História Como sair impune de uma vida miserável - L3ddy - Capítulo 28


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Palavras 3.004
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar!

Capítulo não muito bom hoje, mas espero que eu consiga passar a mensagem nele.

Sem mais o que dizer...

Boa leitura! E não me matem ainda, preciso escrever os próximos hehehe ❤

Ps: pessoas que estão deduzindo que o prólogo é o último capitulo: cuidado.

Capítulo 28 - Isso não é uma boa ideia.


Fanfic / Fanfiction Como sair impune de uma vida miserável - L3ddy - Capítulo 28 - Isso não é uma boa ideia.

Duas semanas depois (Início de setembro).

 

Índia, 2:42 PM

 

Narradora

 

 

As gotas de suor desciam pela testa de Natália e fazia alguns fios de cabelos castanhos grudarem em sua pele. Os óculos escuros em estilo aviador cumpriam religiosamente seu papel: proteger seus olhos cor de mel do sol escaldante de Nashik, cidade próxima da grande Mumbai. Mulheres vestidas com o tradicional Sari e algumas com seu Bindi na testa, destacando os olhos marcantes das indianas, e outras mais recatadas apostavam no dupatta, que era basicamente uma túnica com cor, mas que lhes permitiam mostrar o rosto e os antebraços.

A agente caminhava usando esta última peça, uma dupatta vermelha, o que lhe dava acessos a alguns locais que sua roupa ocidental não daria. Em seus lábios um marcante batom vermelho chamava atenção de todos os homens que passavam ao seu lado, e Olioti tinha o braço da loira entre o seu, usando um kurta com dhoti dourados.

 

- Pelo amor de Deus, como as pessoas conseguem se vestir assim aqui? Devo ter perdido uns três quilos aqui dentro. – Natália arfava enquanto bebia goles generosos sua garrafa de água mineral.

 

Os dois estavam indo em direção à sua próxima tarefa: executar Peter Scott. Depois de algumas pesquisas, Natália descobriu que ele fora o responsável por mandar atirar na loira há quatro anos e meio. Lucas a olhou naquele momento, dois dias antes, vendo seus olhos se enchendo de ódio e fúria, e teve certeza de que, assim como acontecia consigo mesmo, nada pararia aquela mulher. Apenas desligou o notebook e saíram para estudar o local.

Não importava mais se ele tinha culpa o suficiente e muito menos se tinha feito algo errado.

 

- Ele é um homem morto. – Natália falou com sangue nos olhos enquanto vestia sua roupa noturna por baixo da dupatta hoje mais cedo.

 

Mas antes que saíssem do local, Lucas releu alguns papéis que Renata havia lhes enviado e descobriu que o homem traficava mulheres da Argentina e Bósnia para Mumbai como prostitutas de luxo. Várias já haviam morrido de overdose e outras tiraram a própria vida. Ele seria um ótimo informante, mas nem cogitaram essa hipótese. Recarregaram suas armas e um dinamite e foram em direção ao palácio que o homem se hospedava.

 

 

 

 

 

São Paulo

 

 

 

O índio andava devagar pelas ruas da capital paulista com seu Skyline Audi TT prata enquanto procurava pelo prédio em que faria sua primeira entrevista no estado. Foi uma aposta arriscada, saiu de Tubarão de carro quando lhe propuseram uma entrevista para uma vaga de fotógrafo profissional. Um de seus sonhos era trabalhar com isso, amava a criação, as diversas possibilidades que a fotografia lhe dava, como conseguia capturar todo o sentido da vida através das lentes de uma câmera, e era muito bom nisso. Os detalhes de uma paisagem exuberante ou de uma criança correndo por uma linha de trem abandonada; tudo era lindo aos seus olhos e merecia ser registrado.

Mantinha até um diário com as fotografias que revelava pra si, onde escrevia o que sentiu quando tirou determinada foto e no rodapé colocava as datas. Seu coração era passional demais, se levava facilmente pelos sentimentos que habitava dentro do peito e conquistava as pessoas com sua doçura e bondade. Mas por trás dessas qualidades existia um homem forte, aventureiro, que não se acostumaria jamais com uma vida comum, amava ser desafiado e propor desafios, por isso era um dos melhores corredores de Santa Catarina.

