História Como se livrar de um Vampiro Apaixonado - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Amor, Bangtan Boys, Bts, Colegial, Fanfic, Hoseok, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Romance, Sobrenatural, Taehyung, Vampiros, Yoongi
Visualizações 24
Palavras 2.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM VOLTOU SZ
Sentiram saudades do nosso Tae metidinho? rs
Bom não vou falar muito aqui, mas depois que terminar de ler o capítulo não esqueçam de ler as notas finais, okay?
Então... Sem mais delongas o CAPÍTULO 3 hihihi

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Como se livrar de um Vampiro Apaixonado - Capítulo 3 - Capítulo 3

~Sofia Smith PV On~ 

– Você viu como o intercambista estava secando você na aula de literatura inglesa? – Berrou Caty quando nos encontramos depois das aulas.

– Ele é muito lindo e está a fim de você! E olha ele é da realeza. — Apoiei minha mão em seu ombro, tentando acalma-lá.

– Caty, antes de você comprar um presente para o nosso casamento “real”, tenho que dizer uma coisa apavorante sobre esse cara supostamente muito lindo. — Disse e minha amiga cruzou os braços incrédula.

Dava para ver que Caty já tinha uma opinião formada sobre Kim Taehyung, baseada totalmente em ombros largos e rosto bem desenhado.

– O que você poderia saber sobre ele que fosse apavorante? Nós acabamos de conhecer o garoto. — Falou ela com os olhos semicerrados.

– Na verdade eu o vi hoje cedo. Aquele cara, o Taehyung, estava no ponto de ônibus. — Falei e fiz uma pausa.

— Me encarando. — Falei com os olhos arregalados ao lembrar da cena.

– Só isso? – Caty revirou os olhos.

– Talvez ele venha para a escola de ônibus como qualquer aluno normal que mora na zona rural. — Falou ela como se fosse óbvio.

– Não veio. — Falei arqueando a sobrancelha.

– Então ele perdeu o ônibus. – Ela deu de ombros.

– Isso é idiota, mas não é apavorante — Falou ela pegando seu celular do bolso.

– É mais esquisito do que isso – Insisti e minha amiga deu um longo suspiro.

– Eu... eu acho que ele disse o meu nome. No momento em que o ônibus apareceu. — Caty pareceu confusa.

– Meu nome antigo – Esclareci e minha melhor amiga inspirou fundo.

– Certo. Isso pode ser meio esquisito. — Ela disse concordando com a cabeça.

– Ninguém sabe aquele nome. — Falei.

Na verdade nem Caty sabia muito sobre o meu passado. A história da minha adoção era um segredo bem guardado. Se fosse revelado, as pessoas iam me achar uma aberração. Sem dúvida eu me sentia uma aberração toda vez que pensava na história. Minha mãe adotiva, que era antropóloga, tinha ido estudar uma seita clandestina e exótica na região central da Coréia do Sul. Estava lá com meu pai para observar os rituais da seita, esperando escrever um de seus artigos reveladores sobre subgrupos culturais. Mas as coisas se complicaram lá na Ásia oriental. A seita era um pouco esquisita demais, um pouco fora do comum demais, e alguns aldeões coreanos formaram uma conspiração, decididos a dar um fim àquele grupo. À força.

Pouco antes do ataque, meus pais biológicos me entregaram, ainda bebê, aos pesquisadores americanos que estavam de visita, implorando que me levassem aos Estados Unidos, onde eu ficaria em segurança.

Eu odiava essa história. Odiava o fato de que meus pais biológicos eram pessoas ignorantes, supersticiosas, que foram iludidas a ponto de entrarem para uma seita. Eu nem queria saber como eram os rituais. Sabia que tipo de coisas minha mãe estudava. Sacrifícios de animais, culto às árvores, virgens jogadas em vulcões... Talvez meus pais biológicos estivessem envolvidos em algum tipo de bizarrice sexual. Talvez por isso tivessem sido assassinados.

Quem sabia? Quem queria saber?

Nunca pedi detalhes e meus pais adotivos não me forçaram a saber mais do que já sabia. Eu me sentia feliz em ser Sofia Smith Packwood, americana. Para mim, Min Yuna Dragomir não existia.

– Tem certeza de que ele sabia o seu nome? – perguntou Caty.

– Não – admiti.

– Mas achei ter ouvido. — Segurei alça da minha bolsa fortemente.

– Ah, Sofy. – Caty suspirou.

– Ninguém conhece esse nome. Você provavelmente imaginou a coisa toda. Ou então ele disse uma palavra que se parece com Yuna. — Olhei atravessado para Caty.

– Que palavra se parece com Yuna? — Arqueei a sobrancelha.

