História Como se Vingar de um Idiota - Capítulo 4


Escrita por: e ILikeFT

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais
Tags Nalu
Visualizações 196
Palavras 2.767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capitulo sem muita revisão! Me perdoem e me beijem depois! Eu adoro vocês e toda essa animação!

Votem e descubram se ela Lucy vai encontrar o amor nos braços do rosado perigoso!

Capítulo 4 - Capítulo - Como Mostrar a um Idiota


Era a hora perfeita.

 

- Eliot meu querido! - mamãe se jogou nos braços do enorme homem riuvo quando abriu a porta e ergueu o rosto. El riu com todo o seu natural charme contagiante se curvando e contornou seus lindos braços cobertos por uma camisa branca social justa na cintura pequena da minha progenitora.

 

- Dona Layla! Que enorme prazer revê-la!

 

- Deixe de babar uma idosa garoto! Eu cedo muito fácil a charmes ainda!

 

Eu ri vendo minha mãe tocar o salto dos calcanhares de novo no chão e se afastar, rindo enquanto os olhos de Eliot iam certeiros em mim. Por mim momento absorvendo a intensidade do seu olhar minha risada sessou, e o meu sorriso ladino nos lábios esticou.

 

- Oi.

 

- Oi. - ele não precisou nem de convite, com aquele corpo forte decidido e os punhos feitos, logo Eliot tinha acabado com a distancia chocando aquela escultura bruta contra mim, rindo no meu ouvido com aquele sorriso prazeroso e triunfante. Suas mãos na minha cintura firmaram um aperto delicioso e ele começou a explorar minhas costas, cheirando o meu cabelo. O tipico de homem sorridente e incontrolável. Passei minhas mãos pelo seu pescoço com um carinho lento sabendo como ele adorava. Os olhares finos e íntimos que trocamos de canto arrepiaram minha espinha e despertaram ainda mais o meu humor.

 

- Minha mãe ainda está aqui...

 

- Não se intimidem comigo! Eu vou na cozinha terminar de preparar a lasanha! Eu demoro uns 5 minutinhos! - e dona Layla com certeza já tinha sumido. Eu com certeza amava minha mãe.

 

- Eu já falei que amo a sua mãe? - ouvi aquela voz sexy irônica no meu ouvido e ri passeando meus dedos até os seus braços.

 

- Acho que o sentimento é mutuo.

 

- O que a gente faz agora? - o aperto daquelas mãos me pressionaram mais contra o peito forte, e eu quis gemer de aprovação apertando seus braços másculos.

 

- Bom... Ela deu cinco minutos mais aposto que ainda cede mais cinco, a gente pode subir... - e ele me interrompeu sorridente como eu gosto. Ah Eliot... Você era a visão da personificação dos meus últimos sonhos. Eu me sinto tentada a te agarrar bem aqui. Morde o lábio, tentando manter o controle.

 

- Na casa da sua mãe? Ah que audácia...! Eu me sinto provocado... Acha que ela vai me odiar?

 

- Não vou te dizer que ela realmente faria se a gente subisse lá pra cima agora. - eu contive meu riso baixo.

 

- Agora fiquei curioso. - eu fiquei na ponta dos pés no salto e contornei aquele pescoço salivante com os braços - Então, pra onde a gente foge?

 

- Pode ser pro meu quintal...

 

- Muita sorte que ainda temos mais cinco minutos.

 

Eu nem precisei dizer que ri baixinho quando me virei sentindo aquele corpo colado no meu me segurando forte e guiei Eliot até aquelas portinhas magicas. Passando por elas, vi nosso alvo perfeito, o banco do balanço da arvore. Sente o corpo de Eliot ficar tenso enquanto sua camisa formigava minha pele com desejo e ouvi aquela risadinha safada rouca e profunda.

 

- Droga, você deveria ter dito antes.

 

- Você que deveria ter me dito que tem essa fantasia antes...

 

Eu fui virada e começamos a pegação intensa. As mãos de Eliot passeavam pelas minhas costas com gostosas promessas de que tocariam assim a minha pele mais tarde. Nossa troca de caricias velozes e fogosas estavam destruindo todo chão abaixo das minhas pernas enquanto eu passeava minhas mãos pelos seus muculos e queria arrancar aquela camisa. Ansiosa para ver botões voando. Eu me segurei naqueles cabelos quando ele abaixou o rosto e reconhece o céu mais uma vez apertando entre os dedos aqueles fios ruivos. Droga, eu queria que aquele jantar acabasse logo. Naquele segundo todas as minhas duvidas sobre meus medos do passado estavam sumindo. Só existia a certeza de que Eliot era um futuro melhor que tudo.