Karen o apoiou quando decidiu vir para longe de casa tentar algo, e agora estava parado em frente ao prédio onde iria arriscar mais um passo. Desceu do carro, vestido com uma calça jeans preta, uma camisa também preta, de botões, e sua costumeira jaqueta de couro. Nos pés calçava um tênis vermelho que ganhara de presente da rosada dois anos antes, era seu maior xodó; cano longo com detalhes em branco. Os cabelos, sempre muito bem arrumados em um topete grande, estavam lisos e bagunçaram um pouco devido ao vento.

Ativou o alarme e entrou no lugar.

 

Agora é a hora.

 

 

(...)

 

 

Luba terminava de redigir seu segundo esboço de uma tese da Milleniumm; hoje resolveu trabalhar em casa. Estava muito gripado, sua cabeça doía e seu corpo parecia ter sido atropelado por um rolo compressor. Ficou assim depois que deixou T3ddy e Natália no aeroporto antes de partirem para a Índia, cinco dias antes; havia acabado de sair do banho e saiu no frio.

Sim, havia ficado bravo, puto, possesso e tudo que se imaginar quando soube sobre Natália. Achava que a amiga não confiava nele o suficiente para ter-lhe contado sobre sua vida secreta, e se sentiu profundamente magoado com isso. Mas depois de longos minutos ouvindo explicações e após ouvir sobre seu trauma, Luba ficou mais calmo e até se desculpou por ter sido tão duro com ela.

E, assim como Olioti, sentiu que havia algo errado, antes mesmo que o moreno comentasse qualquer coisa. Tudo parecia ter dado muito certo, sua melhor amiga estar junto com seu amor fazendo o mesmo trabalho há quase o mesmo tempo, sem nenhum saber do outro. E não apenas isso, também tinha achado tudo fácil demais de resolver. O problema é que ambos – Lucas e Lucas – não conseguiam viver em paz enquanto não solucionassem tal problema. Só que agora nem sabiam onde procurar, teriam que aguardar algo acontecer.

Tomou com gole do seu chá de gengibre com canela e lembrou-se de Gustavo. Há quanto tempo não falava com o amigo? Desde que saiu de Tubarão... Pegou o celular imediatamente e já mandou uma mensagem para o moreno. Assim que a redigiu, voltou sua atenção para o trabalho, e para sua surpresa, seu celular vibrou após cerca de cinco minutos.

 

Achei que tinha me esquecido. Será que não te conheço, como você disse aquele dia?

 

Que drama. Luba riu e respondeu.

 

Misericórdia Gusta, para com isso. Aconteceram muitas coisas, e além disso estou muito gripado! O T3ddy foi viajar e estou tendo que tomar chá!

Que peninha do poste de luz. Pois nem te conto... Adivinha onde estou!

Na Antártida, espero.”

Babaca. Estou em São Paulo, vim fazer uma entrevista, acabei de sair”.

 

Luba arregalou os olhos. Ele estava ali!

 

E você nem me avisa? Vou te mandar meu endereço, passa aqui.

Não quero incomodar, eu já vou pra casa hoje mesmo.”

Gustavo Stockler, se você for embora antes de me ver, nunca mais fale comigo.

 

Após alguns minutos de espera, o índio cedeu.

 

Tá bom, ta bom. Me manda aí.

 

Assim que enviou o endereço, Luba sentiu-se melhor. Seria ótimo receber a visita de um amigo, ficar sem T3ddy estava matando-o, ainda mais sabendo que seu amor corria riscos; pensava se um dia se acostumaria com o trabalho de Lucas. Duvidou.

