História Como se Vingar de um Idiota - (ATUALIZANDO) - Capítulo 5


Escrita por: e ILikeFT

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Personagens Originais
Tags Nalu
Visualizações 290
Palavras 2.462
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sorry mais esse capitulo vai ser mais pequeno^^! Se tiver qualquer errinho, me desculpem mesmo.
Espero que gostem do que a Lucy vai aprontar. As coisas podem tomar um rumo inusitado.

Capítulo 5 - Caítulo - O que fazer com um Idiota


Raciocina comigo, Elza Dragneel não era o tipo de mulher - mãe - que vivia a vida sem se gabar do tanto que se orgulhava da família. Mesmo que o numero de integrantes fosse pequeno, a minha vizinha sempre gostou de dizer que o filho era um pedaço de mal caminho inteligente, que tinha uma das mais ricas profissões do planeta, e que ainda era carismático. Essa ultima parte, sem comentários. Todos nós sabemos que as vezes mães se cegam de tanto amor pelos filhos. E além do mais, o que Natsu é na frente da mãe, não chega a ser nem parecido com o que ele é longe. O cara fechado, durão, sarcástico e dominador a minha frente era tudo menos o filho perfeito. Emprego? Ele só queria jogar na cara de todos que padrão não definia sua vida. QI de inteligencia? Há, Natsu Dragneel era maligno, não um gênio. Agora, um pedaço de mal caminho? Isso era o que me irritava pra caralho. Por que era a unica que mesmo com um ódio que poderia rasgar toda aquela cara, eu não podia discordar. Natsu era mais que um pedaço de mal caminho, ele era todo os quilômetros da direção errada, e o asfalto ainda era quente.

 

Você acha mesmo que uma mãe tão babona dessas não iria jogar na cara que o filho tem uma esposa linda, e netos que são a coisa mais linda do mundo? Lógico que iria. Elza Dragneel esfregaria a foto na minha cara com força até eu sangrar se o filho tivesse dado esse paço. E como não deu, eu tinha que ficar sabendo dos acontecimentos, bem onde doí. E pelo jeito, era um assunto delicado.

 

Minha mãe passou a mão discretamente na boca sorrindo pra mim, era como se pelo olhar dela eu ouvisse sua boca chamando meu nome. Avisando pra tomar cuidado. A senhora Dragneel bebeu seu vinho fingindo um sorriso tranquilo, enquanto Natsu me encarava com os olhos cerrados, aquela cabeça maquinando uma forma diabólica de me responder minhas duvidas e ainda me derrubar no próprio jogo. Não cede a sua intimidação. Ele não conhecia mais com quem jogava. Bebe um pouco meu vinho tranquila. E o tempo voltou a rolar.

 

- Ah isso... - Elza pegou a fala do filho chamando a minha atenção, ela lambeu os lábios de vinho e entrelaçou as mãos no colo atuando sorrisos - Eu nunca tive oportunidade de te contar querida, você estava sempre fora.

 

Eu continuei com o meu calmo bom humor, pensando palavra por palavra de maneira simples e manipulada.

 

- Eu realmente não tinha muito tempo para visitas, me desculpe tia, foi um erro pelo visto perguntar. - a expressão de surpresa de Elza dizia que era tudo menos um erro dizer que foi errado perguntar, ela queria imediatamente me tranquilizar e corrigir, mais eu continuei a falar - Eu sempre achei que Natsu estivesse casado e quem sabe com alguns filhos, quando ele veio sozinho que estranhei, me desculpe realmente, eu não achei que fosse um assunto delicado.

 

- E não é. - a voz de Natsu atraiu meus olhos curiosos e analisadores - Já faz tempo que não ouço falar desse assunto, mais eu posso te esclarecer sem problemas vizinha. Anahy e eu nos divorciamos.

 

Divorcio? Eles chegaram a casar? Esse patife se casou antes de mim? Sente meu ego acertado e arremessado dentro de um triturador, mais me mantive firme.

