no início, mas depois foi possível sentir uma mistura de frutas cítricas e adocicadas.

– É boa. – elogiou ele. – Você que é fresco, Theseus.

– Prefiro mil vezes o nosso tradicional whisky de fogo. – declarou Theseus.

– Uma coisa que não somos. – disse Mariane. – Tradicionais.

– Isso já vimos pelo nome. – confessou Theseus. – Mandíbula de dragão. De onde veio isso?

– É uma história engraçada. – Beatriz deu um riso maneando a cabeça. – O primeiro nome do bar foi Dose dupla, um nome tosco parando para pensar, mudamos na noite de inauguração.

– Eu tenho um amigo que sempre deu força total para isso aqui, contava pra qualquer um do novo bar. – Mariane disse com certa nota de afeição na voz. – Enfim... é claro que ele veio na primeira noite.

– Por que será que ele veio? – Beatriz deu um riso alto como se tivesse tomado água de gilly ao invés de nariz do diabo. – Ótimo atendimento, também conhecido como Mari, talvez.

Mariane ignorou o comentário e concentrou-se novamente em não atropelar as palavras ao falar em inglês.

– Parece que tinha um cara falando mal da gente e meu amigo perdeu a paciência. Ele deu um soco que fraturou o queixo do cara. Não que eu tivesse apoiado isso, tive que levar o cliente mal humorado para o hospital, mas deu ideia para um nome. O dragão era porque meu amigo tinha a tatuagem de um.

A porta do estabelecimento foi aberta, as atenções das brasileiras foram para a porta. Uma mulher loira e um homem baixo de bigode entraram segurando malas.

– Queenie? – um sorriso confuso espalhou-se no rosto de Theseus. – Jacob?

– Ei, Theseus! – Jacob apertou a mão do auror.

– Olá! – Queenie saudou, animada.

– O quê fazem aqui? – perguntou Theseus. – Newt não me falou que vinham.

Queenie soltou uma risadinha.

– Ele não sabia que estávamos vindo. – informou ela. – Teenie está aqui, não?

– Deve estar no quarto. – respondeu Theseus. – Número seis.

– Querido – ela chamou o marido. – vou falar com Teenie.

– Tudo bem. – Jacob concordou e recebeu um beijo na bochecha. – Vou ver Newt depois.

A loira olhou para as duas brasileiras e sorriu.

– Queenie Kowalski. – apresentou-se. – Parabéns pelo sucesso daqui, senhorita Almeida e senhorita Belarmino.

As duas brasileiras entre olharam-se e assentiram.

– Fique a vontade. – disse Beatriz. – Me chame apenas pelo primeiro nome.

A loira sorriu mais uma vez e subiu as escadas a procura do quarto da irmã.

Queenie bateu na porta e esperou que fosse aberta. Tina encarou a loira com completa confusão e incredulidade e, depois do atordoamento momentâneo, abraçou a irmã.

– O quê você está fazendo aqui? – perguntou a morena ainda apertando-a.

– Você ainda é minha irmã.

O abraço cessou e Tina balançou a cabeça.

– Volte. – ela instruiu. – É perigoso aqui.

– E onde não está perigoso, Teenie? – perguntou a loira com um sorriso um tanto triste. – Sempre esteve comigo e cuidou de mim. Eu também me preocupo com você.

– Eu sei. – Tina sentou na cama soltando um suspiro cansado.

– E então...- Queenie sentou ao lado da irmã e passou um dos braços pelos ombros de Tina. – Como Credence está?

– Está bem. Newt está falando de magia para ele, compramos uma varinha para ele e estamos tentando ensinar alguns feitiços. – comentou tina. – Está se saindo bem.

– Posso ver ele?

Tina sorriu.

– É claro. – Tina levantou e puxou a loira pelo braço. – Ele deve estar na maleta com Newt.

As duas foram ao quarto o magizoologista, porta destrancada, e entraram na maleta. Credence estava com um dos tronquilhos nos ombros e sorria.

– Olá? – Queenie anunciou a própria presença.

O americano olhou para as duas bruxas, os olhos largos pela desconhecida loira.

– É minha irmã. – Tina explicou. – Queenie Kowalski.

– Somente Queenie, querido. – Queenie deu um sorriso para Credence.

O moreno ofereceu um sorriso mais tímido em troca.

– Prazer.

A loira passou os dedos pelo cabelo dele.

– Merece um corte, não? – ela sugeriu com a voz suave.

Credence apertou os lábios, quando a loira ouviu os pensamentos dele negou com a cabeça.

– Oh, não, querido. – ela apressou-se em dizer. – Vai ser diferente do seu antigo, está bem? Podemos deixa-lo um pouco longo desse jeito, apenas arrumar. – ela sorriu e pousou as mãos nos ombros dele. – E então, quem é esse com você?

– Finn. – Credence estende o dedo para o tronquilho. – Senhor Scamander o deixou comigo.

– Sabe que pode chama-lo de Newt. – lembrou Tina.

