História Como Se Fôssemos Agentes Secretos - Suga - Capítulo 18


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, EXO, Got7, SHINee
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassinatos, Delegacia, Guardas, Policias, Suspense, Terror
Visualizações 113
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Esporte, Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii bebês!
Tudo bem com vocês?

Desculpem a demora, tive pela quarta vez durante essa fanfic, uma crise de falta de criatividade. Mas nem por isso deixei passar muito tempo sem postar, porque mesmo com essas crises consigo escrever algo que não fique tão ruim, enfim...

Creio que será possível tirar altas referencias por aqui do que ocorreu no passado de Yoongi, mas se não compreenderem não se preocupem, pois o passo dele virá em breve!

Boa leitura!

Capítulo 18 - Não minta!


Fanfic / Fanfiction Como Se Fôssemos Agentes Secretos - Suga - Capítulo 18 - Não minta!

O dia se passou, fiquei boa parte dele na casa de Jaína, diria que Taehyung passou a me odiar menos se não for apenas uma conclusão precipitada.

Em frente ao meu piano, percebi que ele estava um pouco empoeirado por isso tratei de limpá-lo. Agora, estava sentada a frente dele, meu olhar voltava-se para a janela que me dava a visão dos postes de iluminação com suas luzes brancas acesas. Mais uma bela noite fazia-se presente.

Tudo aquilo me trazia lembranças do meu passado e de cada cidade em que passei, lembro-me de que esta é a primeira cidade em que saio todas as noites, pois nela me sinto mais ansioso para desafiar perigos. Seria apenas uma ilusão pensar que algo desafiador irá acontecer?

Espero que não.

Me preparei para sair de casa, precisava tentar encontrar Hoseok para pedir ajuda, apesar de que isso não seja algo de minha vontade. As ruas ficavam a cada dia mais vazias o que significava que o medo era cada vez mais presente nos habitantes que as circundam.

Não me vesti como um assassino, nesta noite serei um cidadão comum. Não posso pensar em me divertir depois de cometer a grande besteira de perder meu colar, sem ele não posso voltar para Camboja.

Andei entre os becos, nada de encontrar Hoseok, caminhei por toda cidade atrás dele e, o lugar em que menos queria encontrá-lo, foi onde o encontrei. Ele estava com as mãos sobre o parapeito da ponte onde conversei com Jaína, a meu ver isso não significa nada de bom.

— Oh, Yoongi! — disse Hoseok ao notar-me — Não quis agir como Suga esta noite?

— Não. — parei ao seu lado olhando para a água, assim como Hoseok — Você está bem?

— Pergunta como se já tivesse me visto bem.

— Até ontem você estava normal, agindo como se fosse o mais sangue frio de todos e, hoje você está aí como se fosse chorar a qualquer momento.

— Se você soubesse o que me mandaram fazer...

— Em que você se meteu desta vez?

— Eu tive de aceitar algo sem saber antes o que era eles me forçaram a aceitar isso para que ela ficasse bem.

— Mas Dragon não estava com ela? E o que é “isso”?

— Eles o mataram, ela não está mais segura. — suspirou pesadamente — E “isso”, refere-se a eu matar a família Kim. Foi para isso que entrei para a polícia, para principalmente matar a garota que não tem medo de estar ao lado de um dos piores assassinos do mundo.

— Você nos viu? — estava incrédulo, mas meu corpo não se permitia demonstrar emoções nem mesmo para meu colega de prisão.

— Yoongi, eu passei a vida toda lhe observando escondido, mas desta vez eu não quero me esconder.

— E por que não? — os fatos ainda não se encaixavam em minha mente.

— Você sabe muito bem que apesar de tudo o que passamos nós não perdemos a consciência para sair matando qualquer um, nós não matamos pessoas que desejam o bem para o mundo.

— Então, assim como pensei você não irá matar a família Kim...

— Não, eu quero estar sempre à vista para quando eu for matá-la você me mate antes.

Meus olhos arregalaram-se, era como se depois de anos eu conseguisse chorar novamente. Aquilo não poderia ser verdade, Hoseok não pode me deixar sozinho. Não posso perder esses dois idiotas.