 

O tempo passou rápido e eu ouvi a voz da minha mãe chamando, Eliot e eu estávamos sentados abraçados com as cabeças viradas para o outro beijando e sorrindo no banco. Parecíamos um casal diabeticamente feliz e silencioso, naquele estado de espirito de paz perfeita arfando com as bocas entreabertas e os corações batendo rápido. Quando minha mãe parou da porta do quintal, eu ouvi um clique e fui cegada por um flash. Eu me afastei de Eliot gargalhando desacreditada.

 

- Mãe!

 

- O quê?! É um jantar especial! Eu ainda não tinha tirado foto!

 

E agora a desconfiança enorme de que ela tinha tirado uma selfie estilo Heartfilia estava gravada na minha cabeça. Ah meu Deus, eu esconde minha cabeça debaixo do queixo de Eliot. Que vergonha... Ele segurava a minha mão entre nossas coxas com um aperto gentil desde que nos sentamos, e agora estava rindo beijando ela. Formigou onde ele deixou aqueles lábios quando a levou a boca, mais eu sorri observando aquele gesto cavalheiro quando até ele colocar nossas mãos na sua coxa.

 

- Ah meu Deus não deixem um velha diabética de inveja! Eu não posso ser levada pela onda jovem, séria politicamente eu não querer um marido nessa idade! Vamos!

 

Gargalhando, só quando nos levantamos que eu vi que a mão livre da minha mãe segurava a bacia de vidro da lasanha, ai toda graça sumiu antes do meu corpo agir com o gatilho.

 

- Mãe! - eu segurei aquela bacia nos cantos com os dedos, sentindo eles aquecendo na temperatura de um forno - Droga cadê as luvas!?

]

- Eu pensei que chamar você uma vez daria. - Layla deu de ombros enquanto o rosto agora enrugado de preocupação de Eliot analisava a palma vermelha da sua mão. Eu nem tinha visto ele chegar ai, mais o meu peito palpitou cativado vendo como ele era cuidadoso com a mulher que me deu a luz.

 

- Não chegou a um nível de queimadura, graças a Deus. - todo os poros do meu corpo suspiraram de alivio. Eliot abriu um pequeno e cativante sorriso - Tome cuidado da próxima vez senhorita Layla.

 

- Obrigada pelo senhora, suspiro por você filho. Foi só pra tirar uma foto. Não vai se repetir. - Eliot e eu rimos no clima bom de ironia.

 

- É bom ouvir isso mãe. Eu vou levar a lasanha agora. Só vou pegar as luvas. Vocês me esperem na porta.

 

- Você sempre é protetora demais querida... - fala a mulher que quase queimou a mão para tirar uma selfie zoando. Sorri e beijei a cabeça da minha mãe.

 

- Tenho que ser mãe. Acompanho vocês em cinco segundos.

 

Eu entrei ouvindo o som dos meus saltos sem olhar para trás até deixar a lasanha no balcão e buscar as luvas em uma gaveta da cozinha. Com a proteção nas mãos e a lasanha cheirando, segue até a sala e vi minha mãe sorrindo pra mim da porta. Saindo de casa uma mão de Eliot contornou a minha cintura antes de descermos a escada a virarmos na calçada. Mamãe apertou a campainha da senhora Dragneel e eu sorri para Eliot conseguindo um beijo antes da vizinha abrir radiante a porta.

 

- Layla!

 

- Elza! - elas se abraçaram forte poucos segundos e adiante minha mãe já estava entrando.

 

- Lucy! Você está deslumbrante querida! Ah! Você deve ser o famoso Eliot! - eu sente a risada se prender na garganta de Eliot e aquela boca sussurrando no meu ouvido de novo.

 

- Famoso?

 

- Nem pergunte.

 

- Ah vamos entrem, entrem! Natsu está faminto e resmungando fez meia hora!

 

Eu sorri, sinceramente acreditando nisso. Esse ponto dele não tinha mudado pelo jeito.

 

- Foi um prazer receber o convite senhora Dragneel. - Eliot e eu passamos pela porta, ele se sentou no sofá do lado da minha mãe antes da senhora Dragneel desabar no da frente e começar a enchê-lo de perguntas. Pronto, o clubinho das Senhoras estava interrogando a nova vitima.