– Sei lá. Que tal “aluna”? — Falou ela divertida.

– Fala sério Caty — Falei, mas até que isso me fez rir. Fomos andando até a rua para esperar que minha mãe viesse me buscar. Eu tinha telefonado na hora do almoço dizendo que não ia pegar o ônibus para casa. Vai que ele estava lá. Sem chances de eu ficar perto dele de novo.

Caty fez sua última tentativa.

– Só estou dizendo que talvez você devesse dar uma chance ao Taehyung. — Falou ela se escorando em uma árvore.

– Por quê? — Arqueei a sobrancelha.

– Porque... porque ele é tão alto... – explicou Caty, como se altura fosse prova de bom caráter.

– E já mencionei que é Coreano? — Falou ela animada e eu só consegui dar risada.

Avistei a velha Kombi enferrujada da minha mãe chegando chacoalhando junto ao meio-fio e acenei para ela.

– É. É muito melhor ser perseguida por um coreano alto do que por um americano de estatura mediana. — Falei irônica.

– Bom, pelo menos Taehyung está prestando atenção em você – Fungou Caty.

– Ninguém nunca presta atenção em mim. — Disse ela fazendo bico e eu revirei os olhos já cansada desse drama dela.

— Você está solteira porque quer — Falei e ela me olhou com os olhos semicerrados.

Chegamos até a Kombi e abri a porta. Antes que eu pudesse dizer “oi”, Caty me empurrou de lado, se inclinou para dentro e declarou:

– Sofy está namorando, Dra. Packwood! — Falou animada.

– Verdade, Sofia? – Perguntou mamãe, demonstrando surpresa.

Foi minha vez de empurrar Caty para fora do caminho. Entrei e bati a porta, deixando minha amiga do lado de fora. Caty acenou, gargalhando, enquanto mamãe e eu nos afastávamos da calçada.

– Um namorado, Sofia? No primeiro dia de aula? — Falou minha mãe em um tom divertido.

– Ele não é meu namorado – Resmunguei, prendendo o cinto de segurança.

– É um aluno esquisito de intercâmbio que andou me perseguindo. — Falei cruzando os braços.

– Sofia, tenho certeza de que você está exagerando. Os adolescentes costumam ser socialmente desajeitados. Na certa você está interpretando mal um comportamento inocente. — Falou ela calma como sempre. Como todos os antropólogos, mamãe acreditava que sabia tudo sobre as interações sociais humanas.

– Você diz isso porque não viu o cara hoje cedo no ponto de ônibus – Argumentei.

– Ele estava parado com um sobretudo preto enorme... E aí meu dedo sangrou e ele lambeu a boca... — Falei fazendo cara de nojo ao lembrar da cena.

Quando terminei de falar mamãe pisou no freio com tanta força que minha cabeça quase bateu no painel. Um carro atrás de nós até buzinou furioso.

– Mãe! Qual é o problema? — Olhei assustada para a mesma.

– Desculpe, Sofia – Disse ela, parecendo meio pálida. E acelerou de novo.

– Foi só uma coisa que você disse sobre ter se cortado. — Falou ela encarando a estrada novamente.

– Eu cortei o dedo e ele praticamente ficou babando, como se fosse uma batata frita coberta de ketchup. – Estremeci.

– Foi nojento. — Me mexi parar tirar tal cena da minha cabeça.

Mamãe ficou mais pálida ainda e eu senti que lá vinha bomba.

– Quem... quem é esse garoto? – Perguntou ela quando paramos num sinal de trânsito perto da Faculdade Grantley, onde minha mãe dava aula.

– Qual é o nome dele? — Perguntou ela novamente e percebi que ela estava se esforçando muito para parecer despreocupada e isso me deixou mais nervosa ainda.

– O nome dele é... – Mas antes que eu pudesse dizer “Taehyung”, eu o vi. Estava sentado no muro baixo que rodeava o campus. E estava me olhando. De novo. Minha testa começou a suar. Mas dessa vez fiquei injuriada. Agora já chega.

– Olha ele ali! – Gritei, apontando com o dedo.

– Está me encarando de novo!

– Não era um comportamento “socialmente desajeitado”. Era perseguição.

– Quero que ele me deixe em paz! — Falei como se eu fosse uma criança birrenta. E então minha mãe fez algo inesperado. Parou o carro junto ao meio-fio, bem onde Taehyung estava.

– Qual é o nome dele, Sofia? – Perguntou ela de novo enquanto soltava o cinto de segurança.

Achei que mamãe iria confrontá-lo, por isso segurei seu braço.

– Não, mamãe. Ele é... tipo... desequilibrado, sei lá. — Falei, mas minha mãe soltou meus dedos com delicadeza.