 

- Oh nossa. - Eliot engasgou levemente com o vinho e colocou a taça na mesinha, ao lado da minha - Sinto muito cara.

 

- Não, não precisa chegar a isso. Relaxa ai cara. - aquele sorriso solar de dentes de dar inveja e suspirante estava ali. Ok, eu admito. Desce aquele vinho pelo garganta antes de encarar. Natsu conseguia ser o centro da terra de carismática e ainda ter aquele ar perigoso vez ou outra quando queria. Mais só quando tinha algo muito errado ai. Ele normalmente fazia isso para fugir de estresse - Não é um assunto muito importante. Ela e eu tentamos manter a situação por um tempo, mais não adiantava insistir em algo que não estava mais dando certo. A fase boa passou e nós decidimos liberar as chaves. Eu morei sozinho no Havaí pelos próximos três anos, ai decidir vir visitar minha mãe.

 

- Em qual parte do Havaí você morou? - Eliot agora estava se animando com a conversa, ele gostava de viajar, um parceiro de hobbie era tudo o que eu não precisava nesse momento. Droga, eu deveria ter lembrado antes.

 

- Várias partes, eu nunca ficava num lugar muito tempo, não sou o tipo de homem que gosta de estabilidade. - e o cara do meu lado resmungou como se entendesse perfeitamente, as senhoras agora estavam felizes com a mudança de assunto e eu estava virando minha ultima dose na taça de vinho. Eliot nesse instante o rosto para mim sorrindo, cativante, erguendo a garrafa de vinho da mesa.

 

- Mais vinho querida? Você sempre toma boas porções. - oferece minha taça sorrindo e mandando belas discretas e seduzentes mensagens para aqueles olhos. El também me conhecia muito bem.

 

- Ah, já que estamos deixando o papo em dia antes de jantar, você tem mais alguma coisa para me perguntar Lucy? - aquele intrometido me tirou do meu lindo mundo da lua e me fez voltar a triste realidade de estar cara a cara com ele, respirei fundo mantendo a minha discrição intacta e tratei de deixar o que eu ia dizer leve e calmante.

 

- Não sei, eu não fiz uma lista de coisas que queria saber sobre você antes de vir pra cá, mais não se preocupe, colocamos o papo em dia qualquer dia desses certo? Tia Elza disse que você iria ficar até a virada do ano.

 

Natsu abriu aquele sorriso ladino pra mim que só ele tinha.

 

- Com certeza. Eu nunca iria perder três meses perto de um passado tão bom...

 

- Lucy. - na cozinha, trinta minutos mais tarde, pegando uma garrafa do vinho nova, dona Layla entrou no meu campo de visão sorrindo, antes de se transformar na minha mãe - Você ficou louca menina? Acha que eu sou cega? Você acha que vaso ruim quebra? Por que perguntou aquilo lá? Natsu agora parece louco para começar uma briga com você, daquele estilo patético que só vocês dois faziam quando eram adolescentes! Lucy!

 

Suspirei.

 

- Calma mãe... Eu não tenho mais 17 anos. Natsu pode pensar e tentar o que quiser. Eu vou aproveitar o jantar e ficar na minha.

 

- Lucy, você tem que pensar mais filha. Assim como você mudou, acha mesmo que Natsu não pode ter ficado pior?

 

Triste realidade. Mais sim.

 

- Eu sei mãe... Mais sinceramente? Não me interessa como Natsu mudou depois de todos esses anos. Ele cuida da vida dele. - dou de ombros com indiferença - Eu não tô nem ai.

 

Ela cruzou os braços com determinação escancarada.

 

- Acredito de verdade, mais vou te passar um conselho de mãe. Tente lembrar menos do passado e esconda a linguá se for para deixar a Elza constrangida filha. Estamos na casa dela querida.

 

Nós duas trocamos sorrisos sinceros. Ela tinha razão afinal... Eu considero tudo aquilo e vejo que era o melhor de verdade. Era mãe falando por mãe. Eu não ai deixar alguém tão bom de saia justa por uma disputa idiota. O jantar era importante para elas.