– Claro, senhorita Gol... – Credence sorriu com o próprio erro. –  Tina.

– Melhor. – Tina sorriu.

O trio escutou os passos alheios e as atenções voltaram-se para o cozinheiro que chegava.

– Olá, Credence! – Jacob passou um dos braços ao redor dos ombros do outro americano. – Me chame de Jacob, ok?

Credence assentiu e voltou a olhar para o tronquilho na mão direita. Mais passos anunciaram a presença de Newt. O magizoologista arregalou os olhos para os casal Kowalski e abriu um grande sorriso.

– Surpresa! – Jacob agitou as mãos.

Jacob abraçou Newt e finalizou com tapinhas no ombro do magizoologista. Queenie também abraçou o britânico.

– É bom ver você. – ela disse com um sorriso.

Não houve uma resposta ou algum comentário. Um Theseus apressado e sério demais para aquele horário chegava ao grupo.

– Acabei de receber um patrono de um dos aurores daqui. – disse o Scamander mais velho. – Vamos, Goldstein.

A morena assentiu, acenou para os outros e seguiu Theseus.

Newt fechou o colete e tirou a varinha de trás da orelha, colocou-a de volta no bolso da calça. Ele olhou para Credence, hesitando em sair.

– Eu fico aqui. – disse Queenie. – Vá com eles, Newt.

– É sua garota, não? – Jacob adicionou com um sorriso divertido. – Tem que ir.

O britânico assentiu e lançou um último olhar em Credence. O moreno acenou com a cabeça, ato que fez o tronquilho que havia subido nos cabelos deslizar.

O magizoologista correu e alcançou os dois aurores descendo as escadas para o bar. Theseus gesticulou para apressar o irmão, eles saíram nos fundos de um restaurante trouxa.

– Leão me explicou que um auror americano falou dos seguidores interrogados pela MACUSA, um soltou que Grindelwald planejava o ataque. – informou Theseus. – Os aurores brasileiros estão no viaduto do chá.

– Viaduto do chá? – Tina repetiu.

– Sei onde é. – Theseus agarra o ombro do irmão. – Possey também.

O loiro pegou no ombro de Tina e aparatam um instante depois dos dois Scamander.

Os três autores e o magizoologista observam os raios vermelhos e brancos sendo disparados no viaduto e abaixo dele, os carros virados e luzes piscando.

Os quatro dispersaram, cada um investindo contra um seguidor. Num momento os seguidores abandonaram as lutas com os aurores e dividiram-se entre duas casas. Os aurores, brasileiros e britânicos, os seguiram.

Marco Leão, chefe do departamento do Brasil, ordenou parte dos aurores para Theseus. Tina empunhava a varinha em meio ao grupo de aurores brasileiros.

Passaram pelo jardim descuidado e Theseus gesticulou que os aurores cercassem a casa e aplicassem um feitiço anti-aparatação. O britânico abriu a porta e adentrou no escuro.

– Lumus. – a varinha do Scamander mais velho iluminou a sala da casa.

Tina e Robert acompanharam o chefe. Os olhos atentos a qualquer mínimo movimento, Tina apontou a varinha para porta que passaram quando escutou ela ranger. Era apenas Newt. O andar de baixo estava vazio, sem qualquer sinal dos bruxos que estavam perseguindo. Theseus subiu as escadas, o quarteto separou-se para averiguar cada um dos quartos.

A auror escutou a voz alta de Theseus proferindo um feitiço, um baque seco e alto no momento seguinte. Tina correu para onde acreditava vir o som, assim como Possey e Newt.

Os três de varinhas erguidas e respirações rápidas.

A ponta da varinha do bruxo desconhecido estava na garganta de Theseus, os braços imobilizados para trás. Um outro bruxo estava mais atrás, Tina o conhecia. Jonathan Collins.

A imagem da bruxa francesa que Tina havia prendido imergiu nas memórias "Temos olhos em todos os lugares".

O bruxo que estava detendo Theseus fez um gesto com a cabeça para ele. Um instante depois, sem dar tempo para qualquer intervenção, as labaredas verdes iluminaram o cômodo e levaram Collins longe dali.

– Mais uma vez vindo onde não é chamada, senhorita Goldstein – repreendeu o bruxo.

Os olhos de Tina semicerraram, as feições do homem mudaram confirmando as suspeitas. O cabelo e pele clareando, o loiro pálido e os olhos de cores distintas um do outro.

– Eu tenho uma proposta para você, Newt Scamander. O meu garoto – Grindelwald levou o indicador ao peito e depois para Theseus. – Pelo seu herói.

– Newton, não! – Theseus exclamou e a varinha foi pressionada com mais força. – Não faça!

Tina respirou fundo, o olhar alternando entre Theseus e Grindelwald.

– Sugiro que não me enfrente de novo, Goldstein. – Grindelawald aconselhou. – Não serei tão piedoso e pense em quanto seria catastrófico caso errasse a mira. – olhou para o relógio no pulso de forma quase casual. – Até a meia noite. Aqui e sem aurores. A escolha é sua, senhor Scamander.