– O nome dele, Sofy. — Falou ela numa tentativa falha de me "tranquilizar".

– Taehyung. — Fiz uma pausa tentando lembrar o nome completo dele. — Kim Taehyung Vladescu. — Falei assim que lembrei

– Ah, minha nossa! – Murmurou mamãe, olhando para meu perseguidor.

– Acho que isso era mesmo inevitável. – Ela estava com um olhar esquisito, distante.

– Mamãe? O que era inevitável? — Perguntei.

– Espere aqui – Disse ela, ainda sem me olhar.

– Não se mexa. – Minha mãe parecia tão séria que nem protestei. Sem dizer mais nada, ela saiu da Kombi e foi em direção ao cara ameaçador que havia me seguido o dia todo. Será que mamãe tinha enlouquecido? Será que ele tentaria fugir? Será que iria surtar de vez e machucá-la? Mas não. Ele escorregou graciosamente do muro e fez uma reverência para minha mãe, uma reverência de verdade, dobrando a cintura. Que negócio é esse?

Baixei o vidro, mas eles falavam tão baixo que não consegui escutar nada. A conversa pareceu durar séculos. E então minha mãe apertou a mão dele. Kim Taehyung se virou para ir embora, mamãe voltou à Kombi e deu a partida.

– O que foi aquilo? – Perguntei, chocada. Minha mãe me olhou bem nos olhos e disse:

– Você, seu pai e eu precisamos conversar. Hoje à noite. — Falou em um tom sério.

– Sobre o quê? – Exigi saber, com um frio na barriga. Uma sensação ruim se fez presente.

– Você conhece aquele cara? — Perguntei passando a mão em meus cabelos.

– Vamos explicar mais tarde. Temos muita coisa para lhe contar. E precisamos fazer isso antes que o Taehyung chegue para o jantar. — Disse por fim.

Meu queixo ainda estava no chão completamente. O que passa na cabeça dela ao convidar o meu “perseguidor” para o jantar?

~¥~

Acabou que meus pais nem tiveram chance de me explicar qualquer coisa.

Quando chegamos em casa, meu pai estava no meio de sua aula de ioga tântrica para hippies exageradamente sexuados e exageradamente ultrapassados no salão que ficava atrás da casa. Por isso mamãe mandou que eu fizesse minhas tarefas. E aí Taehyung chegou cedo para o jantar.

Eu estava no estábulo limpando as baias quando vi de relance uma sombra entrar pela porta.

– Quem está aí? – Gritei assustada. E me identifiquei com aquelas cenas típicas de filme de terror em que a mulher está sozinha e grita pro nada e de repente aparece o bicho assustador. Que no caso aqui, o bicho seria Kim Taehyung. Afastando tais pensamentos observei o mesmo atravessando a empoeirada arena de equitação. “Ele não pode ser tão perigoso.” Comentei comigo mesmo. Ignorando o aval de mamãe, continuei segurando o forcado com firmeza.

– O que você está fazendo aqui? – Perguntei em posição de defesa caso ele tentasse alguma coisa.

– Olhe os bons modos – Reclamou Taehyung com o seu sotaque metido a besta, levantando pequenos tufos de poeira a cada passo longo que ele dava. Chegou perto de mim e outra vez fiquei espantada com a sua altura.

– Uma dama não se exalta no meio de um estábulo – Continuou ele.

– E que espécie de saudação foi essa? — Falou ele e eu o olhei intrigada. Pra que falar tão formal assim? Estamos em pleno século XXI ninguém mais usa a palavra “dama” para se dirigir a uma mulher.

– Perguntei por que você está aqui – Repeti, apertando o forcado com um pouco mais de força.

– Para conhecer você, é óbvio – Respondeu ele, enquanto parecia me avaliar, andando em volta de mim, olhando minhas roupas. Girei, tentando mantê-lo em meu campo de visão, e o peguei franzindo o nariz.

– Sem dúvida você também está ansiosa para me conhecer. — Falou ele dando um sorriso de lado convencido.

Meu interior gritava um “NÃO” bem alto. Eu não estava afim de conhecê-lo nem um pouco.

– Por que está me olhando desse jeito? — Perguntei incomodada e ele parou de me rondar.

– Você está limpando as baias? Isso aí nos seus sapatos são fezes? — Ele fez uma careta.

– São – Respondi, confusa com seu tom de voz. Por que ele se importa com o que tem nos meus sapatos?

– Eu limpo as baias todas as noites. — Respondi dando de ombros.

– Você? – Perguntou ele, parecendo perplexo e horrorizado. 

– Alguém tem que fazer o serviço. — Falei como se fosse óbvio.