 

- Claro mãe. Eu nem sonharia de machucar a tia Elza.

 

- Eu sei. Mais eu também te conheço querida. Te espero na sala de jantar.

 

- Estou chegando com o vinho.

 

Abre a rosca e inspirei o aroma de uva. Perfeito. Sentados na mesa, Eliot pegou minha mão por debaixo da madeira e trocou sorrisos comigo antes de começarmos a comer. A guerra ainda não tinha acabado, mais Natsu e eu decidimos deixar nossa disputa para outra hora pela sua mãe. Muito mais tarde saindo pela porta e nos despedindo, Eliot colocou as mãos nos meus ombros e beijou minha cabeça enquanto eu dava meus últimos agradecimentos.

 

- Estava tudo maravilhoso tia. Obrigada pela noite.

 

- Não se contenha querida, pode vir sempre que quiser. A proposito, apareça mais, duas velhas chatas como Layla e eu precisamos de bastante presença jovem. - ela piscou pra mim e eu ri.

 

- Tenho 32 anos tia! Eu já passo longe da época jovem!

 

- Nada que não esteja escondido demais. Você é simplesmente linda querida.

 

- Concordo. - Eliot me fez sorrir nesse tempo de pausa antes da vizinha voltar a falar.

 

- Só falta se casar. - Natsu atrás da mãe estreitou os olhos a observando e eu ri sem graça. A boca de Eliot se aproximou do meu ouvido.

 

- Você acha? - eu ri me apressando para responder a anfitriã e correr dali com ele. Chega de esperar. Eu tenho feito isso demais.

 

- O tempo vai dizer tia, quem sabe esse ano ou ano que vem. - o ruim de ter deixado a duvida no ar foi a transparente transformação da minha mãe iluminando olhos como um anjo de natal, eu sente aquelas luzes diretamente na minha cara, e doía mentir. Ah Deus, que pena da minha mãezinha. Culpa atravessou meu peito e eu ri - Eu acho que não sei quando quero me casar. Tudo depende do parceiro. Bom, foi uma noite maravilhosa mais nós temos que ir. Tenho que me despedir de mamãe em casa ainda antes de sair.

 

- Você não está dormindo na casa da sua mãe querida? - Droga, eu deixei escapar algo que não devia. Sente as mãos de Eliot começarem uma massagem, meus ombros automaticamente caíram relaxados.

 

- Lucy me prometeu um encontro. Eu vim cobrar a divida hoje mais os meus planos de envolver jantar e álcool foram estragados. - as mulheres mais velhas riram, e Natsu subiu um sorriso de canto convencido, gostando do tom e das palavras - Não deixou a noite ser menos maravilhosa. Agora, ela tem que me acompanhar e namorar um pouco pela cidade.

 

- Com todo prazer ela vai querido. - e minha mãe respondeu por mim, nem preciso dizer que eu ri - Bom Elza! Não vamos mais atrapalhar o casal! É tudo o que eu não quero! Boa noite!

 

Ela já estava nos empurrando escada abaixo. Quando abrimos a sua porta, minha mãe me deu um beijo, falou uma frase rápido e bateu a porta. Eliot gargalhou agarrando minha cintura dando uma grande fungada no meu cangote enquanto me segurava.

 

- Finalmente... A sua mãe é divina.

 

- A sogra que pediu a Deus eu aposto. - e ele era o genro que ela pediu a Deus sendo que tudo o que a minha mãe queria era me desencalhar. Suspiro. Encalhada uma ova. Eu sou solteira convicta. É muito diferente.

 

- E ai, vamos namorar pela cidade? - trocamos aquele sorriso maldoso só nosso.

 

- Eu prefiro uma noite inteira no seu quarto, amanhã tenho que trabalhar cedo.

 

- Podemos almoçar na casa da sua mãe então? - gargalhei me virando para ele.