Newt manteve os olhos no irmão. Theseus estava tenso, mas não amedrontado. A areia imaginária acumulou-se na boca e garganta do magizoologista, os olhos vermelhos e tentando pensar com o mínimo de clareza ao ver a vida do irmão nas mãos daquele homem.

Robert lançou uma série de feitiços em Grindelwald, o mesmo foi feito por Tina, todos bloqueados com facilidade. Grindelwald entrou na lareira puxando Theseus, jogou um punhado do pó prateado e as chamas verdes rodearam os dois.

Newt deu passos cambaleantes em direção a lareira, sobrancelhas franzidas e aturdido.

Os dois aurores respiraram fundo e abaixaram as varinhas. Robert olhou para a lareira com incredulidade. Theseus não era apenas seu chefe, era seu amigo.

– Avise os brasileiros. – Tina pediu quando conseguiu voz.

O loiro assentiu e saiu do cômodo com passo incertos, recuperou a confiança sabendo que precisaria dela para ajudar Theseus. Tina pegou a varinha caída de Theseus e guardou no bolso.

O Scamander mais novo apoiava o peso do corpo nos tijolos da lareira enquanto as lágrimas lavavam o rosto dele. A auror apertou o ombro dele e tentou pensar em algum conforto para dizer, mas não conseguiu.

– Meu irmão. – a voz dele era rouca e baixa. – Ele levou meu irmão.

Ela afastou o magizoologista da lareira e o abraçou. Ele apertou a auror, afundou o nariz no ombro alheio e deixou mais lágrimas molharem a blusa branca dela.

– Quem sabe o que ele vai fazer com Theseus? E se ele mata-lo? – a filosofia de não preocupar-se era inútil no momento, tratava-se da vida do irmão. – Não posso fazer isso com Credence.

A auror afastou-se o suficiente para enxergar o rosto dele. Ele limpou o rosto, mas as lágrimas voltaram. Ele respirava fundo e tentava concentrar-se no que fazer.

– Newt, preste atenção. – ela ordenou. – Me escute.

O magizoologista respirou fundo mais uma vez e fitou os olhos castanhos que forneciam um pilar de mármore para sustenta-lo.

– O seu irmão vai viver. Nada vai acontecer com ele. – ela assegurou. – Eu prometo.

Ele assentiu. Os olhos da auror ficaram sobre o papel de parede sujo e mofado da casa, ela apertou os lábios e voltou a encarar o magizoologista.

– Volte para hotel. – disse ela. – Fique com Credence.

– Theseus é meu irmão, não posso esperar sem fazer nada.

– Newt, você está abalado. É o seu irmão, eu sei. – ela suspirou. – Mas deixe os aurores cuidarem disso, eu te aviso de qualquer coisa.

Os dois saíram da casa, Tina na tomou a mão do magizoologista e aparatou no quarto dele. Ela desceu a maleta e torceu para que os escudos de oclumência estivessem barrando o dom de Queenie.

A auror sorriu fracamente para Credence, abraçou-o e passou as mãos pelos cabelos pretos. Ele não entendeu muito bem o ato da morena, mas retribuiu o abraço.

Tina deu um último sorriso apertado para ele antes de dar as costas. Queenie franziu as sobrancelhas ao silêncio da mente da morena, mas não falou nada. Estava ocupada com os pensamentos gritantes de Newt e na desordem de ideias que ele tentava arranjar para salvar Theseus.

A morena seguiu para a cabana, Queenie viu ela remexer em algumas gavetas e ir embora. A loira permaneceu ao lado de Newt, Jacob estava om uma das mãos no ombro do amigo para consola-lo

– Theseus é um cara durão. – disse Jacob. – Ele vai sair dessa, você vai ver. Tudo tem um jeito.

Em parte o magizoologista invejava o moreno. Ele não tinha consciência do quão perigoso um bruxo das trevas poderia ser, ainda mais Gellert Grindelwald.

Um tempo depois o magizoologista saiu do Mandíbula de Dragão e foi para a sede do ministério, que ficava também na cidade. Ele conseguiu encontrar os aurores da equipe do irmão reunidos, exceto Tina.

–  Alguma notícia de Theseus? – perguntou o magizoologista.

Robert passou as mãos pelos cabelos loiros, agora bagunçados, e negou com a cabeça. O homem parecia exausto.

– Tina está por aqui? – mais uma pergunta de Newt.

O auror franziu as sobrancelhas.

– Goldstein. – corrigiu Newt. – Porpentina Goldstein.

Mais uma negação de Robert. O loiro voltou para o grupo de aurores, tentando colocar alguma ordem.


O magizoologista tirou o relógio do bolso do paletó. Quarenta minutos até o fim do prazo imposto por Grindelwald.


Notas Finais


Nem fiz merda, pô
Até, mozões💙


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