 

Balancei a cabeça deixando a lasanha na mesa e tirei as luvas suspirando. O cheiro da casa de Elza sempre foi o melhor, cheio de aromas caseiros da infância. Ai merda, ela com certeza tinha feito aqueles biscoitos caseiros de todos os anjos.

 

- Ah, Lucy querida! Eu quase esquece, tem uma fornada prontinha na cozinha! - fechei os olhos sentindo a traição do meu próprio corpo relaxando ao ouvir aquilo.

 

- Vou vê-la senhora Dragneel! - eu segue para a cozinha e em cima da mesa lá estava. Meu peito se encheu de ar. Aqueles biscoitos da perdição... Eu estava gemendo quando me dei conta, e pouco me importei. Mais o biscoito que eu ia pegar foi roubado da minha mão.

 

- Única palavra. Perdeu. - Natsu sorria de canto mordendo o biscoito que deveria ter sido meu. Filho da mãe. Sorri e peguei outro.

 

- Opções é o que não falta. - sente o céu mastigando aquele pecado crocante com um gemido e revirar de olhos. Quando os abre, eu vi as marcas dos olhos de Natsu finas exibindo um brilho profundo intenso e aquele sorrisinho de canto mais saliente do que nunca - O quê? Os biscoitos da sua mãe sempre tiveram esse efeito. - suguei meus dedos sem tirar os olhos dele, afinal não tinha nada demais o que fiz, né? Vou mentir pra mim mesma aqui.

 

Algo reluziu no profundo intenso daqueles olhos escuros dele e eu de repente sente que deveria sair dali. Sorri relaxando o corpo e ignorando o meu objetivo anterior em cima da mesa.

 

- Eu deveria voltar, tenho um convidado na sala.

 

- Ah, o cara do jardim?

 

Eu já tinha me virado e dado alguns paços, antes daquelas palavras de Natsu quase me fazerem errar no salto congelando. Virei a cabeça para ele espantada com meus olhos gritando incredulidade.

 

- Você espiou meu jardim? - ele já tinha outro biscoito cobrindo a boca enquanto mastigava.

 

- Correção, o quintal é da sua mãe. E não, só teve a coincidência da janela do meu quarto me dar uma visão perfeita da sua cena de pegação. Que vergonha Lucy, a tia Layla deve estar envergonhada.

 

Ele não viu a cena toda pelo visto. Sorri, e pensar que eu teria feito aquilo sem problemas no meu quarto. Tinha uma coisa diferente em Natsu Dragneel depois de todos esses anos, agora ele era incrivelmente previsível. Eu sabia que ele queria me atingir bem feio agora como antes, mais eu não iria dar esse luxo a ele. A experiencia tinha me dado muito. E homens piores do que ele não conseguiram me machucaram. A proeza disso agora é bem maior do que ele imagina.

 

- Minha mãe adora meu biscoitinho. Eliot e eu não fizemos nada que ela não incentivasse, acredite. - a clara referência de Eliot a um biscoito fez Natsu parar de mastigar como se não nada de interessante estivesse saindo da minha boca. Mentiroso. Eu sente a fechada de uma vitoria pessoal no meu ego. Ah, como é bom.

 

- Então você só brinca com ele?

 

- Brincar? Não diria, isso é muito impessoal e infantil sabe... - pensei por alguns instantes antes de voltar a sorrir como uma verdadeira ladina, cheia de maldade e segredos profundos - Nós apenas... Gastamos o tempo um do outro. Meu tempo fora do trabalho tem que ser divertido, e ele faz uma colaboração muito boa na vaga que eu deixo aberta.

 

- Você deixa os caras se aproximarem de você só pra sexo? - a sobrancelha dele estava arqueada com um olhar mais sério, eu ainda não consegue tirar todo aquele sorrisinho infantil - Isso é novidade. Parece que você realmente odeia relacionamentos depois do pé na bunda do "DanDan".

 

Desgraçado...

 

- Oras Natsu, já passamos da idade e nos conhecemos a muito tempo para ter vergonha de falar disso. Pare de tentar me provocar usando o Daniel. Essa tática é velha. - dei de ombros olhando o balcão com os biscoitos - Algum pé atrás com sexo casual? Eu tenho me aproveitado muito disso. - seguro aquele circulo de massa com chocolate crocante e o beijo - Eliot é adorável. Eu tenho que voltar para a sala antes que a sua mãe me acuse de ter devorado tudo. Eu bem que gostaria, mais a noite apenas está começando.

