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História Como seguir agora? - Capítulo 2


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Notas do Autor


Obrigada por tudo, aqui está mais um capítulo fresquinho...
BOA LEITURA<3

Capítulo 2 - "E alguém aqui está bem?"


 

-LIGAÇÃO ON-

CESAR= Alou? Joui?

JOUI= Cesar-kun, o que aconteceu? Ta tudo bem?

CESAR= Bem não ta né, e você como tá?

JOUI= Eu estou bem, você me viu na reunião faz 1 hora só, aconteceu alguma coisa?

CESAR= Não, não aconteceu nada não, mas eu sei que você não tá bem, você estava muito estranho na verdade, o que tinha naquela cadeira?

 JOUI= C-como assim? Eu estava muito bem na reunião. – Ele para um pouco – Mas, porque você me ligou então?

CESAR= Eu achei você bem estranho e queria saber se você estava bem. – Dou uma pausa para pensar. – Estava pensando, você quer jantar aqui em casa? A gente pode talvez pedir uma pizza.

JOUI= Ann.. Cesar-kun... Eu na verdade tenho que ir.

CESAR= Vai fazer o que? Matar um zumbi de sangue? – Paro porque percebo que o que eu disse foi bem desnecessário – Desculpa.

JOUI= - Ele fica quieto por alguns segundos – Tá Cesar-kun, eu vou ai, talvez daqui uma hora? É, provavelmente daqui uma hora eu chego.

CESAR= Tá bom então, vou arrumar tudo aqui, até Joui.

JOUI= Tchau Cesar-kun

-LIGAÇÃO OFF-

-CESAR ON-

Ele desligou e eu fui tomar banho, depois me troquei e quando fui colocar a roupa que estava usando mais cedo no cesto de roupa suja, olhei e ali do lado tinha uma sacola com uma roupa vermelha dentro. Quando fui ver o que era, abri a sacola e estava lá, o suéter do Joui. Penso em devolver pra ele mas sinto o cheiro e lembro de quando estávamos na casa da floresta e o Arthur estava com medo do Joui pois ele estava com esse suéter. Tiro da sacola e coloco numa gaveta de blusas no meu quarto, tento arrumar minha sala pois tem um monte de saquinho de salgadinho, uns pratos, potes e copos, todos sujos. Lavo algumas coisas, mas como o Joui vai chegar dali a pouco não arrumo tudo e coloco uns saquinhos no canto da cozinha meio escondido porque não tem espaço no meu lixinho.

-CESAR OFF-

-JOUI ON-

Fiquei feliz que o Cesar me ligou, mas não entendi o porque ele estava me perguntando várias vezes se eu estava bem, troquei de roupa, pois já tinha tomado banho antes da reunião. Arrumei meu quarto e arrumei minha cama, antes de sair eu olhei novamente para minha mochila com o cano da espingarda para fora “será que ele quer falar comigo sobre o caso ou algo aconteceu? Ele realmente estava bem estranho” eram meus pensamentos enquanto saía do meu apartamento.

 Peguei minha máscara, coloquei e fui andando pelos quarteirões, é realmente perto, mais ou menos uns 5 quarteirões. Passando por várias lojas e pessoas de máscara, fui na porta do prédio e toquei no interfone o número do apartamento do Cesar.

-JOUI OFF-

-AUTORA ON-

Cesar tentava colocar um pacote de salgadinho atrás da geladeira, mas como se assustou com o interfone acabou derrubando-o, mas deixou quieto pois não conseguiria alcançar. Foi até o interfone e ouviu a doce voz de Joui:

- Cesar-kun, sou eu!

Deixou-o entrar. Depois de alguns segundos, Joui estava ali em sua frente, que o puxou para um abraço, mesmo não sendo muito fã, Cesar retribuiu, era um abraço bom, quente, calor humano, cheio de amor, depois de 1 minuto daquele abraço, Joui nem estava mais abraçando, era Cesar que o abraçava.