Desligou o notebook e guardou seus livros, foi até o banheiro e lavou o rosto na água morna para despertar um pouco mais. Tomou o restante do chá e aguardou Gustavo sentado no sofá enrolado em uma coberta, e em suas mãos mais uma xícara de chá esfriava. Olhou pela janela e viu que já estava escurecendo, o por do sol ali era muito bonito. Suas dores nas costas também se davam devido aos treinos pesados que estava fazendo, já havia perdido quatro quilos nessas duas semanas e seu corpo já denunciava sinais de mudança; as coxas ficaram levemente mais firmes, sua barriga diminuiu e seus antebraços estavam com as veias mais evidentes.

A campainha tocou. Levantou-se e foi abrir a porta; estava de pijamas mesmo, uma calça de moletom cinza e uma camiseta do flash, junto com pantufas de urso. Assim que seus olhos se encontraram com o de Gustavo, sentiu-se levemente envergonhado. O moreno nem pareceu notar quando levantou o olhar e encontrou o dono daqueles olhos que fazia seu coração palpitar. Mesmo estando vestido de forma simples, não deixou de notar no quanto ele estava incrivelmente belo. Sem demora abraçou-o pela cintura e o ergueu no ar, arrancando sorrisos do loiro. O cheiro do Gustavo era tão peculiar, tinha o mesmo aroma do ingrediente doce de seu chá, como sempre. Luba era fascinado em cheiros; aquilo marcava e identificava as pessoas de acordo com o aroma que tinham, e isso não tinha nada a ver com perfume.

Se separaram e Luba fechou a porta atrás de si quando entraram.

 

- O que acha de darmos uma volta? – Gustavo nem ao menos pensou ao falar, queria sair daquele lugar que lembrava T3ddy; mesmo que por alguns poucos momentos, queria aproveitar a presença do amigo sem sentir-se pressionado por seu namorado.

Não sabia explicar... Sempre conviveu com Luba, praticamente o via todos os dias, mas depois de T3ddy voltou, seu sentimento se intensificou contra sua vontade, talvez por saber que jamais teria chances com o loiro.

 

- Aonde? Estou muito ruim, Gusta, sem forças pra fazer nad...

- Não vou te cansar, prometo. Estou de carro, vamos? Por favor... – Pediu com uma carinha de cão sem dono. Luba riu anasalado da cena, mas arregalou os olhos logo depois.

- Espera... – Espalmou as mãos à frente do próprio corpo. – Você veio de Tubarão pra São Paulo de carro?

- Sabia que ia dizer isso... – Andou até o centro da sala e viu a chaleira em cima da mesinha no centro. – E por que não? Eu amo viajar de carro, dá pra sentir mais o que passa a sua volta. – Pegou a xícara de Luba e despejou um pouco do líquido quente. – O que é isso? – Bebeu um gole e gostou do sabor.

- Se fosse veneno, já era, não é mesmo? – Luba balançou a cabeça e tirou a coberta de cima de si. – Vou trocar de roupa, já volto.

 

Subiu as escadas deixando Gustavo admirando o final do por do sol através da porta de vidro da varanda enquanto ainda segurava a xícara de chá.

Se se permitisse ser sincero consigo mesmo apenas por um segundo, chegaria à conclusão de que era melhor se afastar. Luba derrubava suas estruturas e isso o faria sofrer mais ainda no futuro, além do mais... Até quando conseguiria manter firmeza antes que T3ddy percebesse? Ou até mesmo o loiro... Estava confuso, não sabia o que fazer, sua mente brigava consigo, mas seu coração era teimoso, queria absorver cada momento com o amigo.

 

- Vamos? – Ouviu a voz doce chamar-lhe do final da escada.

 

 

(...)

 

 

Chegaram em um parque que ficava a alguns minutos dali; cheio de árvores que costumavam ser frondosas, mas devido ao final do inverno, jaziam quase secas, as folhas estavam caídas ao chão dando uma visão multicolorida. No centro havia um pequeno lago onde alguns patinhos banhavam-se naquele início de noite, mas logo se reservaram em seus lares.