— Eu não faria isso mesmo que apontassem uma arma para o meu coração. — indaguei, estava realmente quase chorando — E quanto a ela? Vai abandonar a sua garota?

— A deixarei nas melhores mãos, e essas mãos são suas, meu querido colega de prisão. — disse virando-se para ir embora — Ah, aqui está seu colar e tente não perde-lo novamente, foi difícil pegar de volta — jogou o colar enquanto caminhava pela calçada da ponte.

Esse idiota! Eu avisei a ele que não se metesse com aqueles caras, mas Hoseok e sua mania de pensar que é o melhor em tomar decisões. Agora preciso encontrar um meio de tirá-lo desta enrascada e ainda salvar aquela garota irritante.

Fui até minha casa, precisava planejar como faria para aqueles caras esquecerem-se de Hoseok.

Deitei em minha cama após um banho de água quente, precisava pensar em algo, mas a única coisa que vinha à mente era Hoseok falando que Dragon havia sido morto. As lágrimas cismavam em querer adornar meus olhos, mas eu não iria chorar, não ainda.

Mesmo que Dragon recebesse vários tiros pelo corpo continuaria vivo, pois o seu corpo possui resistência além do comum devido ao que passou. Não posso me preocupar com ele ainda, há uma pessoa que deve saber se ele realmente morreu.

Esse alguém é Seong.

Desci as escadas ainda vestindo minhas roupas que costumo usar enquanto me divirto. Há mais um lugar que quero ir e lá precisarei ir vestido assim, esse lugar é onde encontrarei a pessoa que me ajudará a resolver o "pequeno" problema de Hoseok.

Caminhei à casa de Seong, nem sequer toquei a campainha e a porta se abriu, ele tombou a cabeça para o lado olhando-me incompreensível.

— Se não se importar, eu estou com pressa, pois tem aula amanhã cedo — falei e o mesmo deu espaço para que eu entrasse.

— O que traz o mais famoso do mundo obscuro, Suga, aqui? — perguntou sentando-se no sofá, sentei ao seu lado.

— Não se preocupe, não vim aqui para fazer amizade com você, minhas razões são outras e com maior importância.

— Você veio vestido dessa forma na minha casa dizer para não me preocupar?

— Não me vesti assim para vir aqui, e indo direto ao assunto: onde está Dragon neste momento?

— Oh, você veio por ele. — riu divertido — Bem que Dragon me avisou que você apareceria por aqui.

— Quando ele falou com você?

— No fim da tarde, ele me contou o que aconteceu por lá. Camboja está muito agitada ultimamente, estamos precisando de alguém que coloque ordem novamente naquele local.

— Você fala como se estivesse passado a vida toda lá — comentei.

— Ele me falou que se você não aparecesse era para falar-lhe que ele estava magoado com isso, e também, que precisa da sua ajuda.

— O que ele tem em mente?

— Ele me falou que você saberia o que fazer se eu lhe dissesse que para encontrá-lo basta ir em Chernobyl. A propósito, quem você quer ver vestido desta forma?

— Irei pedir ajuda para Jaína, creio que pode não ser a melhor ideia pelo fato de por ela em risco, mas sua precisão para pensar e investigar será de grande ajuda.

— Tome cuidado Yoongi, ela pode lhe descobrir facilmente e se precisar de mais alguma coisa estarei aqui.

Assenti levantando para ir. Assim que sai da casa de Seong, vi que a luz do quarto da garota estava acesa. Caminhei discretamente até a árvore ao lado da janela, subi cuidadosamente sem fazer barulho para não chamar atenção. Ela só percebeu minha presença quando abri a janela pulando para dentro do quarto.

— Oi — falei com minha voz alterada pelo modificador.

— Oi... — sua voz saía em tom baixo enquanto fechava rapidamente o caderno em suas mãos, era o mesmo que encontrei na estante outro dia.

— Está tudo bem?

— Sim, sim.

Encarei-a profundamente, seus olhos verdes que costumavam brilhar estavam apagados. Sentei ao seu lado na cama o que fez a garota se afastar um pouco. Ela encarava-me com medo e certa tristeza no olhar.

— O que há com você?

— Não há nada — respondeu minimamente.

— Não minta! — falei grosso a assustando ainda mais.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!

Comentem suas teorias...

Até a próxima!
>3<


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