 

Sai da cozinha mordendo o biscoito, deixar aquele homem para trás sozinho depois de todos esse anos levando a vitoria com as ultimas palavras me deixou eufórica por dentro. Quase chorando. Eu voltei para a sala transformada como o reflexo da delicada serenidade e me sentei do lado de Eliot, nossas pernas se tocaram e sua mão passeou pelas minhas costas antes de achar o lugar certo. Sorri, me sentindo provocada e acolhida antes de ver a silhueta de Natsu se sentando, sorrindo, daquele jeito cafajeste demoníaco, bem de frente para mim.

 

- Boa noite eu sou o filho da anfitriã da casa, desculpe por fazer minha mãe incomodar vocês.

 

- De modo nenhum querido, eu estou muito feliz por você estar aqui de novo. - minha mãe sorria com sinceridade, ela adorava Natsu de forma quase coruja por dentro.

 

- Muito obrigada tia Layla. Sente saudades de casa também.

 

- Mais continuou fora todos esses anos... - a mãe dele resmungou com um sorriso zombador.

 

- Eu estava vivendo minha vida mamãe. Desculpe por só ligar todas as noites. - as palavras de Natsu tiveram exatamente o efeito de um filho presente e atencioso. A mãe dele sorriu e se deu por vencida. Eu ainda me sentia feliz por aquela relação ser tão saudável, era o efeito de um carinho que durou metade da vida.

 

- Eu soube que você foi melhor amigo da Lucy até a faculdade, é um prazer conhecer alguém que viu essa grande parte da vida dela. - sorri de forma acanhada para a apresentação de Eliot sentindo minha vaidade acariciada antes dele estender a mão em cumprimento - Eu me chamo Eliot, sou enfermeiro no hospital onde Lucy trabalha. Seu braço direito.

 

E o peitoral preferido, e o caminho para o parquinho mais recente... Contive um sorriso tentando não desviar os olhos. Natsu apertou sua mão sorrindo com firmeza. E o que a maioria das pessoas poderia considerar um sorriso amistoso, eu sabia que era uma farsa, um sinal de puros futuros calafrios. Todo meu corpo foi tomado por desconfiança.

 

- Natsu Dragneel, eu conheço grande parte da vida da Lucy, qualquer coisa é só me perguntar.

 

- Vou manter isso em mente. - Eliot riu e eu o segue mantendo a pose calma. Mais no fundo com aquele riso eu avisava Natsu Dragneel que eu tinha entendido a sua carta de guerra. Ele sabia. E ele não iria entrar no meu espaço, nem a pau.

 

- Bem, a noite está só começando não é? Vou trazer os aperitivos enquanto essa reunião começa.

 

- Mal posso esperar. - ver aqueles olhos profundos focados diretamente em mim, o cotovelo no braço do sofá com a mão colocada perto da boca, a previa daqueles belos dentes amostra, a posição meio desleixada no assento, fez a minha postura endurecer, tudo nele me encarando fazia a visão perfeita de um quadro batizado com perigo. Agora que eu percebia, Natsu e eu estávamos começando outra guerra pessoal igual a inúmeras outras de anos atrás. Diversão. Essa era a palavra estampada no fundo do escuro dos olhos maliciosos dele. Sempre foi um esporte. Mais pra mim, por algum motivo naquele instante, aquela sensação no ar fazia parece, não me pergunte como ou porque, como se ele fosse meu ex. Um ex muito provocado.

 

Como se eu e ele tivéssemos tido uma historia intensa, quando na verdade tudo o que vivemos foi traumático e o motivo mais forte para eu nunca mais deixar ele me humilhar daquele jeito de novo.

 

- Ei. - Eliot alisou minha mãe no seu colo chamando a minha atenção pra vida real - Você quer um biscoito?

 

Sorrio carinhosamente para ele. Meu escape de alivio.

 

- Só uma taça de vinho por enquanto querido. Eu quero apenas aquecer... - o meu lado magoado ainda poderia estar vivo no final. Fazer o quê. A noite podia terminar mostrando muitas surpresas - Então Natsu a ultima fez que a tia Elza comentou sobre você eu soube que estava noivo. Você casou?

 

Naquele discreto segundo, ouvi minha mãe voltando o vinho e tia Elza tampando a boca mastigando. Queria guerra? Iria ter guerra. E ele nem imagina as cartas que eu sei jogar...

 


Notas Finais


Seu VOTO é muito importante meu sol! Muito obrigada por acompanhar mais esse capitulo e espero que todas nós estejamos ansiosas pelo próximo!


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