Os dois amigos andavam pela trilha enquanto conversavam sobre qualquer coisa. Compraram sorvete em uma barraca que havia ali perto e se divertiram enquanto brincavam em um balanço abandonado que encontraram próximo ao lago. E só então Lucas se deu conta do quanto estava precisando daquilo, de um momento calmo onde não precisava se preocupar com nada. Apesar de ser uma pessoa ativa e aventureira, também gostava de fazer coisas normais como tomar um sorvete com um amigo no parque da cidade enquanto ria de suas piadas horríveis.

Gustavo ouviu atentamente quando Luba contou sobre T3ddy e Natália – claro que o loiro sentia-se desconfortável por revelar o segredo da amiga, mas não conseguia guardar tantas coisas pra si mesmo apenas; precisava desabafar com alguém que não estivesse no meio desse fogo cruzado, alguém que o compreendesse e não o julgasse. O moreno era a pessoa certa para ouvi-lo, e prestou atenção até o final de seu relato, enquanto franzia as sobrancelhas.

Depararam-se com uma clareira no meio das árvores e decidiram sentar-se ali, no chão mesmo, ficando um de frente para o outro com pernas de índio.

 

- Você tem agüentado muita coisa, Luba. Não imaginava que era tanto assim. – Gustavo falou de maneira calma. – E T3ddy... Nunca iria sequer pensar que tinha uma história tão sombria. – Sentiu-se condoído pelo amigo de longa data ao mesmo tempo que admirou a força com que enfrentou tudo aquilo. – Como ele está agüentando tudo isso?

 

Então se deu conta. Luba estava com o queixo apoiado na mão enquanto seu cotovelo estava em seu joelho. Seus olhos brilhavam como as estrelas acima dos dois, e Gustavo percebeu que se tivesse o amor daquele homem também teria forças para passar pelo que fosse. Seria capaz de mover montanhas, enfrentar tempestades e andar até o inferno somente para ter Luba ao seu lado todos os dias, e agora entendia de onde T3ddy tirava sua coragem.

 

- Ele é mais forte do que pensamos, Gusta. – Abriu um pequeno sorriso. O moreno parou por um momento para refletir sobre o que tinha ouvido. Natália... Que surpresa, não?

- Luba... – Passou as mãos pelos cabelos que já estava bagunçado devido ao vento. – Não acha estranho toda essa revelação? Tipo... Ela teve todo esse tempo pra revelar o que aconteceu, ainda mais pra você que sempre foi mais próximo dela.

- Foi o que falei pra ela! – Falou exasperado de repente. – Questionei sobre sua confiança em mim, mas ela ficou tão fragilizada devido a outras coisas... – Não contou sobre seu trauma, seria invasão demais de sua parte. – Que por fim acabei compreendendo-a. Ela passou por muitas coisas também, Gustavo, e confio nela o suficiente para entender seus motivos.

 

O moreno ainda não estava satisfeito.

 

- Ok, mas por que agora? O que a fez se abrir assim? E nem foi pra você, ela contou primeiro ao T3ddy, alguém que ela não via há anos. – Abriu muito os olhos, definitivamente não estava gostando daquela história.

- Eu não sei! – Luba levantou-se e respirou fundo, passando as mãos pelo rosto, cansado. – Talvez viu que ele precisava de ajuda, ou então... Espera. – Virou-se para Gustavo. – Você está desconfiando de algo nela?

- Ei, eu não disse isso. – O moreno levantou-se também. – Mas acha mesmo que se não fosse por Paschoal ter aparecido, ela ainda assim contaria a vocês? – Os olhos verdes ficaram duros.

- Não ouse falar assim da Natália. Você sabe muito bem como ela já me ajudou e o quanto devo àquela garota, ela não merece esse tipo de julgamento. – Aproximou-se do moreno, ficando a centímetros de distância, com os olhos fixos nos dele. – Eu confio nela o suficiente para entendê-la. Você devia fazer o mesmo.