 

- Responde mãe!

 

- Eu vou adorar! - a voz veio de detrás da porta.

 

- Você ouviu, dona Layla convidou, se prepare, amanhã você não vai aguentar comer mais nada.

 

Fomos rindo na direção do carro, Eliot abriu a porta pra mim e me preparou o cinto roubando um selinho meu antes de sentar no banco do motorista e sair dirigindo. Nem preciso contar como o resto da noite com ele foi incrível, comigo sempre ia ser a mesma ladainha, ele tinha razões para se gabar e eu de aproveitar. Amanhece de manhã com um corpo quente atrás do meu e um braço nu maravilhoso e forte sobre a minha cintura cobrindo minha barriga. Era uma sensação divina, dividir a cama com alguém. Por debaixo do lençol, gemi sorrindo e me mexi, o braço me apertou mais forte e um corpo se colou em mim. Voltei a dormir por talvez mais 15 minutos antes do despertador tocar. Eliot e eu sentamos sorrimos e nos beijamos antes de começarmos um 1° Round debaixo de chuveiro e ir trabalhar.

 

Eu comecei um bom dia e nada daquela noite passada estava na minha cabeça, até a coisa que marcou meu dia ligar a tela do meu celular e me fazer abrir uma seguinte mensagem, sentada relaxada dentro do meu consultório.

 

"Hoje as 2 na casa da sua mãe. Quero conversar com você. Eu espero que a sua mãe ainda faça aquelas Broas.

Natsu."

 

O que eu fiz? Eu deixei meu celular cair e perde o tempo por quase 1 minuto, até meu paciente entrar. Pelo resto da manhã eu fiquei aérea no meu trabalho e tentei me concentrar em tudo, menos naquela mensagem de Natsu Dragneel. Como antes, ele não me perguntou se nós poderíamos marcar de nos encontrar! Ele tomou a decisão sozinho! Dá pra saber que não deu muito certo aquela tática. Eu fiquei agarrada com os meus pensamentos até descontar nas doses das xícaras de café. Aquela voz ficou repetindo sempre as mesmas palavras na minha cabeça. E os mesmos pensamentos que me irritavam quando eu era mais jovem.

 

Babaca arrogante.

 

- Há, com certeza não faz mais o meu estilo ser trouxe da aceitar isso. Fora de questão. Ninguém me controla, e não existe um homem na terra que mande em mim. Nem o idiota que se iludiu que fazia isso uma vez.

 

Eu decide. Eu vou passar a minha tarde linda e maravilhosa com o meu homem na minha casa, assistindo um filme, e transando como eu conquistei e mereço. Vida não se resume a sexo. Certas oportunidades sim. E certas disputas também. Outro belo corpo relaxa e desestressa, e pode fazer esquecer de qualquer coisa. Natsu Dragneel achava que mandava em mim até aquela noite a 7 anos, mais a garota aqui agora era mais inteligente. Vingança é um prato que se come frio, que nem sorvete, delicioso. E eu nunca fui de esquecer humilhação. Eu vou estressar certo alguém com um belo bolo e ficar desestressada com um belo homem apreciando meu corpinho. É garantido funcionar. Eu conheço aqueles nervos da raiz até a superficie. Pode ser que ele tenha mudado o simples, mais o que cresceu como natureza... Natsu iria ter uma bela surpresa. E eu iria viver um belo show. Isso não é lindo e perfeito?

 

Todas as garotas do mundo deveriam saber a receita para lidar com idiotas. Não brigue, não xingue, não perca seu tempo com ele. Ignore. Dê o bolo. Tenha sangue frio com quem tem o sangue muito mais esquentado que o seu.

 

Eu nem preciso dizer que mal posso esperar pelo que vai acontecer...


Notas Finais


Se a historia estiver ficando chata me avisem!^^ Eu cedo e apresso mais o tempo!
Vocês acham que vai rolar umas bitoca NaLu logo? ;)


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