- Cesar-kun?

-Oi Joui.

- Impressão minha ou você... Está me abraçando? E bem forte aliás.

- Ah, desculpa, eu não sei muito dar abraços.

-AUTORA OFF-

-JOUI ON-

Lá fora o dia estava nublado, mas não estava fazendo muito frio, Cesar provavelmente se assustou pois achou que faria frio, já que quando entrei, veio um bafo de calor vindo de seu apartamento, o aquecedor estava ligado. Depois do abraço de boas vindas eu logo tirei meu casaco pois lá dentro estava bem quente, mas Cesar não parecia se incomodar muito com o calor, estava com um moletom verde, e provavelmente com uma camiseta manga longa por baixo. O apartamento dele não é muito grande, quando entramos, há a cozinha do lado direito, uma sala em frente e seu quarto na esquerda, no fim da sala tem uma lavanderia pequena, não estava muito bagunçado mas também nem um pouco arrumado, tinha várias coisas jogadas, inclusive acho até que vi um saquinho de salgadinho caído um pouco escondido atrás da geladeira. Ele me apresentou os cômodos e sentamos no sofá, pedimos uma pizza e batemos um papo enquanto ela não chegava.

-JOUI OFF-

-AUTORA ON-

- Eai Joui, como vai desde que chegamos em São Paulo?

- Ah, está tudo bem, mas não vou ficar por muito tempo na cidade, estou pensando em ir para o Japão, ficar um pouco com minha família, mas acho que vou com o Arthur para Carpazinha quando ele voltar primeiro.

- Carpazinha? O que vai fazer lá?

- Pedir desculpas para a... Dona Madalena do cemitério, ela não sai da minha cabeça desde que... Bom, aquilo aconteceu. Vou ver o que posso fazer por ela, comprar remédios, cuidar do cemitério, cuidar dela, não sei, quero recompensa-la.

- Você é uma pessoa muito boa Joui.

- Será? Acho que se eu fosse uma pessoa boa eu nem iria precisar pedir desculpas para ela.

- Vamos começar com isso de novo? Todo mundo já disse pra você naquela noite no bar que você já é o melhor de você.

- Eu sei, mas disse que iria melhorar, e eu vou.

- Joui, você pode falar pra mim, está realmente tudo bem?

- E alguém aqui está bem? – Ele se exalta, mas se acalma instantaneamente – Eu, realmente não sei. Só, vamos falar de outra coisa?

- Claro.

Um silêncio permanece na sala por alguns instantes.

- Cesar- kun?

- Oi Joui.

- Você me ensina a jogar o tal de LOU?

Cesar fica bem animado – Agora?

- Pode ser!

Eles são interrompidos pelo som do interfone. Cesar vai ver quem é, a pizza havia chegado, pediu para subir, o moço chegou e o Cesar pagou.

- Então, vamos?

- Claro, mas me conta, como funciona? Precisa de computador?

Os dois ficaram a noite inteira falando do jogo em que Cesar é viciado, e combinaram que na próxima semana o japonês iria na casa do amigo para aprender na prática, mas era para tentar antes em casa

-QUEBRA DE TEMPO-

- Obrigado por hoje Cesar-kun, fazia tempo que não me divertia assim com alguém.

- Digo o mesmo.

Antes de sair pela porta, Joui comenta:

- Ah, Cesar!

- Joui?

- Lembra que no “EU NUNCA” você disse que nunca dormiu na casa de um amigo?

- Sim, porque?

- No próximo encontro vem na minha casa, leva seu Notebook e vem dormir lá em casa!

O japonês desceu as escadas e Cesar fechou a porta.

-AUTORA OFF-

-CESAR ON-

“Ele quis dizer encontro tipo, encontro?” Foi o que eu pensei a noite inteira depois que Joui saiu da minha casa.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
No fim dessa semana talvez eu posto outro capítulo
aguardem....


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