 

Virou-se e andou até o carro. Estava indignado com o amigo, não soube explicar por que ficou tão exasperado, afinal Gustavo apenas havia feito uma pergunta. Mas não aceitava que alguém desconfiasse de sua amiga de nenhuma forma, ela já tinha sofrimento demais todos os dias até o final de sua vida. Encostou-se no capô no Audi e suspirou pesadamente.

Gustavo estava surpreso. Ainda parado no mesmo lugar não sabia como havia deixado Luba tão nervoso. Talvez houvesse alguma parte da história oculta que o amigo não havia lhe contado, e com isso absolveria Natália de qualquer suspeita? Mas como poderia saber? Ele teria que raciocinar com o que tinha em mãos, e no momento nada era animador e digno de bater o martelo com “caso encerrado”. Após alguns segundos andou na mesma direção que o loiro havia ido e o viu olhando o céu límpido; aproximou-se com a cabeça baixa e olhou timidamente para Luba, que não tinha expressão alguma.

 

- Desculpa, eu... Eu não quis dizer aquilo.

- Tudo bem, eu também exagerei, desculpa amigo. Só não vamos mais falar sobre isso agora, pode ser? – Luba colocou as mãos nos bolsos da calça e deu um leve sorriso de lado.

- Claro. – O moreno relaxou. – Quer ir pra casa? – Luba assentiu e abriu os braços.

- Me abraça? – O coração de Gustavo palpitou no peito ao ver o olhar convidativo do loiro. Rapidamente, porém com delicadeza, envolveu seus braços na cintura do amigo, que enlaçou os seus ao redor do pescoço do índio. Ficaram assim por alguns poucos minutos, e Luba sentiu-se confortável ali. Suspirou sentindo o aroma tão conhecido e fechou os olhos.

Gustavo estava a ponto de explodir. Apertou o loiro contra si ainda mais forte enquanto um sorriso bobo enfeitava seu rosto. Por um breve momento ficou com medo de que Luba percebesse as batidas descontroladas de seu coração, porém depois não se importou. Apenas aquele momento importava.

Afastaram-se, a contragosto do moreno, que por impulso apertou a cintura de Luba. O loiro o olhou, percebendo que estavam próximos demais, e viu quando os olhos castanhos encararam seus lábios rosados, e por instinto também encarou os dele por um milésimo de segundo.

 

Que... Merda está acontecendo aqui? - Pensou. 

 

- Melhor irmos pra casa. – Luba sussurrou espalmando a mão levemente no peito do índio que pareceu despertar de algum tipo de transe.

- C-Claro, vamos sim. – Sorriu sem graça, e afastou-se do loiro, abrindo a porta do passageiro para que entrasse. Então rodeou o carro e entrou no lado do motorista, e um silêncio nada agradável instalou-se quando ligou o carro e saiu dali, e nenhum dos dois sabiam como quebrar aquilo, então o moreno ligou o rádio, deixando tocar alguma música aleatória.

 

Ao chegarem em frente ao prédio, Luba olhou para o amigo e sorriu.

 

- Obrigado por hoje. Conseguiu me distrair, eu estava ficando louco aqui dentro.

- Sempre que precisar. Espero que eu consiga o emprego aqui, assim poderemos fazer isso mais vezes. – O moreno sorriu e sentiu-se levemente constrangido. – E por favor... Cuidado. Pense bem antes de fazer qualquer coisa, mesmo que você confie nas pessoas.

Luba suspirou e assentiu. Realmente Gustavo não mudaria de ideia quanto à Natália, mas não deixaria que aquilo fosse um problema entre os dois.

 

- Ok. Boa viagem. – Abriu a porta e desceu do carro.

- Fica bem. – Gustavo acenou e esperou o loiro entrar no prédio e então saiu com destino à Tubarão, deixando seu coração naquele edifício.

 

E ao entrar no apartamento, fechando a porta atrás de si, Luba perguntou-se por que diabos seu coração havia se acelerado.

 

 

 


Notas Finais


Feriadinho amanhã, escreverei mais, e com certeza sairá melhor do que esse.

Obrigada por lerem até aqui!
Xuxus


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