– No lugar de onde venho temos pessoas para fazer isso que são os “Criados”. – Ele fungou.

– Uma dama da sua magnitude nunca deveria fazer uma tarefa inferior. É ofensivo e nojento. — Falou ele cruzando os braços.

Quando ele disse isso, meus dedos apertaram o forcado outra vez e não foi por medo. Kim Taehyung não estava só me apavorando estava me deixando possessa.

– Olha, já estou de saco cheio de você ficar atrás de mim e dessa sua pose aristocrática – Esbravejei.

– Quem você pensa que é? E por que está me perseguindo? — Disse dando um cutucão com meu dedo indicador em seu peito. Por um momento me arrependi de ter feito isso pois a raiva e a incredulidade brilharam nos olhos pretos de Taehyung.

– Sua mãe ainda não contou, não é? – Ele balançou a cabeça.

– A Dra. Packwood prometeu que lhe explicaria tudo. Seus pais não são muito bons em cumprir promessas. — Falou ele em um tom irritado.

– A gente... A gente ia conversar mais tarde – Gaguejei, com o ultraje enfraquecendo um pouco diante de sua raiva óbvia.

– Papai está dando aula de ioga... — Falei o observando.

– Ioga? – Taehyung deu uma risadinha desagradável.

– Contorcer o corpo numa série de configurações ridículas é mais importante do que informar à filha sobre o pacto? E que tipo de homem pratica um passatempo tão pacifista? Os homens deveriam treinar para a guerra, não perder tempo entoando “om” e pregando a paz interior. — Seu tom havia mudado, não continha mais raiva, mas continuava sério e um pouco severo.

Hein?

– Pacto? Que pacto? — Perguntei confusa.

Ele observava as traves do teto do estábulo atentamente, andando de um lado para o outro, as mãos cruzadas às costas, e murmurava:

– Isso não está certo. Não está nem um pouco certo. Eu disse aos Anciões que você deveria ter sido convocada de volta à Coréia do Sul há anos, que nunca seria uma noiva adequada se continuasse aqui... — Falou.

Epa, espera aí.

– Noiva? — Perguntei indignada.

Taehyung fez uma pausa e girou nos calcanhares para me encarar.

– Estou cansado da sua ignorância. – Ele chegou mais perto de mim, inclinando-se.

– Como seus pais se recusam a informá-la, eu mesmo darei a notícia. E vou fazer isso do modo mais simples. – Ele apontou para o próprio peito e anunciou, como se falasse com uma criança: – Eu sou um vampiro. – E apontou para o meu peito. – Você é uma vampira. E vamos nos casar assim que você alcançar a maioridade. Isso foi decretado desde o nosso nascimento.

Não cheguei a processar a parte do “vamos nos casar”, muito menos o lance sobre “decretado”. Eu já tinha me perdido na parte do “vampiro”.

Pirado! Kim Taehyung Vladescu é completamente pirado! E estou sozinha com ele num estábulo. Por isso fiz o que qualquer pessoa sensata faria. Cravei o forcado no pé dele e corri feito louca para dentro de casa, ignorando seu grito de dor.


Notas Finais


Herooou meus ursinhos e ursinhas *-*
Primeiramente... OBRIGADA DE CORAÇÃO PELOS 10 FAVORITOS E PELOS COMENTÁRIOS SZ VOCÊS MORAM NO MEU CORAÇÃO SZ
Segundamente... Desculpa por ter demorado pra postar esse capítulo, eu expliquei no atividades mas acho que vocês não chegaram a ver então... Eu brasileira que sou deixei pra estudar de última hora para às 3 provas do meu curso que sinceramente é um curso muito tediante.
Terceiramente... Eu não entrei muito no Spirit e quando entrei foi rápidinho (só pra escrever no atividades) então me desculpa por não ter respondido o comentário de vocês, mas olha não desistam de mim não por favorzinho ;-;
————
Agora voltando para o assunto Taehyung e Sofia...
O que vocês acharam desse capítulo?
Será que a Sofia vai se dar bem com essa história?
O que vocês acham que vai acontecer no próximo capítulo?
Falem pra mim que eu vou amar responder vocês (mesmo que eu demore um pouquinho pra responder) eu amo saber o que vocês estão achando da história.
Me desculpem se eu errei alguma coisa... E não desistam de mim...
Bom... Acho que é isso :)
Desejo uma Boa Noite pra vocês, porque agora eu irei dormir... Sabe como é né... Friozinho, chuvinha e dormir combinam muitooooo.
OBS: Aqui é 15 horas ainda, mas eu já tô com sono acreditam? Kkkkkkk
Então é isso...
~Um grande abraço de urso pra vocês da Tia Mi~


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